188 resultados para Callithrix


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Simple, rapid and stable sperm evaluation methods which have been optimized for common marmoset (Callithrix jacchus) are critical for studies involving collection and evaluation of sperm in the field. This is particularly important for new species groups such as Callitrichidae where the sperm have been little studied. Of this family, C jacchus is the best known, and has been chosen as a model species for other members of the genus Callithrix. The fundamental evaluation parameters for sperm of any species are viability and acrosomal status. Semen samples were collected by penile vibratory stimulation. To evaluate sperm plasma membrane integrity, Eosin-Nigrosin was tested here for the common marmoset sperm to be used under field conditions. Further, a non-fluorescent stain for acrosome, the ""Simple"" stain, developed for domestic and wild cats, was tested on common marmoset sperm. This was compared with a fluorescent staining, Fluorescein isothiocyanate-Pisum sativum agglutinin (FITC-PSA), routinely used and validated for common marmoset at the German Primate Centre to evaluate acrosomal integrity. Results obtained with the ""Simple"" stain showed a marked differentiation between sperm with intact and non-intact acrosome both with and without ionophore treatment and closely correlated with results obtained with FITC-PSA. Temperature had no effect on the results with the ""Simple"" stain and the complete processing is simple enough to be carried out under field conditions. These findings indicated that the ""Simple"" stain and Eosin-Nigrosin provide rapid and accurate results for C. jacchus sperm and that those methods can be reliably used as field tools for sperm evaluation for this species. (c) 2008 Elsevier Inc. All rights reserved.

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A busca por modelos experimentais constitui passo fundamental para o avanço da medicina. OBJETIVO: Demonstrar, através da dissecção com técnicas microcirúrgicas, as estruturas anatômicas do osso temporal do primata Callithrix sp. FORMA DE ESTUDO: Experimental. MÉTODO: Dissecção de ossos temporais de Callithrix sp e documentação fotográfica. RESULTADOS: Identificamos as principais estruturas do osso temporal (orelhas externa, média e interna, e nervo facial). CONCLUSÃO: O primata não-humano Callithrix sp representa aparentemente um modelo viável para o estudo do osso temporal uma vez que apresenta alta similaridade anatômica com humanos.

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Callithrix jacchus geoffroy marmosets (HumBol. 1812) were injected once subcutaneously with 10.000 parasites/g body weight and followed for a period of six months. The PF strain of Trypanosoma cruzi was used. Follow-up was done through blood cultures, xenodiagnosis, serological tests, and ECG. A small number of normaI animais served as control.

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Os autores relatam o resultado de um ensaio terapêutico em sagüis com uma cepa de Leishmania donovani isolada de um caso humano fatal de calazar, clinicamente resistente aos antimoniais (Glucantime e Pentostam), Anfotericina B ePentamidina. Os testes cutâneos realizados no paciente para avaliação da imunidade celular foram negativos à exceção do DNCB a 2%. Quatro sangüis adultos (Callithrix jacchus) foram inoculados por via intraperitoneal com uma suspensão deformas amastigotas de L. donovani. Duzentos e dez dias após, todos os animais mostravam formas amastigotas do protozoário, evidenciadas através de punção hepática por aspiração. Iniciou-se então um esquema terapêutico com glucantime (28 mgSb v/kg/dia) em três séries de 10 dias com cinco dias de intervalo entre elas em três dosprimatas,ficando o quarto animal como controle. Nos três animais tratados houve curaparasitológica da doença, o mesmo não ocorrehdo com o controle. O fato de a amostra de L. donovani ter sido, no paciente, resistente aos vários tratamentos e ter sido sensível em modelo experimental à terapêutica com glucantime, sugere a possibilidade de que fatores imunológicos do paciente possam ter contribuído para a evolução fatal da doença.

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Visando avaliar a resposta imunológica produzida por vacinas anti-rábicas em primatas não humanos neotropicais, trinta sagüis (Callithrix sp) foram divididos em cinco grupos de seis indivíduos e submetidos a cinco diferentes esquemas de vacinação anti-rábica, utilizando-se duas vacinas animais distintas existentes no mercado. A primeira produzida em cérebro de camundongos lactentes (Fuenzalida e Palacios), e a segunda, em cultura de células NIL-2. Acompanhamento sorológico pós-vacinal foi realizado periodicamente. Os resultados mostraram que a vacina Fuenzalida e Palacios não foi eficaz para a proteção dos animais, utilizando-se uma única dose ou mesmo com o reforço. Porém, os sagüis apresentaram anticorpos detectáveis, ao adotar-se o esquema semelhante ao de pré-exposição indicado para os seres humanos, e apenas um animal contraiu raiva após o desafio viral. Por outro lado, a vacina produzida em cultura de células NIL-2 produziu elevados títulos de anticorpos em todos os animais imunizados e todos os animais resistiram ao desafio viral.

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Pouco se conhece a cerca de alterações nos lipídeos plasmáticos devido à reinfecção por Schistosoma mansoni. Neste trabalho, foram avaliadas alterações nos lipídeos plasmáticos decorrentes de uma reinfecção por Schistosoma mansoni no primata não humano Callithrix jacchus (sagüi). Amostras de sangue dos animais, antes e após serem infectados e reinfectados, foram coletadas por punção venosa, anticoaguladas com EDTA (1mg/mL) e centrifugadas a 2.500xg para obtenção do plasma. Os níveis plasmáticos de colesterol total, colesterol éster, fosfolipídeo total e triglicerídeo foram determinados por métodos espectrofotométricos. Os resultados mostraram haver redução significativa nas concentrações de colesterol total, colesterol esterificado, triglicerídeo e fosfolipídeo total em plasma de animais reinfectados por Schistosoma mansoni, em comparação com os mesmos animais antes da infecção e após uma infecção. Este estudo mostra que uma segunda infecção por Schistosoma mansoni causa alterações lipídicas plasmáticas significativamente mais acentuadas que as decorrentes de uma única infecção.

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In order to evaluate Callithrix jacchus as an animal model for mansoni schistosomiasis, a group of 10 male animals were once percutaneously exposed to 250 cercariae of the Schistosoma mansoni SLM (São Lourenço da Mata) strain. Animals were periodically bled for measuring serum level of enzymes and proteins and for blood cell counting. When comparing pre-infection to post-infection values, a significant increase was found for alkaline phosphatase at 15 to 120 days p.i., differential counts of eosinophil at 45 and 60 days, and total protein and global eosinophil counts at 120 days. No Schistosoma mansoni eggs were found in stools. Adult worms of small size were recovered from five animals. At day 120, the number of Schistosoma mansoni eggs/g of tissue was 0-289.7 (liver), 0-30.1 (large intestine) and 0-171.4 (small intestine). These findings lead us to classify Callithrix jacchus as a non-permissive host to the SLM strain of Schistosoma mansoni.

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INTRODUÇÃO: Uma variante do vírus da raivafoi identificadaem associação a casos de raiva humanos, no Estado do Ceará, transmitidos por saguis (Callithrix jacchus), primatas frequentemente criados como animais de estimação. Essa variante não apresenta proximidade antigênica ou relação genética com as variantes do vírus encontradas em morcegos e mamíferos terrestres das Américas. O objetivo do estudo foi avaliar os fatores de risco de transmissão do vírus da raiva oriundo de sagui (C. jacchus), criado como animal de estimação, para o homem na região metropolitana de Fortaleza, Ceará. MÉTODOS: Foi aplicado um questionário estruturado aos criadores de saguis, residentes nos municípios de Aquiraz e Maranguape, Ceará, enfocando o manejo e a interação desses primatas com humanos. Para avaliação da ocorrência de antígenos rábicos, através do teste de imunofluorescência direta (IFD), foram coletadas amostras de saliva dos saguis domiciliados e semidomiciliados. Com base nos resultados obtidos desses espécimes, foram analisadas amostras de sistema nervoso central (SNC). RESULTADOS: Na análise dos questionários, observou-se a proximidade dos criadores de saguis durante o manejo desses animais nos domicílios, bem como, seus conhecimentos limitados sobre a raiva, demonstrando haver risco quanto à transmissão do vírus. De 29 amostras de saliva de saguis reavaliadas, uma (3,4%) apresentou reação de IFD positiva. De 11 amostras de SNC, três (27,3%) apresentaram positividade. CONCLUSÕES: Os dados laboratoriais estão de acordo com os achados dos questionários, confirmando haver risco da transmissão do vírus da raiva devido à convivência de humanos com saguis (C. jacchus).

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INTRODUCTION: The aim of the present study was to evaluate the presence of arboviruses from the Flavivirus genus in asymptomatic free-living non-human primates (NHPs) living in close contact with humans and vectors in the States of Paraná and Mato Grosso do Sul, Brazil. METHODS: NHP sera samples (total n = 80, Alouatta spp. n = 07, Callithrix spp. n = 29 and Sapajus spp. n = 44) were screened for the presence of viral genomes using reverse transcription polymerase chain reaction and 10% polyacrylamide gel electrophoresis techniques. RESULTS: All of the samples were negative for the Flavivirus genome following the 10% polyacrylamide gel electrophoresis analysis. CONCLUSIONS: These negative results indicate that the analyzed animals were not infected with arboviruses from the Flavivirus genus and did not represent a risk for viral transmission through vectors during the period in which the samples were collected.

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Realizou-se um estudo para analisar morfologicamente os dentes do saguis-de-tufo-branco (C. jacchus), saguis-de-tufo-preto (C. penicillata) e saguis-de-cara-branca (C. geoffroyi), para compara-los entre si e com outras espécies já descritas na literatura. Utilizou-se dentes das três espécies para analises macroscópicas, microscópicas e ultraestrutural e os resultados correlacionados com os obtidos com outras espécies citadas na literatura. Chegou-se a conclusão de que: as três espécies apresentaram uma fórmula dentária idêntica, chegando a um total de 32 dentes, expressa na fórmula 2x: incisivos 2/2; caninos 1/1; pré-molares 3/3 e molares 2/2, estes são classificados como diplodontes, anelodontes, bunodontes, e braquiodontes.

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In the Atlantic forest of Rio de Janeiro, Callithrix aurita (É. Geoffroy in Humboldt, 1812) is a native species vulnerable to extinction and C. jacchus (Linnaeus, 1758) and C. penicillata (É. Geoffroy, 1812) are invasive species. The major threats to the native species are habitat degradation and hybridization, although there are currently no genetic data about natural hybrids available. Previous studies have revealed that species of the Callithrix genus are extremely homogeneous in their karyotypes with the exceptions of the morphology and size of the Y chromosome and its nucleolar organizer region (NOR) banding pattern. Three male marmosets captured in the wild in Guapimirim municipality, Rio de Janeiro, Brazil, considered as possible hybrids between C. aurita and C. jacchus or C. penicillata on the basis of pelage pattern, were cytogenetically studied. Metaphase chromosomes were obtained by using short-term lymphocyte cultures and Ag-NOR staining was performed. The hybrids karyotypes were 2n=46, 14 uni- and 30 bi-armed autosomes, a median size submetacentric X and NOR bearing autosomes, being compatible with that observed for the genus. In the three individuals studied, Y chromosomes were similar to those found for C. aurita, without NORs. The data obtained suggest the involvement of C. aurita in natural hybridization with one of the invasive species. We discuss the possible consequences of this hybridization.

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Após uma revisão da toxoplasmose experimental em primatas não humanos, são relatadas as tentativas, sem êxito, para provocar toxoplasmose aguda e fatal em dois rhesus (Macacca mulatta), um infante e outro jovem, por inoculação e reinoculação de uma amostra humana, usando diferentes vias e doses maciças e ainda com a ministração de decametasona. Do mesmo modo, não teve sucesso a tentativa para induzir a doença fatal em um Cebus apella adulto, pela via peritoneal. Porém a toxoplasmose-infecção nesses 3 animais, foi comprovada pela elevação da temperatura (39 a 41ºC), pela positividade da reação de Sabin-Feldman (1:64 - 1:256) e pelo isolamento de toxoplasmas em camundongos inoculados com material do Cebus. Por outro lado, em um Callithrix jacchus pela inoculação peritoneal, foi provocada doença grave e fatal com focos necróticos e abundãncia de toxoplasmas no baço e fígado, e isolamento dos parasitas em camundongo. De 54 símios do Nõvo Mundo, submetidos a RSF, todos foram negativos, com exceção de um Saimiri que se mostrou positivo a 1:16 (18%). Uma análise do problema Toxoplasmose-Primatas não humanos, com o apoio na revisão da literatura e nas nossas próprias observações (ver também o trabalho anterior) permite as seguintes conclusões: em seu habitat natural os primatas não humanos não são expostos ao Toxoplasma. Isso deve estar relacionado aos hábitos arborícolas e à sua alimentação vegetariana e insetívora; b) os casos descritos de toxoplasmose natural nos símios se referem a animais de cativeiro; e, mesmo nestas condições, é excepcional a infecção espontânea dos catarrinos; c) os catarrinos apresentam, além disso uma grande resistência à indução da toxoplasmose experimental, a qual não é devida à presença de anticorpos circulantes. Essa resistência parece não ser rompida pela administração de corticosteróides; embora às vêzes o seja pela inoculação de doses maciças de toxoplasmas, e geralmente nos animais jovens; d) essa resistência é menor nos platirrinos e parece não existir nos platirrinos inferiores e nos Prosimii.

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Callithrix jacchus marmosets, vaccinated more than once with high doses of the PF strain of Trypanosoma cruzi, showed a certain degree of parasitemia related to the number of parasites injected. Thirty days after vaccination, all animals were alive and showed no apparent morbid symptoms. The relationship between the dose of injected trypanosomes and the observed parasitemias is discussed and analysed as well as the immunologic incompetence of the experimental animals used.

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Foureen marmosets (Callithrix penicillata) were inoculated intradermally with promastigotes and/or amastigotes of Leishmania (Viannia) brazilensis (L. (V) b.) strains MHOM/BR/83/LTB-300MHOM/BR/85/LTB-12 MHOM/BR/81/LTB-179 and MHOM/BR/82/LTB-250. The evolution of subsequent lesions was studied for 15 to 75 weeks post-inoculation (PI). All but of the L. (V) b. injected marmosets developed a cutaneous lesion at the point of inoculation after 3 to 9 weeks, characterized by the appearance of subcutaneous nodules containing parasites. parasites were isolated by culture (Difco Blood Agar) from all 11 positive animals. The maximum size of the lesions was variable and ranged between 37 mm² to 107 mm². Ulceration of primary nodules became evident after 3 to 12 weeks in all infected marmosets, but was faster and larger in 5 of the 11 animals. The active lesions persisted in 9 out of 11 Callithrix until the en of the observation period, which varied from 15-75 weeks. In 3 animals spontaneous healing of their lesions (13 to 25 weeks, PI) was observed buth with cryptic parasitism. In another 2 infected animals there was regression followed by reactivation of the cutaneous lesions. The appearance of smaller satellite lesions adjacent to primary ones, as well as metastatic lesions to the ear lobes, were documented in 2 animals. Promastigotes of L. (Leishmania) amazonensis (L.(L)a.) MHOM/BR/77/LTB-16 were inoculated in 1 marmoset. This animal remained chronically infected for 6 months and the lesions developed in a similar manner to L.(V)b. infected marmosets. No significant differences in clinical and parasitological behaviour were observed between promastigote or amastigote derived infections of the 2 species. Both produced chronic, long lasting lesions which eventually healed. The same was true for parameters of size and ulceration. Skin tests converted to parasite in 11 of 15 inected masmosets and in 10 of 12 parasite positive animnals. Moderate levels of circulating antibodies were also observed by IFAT /IgG assays. In spite of the failure to reproduce the mucosal form of the disease, an important aspect of the Callithrix model in experimental cutaneous leishmaniasis lies in the reproduction of 2 clinical events that are common in humans, namely, the chronic ulceration and spontaneous healing of the lesions.