997 resultados para Calcareous algas


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O objeto deste trabalho é fornecer dados hidrológicos com fins de caracterização e monitoramento da região da Cadeia Norte do Brasil e da Cadeia de Fernando de Noronha, assim como levantar e sistematizar informações sobre a geoquímica dos diversos tipos de sedimentos encontrados na plataforma continental externa adjacente ao banco Aracati, contribuindo para o levantamento dos potenciais sustentáveis de exploração dos recursos vivos da Zona Econômica Exclusiva. A área em estudo compreende a sub-área II, setor 1 e parte do setor 2, e está localizada entre 1oN e 5oS de latitude e entre 30o e 40oW de longitude, abrangendo uma área de aproximadamente 400.000 km2. Foram analisadas amostras coletadas em 8 estações resultando em 20 amostras de sedimentos nos anos de 1997 (verão), 1998 (outono) e 2000 (primavera) e 34 estações que originaram 272 amostras de água na primavera de 2000. As concentrações máximas dos parâmetros analisados, com exceção do fosfato, nas amostras de água se localizam na região próxima à costa. Detectou-se na área uma termoclina bem marcada, sendo mais profunda na primavera. A camada de mistura é bastante homogênea, sendo porém, mais espessa na primavera. O pH detectado encontra-se na faixa alcalina sendo os maiores valores de pH detectados na primavera. Verifica-se, um máximo de salinidade na camada de inicio da termoclina sazonal. Não verificou-se na área condição anaeróbica na coluna d’água. A distribuição de fosfato, nitrato e silicato, apresenta-se de forma muito semelhante, sendo que na primavera essas concentrações são maiores, nas camadas superficiais. Na cobertura sedimentar da plataforma continental adjacente aos bancos da cadeia norte do Brasil, encontro-se areia quartzosa, areia carbonática, fragmentos de concha, Lithothanmium e Halimedas. Os fragmentos de concha apresentaram as maiores concentrações totais de metais, enquanto Lithothanmium apresentou o maior teor de carbonato. Há uma forte correlação entre ferro e manganês na amostras de água e em todas as frações de sedimentos analisadas, sendo que nestas a relação média entre estes elementos é da ordem de 1:25. Existe forte correlação entre cromo e carbonato nas amostras que apresentam teor de carbonato maior que 20%. As amostras de areia quartzosa, fragmentos de concha e Halimedas, apresentam-se muito semelhantes quanto à distribuição de ferro, manganês, zinco e cromo. Existe forte correlação nas amostras de sedimento, assim como nas amostras de água, entre ferro, manganês, zinco, correlacionando-se também nas amostras de sedimento com o chumbo. As 8 concentrações de metais nas amostras de água apresentaram-se relativamente baixas em se comparando com as amostras de sedimento. Nas amostras de água as concentrações de cromo e chumbo estão abaixo do limite de detecção.

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Em morangueiros, a mancha das folhas, causada por Mycosphaerella fragariae, é uma das doenças mais comuns na cultura, o que torna importantes os estudos de controle alternativo e de cultivares, sobre o progresso da epidemia. Em busca de práticas alternativas para seu controle, avaliou-se o efeito de cultivares de morangueiro e do extrato da alga Ascophyllum nodosum, na expressão dos sintomas de mycosphaerella, além de avaliar o ajuste de modelos de crescimento para o progresso temporal da incidência e severidade da doença. Utilizou-se o extrato de algas a 29%, na dose de 2 L ha-1, aplicado no solo, na folha e em ambos. As cultivares Dover, Toyonoka, Albion, Camarosa, Ventana, Campinas, Tudla e Camino Real foram avaliadas, quinzenalmente, quanto a incidência e severidade da doença. Utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado, com parcelas subdivididas e três repetições. Com os dados de incidência e severidade, calculou-se a área abaixo da curva de progresso da doença e utilizou-se a análise de variância para avaliar o efeito de cultivares e do extrato de algas. Aos dados do progresso temporal da incidência e da severidade, em cada cultivar, foram ajustados os modelos monomolecular, logístico e de Gompertz. O extrato de algas não apresentou efeito ou interação com cultivares, no controle da mycosphaerella. Houve efeito de cultivar com menor intensidade da doença, em Albion e Ventana, devido, principalmente, ao atraso na epidemia, pela redução do inóculo inicial efetivo. Aos dados de progresso temporal da incidência e da severidade ajustaram-se, respectivamente, os modelos logístico e monomolecular, para todas as cultivares.

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Jornadas de Biotecnologia. CIRN: Ciclo de Ciência 2013, Universidade dos Açores, Ponta Delgada, São Miguel, Açores, 12 de abril.

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X Congreso de Ficología de Latinoamérica y El Caribe. VIII Reunión Iberoamericana de Ficología 5-10 de octubre de 2014. Metepec, México.

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The Pliensbachian/Toarcian boundary (Lower Jurassic) is well represented in the Lusitanian Basin (Portugal), mainly in the Peniche area, recorded by a marl/limestone series. Calcareous nannofossil assemblages are described herein, with the aim to contribute to the Toarcian GSSP definition. Marly samples were collected 3 m below and 7 m above this boundary and analysed for calcareous nannofossils. The main nannofossils observed were Biscutum finchii, B. grande, Calcivascularis jansae, Crepidolithus crassus, C. granulatus, C. impontus, Lotharingius hauffii, L. sigillatus, L. aff. L. velatus, Schizosphaerella spp. and Tubirhabdus patulus. This assemblage indicates that the Pliensbachian/Toarcian boundary in Peniche lies in the upper part of the NJ5b Subzone. Schizosphaerella and Lotharingius dominate the assemblage. The abundant occurrence of C. jansae and the common occurrence of B. grande indicate a strong Tethyan influence.

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The Peniche section has revealed moderately-to-well preserved calcareous nannofossil assemblages across the Pliensbachian/Toarcian boundary. This good record has allowed the proposition of a refined biostratigraphic scheme. The stage boundary, as defined by ammonites, is comprised within the NJ5b C. impontus (NW Europe; BOWN & COOPER, 1998) or the NJT5b L. sigillatus (Mediterranean Tethys; MATTIOLI & ERBA, 1999) nannofossil subzones. Since in the Lusitanian Basin a mixing of N- and S-Tethyan taxa is observed, both biozonation schemes can be applied. Some nannofossil events (mainly first occurrences) are observed earlier in Portugal than in other Tethyan settings. It is still unclear if these events are real first occurrences. A diversification phase occurred across the Pliensbachian/Toarcian boundary. This phase is well recorded at Peniche, where a change is observed passing from the Pliensbachian, when assemblages are dominated by muroliths, to the Toarcian showing assemblages where placoliths are abundant. A quantification of nannofossils per gram of rock shows that absolute abundances are the highest across the Pliensbachian/Toarcian boundary. Indeed, Peniche exhibits nannofossil abundances very high with respect to correlative levels in other Tethyan settings. The pelagic carbonate fraction (produced by nannofossils) is important in the marly hemi-couplets of Peniche. In some levels, nannofossils account for more than 50% of the total carbonate fraction.

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A magnetostratigraphic study of the Kavaalani section of uppermost Carnian to Upper Norian age, located in the Antalya Calcareous Nappes (southwestern Turkey), reveals nineteen polarity intervals. This pattern correlates very well with two other polarity sequences obtained from the same nappe system (Bolucektasi Tepe and Kavur Tepe) if these sections were deposited in the same (northern) hemisphere. This new interpretation changes our previous conclusions regarding the southern hemisphere origin of the magnetic remanence of the Kavur Tepe section. The paleomagnetic data obtained from the Kavur Tepe and the Kavaalani sections therefore reflect large (similar to 180 degrees) internal rotations within the Antalya nappes. These nappes were likely formed close to the northern tip of the Arabian promontory. We propose a revised yet still preliminary version of the Norian magnetic polarity sequence.

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During the Early Toarcian, major paleoenvironnemental and paleoceanographical changes occurred, leading to an oceanic anoxic event (OAE) and to a perturbation of the carbon isotope cycle. Although the standard biochronology of the Lower Jurassic is essentially based upon ammonites, in recent years biostratigraphy based on calcareous nannofossils and dinoflagellate cysts is increasingly used to date Jurassic rocks. However, the precise dating and correlation of the Early Toarcian OAE, and of the associated delta C-13 anomaly in different settings of the western Tethys, are still partly problematic, and it is still unclear whether these events are synchronous or not. In order to allow more accurate correlations of the organic rich levels recorded in the Lower Toarcian OAE, this account proposes a new biozonation based on a quantitative biochronology approach, the Unitary Associations (UA), applied to calcareous nannofossils. This study represents the first attempt to apply the UA method to Jurassic nannofossils. The study incorporates eighteen sections distributed across western Tethys and ranging from the Pliensbachian to Aalenian, comprising 1220 samples and 72 calcareous nannofossil taxa. The BioGraph [Savary, J., Guex, J., 1999. Discrete biochronological scales and unitary associations: description of the Biograph Computer program. Memoires de Geologie de Lausanne 34, 282 pp] and UA-Graph (Copyright Hammer O., Guex and Savary, 2002) softwares provide a discrete biochronological framework based upon multi-taxa concurrent range zones in the different sections. The optimized dataset generates nine UAs using the co-occurrences of 56 taxa. These UAs are grouped into six Unitary Association Zones (UA-Z), which constitute a robust biostratigraphic synthesis of all the observed or deduced biostratigraphic relationships between the analysed taxa. The UA zonation proposed here is compared to ``classic'' calcareous nannofossil biozonations, which are commonly used for the southern and the northern sides of Tethys. The biostratigraphic resolution of the UA-Zones varies from one nannofossil subzone or part of it to several subzones, and can be related to the pattern of calcareous nannoplankton originations and extinctions during the studied time interval. The Late Pliensbachian - Early Toarcian interval (corresponding to the UA-Z II) represents a major step in the Jurassic nannoplankton radiation. The recognized UA-Zones are also compared to the carbon isotopic negative excursion and TOC maximum in five sections of central Italy, Germany and England, with the aim of providing a more reliable correlation tool for the Early Toarcian OAE, and of the associated isotopic anomaly, between the southern and northern part of western Tethys. The results of this work show that the TOC maximum and delta C-13 negative excursion correspond to the upper part of the UA-Z II (i.e., UA 3) in the sections analysed. This suggests that the Early Toarcian OAE was a synchronous event within the western Tethys. (c) 2006 Elsevier B.V. All rights reserved.

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A detailed carbon-isotope stratigraphic study for the uppermost Pliensbachian lowermost Aalenian interval in the Median Subbetic palaeogeographic domain (External zones of the Betic Cordillera, southern Spain) has been carried out. During the Early Jurassic, the Median Subbetic, which represents a typical basin of the Hispanic Corridor connecting the Tethys and the Eastern Pacific, was located in the westernmost Tethys. The analyzed sections encompass the entire Toarcian stage as represented in the southern Iberian palaeomargin. Rocks are mainly rhythmic sequences of grey marls and marly limestones containing a rich ammonite fauna, nannofossils, and benthic foraminifers-all these provide an accurate biostratigraphic control. The lower and upper Toarcian boundaries are well represented in some of these sections and therefore represent optimal sites to link the carbon-isotope curves to ammonite zones, and to nannofossil events. delta C-13 values of bulk carbonates from the different localities of the Subbetic basin have similar variations from the uppermost Pliensbachian to the lowermost Aalenian, suggesting changes in the original DIC carbon isotope composition along the Hispanic corridor. The transition from Pliensbachian to Toarcian is marked by increasing delta C-13 values from similar to 12 to 2.0 parts per thousand, interrupted in the Serpentinum Zone by a negative shift concomitant with the Toarcian oceanic anoxic event (T-OAE), with the major ammonite extinction event of the Toarcian, and an important turnover of calcareous nannoplankton. The negative shift observed in the Serpentinum Zone confirms the global perturbation of the carbon cycling documented along the Tethys and the palaeo-Pacific in organic material and in marine carbonates. However, the amplitude of the negative excursion (similar to - 1.5 parts per thousand) is not compatible with an isotopic homogeneous seawater DIC and/or CO2 atmospheric reservoirs. The interval from the middle to the top of the Toarcian delta C-13 shows relatively constant values, minor ammonite turnovers, and is associated with increasing diversity of calcareous nannoplankton. (c) 2012 Elsevier B.V. All rights reserved.

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Estudio de algas de las salinas de Huacho durante setiembre de 1984 y mayo de 1987.

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As algas marinhas de Cabo Verde foram descritas pela primeira vez em 1822 por J. Forbes. Posteriormente vários investigadores estrangeiros em suas viagens esporádicas coletaram algas em várias localidades das ilhas de Cabo Verde, sendo a publicação de Askenasy (1896) considerada o ponto de partida dos estudos florísticos nestas ilhas. A presente investigação tem como objetivos atualizar o catálogo de macroalgas marinhas que ocorrem no arquipélago de Cabo Verde, sistematizando as distintas contribuições já realizadas; adicionar novos registros resultantes do estudo realizado em expedições marinhas BIOGES (setembro de 1996 e julho 1997), cujos dados ainda não tinham sido tratados de forma sistemática; aumentar o conhecimento ficológico destas ilhas da Macaronésia com o estudo sistemático da costa da ilha de Santiago; caracterizar a estrutura de fitobentos das comunidades da zona entremarés da ilha de Santiago; e estabelecer a relação da flora ficológica marinha de Cabo Verde com a flora ficológica das outras ilhas que compõem a região da Macaronésia e com a flora ficológica da costa ocidental africana. As coletas para o presente estudo foram realizadas durante duas Expedições Marinhas BIOGES, nos navios Islândia e Corvette, realizadas nos meses de setembro de 1996 e julho de 1997, respectivamente. Os pontos de amostragem foram escolhidos aleatoriamente em 8 ilhas, 5 ilhéus e numa extensa plataforma submarina rochosa, banco de Baixo João Valente. Para o catálogo florístico e estudos ecológicos das macroalgas marinhas dos costões rochosos do litoral da ilha de Santiago as amostradas foram recolhidas em nove estações da zona de entremarés da referida ilha, a saber: Cidade Velha, Palmarejo, Quebra Canela, Praia Baixo, Santa Cruz, Calheta São Miguel, Tarrafal, Ribeira da Barca e Rincão, durante os meses de janeiro e fevereiro de 2011 e 2012. Dos 132 táxons de algas identificados, catorze algas vermelhas: Apoglossum gregarium, Centroceras gasparrinii, Ceramium deslongchampsii, Ceramium tenerrimum, Ceratodictyon variabile, Champia vieillardii, Chondracanthus acicularis, Colaconema codicola, Erythrocystis montagnei, Jania pumila, Laurencia flexilis, Lophosiphonia cristata, Sahlingia subintegra e Wrangelia bicuspidata, para além de duas espécies de algas verdes: Anadyomene saldanhae e Valonia aegagropila são citadas pela primeira vez para as águas cabo-verdianas. Do mesmo modo, as espécies Apoglossum gregarium, Centroceras gasparrinii e Wrangelia bicuspidata podem ser consideradas novos registros para a região da costa ocidental da África e ilhas adjacentes. Contudo, a flora marinha das ilhas de Cabo Verde é muito semelhante a dos restantes arquipélagos da Macaronésia, embora muitas das suas espécies apresentam um caráter mais tropical. Como resultado desta tese de doutoramento se amplia o catálogo ficológico deste arquipélago, incrementando o número de espécies, em 16 espécies, passando de 330 para 346. No litoral da ilha de Santiago, a localidade de Quebra Canela apresenta o maior e a de Santa Cruz a menor riqueza e diversidade de espécies de algas. Os valores de riqueza de espécies, diversidade, similaridade e equitatibilidade indicam que não há uma variação e diferença significativa na composição, riqueza e diversidade de algas da zona de entremarés do litoral da ilha de Santiago. Os grupos morfo-funcionais de macroalgas que dominam nesta zona são algas crostosas, foliosas e macrófitas corticadas.

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The species composition and the structure of the harbour communities of Enteromorpha copmpressa, Corallina elongata and the internal communities in Blanes harbour (Girona, Spain), have been studied by means of descriptive and analytical data. All the quantitative parameters studied show a decrease of diversity in the more superficial stations of the mouth of the harbour, and also an increasing diversity and a drastic decreasing of the reproduction indices at the more polluted stations