8 resultados para Cajati


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Menezesite, ideally Ba2MgZr4(BaNb12O42)center dot 12H(2)O, occurs as a vug mineral in the contact zone between dolomite carbonatite and ""jacupirangite"" (=a pyroxenite) at the Jacupiranga mine, in Cajati county, Sao Paulo state, Brazil, associated with dolomite, calcite, magnetite, clinohumite, phlogopite, ancylite-(Ce), strontianite, pyrite, and tochilinite. This is also the type locality for quintinite-2H. The mineral forms rhombododecahedra up to I mm, isolated or in aggregates. Menezesite is transparent and displays a vitreous luster; it is reddish brown with a white streak. It is non-fluorescent. Mohs hardness is about 4. Calculated density derived from the empirical formula is 4.181 g/cm(3). It is isotropic, 1.93(1) (white light); n(calc) = 2.034. Menezesite exhibits weak anomalous birefringence. The empirical formula is (Ba1.47K0.53Ca0.3,Ce0.17Nd0.10Na0.06La0.02)(Sigma 2.66)(Mg0.94Mn0.23Fe0.23Al0.03)(Sigma 1.43)(Zr2.75Ti0.96Th0.29)(Sigma 4.00)[(Ba0.72Th0.26U0.02)(Sigma 1.00)(Nb9.23Ti2.29Ta0.36Si0.12)Sigma O-12.00(42)]center dot 12H(2)O. The mineral is cubic, space group 10 (204), a = 13.017(1) angstrom, V = 2206(1) angstrom(3), Z = 2. Menezesite is isostructural with the synthetic compound Mg-7[MgW12O42](OH)(4)center dot 8H(2)O. The mineral was named in honor of Luiz Alberto Dias Menezes Filho (born 1950), mining engineer, mineral collector and merchant. Both the description and the name were approved by the CNMMN-IMA (Nomenclature Proposal 2005-023). Menezesite is the first natural heteropolyniobate. Heteropolyanions have been employed in a range of applications that include virus-binding inorganic drugs (including the AIDs virus), homogeneous and heterogeneous catalysts, electro-optic and electrochromic materials, metal and protein binding, and as building blocks for nanostructuring of materials.

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The cyanobacterial population in the Cajati waste stabilization pond system (WSP) from Sao Paulo State, Brazil was assessed by cell isolation and direct microscope counting techniques. Ten strains, belonging to five genera (Synechococcus, Merismopedia, Leptolyngbya, Limnothrix, and Nostoc), were isolated and identified by morphological and molecular analyses. Morphological identification of the isolated strains was congruent with their phylogenetic analyses based on 16S rDNA gene sequences. Six cyanobacterial genera (Synechocystis, Aphanocapsa, Merismopedia, Lyngbya, Phormidium, and Pseudanabaena) were identified by direct microscope inspection. Both techniques were complementary, since, of the six genera identified by direct microscopic inspection, only Merismopedia was isolated, and the four other isolated genera were not detected by direct inspection. Direct microscope counting of preserved cells showed that cyanobacteria were the dominant members (> 90%) of the phytoplankton community during both periods evaluated (summer and autumn). ELISA tests specific for hepatotoxicmicrocystins gave positive results for six strains (Synechococcus CENA108, Merismopedia CENA106, Leptolyngbya CENA103, Leptolyngbya CENA112, Limnothrix CENA109, and Limnothrix CENA110), and for wastewater samples collected from raw influent (3.70 mu g microcystins/l) and treated effluent (3.74 mu g microcystins/l) in summer. Our findings indicate that toxic cyanobacteria in WSP systems are of concern, since the treated effluent containing cyanotoxins will be discharged into rivers, irrigation channels, estuaries, or reservoirs, and can affect human and animal health.

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O desempenho produtivo e a possível interferência do flúor sobre a saúde dos animais foram investigados em bovinos Nelore suplementados, por 866 dias, com distintas fontes alternativas de fósforo com diferentes relações fósforo:fluor (P:F). Os tratamentos experimentais foram: Controle negativo (CONTNEG, sem qualquer suplementação com P), fosfato bicálcico (FB 120:1, FB 30:1 e FB 10:1), fosfato monobicálcico (FMBC 60:1), superfosfato triplo (SFT 30:1) e fosfato de rocha de Cajati (FR 10:1). Foram utilizados 49 novilhos, desmamados aos oito meses de idade, castrados e com 230 kg de peso médio, distribuídos em sete piquetes com água e mistura mineral formulada sem P. A dieta padrão foi feita com bagaço de cana (0,03% de P) como volumoso e um concentrado contendo 0,239 % de P oferecido na base de 1% do peso dos animais para permitir um ganho de peso aproximado de 0,50 kg/dia. Até o dia 134, não houve diferença estatística entre os diversos lotes, inclusive para o tratamento CONTNEG, que não recebeu fósforo suplementar na dieta e ganhou 71,6 kg de peso ou 0,633 kg/dia. Após 866 dias de confinamento (2,37 anos), os animais suplementados com o fosfato bicálcico padrão (120:1) ganharam menos peso que os suplementados com as fontes FMCB 60:1, FB 30:1 e SFT 30:1. Até um ano de suplementação fosfórica com fosfato bicálcico padrão (120:1) artificialmente fluoretado com NaF ou com o fosfato de rocha não se detectou danos à saúde ou ao ganho de peso dos animais. As análises de fósforo nos ossos mostraram diferença estatística apenas entre o tratamento CONTNEG e os que tinham fosfato bicálcico. As concentrações de flúor nos ossos se mostraram intimamente associadas à quantidade de flúor disponível nas fontes utilizadas. Conforme a proporção P:F na dieta foi diminuindo, características relacionadas à fluorose dentária ficaram mais evidentes, sendo que os animais que receberam fontes com relação 10:1, apresentaram, ao final do experimento, dentes incisivos permanentes mal formados, quebradiços e com manchas esbranquiçadas.

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Este trabalho tem como objetivo estudar e apresentar a análise de viabilidade técnica e econômica no projeto de utilização da biomassa de Pistia Stratiotes (Alface d’água) como combustível sólido em fornalha industrial. Para isto apresenta-se o estudo de caso em uma unidade da Vale Fertilizantes, no município de Cajati, no estado de São Paulo. A análise de viabilidade técnica baseia-se nos resultados encontrados pelas análises de composição realizadas na biomassa, na pesquisa do sistema de coleta e preparação, nos cálculos desenvolvidos para encontrar a produtividade, como a biomassa poderia ser consumida e no estudo da eficiência da fornalha industrial do caso. Para demonstrar a viabilidade econômica, este estudo recorre ao modelo clássico de Engenharia Econômica com a observação dos índices e taxas como: Taxa Mínima de Atratividade (TMA), Valor Presente Líquido (VPL), Taxa Interna de Retorno (TIR), Período de Recuperação do Capital Investido (Payback) e na Análise de Sensibilidade. Observou-se nos resultados técnicos que as características da biomassa de alface d’água ajudam nas etapas de ignição e combustão do combustível, no entanto esta biomassa apresenta baixo poder calorífico inferior para sua utilização sem mistura combustível em fornalhas industriais. Os resultados econômicos apresentaram-se positivos à utilização da biomassa, e o projeto mostrou-se consistente e de rápida recuperação do capital investido. Este estudo de caso demonstra que o estudo da utilização da biomassa de alface d’água como combustível sólido em fornalha industrial é viável tecnicamente e economicamente. E muito além disto, mostra que estudos deste tipo devem ser desenvolvidos na busca pela diversificação da matriz energética através de energia renovável.

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O desempenho produtivo e a possível interferência do flúor sobre a saúde dos animais foram investigados em bovinos Nelore suplementados, por 866 dias, com distintas fontes alternativas de fósforo com diferentes relações fósforo:fluor (P:F). Os tratamentos experimentais foram: Controle negativo (CONTNEG, sem qualquer suplementação com P), fosfato bicálcico (FB 120:1, FB 30:1 e FB 10:1), fosfato monobicálcico (FMBC 60:1), superfosfato triplo (SFT 30:1) e fosfato de rocha de Cajati (FR 10:1). Foram utilizados 49 novilhos, desmamados aos oito meses de idade, castrados e com 230 kg de peso médio, distribuídos em sete piquetes com água e mistura mineral formulada sem P. A dieta padrão foi feita com bagaço de cana (0,03% de P) como volumoso e um concentrado contendo 0,239 % de P oferecido na base de 1% do peso dos animais para permitir um ganho de peso aproximado de 0,50 kg/dia. Até o dia 134, não houve diferença estatística entre os diversos lotes, inclusive para o tratamento CONTNEG, que não recebeu fósforo suplementar na dieta e ganhou 71,6 kg de peso ou 0,633 kg/dia. Após 866 dias de confinamento (2,37 anos), os animais suplementados com o fosfato bicálcico padrão (120:1) ganharam menos peso que os suplementados com as fontes FMCB 60:1, FB 30:1 e SFT 30:1. Até um ano de suplementação fosfórica com fosfato bicálcico padrão (120:1) artificialmente fluoretado com NaF ou com o fosfato de rocha não se detectou danos à saúde ou ao ganho de peso dos animais. As análises de fósforo nos ossos mostraram diferença estatística apenas entre o tratamento CONTNEG e os que tinham fosfato bicálcico. As concentrações de flúor nos ossos se mostraram intimamente associadas à quantidade de flúor disponível nas fontes utilizadas. Conforme a proporção P:F na dieta foi diminuindo, características relacionadas à fluorose dentária ficaram mais evidentes, sendo que os animais que receberam fontes com relação 10:1, apresentaram, ao final do experimento, dentes incisivos permanentes mal formados, quebradiços e com manchas esbranquiçadas.

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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)

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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)

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A qualidade da dispersão de gás em células de flotação é comumente caracterizada através de parâmetros como velocidade superficial do gás (Jg), hold-up do gás (?g), distribuição de tamanho de bolha (db ou D3,2) e fluxo de superfície de bolha (Sb). Sendo um processo de separação de minerais que é dependente da interação (colisão + adesão) entre partículas hidrofóbicas e bolhas de ar, a flotação tem seu desempenho dependente de uma dispersão de gás apropriada na polpa de minério. Desta forma, este trabalho objetivou caracterizar o estado da dispersão de gás de duas células em um banco composto por quatro células Wemco de 42,5 m³ (subaeradas), operando em série na usina da Vale Fertilizantes (Cajati-SP). Realizaram-se três campanhas de medidas que foram conduzidas sob diferentes condições operacionais: a) Diâmetro do rotor (D) de 1,09 m e rotação (N) entre 145 RPM e 175 RPM; b) D = 0,99 m e N entre 110 RPM e 190 RPM; c) D = 0,99 m e N de 120 RPM e de 130 RPM. Observaram-se os seguintes valores de dispersão de gás: 0,7 <= Jg <= 5,4 cm/s, 7 <= ?g <= 15%, 1,6 <= D3,2 <= 2,4 mm e Sb na faixa de 24 a 162 s-1. A magnitude de Jg medida na 1ª e 2ª campanhas mostrou-se acima dos valores reportados pela literatura, indicando necessidade de modificação de condições operacionais dos equipamentos, assim como cuidadosa manutenção. Posteriormente, a 3ª campanha indicou maior conformidade dos parâmetros de dispersão de gás em relação à literatura, constatando-se uma considerável melhora de desempenho do processo de flotação.