9 resultados para Bacterioses


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Background: Ehrlichiosis is a multisystemic disease with the potential to cause cardiomyocyte injury in naturally infected dogs. Hypothesis: Myocardial injury occurs in dogs infected with Ehrlichia canis. Animals: One-hundred and ninety-four dogs from Brazil with clinical and laboratory abnormalities indicative of ehrlichiosis. Sixteen healthy dogs served as controls. Methods: Electrocardiogram, echocardiogram, noninvasive blood pressure measurement, and serum cardiac troponin I (cTnI) concentrations were evaluated. Serologic assays and PCR determined the exposure and infection status for E. canis, Anaplasma spp., Babesia canis vogeli, Bartonella spp., Borrelia burgdorferi, Dirofilaria immitis, Ehrlichia chaffeensis, Ehrlichia ewingii, Leishmania chagasi, and spotted-fever group Rickettsia. Dogs were assigned to groups according to PCR status: E. canis infected, infected with other vector-borne organisms, sick dogs lacking PCR evidence for infection, and healthy controls. Results: E. canis-infected dogs had higher serum cTnI concentrations than controls (median: 0.04 ng/dL; range 0.04-9.12 ng/dL; control median: 0.04 ng/dL; range: 0.04-0.10 ng/dL; P = .012), and acute E. canis infection was associated with myocardial injury (odds ratio [OR]: 2.67, confidence interval [CI] 95%: 1.12-6.40, P = .027). Severity of anemia was correlated with increased risk of cardiomyocyte damage (r = 0.84, P < .001). Dogs with clinical signs of systemic inflammatory response syndrome (SIRS) were at higher risk for myocardial injury than were other sick dogs (OR: 2.55, CI 95%: 1.31-4.95, P = .005). Conclusions and Clinical Importance: Acute infection with E. canis is a risk factor for myocardial injury in naturally infected Brazilian dogs. Severity of anemia and SIRS might contribute to the pathophysiology of myocardial damage.

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Pseudomonas aeruginosa isolados de peixes de água doce e de frangos foram submetidos ao teste de suscetibilidade aos antimicrobianos utilizando quatorze drogas, com o objetivo de determinar e confrontar os padrões de suscetibilidade deste microrganismo. As cepas oriundas de peixes pertenciam à coleção do Laboratório de Bacterioses/IV/UFRRJ. Para o isolamento das cepas, foram selecionados miúdos (fígado) e cortes (coxa e sobrecoxa) de frangos adquiridos em estabelecimentos comerciais no município do Rio de Janeiro. A metodologia de isolamento incluiu o enriquecimento em água peptonada, seguido de semeadura em Agar EMB e Agar GSP. Para as cepas oriundas de peixes, procedeu-se à reativação em água peptonada, seguida de reisolamento em Agar EMB. Colônias sugestivas foram transferidas para Agar TSI e LIA para avaliação das características metabólicas. A capacidade de produção de pigmento verde-azulado foi avaliada em Agar Mueller-Hinton e a da enzima citocromo-oxidase, em Agar Nutriente. O teste de suscetibilidade a antimicrobianos realizado nas 63 cepas revelou maiores percentuais de resistência para NAL e NIT (96,8%), TCY (93,6%), AMC (92,1%), CHL (90,5%) e SXT (85,7%), destacando-se a multirresistência dos isolados. A totalidade das cepas oriundas de frangos apresentou sensibilidade a CAZ e IPM e nos isolados de peixes a ATM, CAZ, IPM e AMK.

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A vaginose bacteriana (VB) é a alteração de flora vaginal mais freqüente em mulheres em idade fértil e se caracteriza pela substituição dos lactobacilos por outras espécies bacterianas. Inúmeras complicações ginecológicas e obstétricas estão associadas à VB, como a doença inflamatória pélvica, o aumento da vulnerabilidade à aquisição do HIV, a corioamnionite clínica e histológica e o baixo peso ao nascimento. Estudos recentes demonstraram que várias espécies até então raramente ou nunca isoladas em laboratório são associadas à VB. O Objetivo desse estudo foi avaliar a freqüência de isolamento de Atopobium vaginae, Leptotrichia sp. e Megasphaera sp. em gestantes com vaginose bacteriana. Foi realizado um estudo de corte transversal prospectivo. Foram incluídas no estudo 88 gestantes com diagnóstico de VB, atendidas no Centro de Saúde Escola da UNESP no período de janeiro a setembro de 2010. Durante o exame especular e utilizando-se zaragatoas estéreis, foram coletadas amostras da parede vaginal para a confecção dos esfregaços vaginais em lâminas. O exame a fresco foi utilizado para o diagnóstico de vaginite aeróbia, de acordo com os critérios descritos por Donders et al. (2002). Os esfregaços vaginais corados pelo método de Gram, foram utilizados para o diagnóstico de flora normal, intermediária e VB de acordo com os critérios de Nugent et al. (1991). Em seguida, 5 mL de solução fisiológica foi injetada com seringa estéril na parede vaginal posterior, e após homogeneização dessa solução com o auxílio de espátula, o conteúdo foi coletado. Os lavados vaginais coletados foram centrifugados e os pellets armazenados para posterior detecção de Atopobium vaginae, Leptotrichia sp. e Megasphaera sp. pela técnica de PCR em tempo real. Do total das 88 amostras de VB, 46 (52,3%) foram positivas para os 3 microrganismos pesquisados e apenas ...(Resumo completo, clicar acesso eletrônicos abaixo)

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Pós-graduação em Microbiologia Agropecuária - FCAV

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Objective: To evaluate if the total bacterial count of vaginal samples with bacterial vaginosis assessed by flow cytometry influences the response to treatment with metronidazol. Methods: In this cross-sectional study, 273 low-risk reproductive aged women were enrolled. Vaginal samples were taken to evaluate the pattern of vaginal flora according to Nugent’s criteria, as well as the presence of trichomoniasis and candidosis. Cases identified of bacterial vaginosis were treated with metronidazole and controlled after 45 days. Cervical infection by Chlamydia trachomatis and Neisseria gonorrhoeae were also assessed. Flow cytometry for total bacterial counting was performed in propidium iodide stained cervicovaginal samples, using fluorescent beads at a known concentration. Non-parametric Mann-Whitney test was used to compare total bacterial count between groups of interest, at p<0.05. Results: From the total of 273 women enrolled, 50 were excluded as they presented at least one of the infections investigated. Bacterial vaginosis was detected in 79 women (35.4%), of which 33 (41.8%) returned for re-evaluation after treatment, being 21 cases successfully treated and 12 with persistent abnormal vaginal flora. Flow cytometric data showed that total bacterial counting does not differ between normal flora and bacterial vaginosis samples (p=0.14). Also, no difference was found between the cases of treated and persistent bacterial vaginosis (p=0.48). Conclusion: Total bacterial counting does not influence the response to metronidazole treatment of bacterial vaginosis

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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)

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Pós-graduação em Ciência Florestal - FCA