11 resultados para Antiemetics
Resumo:
Intramural dissecting hematoma is an unusual esophageal condition with a threatening presentation but excellent prognosis when managed conservatively.We report the case of an 88-year-old woman who developed an intramural hematoma of the esophagus after intravenous thrombolysis for an acute ischemic stroke. Before thrombolysis, nasogastric intubation was attempted unsuccessfully. She was kept on nil by mouth, intravenous hydration, proton pump inhibitor, antiemetics,and an antibiotic initiated 2 days before for periodontal disease. The esophageal hematoma regressed, and she resumed oral diet asymptomatically.To our knowledge, this is the first report of this type of lesion after thrombolysis for an ischemic stroke. A brief discussion and literature review are presented.
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Thèse numérisée par la Division de la gestion de documents et des archives de l'Université de Montréal
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Objetivo: Comparar la efectividad y seguridad del uso de aprepitant contra placebo y otros antieméticos para la prevención de nausea y vomito posoperatorio (NVPO). Métodos: Se realizo una revisión sistemática incluyendo experimentos clínicos controlados realizados en pacientes adultos sometidos a cirugías bajo anestesia general. Se hizo una búsqueda en bases de datos (PUBMED, EMBASE, LILACS) y con los estudios pertinentes, se complementó con una nueva búsqueda en bola de nieve y en fuentes de literatura gris Resultados: Se incluyeron seis estudios, dos considerados de bajo riesgo, uno de riesgo incierto y tres de alto riesgo, comparando aprepitant contra placebo y contra otros antieméticos, encontrando el aprepitant tiene diferencia significativa con respecto a placebo como profilaxis de nausea y vomito postoperatorio (NVPO) con (RR 0,48; IC 95%, 0,37 a 0,64 con una p < 0.001), no hay diferencia significativa comparando su efectividad contra ondansetron (RR: 0.90, IC 95%, 0.75 a 1.07 con una p = 0.24). Al igual no se encontró diferencias significativas de estancia en unidad de cuidado post anestésicos (UCPA) (RR: 6.5, IC 95%: -21.54 a 8.54 con una p = 0.40) ni en efectos adversos cuando se compara contra otros antieméticos de (RR: 0.95 con IC 95%: 0.86 a 1.04con una p de 0.67) Conclusiones: El aprepitant es una opción atractiva para su uso como profilaxis de NVPO comprobada eficacia contra placebo, aunque no ha demostrado superioridad ante los otros grupos de fármacos y con un perfil de seguridad similar a los otros medicamentos antieméticos.
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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O uso espinhal de opióides pode causar alguns efeitos indesejáveis, dentre os quais, o mais freqüente é o prurido que, apesar de sua baixa morbidade, pode proporcionar desconforto intenso ao paciente e prolongar o período de internação. O objetivo deste estudo foi avaliar diversas opções terapêuticas no tratamento profilático do prurido após administração de sufentanil por via subaracnóidea. MÉTODO: Foram distribuídos de maneira aleatória, por sorteio, 100 pacientes a serem submetidos à intervenção cirúrgica não-obstétricas em cinco grupos, de acordo com o tratamento utilizado: controle (ausência de tratamento - C); droperidol 2,5 mg (D); nalbufina 10 mg (N); associação dos medicamentos anteriores (DN) e ondansetron 8 mg (O). O prurido foi avaliado quantitativamente 30 minutos, 1, 2, e 3 horas após a administração subaracnóidea de sufentanil. RESULTADOS: Os grupos C e O apresentaram incidência significativamente maior de prurido em relação aos grupos D, N e DN. Entretanto, não houve diferença significativa na necessidade de tratamento específico com naloxona entre os grupos tratados. CONCLUSÕES: O tratamento profilático do prurido neste estudo, independentemente do fármaco utilizado, diminuiu sua intensidade e limitou a necessidade de tratamento específico com naloxona.
Eficácia do ondansetron e da alizaprida na prevenção de náusea e vômito em laparoscopia ginecológica
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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A laparoscopia ginecológica é procedimento que determina alta incidência de náusea e vômito no pós-operatório. Este estudo teve por finalidade comparar a eficácia do ondansetron e da alizaprida na prevenção de náusea e vômito em pacientes submetidas à laparoscopia ginecológica. MÉTODO: Participaram do estudo 52 pacientes, estado físico ASA I ou II, com idades entre 21 e 50 anos, sem queixas gástricas prévias, submetidas à laparoscopia para diagnóstico ou cirurgia. As pacientes foram divididas em 2 grupos: o grupo 1 recebeu ondansetron (4 mg) e o grupo 2, alizaprida (50 mg), por via venosa, antes da indução da anestesia. Todas as pacientes receberam midazolam (7,5 mg) por via oral como medicação pré-anestésica, sufentanil (0,5 µg.kg-1) e propofol (2 mg.kg-1) para indução, propofol (115 µg.kg-1) e N2O/O2 em fração inspirada de O2 a 40% para manutenção e atracúrio (0,5 mg.kg-1) como bloqueador neuromuscular. A analgesia pós-operatória foi realizada com cetoprofeno (100 mg) e buscopam composto®. RESULTADOS: Ambos os grupos foram idênticos quanto aos dados antropométricos e à duração da cirurgia e da anestesia. No grupo 1 (n=27) uma paciente apresentou náusea, No grupo 2, uma paciente apresentou náusea e três vomitaram, resultados estatisticamente não significativos. CONCLUSÕES: O ondansetron e a alizaprida foram similares na prevenção de náusea e vômito em pacientes submetidas à laparoscopia ginecológica.
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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Injeção inadvertida de medicamentos de uso não espinhal nos espaços peridural e subaracnóideo é uma complicação anestésica passível de ocorrer. Este relato apresenta um caso de injeção inadvertida de metoclopramida no espaço subaracnóideo. RELATO do CASO: Paciente do sexo feminino, 17 anos, 69 kg, IMC de 26.2, estado físico ASA I, 36 semanas e 4 dias de gestação, com diagnóstico de sofrimento fetal agudo, e indicação de cesariana. Apresentava freqüência cardíaca de 82 bpm, pressão arterial de 130 x 70 mmHg, SpO2 de 97%, ritmo cardíaco sinusal regular. A anestesia foi por via subaracnóidea com a associação de anestésico local e opióide, 15 mg de bupivacaína hiperbárica a 0,5% e 25 µg de fentanil. Após 5 minutos da instalação do bloqueio, a paciente referiu mal estar inespecífico. Aferidas pressão arterial, 190 x 120 mmHg, freqüência cardíaca, 145 bpm, e SpO2, 95%. Verificando-se as ampolas cujos conteúdos foram administrados encontrou-se uma de bupivacaína e uma de metoclopramida. O quadro se apresentou com cefaléia frontal intensa, visão turva, náuseas, vômitos e agitação inicial, que evoluiu para sonolência e torpor, além de hipertensão arterial e taquicardia. Foram administrados tramadol, dipirona, ondansetron e medidas de suporte. Após 30 minutos, a paciente apresentava-se assintomática, com PA de 150 x 100 mmHg e FC de 120 bpm. Recebeu alta para a enfermaria 140 minutos após permanência na SRPA, com total reversão dos bloqueios motor, sensitivo e autonômico, e normalização dos parâmetros hemodinâmicos. Recebeu alta hospitalar 48 horas após, sem apresentar seqüelas neurológicas, juntamente com o recém-nascido. CONCLUSÕES: Máxima atenção deve ser dada a qualquer medicamento administrado, seja qual for à via utilizada. Padronização de cores de ampolas, e dos locais de depósito, com o intuito de diminuir este tipo de acidente é recomendável.
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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A dexmedetomidina, agonista alfa2-adrenérgico com especificidade alfa1:alfa2 1:1620, não determina depressão respiratória, sendo utilizada no intra-operatório como sedativo e analgésico. Esse fármaco tem sido empregado com os opióides em anestesia de procedimentos com elevado estímulo doloroso, como os abdominais intraperitoneais, não havendo referências sobre seu uso como analgésico único. Comparou-se a dexmedetomidina ao sufentanil em procedimentos intraperitoneais, de pacientes com mais de 60 anos de idade. MÉTODO: Foram estudados 41 pacientes divididos aleatoriamente em dois grupos: GS (n = 21), que recebeu sufentanil, e GD (n = 20), dexmedetomidina, ambos na indução e manutenção da anestesia. Os pacientes receberam etomidato (GS e GD) com midazolam (GD) na indução, isoflurano e óxido nitroso na manutenção da anestesia. Foram avaliados os atributos hemodinâmicos (pressão arterial média e freqüência cardíaca), tempos de despertar e de extubação ao final da anestesia, locais onde os pacientes foram extubados - sala de operação (SO) ou sala de recuperação pós-anestésica (SRPA), tempo de permanência na SRPA, necessidade de analgesia suplementar e antiemético na SRPA, complicações apresentadas na SO e SRPA, índice de Aldrete-Kroulik na alta da SRPA e a necessidade de máscara de oxigênio na alta da SRPA. RESULTADOS: Não houve diferença quanto à estabilidade hemodinâmica e GD apresentou menor tempo de permanência na SRPA e menor necessidade de máscara de oxigênio na alta da SRPA. CONCLUSÕES: A dexmedetomidina pode ser utilizada como analgésico isolado em operações intraperitoneais em pacientes com mais de 60 anos, determinando estabilidade hemodinâmica semelhante à do sufentanil, com melhores características de recuperação.
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Background and Objectives - Gynecological laparoscopy causes high postoperative morbidity, mainly due to occurrences such as nausea and vomiting. They result from a great multiplicity of etiologies and drugs used in anesthesia may function as contributing factors. Both the emetic properties of nitrous oxide and the efficacy of metoclopramide as antiemetic agent are controversial. This study was undertaken to determine the effects of both drugs, when used alone or in combination. Methods - Eighty three physical status ASA I and II women were studied. They were premedicated with midazolam before induction of anesthesia with alfentanil and propofol. Anesthesia was maintained with isoflurane with or without nitrous oxide in oxygen. Muscle relaxation was achieved with atracurium. There were 4 groups of patients: GI: midazolam, alfentanil, propofol, atracurium, isoflurane/oxygen; GII: midazolam, alfentanil, propofol, atracurium, isoflurane/nitrous oxide/oxygen; GIII: metoclopramide, midazolam, alfentanil, propofol, atracurium, isoflurane/oxygen; GIV: metoclopramide, midazolam, alfentanil, propofol, atracurium, isoflurane/nitrous oxide/oxygen. The incidence of nausea and vomiting was assessed both in the recovery room (RR) and in the ward. Results - There were no significant differences as regards age, weight and height of the patients and duration of anesthesia and surgery. Nausea and vomiting were more frequent in patients who received N2O (GII, 50%; GIV, 33%), as compared to those who didn't receive this agent (GI and GII, 9.5% and 14.35%, respectively). Metoclopramide decreased the incidence of nausea and vomiting in the recovery room, in patients who didn't receive N2O (GII). These patients remained in the recovery room for 90 minutes. Conclusions - N2O increases the incidence of nausea and vomiting and metoclopramide is effective in reducing these complications only in the recovery room.
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OBJECTIVE: To evaluate the effects of a single preoperative dose of steroid on thyroidectomy outcomes. BACKGROUND: Nausea, pain, and voice alteration frequently occur after thyroidectomy. Because steroids effectively reduce nausea and inflammation, a preoperative administration of steroids could improve these thyroidectomy outcomes. METHODS: Seventy-two patients (men = 20, women = 52) undergoing thyroidectomy for benign disease were included in this randomized, controlled, 2 armed (group D: 8 mg dexamethasone, n = 37; group C: 0.9% NaCl, n = 35), double-blinded study (clinical trial number NCT00619086). Anesthesia, surgical procedures, antiemetics, and analgesic treatments were standardized. Nausea (0-3), pain (visual analog scale), antiemetic and analgesic requirements, and digital voice recording were documented before and 4, 8, 16, 24, 36, and 48 hours after surgery. Patients were followed-up 30 days after hospital discharge. RESULTS: Baseline characteristics were similar among the 2 treatment groups. Nausea was pronounced in the first 16 hours postoperatively (scores were <0.3 and 0.8-1.0 for group D and C, respectively (P = 0.005)), and was significantly lower in group D compared with group C during the observation period (P = 0.001). Pain diminished within 48 hours after surgery (visual analog scale 20 and 35 in group D and C, respectively (P = 0.009)). Antiemetic and analgesic requirements were also significantly diminished. Changes in voice mean frequency were less prominent in the dexamethasone group compared with the placebo group (P = 0.015). No steroid-related complications occurred. CONCLUSION: A preoperative single dose of steroid significantly reduced nausea, vomiting, and pain, and improved postoperative voice function within the first 48 hours (most pronounced within 16 hours) after thyroid resection; this strategy should be routinely applied in thyroidectomies.
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Acidic or EDTA-containing oral hygiene products and acidic medicines have the potential to soften dental hard tissues. The low pH of oral care products increases the chemical stability of some fluoride compounds and favours the incorporation of fluoride ions in the lattice of hydroxyapatite and the precipitation of calcium fluoride on the tooth surface. This layer has some protective effect against an erosive attack. However, when the pH is too low or when no fluoride is present these protecting effects are replaced by direct softening of the tooth surface. Oral dryness can occur as a consequence of medication such as tranquilizers, antihistamines, antiemetics and antiparkinsonian medicaments or of salivary gland dysfunction. Above all, patients should be aware of the potential demineralization effects of oral hygiene products with low pH. Acetyl salicylic acid taken regularly in the form of multiple chewable tablets or in the form of headache powder, as well as chewing hydrochloric acids tablets for the treatment of stomach disorders, can cause erosion. There is most probably no direct association between asthmatic drugs and erosion on the population level. Consumers and health professionals should be aware of the potential of tooth damage not only by oral hygiene products and salivary substitutes but also by chewable and effervescent tablets. Several paediatric medications show a direct erosive potential in vitro. Clinical proof of the occurrence of erosion after use of these medicaments is still lacking. However, regular and prolonged use of these medicaments might bear the risk of causing erosion. Additionally, it can be assumed that patients suffering from xerostomia should be aware of the potential effects of oral hygiene products with low pH and high titratable acidity.
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Hyperemesis gravidarum is a complex condition with a multifactorial etiology characterized by severe intractable nausea and vomiting. Despite a high prevalence, studies exploring underlying etiology and treatments are limited. We performed a literature review, focusing on articles published over the last 10 years, to examine current perspectives and recent developments in hyperemesis gravidarum.