982 resultados para African Development
Resumo:
O NEPAD - New Partnership for African Development - tem seus primórdios em 1996, proposto pelo atual presidente da África do Sul, Thabo Mbeki e outros líderes africanos, para erradicar a marginalização e o subdesenvolvimento africanos e promover o crescimento econômico, através da integração continental. Seus objetivos, inseridos no contexto da globalização e do African Renaissance, incorpora valores da luta antiapartheid sul-africana, restauração da auto-estima e resgate de valores pré-coloniais. O que o difere de outros planos que não deram certo na África é o vínculo inseparável entre democracia, direitos humanos, paz, governabilidade e o desenvolvimento econômico, as responsabilidades assumidas pelos participantes e a propriedade africana do plano.
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Mode of access: Internet.
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Mode of access: Internet.
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The purpose of this brief discussion is to highlight issues of demographic changes associated with an aging population in Africa and what, I believe, must happen to avoid the next social crisis among African nations.
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Japan has been a major actor in the field of development cooperation for five decades, even holding the title of largest donor of Official Development Assistance (ODA) during the 1990s. Financial flows, however, are subject to pre-existing paradigms that dictate both donor and recipient behaviour. In this respect Japan has been left wanting for more recognition. The dominance of the so called ‘Washington Consensus’ embodied in the International Monetary Fund (IMF) and the World Bank has long circumvented any indigenous approaches to development problems. The Tokyo International Conference on African Development (TICAD) is a development cooperation conference that Japan has hosted since 1993 every five years. As the main organizer of the conference Japan has opted for the leading position of African development. This has come in the wake of success in the Asian region where Japan has called attention to its role in the so called ‘Asian Miracle’ of fast growing economies. These aspirations have enabled Japan to try asserting itself as a major player in directing the course of global development discourse using historical narratives from both Asia and Africa. Over the years TICAD has evolved into a continuous process with ministerial and follow-up meetings in between conferences. Each conference has produced a declaration that stipulates the way the participants approach the question of African development. Although a multilateral framework, Japan has over the years made its presence more and more felt within the process. This research examines the way Japan approaches the paradigms of international development cooperation and tries to direct them in the context of the TICAD process. Supplementing these questions are inquiries concerning Japan’s foreign policy aspirations. The research shows that Japan has utilized the conference platform to contest other development actors and especially the dominant forces of the IMF and the World Bank in development discourse debate. Japan’s dominance of the process is evident in the narratives found in the conference documents. Relative success has come about by remaining consistent as shown by the acceptance of items from the TICAD agenda in other forums, such as the G8. But the emergence of new players such as China has changed the playing field, as they are engaging other developing countries from a more equal level.
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Growing criticism of Chinese engagement in Africa centres on the risk to African development posed by China's aggressive export policies and the threat to the Washington Consensus and African governance posed by China's 'non-interference' approach to engagement. This article challenges both these assumptions. The growth of Chinese trade has a wide range of impacts, depending on the sector in question, and the current terms of trade Washington extends to Africa under the auspices of the AGOA do not result in uniformly beneficial effects. With regard to African governance, it is argued that the 'Washington Consensus' has been based on competing and often muddled perceptions of US national interest. This fact tempers the regret felt at Washington's loss of influence over the good governance agenda. Evidence is provided to show that China can work within properly regulated countries and industries, if the African governments in question can provide fair, efficient and transparent environments in which to operate.
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The goal of my research is to examine in detail the impact of the increase in Sino-African trade on African political and economic development. The primary focus will be on two central aspects of Sino-African trade: the effects of China’s natural resource binge coupled with the flood of textiles and other manufactured goods from China to Africa. This thesis will determine the precise nature and extent ofSino-African trade in these sectors and will attempt to determine whether or not Chinese trade is having a net positive impact on long-term African economic development. I will investigate this issue from numerous perspectives using English, Chinese, and African sources.
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Item 1013-A, 1013-B (microfiche)
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Dissertação de Mestrado, Gestão e Conservação da Natureza, 13 de Dezembro de 2013, Universidade dos Açores.
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A presente dissertação pretende analisar a luta contra a pobreza na Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), através do estudo do “Caso de Moçambique, 1987 – 2000”. Este estudo analisa também aspetos pertinentes para a Regionalização do Sistema Internacional, dando maior enfase ao surgimento da SADC, os seus obstáculos e a Segurança na região. Relativamente à luta contra a pobreza na Região, Moçambique tem como posição que o combate à pobreza é a forma de luta pela segurança, pois considera um risco existirem “pessoas que vegetam na pobreza e serem facilmente recrutados por grupos interessados em por em causa a segurança mundial, aliás a pobreza provou que é uma ameaça sistémica e sistemática à paz mundial” (Teleinforma 27/09/2013). Neste contexto, este trabalho enfoca o Plano de Ação para a Redução da Pobreza Absoluta (PARPA), estudando o caso do Fundo para o Desenvolvimento Local, vulgo 7 milhões de meticais em Moçambique, alocados anualmente aos Distritos e Municípios. Da pesquisa efetuada verifica-se que, a forma usada para a atribuição do Fundo para o Desenvolvimento Local aos camponeses, não tem sido a mais criteriosa, razão pela qual não reembolsam, depois dos prazos estabelecidos. Nota-se ainda, existência de fraca capacidade de controlo de aplicação pela entidade gestora. Como tal, conclui-se que o Governo tem agido como Banco, vocação que não lhe é competente. Assim, se propõe: a) Criação de um Instituto de Apoio ao Desenvolvimento Local onde cada Distrito teria um Gabinete de Apoio e Monotorização ao Fundo. b) O Gabinete assessoraria os camponeses na promoção dos produtos de forma a rentabilizar os projetos, devido a fraca sensibilização das comunidades locais na gestão do fundo, na elaboração de projetos que possam ser elegíveis ao financiamento bancário.
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El fin de la Guerra Fría supuso no sólo el triunfo del capitalismo y de la democracia liberal, sino un cambio significativo en el Sistema Internacional; siendo menos centralizado y más regionalizado, como consecuencia de la proximidad y relaciones de interdependencia entre sus actores (no sólo Estados) y permitiendo la formación de Complejos Regionales de Seguridad (CRS). Los CRS son una forma efectiva de relacionarse y aproximarse a la arena internacional pues a través de sus procesos de securitización y desecuritización consiguen lograr objetivos específicos. Partiendo de ello, tanto la Unión Europea (UE) como la Comunidad para el Desarrollo de África Austral (SADC) iniciaron varios procesos de securitización relacionados con la integración regional; siendo un ejemplo de ello la eliminación de los controles en sus fronteras interiores o libre circulación de personas; pues consideraron que de no hacerse realidad, ello generaría amenazas políticas (su influencia y capacidad de actuación estaban amenazadas), económicas (en cuanto a su competitividad y niveles básicos de bienestar) y societales (en cuanto a la identidad de la comunidad como indispensable para la integración) que pondrían en riesgo la existencia misma de sus CRS. En esta medida, la UE creó el Espacio Schengen, que fue producto de un proceso de securitización desde inicios de la década de los 80 hasta mediados de la década de los 90; y la SADC se encuentra inmersa en tal proceso de securitización desde 1992 hasta la actualidad y espera la ratificación del Protocolo para la Facilitación del Movimiento de personas como primer paso para lograr la eliminación de controles en sus fronteras interiores. Si bien tanto la UE como la SADC consideraron que de no permitir la libre circulación de personas, su integración y por lo tanto, sus CRS estaban en riesgo; la SADC no lo ha logrado. Ello hace indispensable hacer un análisis más profundo de sus procesos de securitización para así encontrar sus falencias con respecto al éxito de la UE. El análisis está basado en la Teoría de los Complejos de Seguridad de Barry Buzan, plasmada en la obra Security a New Framework for Analysis (1998) de Barry Buzan, Ole Waever y Jaap de Wilde y será dividido en cada una de las etapas del proceso de securitización: la identificación de una amenaza existencial a un objeto referente a través de un acto discursivo, la aceptación de una amenaza por parte de una audiencia relevante y las acciones de emergencia para hacer frente a las amenazas existenciales; reconociendo las diferencias y similitudes de un proceso de securitización exitoso frente a otro que aún no lo ha sido.
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Desde el año 2000 el idilio China-África está marcado principalmente por un foro de cooperación, mecanismo de diálogo y cooperación colectiva ideado por China. Sin embargo, destaca que esta relación ha evolucionado en función de los intereses estratégicos de los chinos. China se inserta en los circuitos económico-comerciales africanos de manera metódica y decidida. A diferencia de sus competidores (Estados Unidos, Unión Europea, Canadá, Japón, etc.), que actúan en África de manera preferencial, China invierte en todos los países africanos sin ninguna excepción, sin importar su régimen político, su situación económico-financiera o su ubicación geográfica. Sin embargo, la voracidad energética china se ha vuelto objeto de preocupación en el Consejo de Seguridad de Naciones Unidas, sobre todo por su ofensiva por acaparar el mercado petrolero africano. Puede afirmarse que el actuar chino en África es una expresión de su pragmatismo económico-comercial, con efectos colaterales negativos para la integración y el desarrollo de África.-----Since 2000, the relationship between China and Africa is growing up because of the Forum on China-Africa Cooperation (FOCAC) which is a collective mechanism of dialogue and cooperation. Meanwhile, it’s important to mention that this relationship has increased regarding the Chinese strategic interests in Africa. China is getting inside the African economic and trade networks in a methodic and aggressive way. Differently from his competitors (USA, EU, Canada, Japan...) which only seem to use Africa, China invests in all the African countries without looking at their economical or financial situation, neither their geographical location. The energetical voracity of China has become a real issue at the United Nations Security Council, especially for the Chinese strike in the African petroleum market. For many reasons, we can affirm that the way China is acting in Africa is only the expression of its economical and trade pragmatism, which also has got negative results in the african development and integration process.