71 resultados para Acephala
Resumo:
Com a finalidade de se estudar as possíveis propriedades alelopáticas da couve (Brassica oleracea L. var. acephala DC), foi conduzido um bioensaio, em condições de laboratório, na E.S.A."Luiz de Queiroz", em Piracicaba, SP. Foram utilizadas sementes de tomate (Lycopersicon esculentum Mill. cv.Santa Cruz) colocadas para germinar em soluções com diferentes concentrações (0; 25; 50 e 100%) do extrato obtido da parte aérea (folhas) da couve. Constataram-se efeitos pronunciadamente inibitórios de germinação das sementes de tomate nas maiores concentrações do extrato de couve. As plântulas que germinaram, nas parcelas tratadas com o extrato, mostraram-se com o crescimento reduzido, morfo-fisiologicamente anormais, e com maior tempo para o início da germinação. Todas essas características foram mais pronunciadas nas parcelas com maiores concentrações do extrato.
Resumo:
Host part selection by ovipositing females of Ascia monuste (Godart, 1919) (Lepidoptera, Pieridae) on kale (Brassica oleracea var. acephala) was determined in greenhouse and field. Performance of offspring (larval period, efficiency of food utilization, number of eggs/female and others) was investigated under laboratory conditions. In the field, the number of A. monuste egg clutches on the apical and medium parts of kale leaves was greater than on the basal part. In greenhouse, A. monuste exhibited a strong preference for the apical part of kale leaves for ovipositing. The best results on food utilization indices, pupal mass and female wing size were obtained with the leaf apical part. This part of kale leaves exhibited the highest nitrogen and protein concentration and the smallest water content, when compared to the other leaf parts. However, the apical part of the leaves seems not to provide ovipositing females with enough protection against birds, making them easy preys in the field. We suggest that good relationship between oviposition preference and performance of offspring was hindered by predation in field conditions.
Bemisia tabaci, Brevicoryne brassicae and Thrips tabaci abundance on Brassica oleracea var. acephala
Resumo:
Kale Brassica oleracea var. acephala is attacked by whitefly Bemisia tabaci, aphid Brevicoryne brassicae and Thrips tabaci. One of the main reasons for extensive insecticide application is the lack of information about factors that control insect population. The objectives of this study were to investigate the relationships between predators and parasitoids, organic compound leaves, levels of leaf nitrogen and potassium, total rainfall, relative humidity, sunlight and median temperature on the abundance of whitefly, aphid, and thrips in kale genotype "Talo Roxo". The beating tray method, direct counting and magnifying lens were used to estimate the number of these pests, predators and parasitoids. Median temperature, sunlight and relative humidity correlated to the amount of leaf nonacosane, which in turn was associated with aphids population increase. A tendency in the reduction of aphids and thrips populations with increase in total rainfall was observed. The whitefly can be a harmful pest in kale producing regions of higher temperature and smaller rainfall. In regions which present moderate temperature, where there is a high incidence of aphids, genotype with low leaf wax content should be chosen. Natural enemies, especially the parasitoid Adialytus spp., can control agents of the aphids population in kale.
Resumo:
Objetivou-se, com este trabalho, avaliar a influência de alguns genótipos de couve (Brassica oleracea L. var. acephala DC.) no desenvolvimento de Plutella xylostella (L., 1758) (Lepidoptera: Plutellidae). Os genótipos avaliados foram: Manteiga de Ribeirão Pires I-2620, Roxa I-919, Manteiga de São José, Manteiga de Monte Alegre, Pires 2 de Campinas, Couve Comum, Couve de Arthur Nogueira 2, Couve de Arthur Nogueira 1. Lagartas recém-eclodidas foram mantida em discos foliares de 8 cm de diâmetro para cada genótipo. Foram analisados os seguintes parâmetros: duração e viabilidade das fases larval e pupal, longevidade e fecundidade de adultos, utilizando análises paramétricas e de agrupamentos para interpretação dos dados. Observou-se um prolongamento em dias no ciclo de P. xylostella, aumento no peso de pupa e maiores valores de viabilidade e fecundidade, durante a segunda geração. O genótipo Couve de Arthur Nogueira 2 foi menos favorável ao desenvolvimento de P. xylostella nas duas gerações, e Couve Comum demonstrou maior influência negativa ao inseto na segunda geração. Manteiga de Ribeirão Pires I-2620 foi o mais suscetível nas duas gerações, agrupando com este na segunda geração Pires 2 de Campinas e Manteiga de São José.
Resumo:
The aim of the study was to determine the percentage of crude protein, crude fiber and crude fat (ether extract) of 25 genotypes of kale from the Germplasm Bank of Instituto Agronomico de Campinas and of one genotype grown in the region of Jaboticabal-SP. The plants were cultivated in the field, and the leaves after collection were pre-dried in a convection oven at 65 degrees C for 72 h. Afterward, the leaves were analyzed for crude protein, crude fiber and crude fat (ether-soluble materials). Significant differences were detected among the different genotypes for all the characteristics examined. of the genotypes studied, six showed more than 30% crude protein: HS-20 (32.56%), Comum (31.70%), Couve de Arthur Nogueira 2 (31.16%), Pires 2 de Campinas (30.63%), Manteiga 1-916 (30.36%), and Manteiga de Ribeirao Pires I-2446 (30.03%). In relation to crude fiber, the highest percentage was seen in the genotype Manteiga de Mococa (10.92%), differing significantly from the other genotypes studied. With regard to crude fat, the highest percentage was found in the genotype HS-20 (3.72%), and Pires 1 de Campinas (3.34%). of the genotypes tested, HS-20 stood out among the others, showing both the highest percentage of protein and fat.
Resumo:
This work evaluated the preference of Ascia monuste orseis among 29 cultivars of collard greens through free- and no-choice assays using female adults (attractiveness and oviposition) and third-instar larvae (feeding preference), in both laboratory and greenhouse conditions. In free-choice tests with female adults, the L, V, Y, H, A, and Z cultivars produced oviposition non-preference in butterflies. Cultivars R, P, C, and D produced feeding non-preference in third-instar larvae of A. monuste orseis in free- and no-choice tests. Our findings may be useful for genetic improvement focusing on the development of B. oleracea var. acephala cultivars resistant to A. monuste orseis.
Resumo:
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
Resumo:
The aim of the study was to determine the percentage of crude protein, crude fiber and crude fat (ether extract) of 25 genotypes of kale from the Germplasm Bank of Instituto Agronômico de Campinas and of one genotype grown in the region of Jaboticabal-SP. The plants were cultivated in the field, and the leaves after collection were pre-dried in a convection oven at 65°C for 72 h. Afterward, the leaves were analyzed for crude protein, crude fiber and crude fat (ether-soluble materials). Significant differences were detected among the different genotypes for all the characteristics examined. Of the genotypes studied, six showed more than 30% crude protein: HS-20 (32.56%), Comum (31.70%), Couve de Arthur Nogueira 2 (31.16%), Pires 2 de Campinas (30.63%), Manteiga I-916 (30.36%), and Manteiga de Ribeirao Pires I-2446 (30.03%). In relation to crude fiber, the highest percentage was seen in the genotype Manteiga de Mococa (10.92%), differing significantly from the other genotypes studied. With regard to crude fat, the highest percentage was found in the genotype HS-20 (3.72%), and Pires 1 de Campinas (3.34%). Of the genotypes tested, HS-20 stood out among the others, showing both the highest percentage of protein and fat.
Resumo:
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Resumo:
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Resumo:
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
Adubação verde com crotalária consorciada ao minimilho antecedendo a couve-folha sob manejo orgânico
Resumo:
Este experimento foi realizado em Seropédica, RJ, com três tratamentos de cultivos para adubação verde, compostos por milho, consórcio de milho com crotalária e crotalária, em blocos ao acaso. Durante o crescimento, realizou-se a colheita de minimilho. Após o corte das plantas, os tratamentos foram combinados com duas formas de preparo do solo: plantio direto e preparo convencional, em esquema de subparcelas, com posterior plantio de couve-folha. As avaliações constaram de produção de matérias fresca e seca e acúmulo de nutrientes da parte aérea dos adubos verdes; produtividade, peso de palha e número de espigas; acúmulo de nutrientes nas espigas; comprimento, diâmetro e peso de espigas de minimilho e número de espigas por planta; produtividade, número de folhas, área foliar, matéria seca, produtividade por colheita, área específica por colheita e acúmulo de N na couve-folha, e balanço de N no sistema. O monocultivo de milho proporcionou produtividade e número de espigas de minimilho comerciais maiores (respectivamente 797,2 kg ha-1 e 123.785 un ha-1), bem como maior acúmulo de N, P, Ca e Mg nas espigas despalhadas e de N, K e Ca na palha das espigas. O consórcio proporcionou maior número de espigas por planta (0,91). A maior produção de biomassa foi proporcionada pelo consórcio de crotalária e milho (7,43 Mg ha-1). O acúmulo de nitrogênio proporcionado pelo consórcio foi superior ao do monocultivo de milho e equivalente ao do monocultivo de crotalária. Na couvefolha, houve diferença apenas na emissão de folhas (1.967.083 un ha-1), com superioridade do plantio direto.
Resumo:
A couve, Brassica oleracea var. acephala, destaca-se entre as plantas hortícolas como sendo frequentemente atacada por pragas, dentre as quais o curuquerê da couve, Ascia monuste orseis (Godart, 1819) (Lepidoptera: Pieridae). O controle desse inseto tem sido feito com inseticidas. Na agricultura orgânica, o uso dos referidos produtos é proibido e já existem alguns casos em que agricultores estão substituindo-o, por outras alternativas menos danosas ao meio ambiente, como as soluções homeopáticas, substâncias apontadas como ferramentas para Agroecologia. Este trabalho teve por objetivo verificar se soluções homeopáticas proporcionam mecanismos de antibiose, como deterrência alimentar, em Ascia monuste orseis, em couve 'manteiga cv. Santo Antônio' e se podem ser utilizadas no controle de pragas. As soluções testadas foram: - Sulphur 12CH; Phosphorus 5CH; Magnesia carbonica 30CH; Ruta 5CH. A testemunha foi água destilada + álcool de cereais 70% 5CH. Para o preparo de cada solução, foram retirados 0,2 ml de cada preparado homeopático, adicionados a 200 ml de água destilada pulverizados nas folhas e nos solo dos vasos. As características analisadas foram peso de lagartas no início e no final do 4° instar; peso seco de pupa (biomassa incorporada), comprimento de lagarta no 4° instar, duração do ciclo ovo-adulto, percentagem de emergência de adultos, comprimento alar, fecundidade das fêmeas e valor nutritivo das couves tratadas. Sulphur 12CH pode ser recomendado como método alternativo eficiente no controle de A. monuste orseis. Todas as soluções homeopáticas, com exceção do Phosphorus 5CH, promoveram deterrência alimentar, mecanismo de antibiose, interferindo no ciclo biológico de A. monuste orseis.
Resumo:
O objetivo deste trabalho foi avaliar o biossólido e proveniente da estação de tratamento de águas servidas domiciliares, como adubo no cultivo da couve (Brassica oleraceae var. acephala, grupo Georgia). O trabalho foi em delineamento de blocos ao acaso, com três tratamentos de adubação, esterco bovino, biossólido e uréia, com quatro repetições. Amostras de solo de cada tratamento foram analisadas quanto a parâmetros químicos, microbiológicos e parasitológicos. Os níveis de metais pesados encontravam-se abaixo dos permitidos pela legislação internacional. Após 54 dias da incorporação do biossólido ao solo, os coliformes fecais eram praticamente nulos e, a partir dos 60 dias, não foram mais encontradas amostras positivas com ovos de helmintos, apesar do alto grau de contaminação inicial. As plantas adubadas com biossólido, na maior dose, comparadas ao esterco, apresentaram maior produtividade e menores teores de N total nas folhas. O biossólido foi classificado como B, pela concentração de coliformes fecais apresentada, tornando-o impróprio para aplicação em culturas de contato primário como as hortaliças. Os resultados indicam a importância de selecionar indicadores de sanidade que permitam o uso seguro deste adubo.