26 resultados para ACARBOSE


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A "Pneumatosis Cystoides Intestinalis" é uma situação clínica rara que se caracteriza pela presença de múltiplos quistos de conteúdo gasoso ao nível da submucosa ou subserosa na parede do tracto gastrointestinal. A pneumatose intestinal classifica-se em idiopática e secundária. Na última forma admite-se uma relação causal com doença pulmonar obstrutiva crónica, conectivites, amiloidose, colites infecciosas, oclusão intestinal, isquémia, doença de Crohn, fármacos e iatrogenia cirúrgica e endoscópica. O espectro de manifestações clínicas compreende dor abdominal, oclusão intestinal, diarreia e hemorragia digestiva. Todavia, é frequentemente assintomática ou constitui um achado incidental no decurso de uma investigação não relacionada. Os autores apresentam o caso clínico de uma doente com pneumatose quística intestinal associada à utilização terapêutica de um antidiabético oral - acarbose (inibidor da alfa-glucosidase).

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A double-blind, randomized, placebo-controlled study was carried out on 44 hypertensive type 2 diabetic subjects previously treated by diet associated or not with sulfonylurea to assess the effects of acarbose-induced glycemic control on blood pressure (BP) and hormonal parameters. Before randomization and after a 22-week treatment period (100 to 300 mg/day), the subjects were submitted to a standard meal test and to 24-h ambulatory BP monitoring (ABPM) and had plasma glucose, glycosylated hemoglobin, lipid profile, insulin, proinsulin and leptin levels determined. Weight loss was found only in the acarbose-treated group (75.1 ± 11.6 to 73.1 ± 11.6 kg, P<0.01). Glycosylated hemoglobin decreased only in the acarbose group (6.4 ± 1.7 to 5.6 ± 1.9%, P<0.05). Fasting proinsulin decreased only in the acarbose group (23.4 ± 19.3 to 14.3 ± 13.6 pmol/l, P<0.05), while leptin decreased in both (placebo group: 26.3 ± 6.1 to 23.3 ± 9.4 and acarbose group: 25.0 ± 5.5 to 22.7 ± 7.9 ng/ml, P<0.05). When the subset of acarbose-treated patients who improved glycemic control was considered, significant reductions in diurnal systolic, diastolic and mean BP (102.3 ± 6.0 to 99.0 ± 6.6 mmHg, P<0.05) were found. Acarbose monotherapy or combined with sulfonylurea was effective in improving glycemic control in hypertensive diabetic patients. Acarbose-induced improvement in metabolic control may reduce BP in these patients. Our data did not suggest a direct action of acarbose on insulin resistance or leptin levels.

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Acarbose is a competitive inhibitor of the intestinal alpha-glycosidases, that can delay absorption of intestinal carbohydrates causing their malabsorption. In the present paper we studied the effects of insulin, acarbose and their association on glomerular basement membrane thickening in alloxan-diabetic rats. Twenty-five male and female Wistar rats, approximately 3 months old at the beginning of the experiment, were assigned randomly to each of five experimental groups: normal control rats, alloxan-diabetic control rats, alloxan-diabetic rats treated with acarbose, alloxan-diabetic rats treated with insulin, and alloxan-diabetic rats treated with insulin plus acarbose. Alloxan was administered in a single iv dose of 42 mg/kg body weight. Insulin was given subcutaneously at doses of 18 to 30 IU/kg corrected daily on the basis of glycosuria and ketonuria. Acarbose was given mixed with rat chow in a dose of 50 mg/100 g chow. Body weight, water and food intake and diuresis, as well as blood and urine glucose were determined after 1, 3, 6, 9, and 12 months of treatment. Glomerular basement membrane (GBM) thickening was determined by electron microscopy at the same times. Clear clinical and laboratory signs of severe diabetes, with blood glucose levels above 200 mg/dl and urine glucose above 3000 mg/dl, were observed in all alloxan-diabetic control rats, in all periods of follow-up, whereas administration of insulin or acarbose reduced the blood glucose levels of treated groups. The most satisfactory control of blood and urine glucose was observed in animals treated with both insulin and acarbose. However, diarrhea was observed in diabetic rats treated with acarbose associated or not with insulin. GBM thickening was correlated with age in all groups. Beginning at six months after diabetes induction, the GBM of untreated diabetic rats was significantly thicker (mean +/- SEM, 4.446 +/- 0.45 mm) than that of normal rats (2.977 +/- 0.63 mm). Both insulin and acarbose prevented GBM thickening and their combination induced thickening similar to the age-dependent thickening observed for normal rats of the same age. We conclude that acarbose when combined with insulin may be a good option in the control of diabetes and its renal complications.

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The health-relevant functionality of 10 thermally processed Peruvian Andean grains (five cereals, three pseudocereals, and two legumes) was evaluated for potential type 2 diabetes-relevant antihyperglycemia and antihypertension activity using in vitro enzyme assays. Inhibition of enzymes relevant for managing early stages of type 2 diabetes such as hyperglycemia-relevant alpha-glucosidase and alpha-amylase and hypertension-relevant angiotensin I-converting enzyme (ACE) were assayed along with the total phenolic content, phenolic profiles, and antioxidant activity based on the 1,1-diphenyl-2-picrylhydrazyl radical assay. Purple corn (Zea mays L.) (cereal) exhibited high free radical scavenging-linked antioxidant activity (77%) and had the highest total phenolic content (8 +/- 1 mg of gallic acid equivalents/g of sample weight) and alpha-glucosidase inhibitory activity (51% at 5 mg of sample weight). The major phenolic compound in this cereal was protocatechuic acid (287 +/- 15 mu g/g of sample weight). Pseudocereals such as Quinoa (Chenopodium quinoa Willd) and Kaniwa (Chenopodium pallidicaule Aellen) were rich in quercetin derivatives (1,131 +/- 56 and 943 +/- 35 mu g [expressed as quercetin aglycone]/g of sample weight, respectively) and had the highest antioxidant activity (86% and 75%, respectively). Andean legumes (Lupinus mutabilis cultivars SLP-1 and H-6) inhibited significantly the hypertension-relevant ACE (52% at 5 mg of sample weight). No alpha-amylase inhibitory activity was found in any of the evaluated Andean grains. This in vitro study indicates the potential of combination of Andean whole grain cereals, pseudocereals, and legumes to develop effective dietary strategies for managing type 2 diabetes and associated hypertension and provides the rationale for animal and clinical studies.

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The majority of diabetic dogs appear to have a form of type 1 diabetes analogous to the latent autoimmune diabetes of adults (LADA) in humans. Evidence of acute or chronic pancreatitis occurs in about 40% of diabetic dogs. Blindness caused by cataract formation eventually occurs in the majority of diabetic dogs and is not dependent on glycemic control. Insulin is the mainstay of therapy for diabetic dogs, and a conservative approach to insulin therapy is crucial. Most diabetic dogs require twice-daily dosing with lente or NPH insulin to adequately control their clinical signs. The diet fed should primarily be palatable and nutritionally balanced. Improved glycemic control may be achieved in some dogs if the diet contains increased insoluble fiber.

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OBJETIVO: comparar a eficácia da glibenclamida e da acarbose com insulina no tratamento do diabete melito gestacional (DMG) em relação ao controle glicêmico materno, peso do recém-nascido (RN) e hipoglicemia neonatal. MÉTODOS: trata-se de ensaio clínico randomizado, prospectivo e aberto. Foram incluídas 57 pacientes com diagnóstico de DMG, que necessitaram de terapêutica complementar à dietoterapia e à atividade física. As gestantes foram aleatoriamente alocadas em um de três grupos com terapêuticas diferentes: um grupo controle conduzido com insulinoterapia, outro com glibenclamida e outro com acarbose. O período do estudo foi de sete meses (1º de outubro de 2003 a 1º de maio de 2004). Os desfechos primários avaliados foram o nível glicêmico materno após o inicio do tratamento, a necessidade de troca de terapêutica para controle glicêmico, peso do RN e presença de hipoglicemia neonatal. A análise estatística foi realizada pelo teste estatístico ANOVA, com nível de significância de 5%. RESULTADOS: as características maternas foram semelhantes nos três grupos estudados. O controle glicêmico não foi obtido em três pacientes que utilizaram glibenclamida (15%) e em sete das usuárias de acarbose (38,8%). Não houve diferença quanto à glicemia em jejum e pós-prandial e no peso médio do RN entre os três grupos. A incidência de fetos grandes para a idade gestacional foi de 5,2, 31,5 e 11,1% nos grupos tratados com insulina, glibenclamida e acarbose, respectivamente. A hipoglicemia neonatal ocorreu em seis RN, sendo quatro deles do grupo glibenclamida (21,0%). CONCLUSÕES: a glibenclamida foi mais eficiente para o controle glicêmico que a acarbose, mas ambos foram menos eficientes que a insulina. Os RN de pacientes alocadas no grupo glibenclamida apresentaram maior incidência de macrossomia e de hipoglicemia neonatal quando comparados com os RN cujas mães receberam outros tratamentos.

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OBJETIVO: Avaliar o número de podócitos e espessamento da membrana basal glomerular (MBG) em ratos diabéticos com e sem controle glicêmico com 6 e 12 meses da indução. MÉTODOS: 100 ratos Wistar com 200-300g compuseram 6 grupos: Normal (N6, N12 - 25 animais) Diabético (D6,D12 - 25 animais) e diabético tratado com insulina 1,8 a 3,0 U/Kg e acarbose misturada a ração (50g para cada 100g de ração) (DT6 e DT12 - 25 animais). Aloxana foi ministrada via endovenosa na dose de 42mg/Kg. Peso, ingestão hídrica e diurese de 24 horas e glicemia e glicosúria foram determinados antes da inoculação, 7 e 14 dias após e mensalmente. No 14ª dia foi iniciado o tratamento. Três grupos de animais (N6, D6 e DT6) foram sacrificados no 6° mês e três grupos (N12, D12 e DT12), no 12ª mês sendo o tecido renal processado para estudo à microscopia eletrônica. RESULTADOS: A glicemia dos animais DT6 e DT12 diferiram significativamente, dos ratos D6 e D12, e não diferiram dos grupos N6 e N12. O número de podócitos do grupo DT6 não diferiu de N6 e D6 (mediana=11); o número de podócitos de DT12 (mediana=11) diferiu de D12 (mediana=8) e não diferiu de N12 (mediana=11). O espessamento da MBG de D6 (0,18 micrômetros) foi menor que D12 (0,29 micrômetros); de DT6 (0,16 micrômetros) foi menor que D6 (0,18 micrômetros) e de DT12 (0,26 micrômetros) foi menor que D12 (0,29 micrômetros). CONCLUSÃO: O controle da hiperglicemia preveniu o espessamento da MBG na nefropatia diabética aloxânica precoce (6 meses) e tardia (12 meses), e a diminuição do número de podócitos.

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OBJETIVOS: Este estudo visa a analisar os efeitos, a longo prazo, de cinco diferentes tratamentos sobre o controle metabólico de ratos diabéticos aloxânicos. MÉTODOS: Foram analisados 7 grupos experimentais, com 50 ratos cada um, sendo: GN o grupo controle normal; GD o grupo controle diabético, sem tratamento; GI, GA e GIA os grupos tratados, respectivamente, com insulina, acarbose e associação insulina + acarbose; GTIL o grupo tratado com transplante de ilhotas de Langerhans; e o GTPD o grupo tratado com transplante pancreatoduodenal heterotópico. Parâmetros clínicos (peso, ingestão hídrica, ingestão alimentar e diurese) e laboratoriais (glicemia, glicose urinária e insulina plasmática) foram avaliados em todos os animais, no início do experimento, e após 1, 3, 6, 9 e 12 meses de seguimento. RESULTADOS: À exceção do GN, mortalidade foi observada em todos os grupos experimentais no seguimento de 12 meses (GD= 50%; GI= 20%; GA= 26%; GIA= 18%; GTIL= 4%; GTPD= 20%). em GD, GI, GA e GIA os óbitos ocorreram por distúrbios metabólicos ou hidroeletrolíticos e/ou pneumonia, diarréia e caquexia; em GTIL e GTPD todos os óbitos ocorreram por falhas técnicas no pós-operatório até 72h. Animais dos grupos GI, GA e GIA tiveram melhora significativa (p < 0,05) de todos os parâmetros clínicos e laboratoriais observados em ratos diabéticos, sem diferença de efetividade entre os tratamentos. Porém, os resultados observados nestes grupos, biologicamente não foram comparáveis aos observados em GTIL e GTPD, onde observou-se correção completa, aos níveis normais, de todas as variáveis analisadas (p<0,01). CONCLUSÕES: Os tratamentos convencionais com insulina, acarbose e insulina + acarbose melhoraram o estado diabético grave dos ratos tratados, contudo, a eficácia dos tratamentos foi significativamente inferior à oferecida pelo GTIL e GTPD.

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OBJETIVO: Conhecer os efeitos do diabetes e o impacto de seu tratamento medicamentoso em curto e longo prazo sobre os vasos da coróide e membrana de Bruch. MÉTODOS: Foram estudados 30 ratos Wistar, divididos em 3 grupos experimentais: grupo controle (GC), grupo diabético (GD) e grupo diabético tratado (GT), estudados 1 mês (momento M1) e 12 meses (momento M2) após o início do experimento. O diabetes foi induzido por aloxana endovenosa, na dose de 42 mg/kg. O GT foi tratado com hipoglicemiante oral (acarbose) e insulina subcutânea. Após o sacrifício, os olhos foram preparados para exame ao microscópio eletrônico de transmissão, interessando a ultra-estrutura da membrana de Bruch e os vasos da coróide. RESULTADOS: O exame ultra-estrutural da coróide dos ratos diabéticos mostrou depósitos na membrana de Bruch, acúmulo de vesículas, glicogênio e corpos densos no citoplasma das células endoteliais. O grupo mais afetado foi de ratos diabéticos de 12 meses (GDM2). Os animais com menor intensidade de alterações foram os ratos tratados por 12 meses (GTM2). CONCLUSÃO: Os ratos diabéticos desenvolveram alterações degenerativas na membrana de Bruch e vasos da coróide. Estas alterações foram mais evidentes nos animais submetidos à doença crônica, mas também ocorreram agudamente. O tratamento a curto prazo não foi capaz de evitar os processos degenerativos. A longo prazo, o tratamento inibiu a progressão destes processos.

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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)

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OBJETIVO: Os autores relatam a influência do controle metabólico do diabetes, experimentalmente induzido no rato, sobre a nefropatia diabética. Eles observaram o efeito da insulina, da acarbose, um inibidor da glicosidase, e de dois agentes combinados sobre o controle metabólico e o desenvolvimento da expansão mesangial de glomérulos renais, no diabetes induzido pela aloxana no rato. MÉTODOS: Usando 5 grupos de ratos Wistar assim definidos: Normal(N), diabéticos não-tratados (D), diabéticos tratados com acarbose (AD); diabéticos tratados com insulina (ID) e diabéticos tratados com insulina associada à acarbose (IAD) foram avaliados os seguintes parâmetros: peso corporal, ingestão alimentar, ingestão hídrica, diurese, níveis de glicose sanguínea e urinária e as lesões renais: alargamento mesangial e vacuolização de células tubulares, usando contagem semi-quantitativa 1, 3, 6, 9 e 12 meses após a indução do diabetes. RESULTADOS: Houve acentuado aumento da glicemia, dos níveis de glicose na urina, da diurese, da ingestão hídrica e alimentar, e progressiva perda de peso nos ratos diabéticos, enquanto que os ratos diabéticos tratados exibiram melhora significativa destes parâmetros, sendo os ratos tratados com insulina + acarbose os que apresentaram controle metabólico mais satisfatório. Houve um significativo alargamento mesangial nos ratos diabéticos quando comparado ao observado nos ratos normais, desde o 3º até o 12º mês após a indução do diabetes, sendo observada diferença significativa entre os animais tratados com acarbose + insulina e os ratos diabéticos não-tratados. Não houve diferença significativa entre os animais tratados somente com acarbose ou com insulina quando comparados com ratos diabéticos não-tratados. CONCLUSÃO: Os autores discutem os resultados abordando o papel do controle metabólico do diabetes na prevenção da nefropatia diabética.

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In this study, 90 Wistar rats were used. They were equally divided into three experimental groups - control group (CG), diabetic group (DG) and treated diabetic group (TG). The analyzed parameters were clinical (behavior, activity, general aspect, weight, water ingestion and diuresis) and biochemical (fasting glycemia and urinary glycosis). The diabetes was induced by alloxan and, then, treated with insulin associated to oral hypoglycemic (acarbosis). Observations were made at 5 experimental moments, as it follows: 1, 3, 6, 9, and 12 months after the diabetes induction. The results were submitted to variance analysis, with 5% of significance level. The DG presented lower weight and higher diuresis level than the CG and TG. The water ingestion of the CG was similar to TG. The glycemia levels were higher in DG than in CG, at every experimental moment. The TG, however, presented glycemia similar to the CG, except for the dosages at 3, and 9 months. They urinary glycosis of the DG and TG were similar between themselves, but higher than the one of the CG.