1000 resultados para Hipertensão arterial - Fatores de risco
Resumo:
Introdução: As doenças cardiovasculares são a principal cauda de mortalidade em Portugal e na maioria dos países desenvolvidos. Uma reflexão sobre esta temática entra em acordo com a perspetiva de Ski et al. (2011); Shirato e Swan (2010) e Fogel e Wood (2008), em que estudo das doenças cardiovasculares durante muito tempo, foi mais direcionado para o homem, pelo que a investigação no género feminino se revela recente e ainda com algumas fragilidades. De acordo com WHO (2011), há evidências de que a mesma é subdetectada em mulheres e que há atrasos no diagnóstico e tratamento invasivo em relação aos homens. Neste domínio, é imprescindível um olhar mais atento e com uma perspetiva mais complexa sobre a mulher. A reforçar a pertinência de um estudo sobre a mulher neste domínio, Ferreira (2012), num estudo sobre a evolução temporal dos fatores de risco cardiovascular na população portuguesa, revela a presença de desigualdades de género, evidenciando que a mulher representa uma tendência crescente para a sua prevalência. Por sua vez, WHO (2013) evidencia um dos principais fatores de risco para a doença cardiovascular é a hipertensão, que assume um lugar de destaque, uma vez que já afeta um bilhão de pessoas em todo o mundo, sendo mesmo considerada como um assassino invisível e silencioso que raramente causa sintomas. Objetivos Conhecer e analisar o risco a curto prazo de Hipertensão Arterial das mulheres para 1, 2 e 4 anos; Analisar fatores sociodemográficos e correlacioná-los com o risco de com o risco de desenvolver HTA a 1,2 e 4 anos. Analisar os hábitos alimentares, perfil antropométrico e somatotipo das mulheres e correlacionar com o risco de desenvolver HTA a 1,2 e 4 anos. Comparar o risco de hipertensão arterial na mulher da região centro entre o meio rural e urbano. Analisar o nível de conhecimento sobre a hipertensão arterial e correlacionar com o risco de desenvolver HTA a 1,2 e 4 anos. Metodologia Estudo quantitativo, exploratório e descritivo-correlacional com objetivo de descrever os fatores preditores para o risco de desenvolver HTA a 1, 2 e 4 anos. A amostra é constituída por 406 mulheres dos 20 aos 69 anos, residentes na região centro. Instrumento de recolha de dados: Caracterização sociodemográfica; avaliação antropométrica (inclui 17 medições divididas em cinco categorias: medidas básicas (peso e altura), pregas cutâneas, perímetros, larguras e diâmetros, o registo destas avaliações, permite a aplicação de diferentes equações que determinam, entre outros, a composição corporal e o somatotipo); cálculo do risco de HTA; escala de hábitos alimentares e teste de batalha. O tratamento estatístico foi realizado informaticamente com o programa de SPSS (Statistical Package for the Social Science) versão 2.0. O tamanho da amostra foi efetuada através do cálculo da OpenEpi, que é um programa gratuito e de código aberto para estatísticas epidemiológicas para a Saúde Pública, encontrando-se acessível no site: http://www.openepi.com/v37/Menu/OE_Menu.htm. Foi utilizada a versão 3.01, atualizada em 6/04/2013. De acordo com dados do INE, na região centro residem 767583 mulheres entre os grupos etários 20-69 anos de idade, no ano de 2012 (último ano com dados publicados). Assim, o tamanho da amostra com um intervalo de confiança de 95%, não pode ser inferior a 384 mulheres. Procedimentos Éticos: Comissão ética da ESEnfC; Consentimento informado e esclarecido a todas as participantes e às instituições/locais de recolha de informação. Resultados: A amostra é constituída por 406 mulheres residentes na região centro, que apresentam uma idade mínima de 20 anos e máxima de 69, média de 42,3 anos. Nível de escolaridade, das 406 mulheres da amostra,15,8 % possuem o 1º ciclo, 12,6% o 2º ciclo, 17,2% 3º ciclo, 34,2%, o nível secundário, 1,7% Bacharelato,15,3% Licenciatura, 2,5% Mestrado e 0,7 % Doutoramento. Maioritariamente são casadas (57,9%), seguidamente solteiras (20,4%), divorciadas (10,8%), em união de facto (5,7 %) e, por fim, viúvas (5,2%), sendo que 200 mulheres residem em meio rural e 206 mulheres em meio urbano. Nas classes de Índice de Massa Corporal (IMC), verifica-se que 1,7 % das mulheres têm baixo peso, 42,4 % apresentam peso normal, 35,5 % têm sobrepeso, 13,3 % Obesidade grau I, 5,9% Obesidade grau II e 1,2% Obesidade grau III. Assim 55,9% das mulheres apresentam elevado IMC, o que revela peso superior ao normal, sendo que 50,5% tendem a ser endomorfas, 45,5 % mesomorfas e apenas 3% tendem a ser ectomorfas. 43,6% das mulheres da região centro apresentam Tensão Arterial(TA) ótima, 30,3 % TA dentro de parâmetros normais, 13,79% com a classificação Normal Alta, 9,61% HTA nível I, 2,27% % HTA nível II e 0,5 % HTA nível III. 45,81% não têm Ascendentes diretos com HTA, 39,41% um e 14,78% dois ascendentes diretos com HTA. De uma forma mais pormenorizada, observámos que na realidade mais de metade da amostra, nomeadamente 54,14 % das mulheres apresenta um ou dois ascendentes diretos com HTA. Relativamente ao risco de desenvolver HTA a 1 ano, constata-se que 88,2 % das mulheres apresenta de 0 - 25 % de risco, e contrariamente, apenas 4,9 % apresentam de 75- 100% de risco. Contudo, no que refere ao risco de desenvolver HTA em 4 anos; 66,5 % das mulheres apresentam de 0- 25% de risco e 11,6% apresentam de 75-100% de risco. Analisaram-se as respostas do teste de Batalha - conhecimento sobre a doença, verifica-se que apenas 49,5 % da totalidade da amostra responderam acertadamente às três questões, pelo que podemos inferir que nível de conhecimento sobre a HTA é baixo. 37,4% respondeu acertadamente a duas questões, 10,6% a uma questão, e apenas 2,5% não conseguiu cumprir o teste, apresentando zero respostas certas. Os resultados relativos aos hábitos alimentares das mulheres da região centro, de acordo a aplicação da Escala de hábitos alimentares, podemos verificar que a média foi 97,57, sendo de salientar que o valor da escala mais baixo encontrado foi de 58 e máximo 140. Importa ainda evidenciar que nenhuma mulher atingiu o score máximo. Considera-se que quanto mais elevada for a pontuação média de todos os itens, mais adequados serão os hábitos alimentares. Nesta conformidade, e considerando que a escala tem valores entre o e 180, podemos inferir que as mulheres constituintes da amostra apresentam hábitos alimentares são pouco satisfatórios. Discussão / Conclusões A realização desta investigação permitiu-nos concluir que as mulheres da região centro de Portugal apresentam um significativo risco de desenvolver Hipertensão Arterial a 1, 2 e 4 anos, existindo um conjunto de fatores que influencia positiva ou negativamente este resultado. Deste modo, constatamos que as mulheres com mais idade, viúvas ou casadas, residentes em meio rural, inativas profissionalmente, fumadoras e com conhecimento sobre a HTA, são as que apresentam maior risco de Desenvolver HTA a 1, 2 e 4 anos. Contrariamente, as mulheres com peso normal ou baixo peso, de composição corporal com tendência a ser mais ectomorfa e com TA óptima ou normal, revelaram baixo risco de desenvolver HTA a 1, 2 e 4 anos. Apesar de os hábitos alimentares serem pouco satisfatórios, não se verificou evidência estatísticas de que os mesmos influenciam o risco de desenvolver HTA a 1,2 e 4 anos. Verificamos na análise inferencial que, a idade, escolaridade, o emprego, o IMC e a Classificação de Tensão Arterial são os principais fatores preditores para o desenvolvimento de HTA. Nesta acepção, concluímos que este estudo é um excelente contributo para a efetividade de estratégias de prevenção, desde o planeamento até à fase de implementação, na medida em que permite identificar fatores preditivos e definir grupos de risco para o desenvolvimento HTA. Consideramos por isso que os nossos resultados são satisfatórios e coadjuvantes com as metas lançadas pela WHO (2013), para atingir até 2025 nomeadamente: redução de 25% nas taxas de mortalidade global por doenças cardiovasculares e redução de 25% na prevalência de pressão arterial elevada na população. Concluímos assim, à semelhança da opinião de Marques e Serra (2012) que é urgente e necessário identificar subgrupos de risco e aplicar scores de risco para melhor decisão das necessidades de intervenção. Por outro lado, identificar e compreender quais os fatores de risco que influenciam o risco de desenvolver HTA a 1,2 e 4 anos, é com certeza uma mais-valia para as etapas de prevenção e redução da incidência de HTA.
Resumo:
As Doenças Cardiovasculares (DCV) são as principais causas de mortalidade no Brasil e a hipertensão arterial sistêmica (HAS) está entre os seus principais fatores de risco,constituindo um sério problema de saúde .Seu controle está direitamente relacionado ao grau de adesão do paciente ao tratamento .Nesse sentido,o presente trabalho tem como objetivo geral melhorar a adesão do idosos hipertensos ao tratamento através da melhora da qualidade do atendimento integral oferecido pela equipe Vila Verde do CMS Professor Manoel de Abreu no bairro de Campo Grande município Rio de Janeiro.A metodologia utilizada foi a análise de um levantamento de dados científicos,sobretudo de artigos relevantes relacionados ao tema.Com esses dados espera-se estimular nos hipertensos dessa unidade básica de saúde a adesão ao tratamento e o desenvolvimento de ações que estimulem esse hipertensos na adesão ao tratamento.A intervenção envolvem os pacientes hipertensos cadastrados acima de 60 anos,sem esquecer a participação de toda nossa equipe de trabalho.
Resumo:
Este trabalho de intervenção teve como objetivo geral contribuir com a redução da taxa de abandono do tratamento da HAS dos pacientes hipertensos da ESF que trabalhamos, assim como objetivos específicos a estimação da taxa de adesão ao tratamento hipertensivo medicamentoso e não medicamentoso, a identificação dos fatores que interferem na adesão ao tratamento anti-hipertensivo pra atuar sobre eles,e o desenvolvimento de ações educativas para incentivar a adesão ao tratamento e contribuir com a melhora da qualidade de vida dos usuários e de seus familiares. Foram acompanhados 25 pacientes hipertensos que estão cadastrados no programa HIPERDIA e aderentes ao serviço. Foi identificado um incremento da mobilidade por HAS associada à falta de conhecimento sobre a doença. Foi realizada uma intervenção junto á comunidade no período de setembro a dezembro de 2014. Entre as ações desenvolvidas, destacam-se ações com os sujeitos do PI em grupo de discussão, atividades educativas e encaminhamento para consultas de referência de HAS. Realizou-se sessões de trabalho com os agentes comunitários de saúde (ACS) e líderes da comunidade visando a participação efetiva deles nas ações. A pós a intervenção conseguimos diminuir e controlar em curto prazo os fatores de risco dos pacientes. As ações de educação em saúde realizadas foram muito positivas, reforçando seu poder de modificar os hábitos de vida, para assim obter o controle da doença, diminuiu o numero de pacientes com ingestão excessiva de sal (20%) e de gorduras (24%),também diminuiu o numero de pacientes com ingestão excessiva de bebidas alcoólicas ,sedentarismo , excesso de peso e obesidade, aumento o numero de pacientes que só utiliza terapia medicamentosa em um (60%) , teve um aumento do pacientes com tratamento não farmacológico no (40%) , aumentou a terapia combinada em (60% ).
Resumo:
Este estudo tem como objetivo implementar a sistematização do atendimento ao hipertenso de acordo com as diretrizes propostas pelo Protocolo de Hipertensão Arterial/Risco cardiovascular - SMSA 2009. Foi realizada uma revisão de literatura nacional para avaliar as contribuições dos estudos produzidos, com relação à sistematização e controle do acompanhamento de pacientes hipertensos para subsidiar a proposta de implantação do protocolo de hipertensão arterial. A HAS é uma doença crônica, na maioria das vezes assintomática e constitui um dos principais fatores de risco para o aparecimento das doenças cardíacas. Seu controle é geralmente insatisfatório. Dentre os principais fatores que determinam um controle muito baixo da HAS está a baixa adesão ao tratamento por parte dos pacientes que ocorre freqüentemente quando as ações são executadas por um único profissional de saúde, tradicionalmente o médico. A equipe multidisciplinar e o tratamento sistematizado propiciarão uma abordagem mais ampla com muitas informações importantes ao hipertenso e a comunidade, ajudando-os na incorporação hábitos saudáveis e atitudes efetivas e definitivas para o controle da hipertensão.
Resumo:
A crescente importância das doenças cardiovasculares no perfil epidemiológico da população brasileira tem induzido o poder público a propor atividades sistemáticas, com a finalidade diminuir a morbimortalidade por estes agravos. Este estudo objetivou em elaborar a implementar a sistematização do atendimento ao Hipertenso/ Risco Cardiovascular através de diretrizes e protocolos. Foi realizada uma revisão de literatura por meio de um levantamento bibliográfico correspondente ao período de 2006 a 2013 com buscas de artigos científicos realizadas nas bases de dados do SCIELO, LILACS, onde foram analisados vários estudos produzidos, com relação à sistematização e o controle do acompanhamento de pacientes Hipertensos para subsidiar a proposta de implantação do protocolo de Hipertensão Arterial. A HAS é uma doença crônica, na maioria das vezes assintomática e contribui para um dos principais fatores de risco para o aparecimento de doenças cardíacas. Seu controle geralmente é insatisfatório. Dentre os principais fatores que determinam um controle muito baixo da HAS está relacionado a baixa adesão ao tratamento por parte dos pacientes, onde frequentemente essas ações são realizadas somente por um único profissional da saúde, adicionalmente o médico. A equipe multiprofissinal e o tratamento sistematizado proporcionarão uma abordagem mais ampla com muito mais informações adequadas e importantes aos pacientes Hipertensos e a comunidade, ajudando - os na incorporação de hábitos saudáveis e atitudes efetivas para o controle da pressão Arterial.
Resumo:
A Hipertensão Arterial e o Diabetes Mellitus são atualmente considerados problemas de saúde pública, sendo que as doenças cardiovasculares representam hoje no Brasil a maior causa de mortes. Trata-se de uma pesquisa de revisão integrativa realizada na Biblioteca Virtual de Saúde que objetivou descrever os trabalhos relacionados à utilização do Escore de Risco de Framingham publicados na literatura nacional nos anos de 2003 a 2013, em artigos científicos completos. A intenção deste trabalho é propor a utilização do Escore de Risco de Framingham para a abordagem, manejo e acompanhamento dos usuários de uma Estratégia de Saúde da Família. Foram utilizados os descritores: Hipertensão; Diabetes Mellitus e a palavra Framingham. Chegou-se aos seguintes resultados: todas as variáveis utilizadas pelo Escore de Framingham, sendo elas: sexo, idade, tabagismo, presença de diabetes, pressão arterial, colesterol total e HDL colesterol diminuído se mostraram associadas ao risco coronariano, ou seja, possuir estes fatores de risco aumentam as chances de infarto ou morte por doença coronariana nos próximos 10 anos. O Escore de Risco de Framingham tem utilidade na prevenção de doenças cardiovasculares pela proposta de intervir nos fatores de risco modificáveis e propor mudanças no estilo de vida, além de ser forma eficiente de abordagem das doenças pela possibilidade de garantir adequada adesão medicamentosa e ao tratamento propriamente dito, além de possibilitar acompanhamento e avaliação dos pacientes. De acordo com os resultados encontrados, pode-se concluir que a Estratégia da Saúde da Família é um dos locais apropriados para o acompanhamento e para o tratamento de hipertensos e diabéticos dentro do enfoque de risco, com a finalidade de estabelecer metas terapêuticas para o manejo e abordagem destes pacientes, visando a diminuição dos índices de morbimortalidade.
Resumo:
A hipertensão Arterial é um grave problema de saúde publica, tendo como desafios a prevenção de lesões de órgãos alvos e o tratamento mais indicado para cada indivíduo. Constitui o principal fator de risco modificável para doenças cardiovasculares, sendo um fator determinante de causas de mortes prematuras. Assim como no Brasil, no município de Pedra do Anta-MG o problema de maior relevância na causa de mortes é a doença cardiovascular, tendo seu descritor maior a Hipertensão Arterial Sistêmica. O estudo seguiu a metodologia de análise conceitual e foi realizado através de levantamento bibliográfico sobre o tema com a utilização das bases de dados eletrônicos, tendo como objetivo elaborar um plano de intervenção para melhorar a adesão e a permanência da população no tratamento e na prevenção da HAS. Como resultado, verificou-se que na prevenção destacam-se a educação em saúde com ênfase no conhecimento da doença, na mudança do estilo de vida, no controle da pressão arterial, programa para hipertensos mais intenso e motivador, pois o auto cuidado adequado requer interesse e comprometimento dos pacientes. Desejamos que a partir da implantação do plano de intervenção seja atendido o nosso objetivo que é manter os níveis pressóricos dentro dos limites que são preconizados pelo Ministério da Saúde e melhorar a saúde dos pacientes hipertensos.
Resumo:
O trabalho teve como objetivo elaborar um plano de ação para o enfrentamento de um problema, considerado como prioritário, na área de abrangência da Estratégia Saúde da Família Metropolitano, situada na região 2, município de Ribeirão das Neves, Minas Gerais, onde, além dos 465 casos oficialmente cadastrados como pacientes com hipertensão arterial sistêmica (HAS), 65 foram diagnosticados como casos novos, todos associados a múltiplos fatores de riscos, sem acompanhamento. Para elaboração da proposta de intervenção para o controle da incidência de hipertensão arterial nos pacientes cadastrados foram executadas três etapas: elaboração do diagnóstico situacional, revisão bibliográfica e elaboração do plano de ação, utilizando o Planejamento Estratégico Situacional Simplificado. As causas do problema, selecionadas como nós críticos, foram: hábitos ou estilos de vida inadequados, baixo nível de informação da população, trabalho inadequado da equipe para enfrentar o problema. As três operações propostas para o enfrentamento dos nós críticos foram: modificar hábitos e estilos de vida, aumentar o nível de informação da população sobre os fatores de riscos e as complicações da hipertensão arterial, busca ativa de hipertensos não diagnosticados assim como a criação de uma agenda com programação das consultas e visitas ao domicilio dos pacientes com fatores de riscos e aos já diagnosticados tratando-se de melhorar a estrutura do serviço para os atendimentos. Além disso, foram feitas uma análise de viabilidade das operações e uma proposta de acompanhamento e avaliação do plano de ação. A elaboração do plano de ação possibilitou à equipe da Estratégia Saúde da Família Metropolitano perceber a importância de utilizar um método de planejamento como ferramenta para organização do processo de trabalho e com isto espera se um melhor controle dos pacientes com fatores de riscos para evitar a HAS e de os já diagnosticados para evitar complicações futuras.
Resumo:
A doença cardiovascular representa hoje um dos principais problemas de saúde pública no país. É a principal causa de morte e tende a aumentar a sua prevalência devido ao envelhecimento da população. A hipertensão arterial sistêmica é uma doença muito prevalente e, dos fatores de risco modificáveis para DCV, um dos de mais fácil controle. O Programa de Saúde da Família é ferramenta essencial para prevenir tanto esta doença como os fatores de risco e atuar nesse sentido deve ser considerado prioridade. Na Unidade Básica de Saúde (UBS) José Silas Coelho situada em Ouro Branco, Minas Gerais, são atendidas 3.842 pessoas, sendo 1.071 famílias cadastradas. Notamos nesta UBS um acompanhamento inadequado dos pacientes que apresentam fatores de risco para doença cardiovascular (DCV), destacando-se os hipertensos. A abordagem tem sido feita de forma independente sobre cada fator de risco sem considerar o risco cardiovascular global. Desse modo, o objetivo principal deste trabalho foi o de elaborar um plano de intervenção com vistas à melhoraria do acompanhamento dos pacientes hipertensos e diminuição do risco desta população desenvolver DCV. Fundamentou-se também em pesquisa bibliográfica narrativa com os descritores: hipertensão e risco cardiovascular. Para alcançar essa meta propusemos fazer a classificação de risco cardiovascular global dos pacientes hipertensos, melhorar a qualidade dos prontuários dos pacientes e fazer busca ativa dos pacientes que não estejam comparecendo as consultas médicas para acompanhamento.
Resumo:
As doenças crônico-degenerativas têm crescido em incidência e prevalência nos últimos anos, e entre elas, merece destaque as doenças cardiovasculares. Tal preocupação tem sido observada em diversos países, sejam eles desenvolvidos ou em desenvolvimento. Este trabalho tem como objetivo elaborar um plano de ação para enfrentamento de um problema, considerado prioritário, na área de abrangência da Unidade de Saúde da Família Japaratinga I: avaliar a distribuição de fatores de risco cardiovascular dos adultos atendidos na Unidade de Saúde da Família, através da avaliação do perfil cardiovascular dos pacientes portadores de Hipertensão Arterial Sistêmica e/ou Diabetes Mellitus. A avaliação de vários fatores de risco ao mesmo tempo permite identificar pacientes com alto risco, motivar pacientes para aderir à terapêutica e modular os esforços de redução de risco. O trabalho será executado em três etapas: diagnostico situacional através dos dados dos prontuários, revisão bibliográfica e elaboração de um projeto de intervenção, que tem como base metodológica o Planejamento Estratégico Situacional envolvendo a Equipe de Saúde da Família do município de Japaratinga - AL.
Resumo:
A Hipertensão Arterial Sistêmica é a mais frequente das doenças cardiovasculares. É também o principal fator de risco para as complicações mais comuns como acidente vascular cerebral e infarto agudo do miocárdio e um problema grave de saúde pública no Brasil e no mundo, sendo um dos mais importantes fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, cerebrovasculares e renais. Modificações de estilo de vida são de fundamental importância no processo terapêutico e na prevenção da hipertensão. A alimentação adequada, sobretudo quanto ao consumo de sal, controle do peso, prática de atividade física, tabagismo e uso excessivo de álcool são fatores de risco que devem ser adequadamente abordados e controlados, sem o que, mesmo doses progressivas de medicamentos não resultarão alcançar os níveis recomendados de pressão arterial. O objetivo deste trabalho foi elaborar um projeto de intervenção, sobre os fatores de riscos da hipertensão arterial, na área de abrangência da Estratégia de Saúde da Família Vila Amaury, no Município Campo Belo, Minas Gerais. Por meio do Diagnostico Situacional, foi possível conhecer melhor a área de saúde e identificar os principais problemas, sendo eles: alta incidência de pacientes com Hipertensão Arterial Sistêmica. O desenvolvimento de pequenas ações educativas se faz essencial dentro do plano proposto.
Resumo:
A Equipe de Saúde da Família Ermida 1 em Divinópolis /MG presta serviços em saúde a portadores de HAS adscritos ao território da equipe. Para reduzir o elevado índice de hipertensos, elaborou-se uma proposta de intervenção, estimulando a redução dos fatores de risco modificáveis. Este trabalho foi proposto após a realização da análise situacional e pelo levantamento dos principais problemas de saúde existentes no território. A partir de então, foram planejadas ações em saúde, utilizando o método de Planejamento Estratégico Situacional (PES) e com as informações coletadas nos registros da equipe, consulta médica e contato com pacientes durante as visitas domiciliares e fichas A. O método da Estimativa Rápida Participativa proporcionou conhecer as condições de vida da população do território da equipe Ermida 1, suas características, meio ambiente onde vivem e da maneira e a forma como se distribui no território. Os nós críticos identificados foram: O Processo de trabalho da equipe de saúde inadequado para assistir os hipertensos; Níveis de informação da população hipertensa sobre o problema; Costumes, hábitos e estilos de vida da população; Exposição dos hipertensos a determinados fatores de risco modificáveis. A realização desta intervenção necessita da participação da equipe multidisciplinar. Para melhor acompanhamento através do aumento quantitativo e qualitativo das consultas médica e de enfermagem, assistência farmacêutica e nutricional capazes de contribuir com a melhoria dos níveis pressóricos melhorando a qualidade de vida dos hipertensos.
Resumo:
A intervenção foi realizada com o objetivo de aumentar o nível de conhecimento sobre a hipertensão arterial como fator de risco para doença arterial coronariana na população de abrangência da Vila Hilda, no município de Dourados, Mato Grosso do Sul, no período de junho de 2014 a março de 2015. A execução de um estudo de intervenção comunitária, exposição de corte transversal, representada por 143 pacientes classificados com o diagnóstico de hipertensão arterial, com uma amostra representativa de 35 pacientes (23,77%) selecionados aleatoriamente. As técnicas para a coleta de dados foram a observação, a pesquisa e a entrevista. Após aplicação dos instrumentos, procedemos à classificação, agrupamento, análise e interpretação dos resultados obtidos com base na frequência percentual. A maioria das pessoas tinha noções insuficientes sobre a doença, fatores de risco e as complicações antes da ação educativa. Através de um plano de ação, as pessoas são convidadas a compreender uma maneira fácil da complexidade da Hipertensão Arterial e como reduzir os fatores de risco. No final da experiência foi novamente o mesmo teste aplicado, para avaliar o impacto. Observou-se um aumento do conhecimento sobre a população participante, demonstrando a receptividade da população, podendo ser aplicado na promoção de hábitos saudáveis de vida.
Resumo:
O presente trabalho tem como objetivo, diminuir, as incidências, que levam ao abandono do tratamento anti-hipertensivo no PSF de Ubatiba, município de Maricá-RJ, onde constam 238 hipertensos em três micros áreas. A hipertensão arterial é um grande fator de risco para doença coronariana, doença cerebrovascular, doença vascular periférica, insuficiência cardíaca e doença renal. Esses agravos são importantes causas de morbidade e mortalidade no país, o controle da HAS depende direitamente do grau de adesão dos pacientes ao esquema terapêutico indicado, aspecto fundamental para garantir o controle da doença e evitar complicações. A HAS é na maioria dos usuários bem controlada, garantindo uma adequada adesão ao tratamento, o que determina diminuição das complicações. Identificar hipertensos com dificuldade na adesão ao tratamento anti-hipertensivo. Aumentar conhecimentos sobre o tratamento adequado da doença, desenvolver ações educativas com os hipertensos para melhorar a adesão ao tratamento e diminuir complicações são os objetivos da UBS de Ubatiba, que realizará o cadastro de todos os pacientes no Programa de Hiperdia, criação de grupos educativos para pacientes com hipertensão arterial, onde se possa escutar tirar duvidas sobre a doença. Serão dadas informações onde possam entender o que é a hipertensão arterial a importância de aderir se ao tratamento para assim prevenir suas complicações. Com a realização do projeto espera-se identificar o 100% dos pacientes hipertensos cadastrados na UBS com dificuldades no controle da doença por falta de adesão ao tratamento alem disso espera-se aumentar o conhecimento da população sobre a HAS, garantir maior adesão ao tratamento, não farmacológico e farmacológico.
Resumo:
A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é um problema grave de saúde pública no Brasil e no mundo, sendo um dos mais importantes fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, cerebrovasculares e renais. O objetivo deste trabalho é elaborar um plano de intervenção, visando à melhoria do conhecimento dos usuários sobre os fatores de risco associados em pacientes com HAS pertencentes da Unidade Básica de Saúde Cruzinha no Município Minas Novas - Minas Gerais. Através do diagnóstico situacional observou-se um percentual elevado de usuários da estratégia saúde da família, portadores HAS, com conhecimento insuficiente acerca da doença, sendo os nos críticos encontrados: Baixo nível de informação dos fatores do risco associados a HAS. Hábitos e estilos de vida incorretos, estrutura dos serviços de saúde não adequadas, processo de trabalho da equipe de saúde ineficiente para enfrentar o problema. A metodologia deste trabalho constitui-se de pesquisa bibliográfica na página oficial do Ministério da Saúde, em periódicos indexados na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), na base de dados Scientific Eletronic Library Online (SCIELO). Para o desenvolvimento do plano de ação foi utilizado o Método do Planejamento Estratégico Situacional (PES). Consideramos como palavras-chave: Hipertensão. Fatores de riscos associados. Atenção primária da saúde. O principal resultado esperado com este trabalho é a melhoria do conhecimento dos portadores de HAS da área adscrito acerca dos fatores do risco associado a doença e um maior autocuidado, ocasionando o controle da doença, a redução de complicações e a promoção da qualidade de vida e pra isso temos desenhado os projetos correspondentes pra cada nó critico encontrado.