998 resultados para Vida cristiana s.XVI-XVII
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Contiene: T. II (329, [4] p.)
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INTRODUCCIÓN La figura de Diego Sobrino Morillas (1556‐1623), llamado desde su ingreso en la orden religiosa del Carmelo Descalzo, el año 1584, Fray Diego de San José ha suscitado interés por investigadores españoles e internacionales en materias como la Historia y la Filología. Su familia, formada por personajes conocidos como Cecilia del Nacimiento, fue un importante núcleo científico y literario en Valladolid durante los siglos XVI‐XVII. La obra de Fray Diego de San José objeto de nuestro estudio es Facultades de las plantas collegidas de la Historia Natural. OBJETIVOS • Estudiar el entorno histórico, familiar y religioso en que vivió Fray Diego de San José. • Analizar su obra manuscrita Facultades de las plantas collegidas de la Historia Natural desde el punto de vista farmacéutico y resituarla históricamente. • Investigar sobre el conocimiento y la motivación que Fray Diego de San José tenía sobre la botánica, terapéutica y otras utilidades para el hombre. METODOLOGÍA Se utilizaron fuentes manuscritas de la época para el conocimiento de la biografía de Fray Diego de San José, especialmente la obra manuscrita por él titulada Relación de cosas memorables de la vida y muerte del S. D. Francisco Sobrino Obispo de Valladolid, y de sus Padres y Hermanos conservada en el Convento de la Concepción del Carmen de Carmelitas Descalzas de Valladolid. Se estudió el manuscrito original de su obra Facultades de las plantas collegidas de la Historia Natural consultado en la Real Academia de la Historia y su copia que se encuentra en la Biblioteca Nacional de España...
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Este artículo pretende desvelar datos inéditos de Francisco de Quintana, escritor del seiscientos escasamente estudiado por la crítica literaria hasta nuestros días. La investigación, a partir tanto de fuentes primarias como de su obra literaria, ha supuesto el hallazgo de información sustancial sobre este íntimo amigo de Lope de Vega. Además de aportar nuevos testimonios biográficos, esta comunicación interrelaciona acontecimientos fundamentales de su vida con su obra literaria.
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Los estudios sobre la comunidad genovesa del Reino de Granada suelen centrarse en las actividades desarrolladas en el territorio y rara vez en la reconstrucción de trayectorias individuales, circunstancia determinada por el recurso casi exclusivo a los protocolos notariales. El caso de Francesco Grimaldi es singular por muchas razones: su localización en fuentes de naturaleza muy variada –protocolos notariales de Granada y Málaga, Registro del Sello de Simancas y Granada, Chancillería de Valladolid, el epistolario del comendador Fuensalida y el archivo privado de la familia Grimaldo de Cáceres– ha permitido seguir su presencia y sus actividades en Granada, la Corte e Inglaterra –donde desempeñó un papel fundamental en el matrimonio entre Catalina de Aragón y Enrique VIII–. Así se conoce su interés por los préstamos y el negocio de la renta, las circunstancias de su matrimonio con Francisca de Cáceres y la adquisición de un importante patrimonio en el reino granadino.
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Existem referências aos manuais de bem confessar que os Jesuitas utilizaram na Índia desde os inícios da sua actividade missionária, mas até agora não se tinha publicado nenhum para os séculos XVI-XVII. Encontrei alguns na British Library em Londres em 1994, e estão aqui analisados, dando a conhecer como a nova religião ajudava a criar cidadãos responsáveis do império colonial e a cumprir as suas leis. Para além de ajudar-nos a compreender o vocabulário e o estilo da língua vernácula destes tempos, alguém que evitasse pagar impostos ao Estado ou manipulasse os livros de contas da aldeia encorria em pecados a confessar.
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Foram estudadas duas fontes de dados de morbidade: levantamento por entrevistas domiciliárias que corresponde a uma amostra representativa da cidade de Ribeirão Preto, e a morbidade em egressos hospitalares, produzida pelo Centro de Processamento de Dados Hospitalares do Departamento de Medicina Social da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, USP, em 1975. Foram destacados 10 Grupos de Doenças da Classificação Internacional de Doenças (CID), Revisão de 1965. Em 1975, o número de hospitalizações de residentes foi de 1,1 por cem pessoas-mês. A morbidade proporcional dos vários grupos de doenças analisados mostrou, em ordem decrescente de freqüência nos egressos hospitalares, os Grupos da CID; VIII, VII, XVI, XVII, IX, X, I, XIII e V mais VI, sendo que os demais apresentam-se em pequena proporção. As entrevistas, mostraram: Grupos VIII, IX, V mais VI, XVI, XIII, VII, I, X, XVII e os demais em pequeno número. A ordenação dos diferentes grupos não é a mesma quando o diagnóstico é hospitalar ou resultante de entrevista domiciliária. A aplicação de um modelo ecológico clássico de atenção médica mostrou que, mensalmente, 608 pessoas adoecem, das quais apenas 11 são hospitalizadas.
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Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Arqueologia
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Dissertação apresentada na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa para obtenção do grau de Mestre em Conservação e Restauro Área de especialização Cerâmica e Vidro
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Este artigo traça a história da invenção e construção de dois lugares museológicos (um literário e outro real) na Florença da segunda metade do século XVI, chamando a atenção para o seu significado no contexto do saber da época. O projecto cosmográfico para o Guarda-roupa novo do Palazzo Vecchio e as Salas da Cosmografia e das Matemáticas nos Uffizi oferecem a possibilidade de explorar dois sistemas semióticos que permitem explorar os processos de invenção e criação do museu como lugar – literário, imaginário, arquitectónico, epistemológico – no qual e através do qual se ordena e representa o mundo. O primeiro destes espaços é o projecto cosmográfico idealizado por volta de 1560 por Cosimo I, Giorgio Vasari e Miniato Pitti para o Guarda-roupa novo do Palazzo Vecchio, actualmente conhecido, impropriamente, como “Sala das cartas geográficas”. O projecto nunca foi concluído; porém existiu e continua a existir e a fascinar como “espaço literário” através de uma página visionária na segunda edição das Vite de Giorgio Vasari. O segundo lugar é a Sala da Cosmografia, mandada construir por Ferdinando I em 1589, juntamente com a contígua Sala das Matemáticas o da Arquitectura Militar na Galleria degli Uffizi. No centro do novo projecto expositivo, totalmente concluído, pela primeira vez, foram colocados os instrumentos e livros científicos e, implicitamente, o Homem como observador e demiurgo do mundo.
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Pensar en William Shakespeare, apropar-se a una de l'obres què més tinta han fet córrer, se'ns presenta com voler trobar una agulla en un paller. Amb tot, aquest treball de recerca a volgut discernir la dramatúrgia de Shakespeare, des de l'òptica espacial i estètica. El seu marc, a l'Anglaterra renaixentista -ss,XVI-XVII-, és: l'abundosa legislació -important l'Acta promulgada l'any 1572, per la reina Elisabet I-; la tipologia constructiva i formal del Lloc del Teatre, amb la formulació empresarial què se’n deriva; l'altre element, la participació de l'espectador implícit. Conclusivament, com l'artialització shakespeariana s'insereix, podem dir, 'dramatològicament', dins l'historiografia general del teatre.
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Toda a história colonial de Cabo Verde está marcada pela acção e protagonismo do poder local. Este protagonismo é acentuado ou atenuado dependendo do poder económico, social e militar da elite que representa esse poder. O poder local em Cabo Verde foi ocupado durante os séculos XVI, XVII e XVIII por três elites diferentes na sua composição social, económica e rácica. A primeira elite (século XVI) — reinol, nobre, urbana, cosmopolita, armadora, proprietária rural — era uma ramificação da elite portuguesa, que se aventurara e se instalara no arquipélago, recém-descoberto, para comerciar em segurança, com o continente fronteiro. Foi ela que construiu a Ribeira Grande, primeira cidade lusa dos trópicos, e que a tornou em uma das escalas mais procuradas no Atlântico nesse período.
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En este trabajo se analizan los envíos de libros en el navío de Honduras, que viajaba entre Sevilla y los puertos atlánticos de la costa centroamericana. Examinamos una muestra de 52 registros de navíos, que suponen un 20% del total. Esto nos ha permitido localizar lotes de libros declarados en 34 barcos, en los que se han encontrado 130 envíos de libros. Este conjunto ayuda a detectar las claves del circuito de llegada de los libros, muy poco conocido, por medio de comerciantes, libreros y particulares. El estudio de los intermediarios también permitió localizar algunas de las redes que intervienen en ese tráfico de libros. Por último, el estudio de los títulos embarcados ha llevado a encontrar una muestra significativa de los textos impresos en Europa que llegaron en los siglos XVI y XVII al área de Guatemala y Honduras.
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[spa]Este artículo estudia la presencia en Roma de un colectivo de notarios catalanes durante los siglos XVI y XVII. Se trata de los notarios matriculados en el colegio de escritores del archivo de la curia, una institución que tenía la función de crear notarios. Todo notario extranjero que llegaba a Roma tenía que matricularse en este colegio. En los libros de matrícula se insertan diversos datos de cada uno de los notarios, además del signum. Se plantea también la hipótesis de que estos notarios trabajen en Roma ejerciendo el oficio notarial. Por ello se analiza la actividad de algunos de estos notarios en la ciudad de Roma a través de la documentación notarial conservada actualmente en los archivos romanos.