920 resultados para Single Health System


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There are about 350 million hepatitis B virus (HBV) carriers worldwide and chronic HBV is considered a major public health problem. The objective of the present study was to assess the effectiveness of the nucleos(t)ide analogues tenofovir (TDF) and entecavir (ETV) in the treatment of chronic HBV. A cross-sectional study was carried out from March-December 2013, including all patients with chronic HBV, over 18 years of age, undergoing therapy through the public health system in southern Brazil. Only the data relating to the first treatments performed with TDF or ETV were considered. Retreatment, co-infection, transplanted or immunosuppressed patients were excluded. Six hundred and forty patients were evaluated, of which 336 (52.5%) received TDF and 165 (25.8%) ETV. The other 139 (21.7%) used various combinations of nucleos(t)ide analogues and were excluded. The negativation of viral load was observed in 87.3% and 78.8% and the negativation of hepatitis B e antigen was achieved in 79% and 72% of those treated with ETV or TDF, respectively. Negativation of hepatitis B surface antigen was not observed. There was no occurrence of adverse effects. This is a real-life study demonstrating that long-term treatment with ETV and TDF is both safe and effective.

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Aim: To verify the knowledge of pregnant women on mother-to-child transmission (MTCT) of HIV, the availability of HIV tests in the public health system and counseling on the disease in two cities, Birigui and Piacatu, So Paulo State, Brazil. Methods: This is a descriptive and exploratory research using as samples, the files of 141 pregnant women attending the Basic Health Unit. Data were collected by survey, followed by a semi-structured questionnaire with open and closedend questions. Data were analyzed on Epi Info 7.1.4, by the Chi-square and Exact Fisher tests. Results: From all the 141 pregnant women, 119 were interviewed and 92.4% reported to have been informed about the need of taking the HIV test during prenatal exams. However, only 5.9% were counseled and 20.2% reported to be aware of how to prevent MTCT of HIV, usually mentioning lactation suppression and prescribed medication. The association between the knowledge about how to prevent MTCT of HIV and some social, demographic and economic variables like ethnics, educational level, home location, occupation, age and parenting was not verified. Conclusions: It is necessary to advise pregnant women on the importance of taking the HIV test regardless of the examination outcome, which was not observed in the cities where the research was conducted.

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The purpose of this evaluation is to assess the performance of Iowa's mental health system in relation to current standards, benchmarks and best practices found in public health systems in the United States.

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Apresenta um panorama geral de cobertura da rede UNA-SUS pelo Brasil, mostrando as principais estatsticas obtidas pela UNA-SUS, como: dados de acesso e quantidade de recursos educacionais.

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Os bitos de menores de um ano foram classificados em causas evitveis, mal definidas e no evitveis empregando a Lista Brasileira de Mortes Evitveis, entre 1997-2006. Foram calculados tendncias dos coeficientes de mortalidade infantil por causas de morte e se usou regresso no linear para avaliao de tendncia. As causas evitveis e as causas mal definidas apresentaram significativa reduo (p < 0,001). As causas reduzveis de mortalidade apresentaram reduo de 37%. A mortalidade por causas reduzveis por adequada ateno ao parto declinou em 27,7%; adequada ateno ao recm-nascido, 42,5%; e por adequada ateno gestao cresceu 28,3%. Concluiu-se que os servios de sade contriburam para a reduo da mortalidade infantil. O declnio das causas mal definidas de morte indica ampliao do acesso aos servios de sade. O aumento do acesso e ateno ao parto e aos cuidados com recm-nascido contriburam para a reduo de bitos infantis. O aumento da mortalidade por adequada ateno gestao revela a necessidade de aprimoramento da ateno pr-natal.

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O objetivo foi analisar o perfil dos recm-nascidos, mes e mortalidade neonatal precoce, segundo complexidade do hospital e vnculo com o Sistema nico de Sade (SUS), na Regio Metropolitana de So Paulo, Brasil. Estudo baseado em dados de nascidos vivos, bitos e cadastro de hospitais. Para obter a tipologia de complexidade e o perfil da clientela, empregaram-se anlise fatorial e de clusters. O SUS atende mais recm-nascidos de risco e mes com baixa escolaridade, pr-natal insuficiente e adolescentes. A probabilidade de morte neonatal precoce foi 5,6 nascidos vivos (65% maior no SUS), sem diferenas por nvel de complexidade do hospital, exceto nos de altssima (SUS) e mdia (no-SUS) complexidade. O diferencial de mortalidade neonatal precoce entre as duas redes menor no grupo de recm-nascidos < 1.500g (22%), entretanto, a taxa 131% mais elevada no SUS para os recm-nascidos > 2.500g. H uma concentrao de nascimentos de alto risco na rede SUS, contudo a diferena de mortalidade neonatal precoce entre a rede SUS e no-SUS menor nesse grupo de recm-nascidos. Novos estudos so necessrios para compreender melhor a elevada mortalidade de recm-nascidos > 2.500g no SUS.

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O objetivo do estudo foi mensurar os gastos diretos do Sistema nico de Sade (SUS) com internaes por causas externas em So Jos dos Campos, So Paulo, Brasil. Foram estudadas as internaes por leses decorrentes de causas externas, respectivamente captulos XIX e XX da CID-10, no primeiro semestre de 2003, no Hospital Municipal Dr. Jos de Carvalho Florence. Foram analisados os valores pagos atravs do SUS, aps a verificao da qualidade dos dados nos pronturios de 976 internaes. Os maiores gastos totais foram por internaes decorrentes de acidentes de transporte e quedas. O maior gasto mdio de internao foi por acidentes de transporte (R$ 614,63), seguido das agresses (R$ 594,90). As leses que representaram maior gasto mdio foram as fraturas de pescoo (R$ 1.191,42) e traumatismo intracraniano (R$ 1.000,44). As internaes com maior custo-dia foram fraturas do crnio e dos ossos da face (R$ 166,72) e traumatismo intra-abdominal (R$ 148,26). Os resultados encontrados demonstraram que os acidentes de transporte, as quedas e as agresses so importantes fontes de gastos com internaes por causas externas no municpio.

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O acesso aos servios de mdia complexidade tem sido apontado, por gestores e pesquisadores, como um dos entraves para a efetivao da integralidade do SUS. Este artigo teve o objetivo de avaliar mecanismos utilizados pela gesto do SUS, no municpio de So Paulo, para garantir acesso assistncia de mdia complexidade, durante o perodo de 2005 a 2008. Optou-se pela estratgia de estudo de caso, utilizando as seguintes fontes de evidncia: entrevistas com gestores; grupo focal com usurios e observao participante. Utilizouas tcnica de anlise temtica, a partir do referencial terico da integralidade da assistncia, na dimenso da organizao de servios. Buscou-se descrever os caminhos percorridos pelos usurios para acessar os servios da mdia complexidade, a partir da viso dos gestores e dos prprios usurios. A mdia complexidade foi identificada, pelos gestores, como o "gargalo" do SUS e um dos principais obstculos para a construo da integralidade. Para enfrentar essa situao, o gestor municipal investiu na informatizao dos servios, como medida isolada e, ainda, sem considerar a necessidade dos usurios. Sendo assim, essa incorporao tecnolgica teve pouco impacto na melhoria do acesso, o que se confirmou no relato dos usurios. Discute-se que para o enfrentamento de um problema to complexo so necessrias aes articuladas, tanto no mbito da poltica de sade, quanto da organizao dos servios, bem como a (re)organizao do processo de trabalho em todos os nveis do sistema de sade.

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O financiamento do SUS regido pelo modelo de federalismo fiscal, pelas regras de partilha do Oramento da Seguridade Social (OSS), por normas do Ministrio da Sade, e pela Emenda Constitucional n. 29 (EC-29), que vincula sade recursos dos entes federados brasileiros. Discute-se aqui a sustentabilidade do gasto pblico com sade no nvel municipal. Foram estudados 21 municpios, utilizando-se dados dos balanos municipais. De 1996 a 2006 as receitas correntes gerais per capita subiram 280% acima da inflao acumulada e do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, variando conforme o porte do municpio, o qual tambm definiu a composio dos oramentos municipais. J o oramento que conforma a base da EC-29 elevou-se bem menos (178%), impondo limitaes ao incremento da contrapartida municipal em sade. Acredita-se que o observado nesses municpios se reproduza em milhares de municpios brasileiros e comprometa a capacidade de investimento municipal em sade, principalmente a partir de 2008. A situao ainda pode se agravar tendo em vista a extino da Contribuio Provisria sobre a Movimentao ou Transmisso de Valores e de Crditos e Direitos de Natureza Financeira (CPMF), a tramitao dos Projetos de Lei n. 306/08 e n. 233/08, e a recesso mundial, a partir da crise do sistema financeiro norte-americano.

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A descentralizao do Sistema nico de Sade (SUS) ainda enfrenta importantes desafios, em particular a busca de alternativas para grandes municpios. Por se caracterizar como um processo eminentemente poltico, variveis poltico-institucionais, dentre as quais se destaca a capacidade de gesto do nvel local, so determinantes para a conformao da descentralizao em cada contexto. Utilizando o referencial do tringulo de governo para avaliar a capacidade de gesto, realizou-se um estudo de caso, com o objetivo de analisar o processo de descentralizao do SUS no Municpio de So Paulo, Brasil, a maior metrpole brasileira. Pela anlise de entrevistas com gestores selecionados e documentos da gesto, identificou-se um movimento de centralizao da sade na gesto municipal 2005-2008, acompanhado do desconcerto das estruturas locorregionais da Secretaria Municipal de Sade, o que resultou no esvaziamento tcnico e poltico dessas instncias. Apesar dos limites da descentralizao, destaca-se sua potncia enquanto estratgia operacional para alcanar os objetivos do SUS. Aponta-se a necessidade de retomar o processo de descentralizao da sade no Municpio de So Paulo que, alm de avanar para instncias locorregionais, esteja articulado descentralizao da gesto pblica municipal.

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O processo de (re)construo do SUS no Municpio de So Paulo, Brasil, foi analisado, no perodo de 2001- 2008, por meio de estudo de caso, utilizando-se distintas fontes: documentos; entrevistas com informantes-chave e observao participante. Os conceitos de poltica de sade e de gesto em sade foram utilizados na qualidade de categorias analticas. Foram selecionadas e analisadas apenas polticas priorizadas pela gesto iniciada em 2001 e que tiveram sustentao at 2008. Discutem-se desafios para a (re)construo do SUS no municpio relacionados com o contexto poltico-institucional e com mudanas de estrutura implementadas. As reorganizaes da Secretaria Municipal de Sade de So Paulo propiciaram a constituio e manuteno de dois subsistemas municipais, um hospitalar e outro ambulatorial. Negociaes entre os governos municipal, estadual e federal no avanaram para que o municpio assumisse a gesto de fato de todo sistema de sade, constatando-se a coexistncia de trs subsistemas pblicos de sade paralelos: dois municipais e um estadual. A sustentao poltica do Programa Sade da Famlia foi associada ao fato de que esse programa no se constituiu como marca da primeira gesto municipal e, ainda, de ser poltica prioritria e estimulada pelo governo federal.

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O acesso aos servios de mdia complexidade tem sido apontado, por gestores e pesquisadores, como um dos entraves para a efetivao da integralidade do SUS. Este artigo teve o objetivo de avaliar mecanismos utilizados pela gesto do SUS, no municpio de So Paulo, para garantir acesso assistncia de mdia complexidade, durante o perodo de 2005 a 2008. Optou-se pela estratgia de estudo de caso, utilizando as seguintes fontes de evidncia: entrevistas com gestores; grupo focal com usurios e observao participante. Utilizouas tcnica de anlise temtica, a partir do referencial terico da integralidade da assistncia, na dimenso da organizao de servios. Buscou-se descrever os caminhos percorridos pelos usurios para acessar os servios da mdia complexidade, a partir da viso dos gestores e dos prprios usurios. A mdia complexidade foi identificada, pelos gestores, como o "gargalo" do SUS e um dos principais obstculos para a construo da integralidade. Para enfrentar essa situao, o gestor municipal investiu na informatizao dos servios, como medida isolada e, ainda, sem considerar a necessidade dos usurios. Sendo assim, essa incorporao tecnolgica teve pouco impacto na melhoria do acesso, o que se confirmou no relato dos usurios. Discute-se que para o enfrentamento de um problema to complexo so necessrias aes articuladas, tanto no mbito da poltica de sade, quanto da organizao dos servios, bem como a (re)organizao do processo de trabalho em todos os nveis do sistema de sade

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OBJETIVO: Compreender os sentidos que bioeticistas brasileiros atribuem aos princpios da universalidade e da integralidade no sistema pblico de sade brasileiro. PROCEDIMENTOS METODOLGICOS: Estudo exploratrio qualitativo, realizado com 20 professores universitrios de biotica atuantes no campo das cincias da sade, com funes de diretores e ex-diretores da Sociedade Brasileira de Biotica e de diretorias regionais, no perodo de julho de 2007 a julho de 2008. Foram realizadas entrevistas semi-estruturadas, com perguntas abertas, sendo realizada anlise de contedo. ANLISE DE RESULTADOS: Quanto ao princpio da universalidade de acesso dos cidados brasileiros a um sistema pblico, as manifestaes dos entrevistados se posicionaram majoritariamente em prol de sua manuteno. Todavia, quanto ao princpio da integralidade, as divergncias foram manifestas, ensejando a maioria em restringi-lo. CONCLUSES: Os bioeticistas relatam pluralismo de valores morais e dificuldades em decidir moralmente sobre o que seria um sistema de sade justo

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The purpose of this article is to initiate a philosophical discussion about the ethical component of professional competence in nursing from the perspective of Brazilian nurses. Specifically, this article discusses professional competence in nursing practice in the Brazilian health context, based on two different conceptual frameworks. The first framework is derived from the idealistic and traditional approach while the second views professional competence through the lens of historical and dialectical materialism theory. The philosophical analyses show that the idealistic view of professional competence differs greatly from practice. Combining nursing professional competence with philosophical perspectives becomes a challenge when ideals are opposed by the reality and implications of everyday nursing practice.

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O Sistema nico de Sade (SUS) pode ser considerado uma das maiores conquistas sociais consagradas na Constituio de 1988, representando a materializao de uma nova concepo acerca da sade no Brasil. As diretrizes do SUS so importantes instrumentos indutores de mudanas e modernizao da gesto, incluindo aspectos relativos organizao da assistncia, como sua humanizao e tambm a busca de maiores nveis de desempenho e responsabilidade institucional para com os resultados alcanados. Diversos autores tem se debruado sobre o tema gesto, porm, qual o modelo de gesto que conseguiria combinar um papel ativo, de liderana e de coordenao para gestores com autonomia? Este estudo objetiva analisar a prtica da gesto nos servios de sade do municpio de Itapemirim/ES, buscando compreender as mltiplas e complexas dimenses que orientam essa prtica, tendo como principal fonte as entrevistas de seus gestores. O municpio adota uma poltica de gesto participativa na sade com vrias instncias formais e pratica um investimento em sade acima do preconizado pela Constituio Federal o que permite um investimento em estruturao e oferta de servios pblicos. Do ponto de vista metodolgico, o estudo adota a abordagem qualitativa atravs de entrevistas semiestruturadas, focalizando a gesto como um mundo social e expresso dos processos presentes nas organizaes e que atravessam os relatos coletados. Foram entrevistados trs gestores, sendo esses, Secretrio Municipal de Sade, Diretora da Ateno Primria em Sade e Coordenadora de Estratgia Sade da Famlia do municpio de Itapemirim. A anlise do material emprico teve como um de seus eixos o estudo do percurso profissional dos gestores, especialmente os processos que os levaram funo de gesto. A contingncia marca essas trajetrias que se desenrolam em um contexto em que, em alguns dos casos, percebe-se que no existe qualquer exigncia quanto formao de gesto. Outro eixo abordado so as prticas de gesto onde so examinados os sentidos que o exerccio da funo de gestor tem para os sujeitos, como tambm as suas estratgias de trabalho, planejamento e ferramentas de uso. O exame das prticas de gesto norteia-se pela anlise das possibilidades e limites para desencadear processos de mudana. Os depoimentos apontam as caractersticas dessas experincias de gesto, que procuram construir condies para processos de mudana, seja atravs das experincias anteriores desses gestores ou das estratgias de trabalho e do sistema de gesto articulado que procuram desenvolver. Os projetos profissionais dos gestores entrevistadas vo claramente se definindo no mbito da gesto: se veem, no mais como profissionais de sua rea de formao original (enfermeiro, farmacutico ou cirurgio dentista), mas acima de tudo como gestores, alimentados pelo reconhecimento de suas capacidades de mobilizao e de desenvolvimento de mudanas relativas a outras realizaes no campo da gesto.