999 resultados para Obesidade Fatores de risco


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Dentre as doenças cardiovasculares, a Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) constitui importante fator de risco para complicações cardíacas, sendo uma das doenças mais prevalentes no mundo. No Brasil, a HAS afeta de 22,3% a 43,9% da população adulta. Na maioria dos casos a doença é assintomática e está associada com fatores de risco cardiovasculares sendo também, responsável pelo grande número de internações hospitalares, representando assim, custo socioeconômico muito elevado. Na área de abrangência da Equipe de Saúde da Família No.7 de PIAU, Piranhas, Alagoas, foram identificados os fatores de risco (FR): obesidade, sedentarismo, tabagismo, alcoolismo, dislipidemias que vem contribuindo para a alta prevalência da HAS, nessa população. Esses pacientes apresentam ainda maior dificuldade no controle da HAS e maior prevalência de doenças associadas. O objetivo do presente estudo foi propor um plano de intervenção para reduzir os fatores de risco dos pacientes com Hipertensão Arterial atendidos na área No. 7 de PIAU-Piranhas, Alagoas. Para tanto, foi utilizado o método de planejamento estratégico situacional (PES), o estudo foi descritivo e, em seguida foi elaborado o planejamento para construção do projeto de intervenção da área atendida. Foram realizadas reuniões semanais com a equipe de saúde, durante o período de um mês. Em seguida, foi elaborado o projeto para implementação de ações de intervenção na área de abrangência. Espera-se, portanto, alcançar melhor controle dos fatores de risco que se encontram associados à Hipertensão Arterial nos pacientes atendidos, permitindo que esses alcancem maior consciência para controle dessa doença, proporcionando aos pacientes hipertensos melhora na qualidade de vida, além de preparar os membros da equipe de saúde envolvidos no atendimento desses pacientes e sensibiliza-los sobre a doença.

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O Risco Cardiovascular é na atualidade um grande problema da Saúde Pública, que atinge todos os países do mundo, no Brasil como em outros países, a principal causa de morte está associada às Doenças Cardiovasculares, as quais tem manifestações nos vasos sanguíneos e coração. Existem vários fatores de risco que estão associados ao padecimento destas doenças. Podendo dividir eles num conjunto de fatores individuais sobre os quais se pode influir e modificar, e um conjunto de fatores não modificáveis, que também podem influir significativamente para o desenvolvimento dessas doenças. Utilizou-se o Método de Estimativa rápida para a seleção do problema principal e teve como objetivo montar um Plano para intervir no alto risco cardiovascular da população. De um total de 2.492 pessoas, 1.368 são maiores de 20 anos o que representa o 54,89% da população, deles 34% tem risco cardiovascular, onde foram incluímos os pacientes com HAS (Hipertensão Arterial Sistêmica), diabetes mellitus, obesidade, gordura abdominal, cardiopatias, dislipidemias, tabagistas, alcoólatras, etc. O projeto foi feito usando o Planejamento Estratégico Situacional (PES), conforme Campos, Faria, Santos (2010), mediante a pesquisa bibliográfica, na modalidade de revisão narrativa utilizando as bases de dados da LILACSe SciELO. Utilizou-se os descritores de Ciencias da Saúde como: Doenças cardiovasculares e educação em saúde. Tem-se como objetivo diminuir os fatores de risco que influenciam a alta taxa de morbimortalidade associadas ao Risco Cardiovascular e aumentar o nível de conhecimento da população que abrange a Unidade Básica de Saúde Vila Nova em Colônia Leopoldina, Alagoas, como dos profissionais de saúde, deixando um legado que impulse a realização de futuros estudos assim como manter a Educação Permanente como um instrumento necessário para a diminuição de incidência de Riscos Cardiovasculares.

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A Diabetes Mellitus é uma doença que tem aumentado em nosso meio nos últimos anos, considerada um problema de saúde mundial, responsável de grande parte das mortes cardiovasculares e a causa de estado de invalidez pelas sequelas. Os grandes responsáveis dessa doença são fatores de risco como sedentarismo, obesidade e modos de vida pouco saudáveis. O diabetes mellitus é um fator de risco importante para doenças cardiovasculares, renais e deficiências por cegueira e amputação de membros inferiores. O trabalho tem como objetivo principal elaborar um plano de ação para modificar fatores de risco que influenciam na qualidade da atenção aos pacientes portadores de Diabetes Mellitus. Inicialmente foi realizado um diagnóstico situacional (pelo método da Estimativa Rápida) para conhecer melhor os problemas da comunidade e eleição das prioridades. Depois, foi realizada uma revisão da literatura sobre o tema eleito em bases de dados, tais como: SciELO, BVS e site do NESCON, selecionando artigos científicos publicados entre os anos de 1997 e 2015. Para a construção do plano de ação seguiu-se o método Planejamento Estratégico Situacional, concluiu-se que a identificação e modificação dos fatores de risco que influem sobre os pacientes com Diabetes Mellitus nos permite melhorar a qualidade de vida dos pacientes portadores da doença. Para isto e necessário a integração da equipe como um todo com possível articulação de diferentes estratégias, setores sócias e governamentais.

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Foi realizado um projeto de intervenção educativa com o objetivo de aumentar os conhecimentos sobre os principais fatores de risco para a hipertensão arterial dos usuários cadastrados na USF Esperança do município Brazópolis, no estado de Minas Gerais, no período de dezembro de 2014 a julho 2015. O universo estudado foi todos os usuários cadastrados maiores de 15 anos na USF referida e a amostragem foi aleatória. Inicialmente, foram analisados alguns parâmetros que definem os conhecimentos da hipertensão arterial através de um questionário de rastreamento, elaborado pelo próprio autor, que se aplicará antes da intervenção para identificar o conhecimento que se tem da doença e depois das intervenções educativas para avaliar e comprovar se houve aumento dos conhecimentos sobre os fatores de risco na hipertensão arterial e a influência desta em seu comportamento. Foram analisados fatores não modificáveis (idade, sexo, raça, história familiar) e fatores modificáveis (escolaridade, sedentarismo, hábitos tóxicos, obesidade, dislipidemias). Esperava-se que 100% dos participantes elevem o nível de conhecimento para permitir a identificação precoce dos sintomas desta doença, contribuindo para a melhora da qualidade de vida, evidenciado pela redução dos níveis pressóricos e de suas complicações. Estes resultados foram expressos em gráficos e tabelas para os profissionais da Unidade de Saúde, demostrando a eficácia da intervenção educativa para aumentar o nível de conhecimento e melhorar a qualidade de vida dos pacientes

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A Hipertensão Arterial Sistêmica é uma doença caracterizada pela elevação dos níveis tensionais no sangue. à uma síndrome metabólica geralmente acompanhada por outras alterações, como obesidade entre outras patologias. O objetivo desse estudo de intervenção é conhecer os fatores de risco mais frequentes associados à hipertensão arterial sistêmica nos usuários da Unidade Básica de Saúde Jardinópolis, município de Divinópolis/MG. O universo deste estudo serão pessoas com o diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica e com idade superior a 18 anos. Depois de identificados e analisados os problemas fundamentais no diagnóstico situacional de saúde na Unidade Básica de Saúde Jardinópolis em Divinópolis, mediante o processo de estimativa rápida, utilizou-se o método do Planejamento Estratégico Situacional para a elaboração de plano de ação sobre o problema prioritário escolhido pela equipe, com poucos gastos e com a participação da comunidade. Desta forma elencaram-se dados que refletem as condições e especificidades locais. Para realizar a Estimativa Rápida utilizaram-se como fonte as consultas, visitas e grupos do Sistema de Cadastramento e Acompanhamento de Hipertensos e Diabéticos além da própria observação da equipe. A partir destas informações, utilizando a Metodologia do Planejamento Estratégico Situacional, foi definido o Plano de Intervenção. O projeto será implementado entre os meses de janeiro de 2016 a dezembro de 2016, em três diferentes etapas: visitas domiciliares de controle e acompanhamento dos usuários com hipertensão arterial sistêmica realizadas pelos agentes comunitários de saúde; consulta de enfermagem com orientação pertinente; entrevista com a finalidade de conhecer os fatores de risco mais frequentes associados à hipertensão arterial sistêmica. Posteriormente, ao se evidenciar a presença relevante de fatores de risco destacaremos a necessidade das modificações no estilo de vida dos usuários com momentos dialógicos e de educação em saúde. Com a execução deste projeto esperamos aprimorar o conhecimento sobre os fatores de risco associados à HAS, reduzindo a mortalidade e os riscos de morbimortalidade desta população

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A hipertensão arterial sistêmica é uma doença crônica com alta prevalência na população brasileira e mundial, com elevado custo econômico e social, principalmente em decorrência das suas complicações. A causa exata na maioria dos casos de hipertensão não é identificada, porém sabe-se que é uma condição multifatorial. Vários são os fatores de risco que associados entre si e a outras condições favorecem o aparecimento desta patologia, sendo eles: idade, sexo, hereditariedade, raça, obesidade, estresse, anticoncepcionais orais, dieta rica em sódio e gorduras e diabetes mellitus. Após o diagnóstico de hipertensão arterial faz-se necessário a mudança no estilo de vida do indivíduo. Alterar esse estilo de vida não é uma tarefa fácil, porém se torna útil. Dessa maneira o objetivo do tratamento será alcançado e o cliente poderá usufruir de uma vida mais saudável. Este trabalho tem como objetivo elaborar um projeto de intervenção para modificar os fatores de risco nos pacientes em estudo com Hipertensão Arterial. O presente trabalho foi realizado através de três etapas: diagnóstico situacional, revisão de literatura e elaboração do plano de intervenção

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A Hipertensão Arterial Sistêmica é conceituada pela V Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial como uma síndrome caracterizada pela presença de níveis tensionais elevados associados a alterações metabólicas, hormonais e a fenômenos tróficos, que consistem na hipertrofia cardíaca e vascular. Trata-se de uma síndrome de origem multifatorial, sendo considerados os valores, a partir de 139 mmhg para a Pressão Arterial Sistólica e 89 mmhg para a Pressão Arterial Diastólica nos indivíduos adultos. Certas circunstâncias aumentam a probabilidade de ter hipertensão, que são conhecidas como fatores de risco modificáveis e não modificáveis. Destacam-se como fatores de risco, excesso de peso ou obesidade, predisposição hereditária, sedentarismo, idade avançada, dieta rica em sal e gorduras, raça negra, dieta pobre em fruta fresca e vegetais, sexo masculino, consumo excessivo de álcool. Considerando que o principal problema é a prevalência de HAS, torna-se necessário conhecê-lo de forma abrangente, suas causas e suas consequências. O Programa de Saúde da Família se operacionaliza na Unidade Básica de Saúde Alcides Peixoto 2, no município de Crato-Ceará. A área  tem uma população de 1091 pacientes, destes 446 são do sexo masculino e 645 do sexo feminino, dos quais 108 (9,9%) têm diagnóstico de hipertensão arterial. Acredita-se que deve haver um subregistro, levando-se em conta que esta doença não raramente cursa de forma silenciosa. Portanto, o problema prioritário neste território é a alta prevalência de HAS não controlada. Urge pensar-se em estratégias relacionadas a protocolos e diretrizes bem estabelecidos. Devendo ser comtemplados a assistência e o controle de medicamentos, redimensionamento nas atitudes da equipe multiprofissional e na educação em saúde dos pacientes com uma sistematização de planejamento, discussão e avaliação. Este estudo é justificado pela alta prevalência de hipertensão arterial na comunidade do Parque Grangeiro 2, no município, bem como pelo grande número de pacientes com fatores de riscos como: maus hábitos dietéticos, sedentarismo, tabagismo e uso de bebidas alcoólicas que foram encontrados durante o processo de cadastramento na área de abrangência.

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O município de Sete Lagoas esta situado na região central do estado de Minas Gerais, a 70 km da capital do estado, Belo Horizonte, com uma população de 227.571 habitantes. O Programa de Saúde da Família foi implantado em Sete Lagoas MG no ano de 2001 e hoje conta com 46 equipes. Esse trabalho está relacionado à Equipe de Saúde de Fazenda Velha que, tem uma população de 566 famílias cadastradas e 3.521 pessoas, 561 pacientes maiores de 60 anos, dos quais 138 são hipertensos para um 24,5%. Por seu caráter pandêmico, os riscos cardiovasculares, as nefropatias, as retinopatias hipertensivas etc, caracterizou-se a alta incidência de hipertensão arterial sistêmica como um problema prioritário em pacientes idosos, para o qual esse trabalho apresenta um plano de intervenção, planejamento Estratégico Situacional, com definição de quatro nós críticos a atuar: (1) Baixo nível de informação sobre a doença e dos fatores de risco para HAS (2) Estilos de vida inadequado para saúde: falta de exercícios físicos, estresse (3) Alimentação inadequada: sobrepeso; obesidade; diabetes (4) Abandono do tratamento medicamentoso. Para cada um dos problemas é apresentado um projeto, com definição de operação a realizar, resultados e produtos esperados, recursos necessários, responsáveis, cronograma e processo de gesto e acompanhamento.

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Universidade Estadual de Campinas . Faculdade de Educação Física

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Estudos populacionais sobre mortalidade neonatal de nascimentos de muito baixo peso ao nascer contribuem para identificar sua complexa rede de fatores de risco. Foi estudada uma coorte de 213 recém-nascidos com peso inferior a 1.500g (112 óbitos neonatais e 101 sobreviventes) na Região Sul do Município de São Paulo, Brasil, em 2000/2001. Foram realizadas entrevistas domiciliares e obtidos dados de prontuários hospitalares. Foi realizada análise de sobrevida e empregada regressão múltipla de Cox. A elevada mortalidade na sala de parto, no primeiro dia de vida e ausência de sobreviventes < 700g dos nascimentos < 1.000g e com menos de 28 semanas sugere que condutas mais ativas destinam-se a nascituros de maior viabilidade. Mães residentes em favela, com história anterior de cesárea e aborto provocado, adolescentes, com sangramento vaginal e ausência de pré-natal aumentaram o risco de óbito neonatal. Partos cesarianos e internação em berçários mostraram efeito protetor. O peso ao nascer abaixo de 1.000g e Apgar menor que 7 foram risco. A elevada mortalidade está associada às condições de vida, características maternas e dos nascimentos e condições assistenciais. A melhoria da atenção pré-natal e ao recém-nascido pode atuar na redução da mortalidade.

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Objetivou-se identificar fatores de risco para nascimentos pré-termo por meio de estudo caso-controle populacional que envolve nascidos vivos hospitalares de mães residentes em Londrina, Paraná, Brasil. Os casos foram os 328 nascimentos pré-termo e os controles, uma amostra proporcional de 369 nascimentos com 37 semanas ou mais. Realizou-se análise de regressão logística múltipla hierarquizada. Verificou-se associação (p < 0,05) para as variáveis: sócio-econômicas - moradia em favela e baixa idade do chefe familiar; características maternas: IMC < 19 e > 30kg/m², com filho anterior pré-termo, com tratamento para engravidar; características maternas durante a gestação: com companheiro há no máximo dois anos, preocupações, bebida alcoólica semanal, pré-natal inadequado, prática de caminhada como proteção; agravos na gestação - sangramento, infecção do trato genital, volume alterado do líquido amniótico, hipertensão arterial e internação; gestação múltipla. A identificação de fatores de risco e a melhoria da qualidade da atenção pré-concepcional e pré-natal podem reduzir a prematuridade.

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OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi comparar estimativas obtidas em inquéritos domiciliar e telefônico, da realização dos exames de Papanicolaou e mamografia em mulheres residentes no município de São Paulo em 2008, segundo características sociodemográficas, bem como dimensionar as diferenças observadas. MÃTODOS: Foram utilizados os dados do ISA - Capital 2008, inquérito domiciliar realizado no município de São Paulo pela Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e Secretaria de Estado da Saúde com apoio da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, e do VIGITEL - São Paulo, inquérito telefônico realizado pelo Ministério da Saúde para Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas. Estimativas da realização do exame de Papanicolaou e mamografia na vida, bem como a realização no último ano foram comparadas segundo o tipo de inquérito (domiciliar/telefone) por meio de regressão de Poisson ajustada por idade e escolaridade. RESULTADOS: Não foram encontradas diferenças estatisticamente significantes entre as estimativas obtidas pelo VIGITEL e ISA - Capital para as prevalências de realização de mamografia no último ano. No entanto, para as estimativas globais de realização do exame de Papanicolaou alguma vez na vida e no último ano e da mamografia na vida, foi possível verificar diferenças estatisticamente significantes, com prevalências de cobertura superiores entre as entrevistadas pelo inquérito telefônico. CONCLUSÃO: Os resultados sinalizam a tendência de superestimação de alguns indicadores de cobertura de mamografia e de exame de Papanicolaou nos dados de pesquisa via telefone, apontando a necessidade de novos estudos que também contribuam para o melhor entendimento das diferenças observadas com o uso de diferentes modalidades de inquéritos.

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Este trabalho apresenta métodos e resultados da implantação de sistema de vigilância de fatores de risco para doenças não transmissíveis entre adolescentes. Uma amostra (n = 1.699) probabilística de alunos de oitava série do ensino fundamental da rede pública municipal de ensino do Rio de Janeiro, Brasil, respondeu a questionário autopreenchido anônimo sobre consumo alimentar, atividade física, atividades sedentárias de lazer e consumo de cigarro. Estimativas de prevalência dos fatores de risco foram calculadas para o total da amostra e segundo sexo. Taxas de não resposta variaram de 0,2% a 13,4%. Foram observados: baixo consumo de frutas (45,8%) e hortaliças (20% e 16,5% para saladas e legumes cozidos), consumo freqüente de refrigerantes (36,7%), balas e doces (46,7%), grande quantidade de horas alocadas em frente à TV, computador ou videogame (71,7% alocam pelo menos 4h/dia nestas atividades), baixa freqüência de prática regular de atividade física (40%) e prevalência de 6,4% de fumantes. Meninas apresentaram menores índices de atividade física e maiores de consumo de cigarro. O sistema testado mostrou-se factível e indicou prevalências relevantes de fatores de risco para doenças não transmissíveis.

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OBJETIVO: Descrever os fatores de risco e proteção para doenças crônicas não transmissíveis resultantes do Sistema de Vigilância por Inquérito Telefônico (VIGITEL) em 2009. METODOLOGIA: Prevalências dos principais fatores de risco e proteção foram estimadas na população >18 anos a partir de entrevistas telefônicas em amostras probabilísticas da população coberta por telefonia fixa nas capitais de estados do Brasil e no Distrito Federal, segundo sexo, faixa etária e escolaridade. RESULTADOS: Foram realizadas 54.367 entrevistas. Fumantes e ex-fumantes corresponderam a 15,5e 22% da população adulta brasileira, respectivamente. O excesso de peso atinge 46,6% dos adultos; 33% relataram consumo de carne com gordura e 18,9% afirmaram consumir bebida alcoólica de forma abusiva. Tais fatores de risco são mais prevalentes em homens e em geral nos indivíduos jovens e de menor escolaridade. A prevalência de atividade física no lazer é de 18,8% (IC95% 17,4-20,1) em homens e de 11,3% (IC95% 10,6-12,0) nas mulheres. A inatividade física atinge 15,6% da população e aumenta com a idade. O consumo de frutas, legumes e verduras e a atividade física no lazer são mais frequentes em homens e mulheres com mais anos de estudo. Diagnóstico de hipertensão arterial foi referido por 21,1% (IC95% 19,6-22,5) dos homens e 27,2% (IC95% 25,8-28,5) das mulheres. A prevalência de diabetes foi de 5,8%. CONCLUSÃO: Os resultados apontaram comportamentos em saúde distintos de acordo com o sexo, idade e escolaridade da população e reforçam a tendência de queda do tabagismo e aumento no excesso de peso no Brasil.