916 resultados para Exercise intensity
Resumo:
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
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The maximal lactate steady state (MLSS) is the highest blood lactate concentration that can be identified as maintaining a steady state during a prolonged submaximal constant workload. The objective of the present study was to analyze the influence of the aerobic capacity on the validity of anaerobic threshold (AT) to estimate the exercise intensity at MLSS (MLSS intensity) during cycling. Ten untrained males (UC) and 9 male endurance cyclists (EC) matched for age, weight and height performed one incremental maximal load test to determine AT and two to four 30-min constant submaximal load tests on a mechanically braked cycle ergometer to determine MLSS and MLSS intensity. AT was determined as the intensity corresponding to 3.5 mM blood lactate. MLSS intensity was defined as the highest workload at which blood lactate concentration did not increase by more than 1 mM between minutes 10 and 30 of the constant workload. MLSS intensity (EC = 282.1 ± 23.8 W; UC = 180.2 ± 24.5 W) and AT (EC = 274.8 ± 24.9 W; UC = 187.2 ± 28.0 W) were significantly higher in trained group. However, there was no significant difference in MLSS between EC (5.0 ± 1.2 mM) and UC (4.9 ± 1.7 mM). The MLSS intensity and AT were not different and significantly correlated in both groups (EC: r = 0.77; UC: r = 0.81). We conclude that MLSS and the validity of AT to estimate MLSS intensity during cycling, analyzed in a cross-sectional design (trained x sedentary), do not depend on the aerobic capacity.
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O Limiar Anaeróbio (Lan) pode ser determinado por protocolos que utilizam concentrações fixas de lactato sanguíneo como o OBLA (Onset of Blood Lactate Accumulation) e os que utilizam procedimentos mais individualizados, como o Lactato Mínimo (Lacmin). Independente do método, a mensuração da capacidade aeróbia através do Lan nesses casos exige a utilização de equipamentos sofisticados, além do elevado custo por atleta, o que torna sua aplicação limitada. Como alternativa, um dos testes não invasivos mais empregados no meio esportivo é o de 12 minutos proposto por Cooper. O objetivo principal do presente estudo foi comparar a intensidade de exercício obtida pelo teste de 12min com as intensidades correspondentes ao Lan obtido pelo protocolo adaptado ao de Tegtbur et al. (1993) (Lac minat) e pelo OBLA em futebolistas profissionais. Para tanto participaram 16 atletas pertencentes a uma equipe profissional filiada à série A3 do futebol paulista. Cada atleta foi avaliado nos três protocolos, com intervalo mínimo de 48 e máximo de 72 horas. Os resultados mostraram diferença (p < 0,05) entre as velocidades (km.h-1) obtidas pelo teste de Cooper (15,09 ± 0,94) e OBLA (14,28 ± 1,02); entretanto, esses testes apresentaram correlação significativa. Cooper e OBLA não apresentaram correlação com o Lac minat, mas as velocidades foram similares com esse protocolo. Dessa maneira, a partir da análise de regressão entre os valores de Cooper e OBLA foi possível determinar uma equação de correção que permita, através do teste de Cooper, a obtenção da intensidade correspondente ao Lan determinado pelo OBLA em futebolistas profissionais.
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
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A relação linear entre intensidade do exercício e taxa de aumento da atividade neuromuscular avaliada pela eletromiografia permite a estimativa do limiar de fadiga, que seria a intensidade que poderia ser mantida indefinidamente sem aumento dos sinais eletromiográficos ao longo do tempo. Levantou-se a hipótese de que a percepção subjetiva de esforço teria comportamento semelhante ao da ativação neuromuscular e que um limiar de esforço percebido (LEP), identificado de forma semelhante ao limiar de fadiga eletromiográfica, poderia coincidir com a velocidade crítica (VCrit). Treze indivíduos de ambos os sexos (23,0 ± 2,5 anos), em uma piscina de 15m de extensão e 2,5m de profundidade, realizaram três testes exaustivos de corrida aquática para determinação dos parâmetros do modelo de velocidade crítica, reportando o esforço percebido (escala de Borg de 6-20 pontos), a cada 15m. Para identificação do LEP, os coeficientes de inclinação das retas do aumento do esforço percebido no tempo (ordenada) e velocidades utilizadas (abscissa) foram ajustados a uma função linear que fornecia um ponto no eixo da velocidade onde, teoricamente, o esforço percebido seria estável indefinidamente. A VCrit foi estimada pelas equações usadas no modelo de velocidade crítica. Para comparação das estimativas de VCrit e do LEP, e de suas associações, foi feita ANOVA para medidas repetidas (p < 0,05) e calculada a correlação de Pearson. Os dados obtidos para a determinação da VCrit atenderam aos critérios adotados para a validade do modelo; a VCrit e o LEP não apresentaram diferença estatística (0,23 ± 0,02m/s x 0,24 ± 0,03m/s) e foram significativamente correlacionados (r = 0,85). Esses resultados sugerem que o LEP parece representar a intensidade máxima de exercício em que variáveis fisiológicas e psicofísicas encontrariam estabilidade, e que esse índice pode ser utilizado na determinação da VCrit.
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O objetivo do presente estudo foi avaliar a aptidão aeróbia em testes de caminhada com carga externa aplicada por meio da inclinação da esteira, a partir da relação não linear entre inclinação da esteira e tempo até a exaustão em velocidade fixa. Doze indivíduos do gênero masculino com 23,2 ± 2,7 anos de idade, 74,0 ± 7,9kg de massa corporal e 23,7 ± 2,5kg·(m²)-1 de IMC, realizaram duas etapas de testes de caminhada em esteira ergométrica com velocidade fixa de 5,5km·h-1 em todos os testes e sobrecarga de intensidade aplicada por meio de inclinação da esteira (%). A etapa 1 consistiu de três testes retangulares até a exaustão voluntária, nas intensidades de 18%, 20% e 22% de inclinação, para determinação dos parâmetros do modelo de potência crítica por dois modelos lineares e um hiperbólico. A etapa 2 consistiu na determinação da intensidade correspondente ao máximo estado estável de lactato sanguíneo (MEEL). ANOVA demonstrou que o modelo hiperbólico (15,4 ± 1,1%) resultou em estimativa significativamente menor que os outros dois modelos lineares inclinação-tempo-1 (16,0 ± 1,0%) e hiperbólico linearizado tempo-1-inclinação (15,9 ± 1,0%), porém, houve alta correlação entre os modelos. Os dois modelos lineares superestimaram a intensidade do MEEL (14,1 ± 1,4%), e o modelo hiperbólico, mesmo sem diferença estatística, apresentou fraca correlação, com baixa concordância em relação ao MEEL. Conclui-se que a relação inclinação-tempo até a exaustão, em testes de caminhada, não permitem a estimativa de intensidade de exercício suportável por longo período de tempo.
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Objective. The aim of this study was to analyze the relationships between the rate of perceived exertion (RPE) of a whole exercise session (RPE-S) and objective measures of exercise intensity during a karate training session.Methods. Eight well-trained karate athletes performed a single training session involving basic karate techniques and sparring. Heart rate (HR) was continuously monitored, while blood lactate ([lac]13) and rating of perceived exertion using the Borg's 6-20 scale were taken each 10-min during exercise. Athletes were also asked to rate their RPE-S using a modified CR-10 scale 30-min after exercise.Results. Significant relationships (P<0.05) were found between RPE-S and mean values of %HRmax (r(p) = 0.91), %HR reserve (r(p) = 0.87), [lac]b(r(p) = 0.96), and RPE (r(p) = 0.78) during the session, but not between RPE-S and the duration of exercise bout (r(s) = 0.28; P > 0.05). RPE-S was also significantly related (P < 0.05) to percentage of time sustained under ventilatory thresold (VT) (r(p) = 0.96), between VT and respiratory compensation point (RCP) (r(p) = 0.93) and above RCP (r(p) = 0.96).Conclusion. These results suggest RPE-S to be a valid tool for assessing interindividual variations in global exercise intensity during karate training. (C) 2010 Elsevier Masson SAS. All rights reserved.
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The objective of this study was to compare the power corresponding to maximal lactate steady state determined through continuous (MLSSC) and intermittent protocol with active recovery (MLSSI). Ten trained male cyclists (25 +/- 4 yr., 72.5 +/- 10.6 kg, 178.5 +/- 4.0 cm), performed the following tests on a cycle ergometer: (1) incremental test until voluntary exhaustion to determine the maximal power (Pmax); (2) two to five constant workload tests to determine MLSSC, and; 3) two to three constant workload tests to determine MLSSI, consisting on eight repetitions of four minutes interspersed by two minutes of recovery at 50% Pmax. The MLSSC (273.2 +/- 21.4 W) was significantly lower than MLSSI (300.5 +/- 23.9 W). With base on these data, it can be verified that the intermittent exercise mode utilized in this study, allows an increase of 10% approximately, in the exercise intensity corresponding to MLSS.
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
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O objetivo deste estudo foi comparar a intensidade de exercício no lactato mínimo (LACmin), com a intensidade correspondente ao limiar de lactato (LL) e limiar anaeróbio (LAn). Participaram do estudo, 11 atletas do sexo masculino (idade, 22,5 + 3,17 anos; altura, 172,3 + 8,2 cm; peso, 66,9 + 8,2kg; e gordura corporal, 9,8 + 3,4%). Os indivíduos foram submetidos, em uma bicicleta eletromagnética (Quinton - Corival 400), a dois testes: 1) exercício contínuo de cargas crescentes - carga inicial de 100W, com incrementos de 25W a cada três min. até a exaustão voluntária; e 2) teste de lactato mínimo - inicialmente os indivíduos pedalaram duas vezes 425W (+ 120%max) durante 30 segundos, com um min. de intervalo, com o objetivo de induzir o acúmulo de lactato. Após oito min. de recuperação passiva, os indivíduos iniciaram um teste contínuo de cargas progressivas, idêntico ao descrito anteriormente. O LL e o LAn foram identificados como sendo o menor valor entre a razão - lactato sanguíneo (mM) / intensidade de exercício (W), e a intensidade correspondente a 3,5mM de lactato sanguíneo, respectivamente. O LACmin foi identificado como sendo a intensidade correspondente a menor concentração de lactato durante o teste de cargas progressivas. Não foi observada diferença significante entre a potência do LL (197,7 + 20,7W) e do LACmin (201,6 + 13,0W), sendo ambas significantemente menores do que do LAn (256,7 + 33,3W). Não foram encontradas também diferenças significantes para o (ml.kg-1.min-1) e a FC (bpm) obtidos no LL (43,2 + 5,01; 152,0 + 13,0) e no LACmin (42,1 + 3,9; 159,0 + 10,0), sendo entretanto significantemente menores do que os obtidos para o LAn (52,2 + 8,2; 174,0 + 13,0, respectivamente). Pode-se concluir que o teste de LACmin, nas condições experimentais deste estudo, pode subestimar a intensidade de MSSLAC (estimada indiretamente pelo LAn), o que concordacom outros estudos que determinaram a MSSLAC diretamente. Assim, são necessários mais estudos que analisem o possível componente tempo-dependente (intensidade inicial) que pode existir no protocolo do LACmin.
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
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A prática do ciclismo off-road (mountain biking - MTB), cresceu muito nas últimas duas décadas, sendo incluído como esporte olímpico, nos Jogos de Atlanta em 1996, na modalidade Cross Country. Na última década, houve um aumento no número de publicações científicas que verificaram a demanda fisiológica durante competições, assim como o estudo de possíveis preditores da performance nesta modalidade. O objetivo deste estudo de revisão foi descrever alguns aspectos fisiológicos específicos do MTB Cross Country (MTB CC) competitivo (intensidade de provas, perfil fisiológico de atletas de elite, uso de suspensões e determinantes da performance em subidas). Observa-se na literatura analisada que as provas de MTB CC parecem impor uma sobrecarga fisiológica maior, quando analisada através da frequência cardíaca, do que provas de ciclismo de estrada com duração semelhante. Entretanto, quando analisada pela potência de pedalada, observa-se claramente a característica intermitente da modalidade, com variações de potência durante a prova entre zero e 500W, e potência média relativamente baixa em comparação aos valores de FC encontrados. Outro fator importante levantado neste estudo são as alterações fisiológicas decorrentes do uso de suspensões nas bicicletas de MTB CC. O uso deste equipamento reduz o estresse muscular provocado pelo terreno acidentado, embora pareça não afetar o gasto energético total, tanto em percurso plano como em subidas. Entretanto, é fato que o desempenho em circuitos acidentados é melhorado com o uso das suspensões. Com base nos estudos abordados nessa revisão, conclui-se que o MTB CC enquanto modalidade competitiva apresenta uma grande variação de intensidade (avaliada através da potência), sendo esta atribuída principalmente ao tipo de terreno (irregular e com muitas aclives e declives acentuados) em que as provas de MTB CC acontecem.
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The running velocities associated to lactate minimum (V-lm), heart rate deflection (V-HRd), critical velocity (CV), 3000 M (V-3000) and 10000 m performance (V-10km) were compared. Additionally the ability of V-lm and VHRd on identifying sustainable velocities was investigated.Methods. Twenty runners (28.5 +/- 5.9 y) performed 1) 3000 m running test for V3000; 2) an all-out 500 in sprint followed by 6x800 m incremental bouts with blood lactate ([lac]) measurements for V-lm; 3) a continuous velocity-incremented test with heart rate measurements at each 200 m for V-HRd; 4) participants attempted to 30 min of endurance test both at V-lm(ETVlm) and V-HRd(ETVHRd). Additionally, the distance-time and velocity-1/time relationships produced CV by 2 (500 m and 3000 m) or 3 predictive trials (500 m, 3000 m and distance reached before exhaustion during ETVHRd), and a 10 km race was recorded for V-10km.Results. The CV identified by different methods did not differ to each other. The results (m(.)min(-1)) revealed that V-.(lm) (281 +/- 14.8)< CV (292.1 +/- 17.5)=V-10km (291.7 +/- 19.3)< V-HRd (300.8 +/- 18.7)=V-3000 (304 +/- 17.5) with high correlation among parameters (P < 0.001). During ETVlm participants completed 30 min of running while on the ETVHRd they lasted only 12.5 +/- 8.2 min with increasing [lac].Conclusion. We evidenced that CV and Vim track-protocols are valid for running evaluation and performance prediction and the parameters studied have different significance. The V-lm reflects the moderate-high intensity domain (below CV), can be sustained without [lac] accumulation and may be used for long-term exercise while the V-HRd overestimates a running intensity that can be sustained for long-time. Additionally, V-3000 and V-HRd reflect the severe intensity domain (above CV).
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The objective of this study was to determine the critical speed (CS) for track cycling and to assess whether a lactate steady state occurs at this speed. Fourteen competitive cyclists performed the following tests on an official cycling track (333.3 m): 1) incremental test for determination of the intensity corresponding to 4 mM of blood lactate (onset of blood lactate accumulation, OBLA) and maximal oxygen uptake (VO(2)max); 2) CS: 3 maximal bouts for distances of 2, 4 and 6 km executed in random order and with a period of recovery of 40 to 50 min between bouts. CS was determined for each subject from the linear regression between the distance and the time taking to cycle it; 3) Endurance test in which subjects were instructed to pedal at 100% of their individually determined CS for 30 min. At the 10(th) and 30(th) min (or upon exhaustion), 25 mul of blood were collected from ear lobe for later analysis of blood lactate [Lac]b. An increase less than or equal to1 mM between 10 and 30 min of exercise was considered as the criterion for the occurrence of the lactate steady state. CS (49.6 +/- 8.6 ml.kg(-1).min(-1); 36.9 +/- 2.7 km.h(-1)) was significantly higher than OBLA (43.7 8.0 ml.kg(-1).min(-1); 35.24 +/- 2.6 km.h(-1)) although the two parameters were highly correlated (r=0.97). During the endurance test, only 8 of the 14 subjects completed the 30 min period at CS. of these 8 subjects, only 2 presented a lactate steady state. Time to exhaustion at CS was 20.3 +/- 1.6 min for the remaining 6 subjects. The 12 subjects who did not reach a lactate steady state presented mean [Lac]b values of 7.4 +/- 1.3 mM at 10 min and of 9.4 +/- 1.9 mM at the end of the test (exhaustion), characterizing an exercise intensity of high lactacidemia. on the basis of the present results, we can conclude that CS determined by a track cycling test seems to overestimate the intensity of the maximal lactate steady state for most subjects.