991 resultados para Cultural Economics


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A década de 1950 foi marcada por inúmeras transformações, sociais, políticas e econômicas, decorrentes da industrialização em curso no Brasil. Alguns setores da sociedade, como as elites políticas e um grupo de intelectuais, sentiram a necessidade de pensar as políticas educacionais entendendo o processo educacional como dimensão essencial da realidade brasileira por meio de publicações de numerosos trabalhos. Assim, foi criado no dia 14 de julho de 1955, o ISEB (Instituto Superior de Estudos Brasileiros), ainda no governo Café Filho, mas iniciou suas atividades no mandato de Juscelino Kubitschek. Era um instituto ligado ao Ministério da Educação e Cultura (MEC), porém gozava de autonomia administrativa e seus integrantes possuíam liberdade de pesquisa. Tinha como objetivo ser um local de estudos e debates para discutir o desenvolvimento do Brasil. Eram reflexões voltadas para o âmbito das Ciências Sociais como: Economia, Filosofia, Sociologia, História e Política, e a partir delas, buscava-se instaurar o debate, dialogar com a sociedade mediante palestras em institutos importantes na época e ainda, conferências em São Paulo, patrocinadas pelo Centro da Federação das Indústrias (FIESP). Seus trabalhos principais foram: a publicação de livros, artigos, jornais e a realização de conferências, além de São Paulo, em outras cidades, como Brasília e Rio de Janeiro. Por ser constituído de intelectuais de diferentes vertentes ideológicas, emergiam muitos atritos de ideias, o que, consequentemente, provocou várias crises dentro do instituto. Alguns, como Hélio Jaguaribe, defendiam que a instauração de um processo de desenvolvimento teria como direção a burguesia industrial. Em face do exposto, esta pesquisa investigou o papel pedagógico do ISEB, por meio da análise de suas publicações e dos cursos por ele ministrados. A proposta se deu no sentido de compreender seus dois momentos: o primeiro, durante o governo de Juscelino Kubitschek, e o segundo, no governo de João Goulart, buscando qualificar ideológica e pedagogicamente cada um deles. O estudo evidenciou que o ISEB possuía uma dimensão pedagógica, a qual, apesar de não estar descrita em seu estatuto, encontrava-se implícita em suas publicações, cursos e palestras.

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The European Leonardo da Vinci Transfer of Innovation project “Teacher training to improve attractiveness and quality of management education through the simulation tool ‘Emerald Forest’” which emphases on using the computer simulation tool for increasing attractiveness of teaching and learning in economics is presented in this paper. The observation of using computer systems and especially serious games in education is provided as well. “Education is not the filling of a pail, but the lighting of a fire” - William Butler Yeats

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The object of this paper is presenting the University of Economics – Varna, using a 3D model with 3Ds MAX. Created in 1920, May 14, University of Economics - Varna is a cultural institution with a place and style of its own. With the emergence of the three-dimensional modeling we entered a new stage of the evolution of computer graphics. The main target is to preserve the historical vision, to demonstrate forward-thinking and using of future-oriented approaches.

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Hayek’s theory of socio-cultural evolution is a generalization of his theory on spontaneous market order. Hayek explains both the emergence of market and social institutions serving as a social basis for that order within the framework of a unified evolutionary logic. This logic interprets the emergence and survival of spontaneous order and group-level rules of conduct as an unintended consequence of human action. In order to explain the emergence of social norms exclusively on the basis of methodological individualism, one would have to give up an exclusively evolutionary explanation of these norms. Since Hayek applies the invisible-hand explanation to the investigation of social norms, he combines the position of methodological individualism with functionalist-evolutionary arguments in his analysis. Hayek’s theory of socio-cultural evolution represents a theory in the framework of which methodological individualism and functionalism do not crowd out but complement each other.

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Hayek's theory of socio-cultural evolution is a generalization of his theory on spontaneous market order. Hayek explains both the emergence of market and social institutions serving as a social basis for that order within the framework of a unified evolutionary logic. This logic interprets the emergence and survival of spontaneous order and group-level rules of conduct as an unintended consequence of human action. In order to explain the emergence of social norms exclusively on the basis of methodological individualism, one would have to give up an exclusively evolutionary explanation of these norms. Since Hayek applies the invisiblehand explanation to the investigation of social norms, he combines the position of methodological individualism with functionalist-evolutionary arguments in his analysis. Hayek's theory of socio-cultural evolution represents a theory in the framework of which methodological individualism and functionalism do not crowd out but complement each other.

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Es necesario que los gerentes sean líderes y establezcan relaciones sólidas con los empleados, para luego establecer las mismas con socios potenciales. Para lograr este objetivo, Con el fin de cumplir este objetivo, el uso de estrategias y técnicas de negociación es crucial, así como la importancia de la conciencia cultural y de la diversidad. La globalización no sólo ha movido a los mercados sino también a las personas, la inmigración es un fenómeno fuerte hoy en día y varios países, como Canadá, han sido inclusivos y han apoyado a estos nuevos ciudadanos. Las empresas de Canadá, sin importar la industria, han asumido el reto de integrar una fuerza laboral diversa con el propósito de adquirir nuevos conocimientos y crecer a nivel nacional, pero sobre todo en el ámbito internacional. Igualmente, es esencial tener en cuenta las ventajas y limitaciones del multiculturalismo dentro de la empresa y específicamente en las negociaciones interculturales.

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