194 resultados para paracetamol
Resumo:
Introdução: A incidência de síndrome da cauda equina foi quantificada em <0,23: 10 000 na anestesia obstétrica. Apesar da raridade, as suas consequências podem ser geradoras de limitações importantes na qualidade de vida das pacientes, daí a pertinência da análise deste caso clínico. Grávida de 34 anos com antecedentes de VIH2, VHC e linfoma não Hodgkin em remissão desde há 5 anos submetida a bloqueio subaracnoideu e colocação de cateter epidural para cesariana. A abordagem do espaço epidural foi difícil. Administrou-se 7,5mg de levobupivacaína e 0,0025mg sufentanil no espaço subaracnoideu e a paciente queixou-se de dor tipo choques eléctricos e parestesias nos membros inferiores durante segundos. Após 1:30h, na UCPA, a paciente iniciou o mesmo tipo de dor na região sacrococcígea e coxas após administração morfina e metilprednisolona no espaço epidural, a qual foi debelada com paracetamol, cetorolac, dipirona e petidina. A remoção do cateter epidural foi difícil. No pós-operatório a paciente sentiu tremor ao nível da coxa esquerda e parestesias na coxa direita. Pela raridade do síndrome da cauda equina, a análise do ocorrido é pertinente contrapondo com descrições prévias, em virtude duma intervenção anestésica mais segura.
Resumo:
A 32-year-old female, was diagnosed in 2004 with a C1 HIV1 infection, using zidovudine/lamivudine 300/150 mg BID and lopinavir/ritonavir 400/100 mg BID, in addition to prophylaxis with trimethoprim-sulfamethoxazole 800/160 mg QD, but no prophylaxis with macrolide antibiotics. The patient presented with a severe headache and was prescribed two capsules of the anti-migraine drug Ormigrein™, which contained ergotamine tartrate 1 mg, caffeine 100 mg, paracetamol 220 mg, hyoscyamine sulfate 87.5 mcg, and atropine sulfate 12.5 mcg. Afterwards she was prescribed one capsule of Ormigrein every 30 minutes for a total of six capsules a day. The patient took the medication as prescribed but developed a pain in her left ankle three days later, which evolved to the need for amputation.
Resumo:
Introdução: Os dados publicados sobre a frequência de hipersensibilidade (HS) a anti-inflamatórios não esteróides (AINEs) em doentes asmáticos são discrepantes, sendo escassos na população pediátrica. O objectivo deste estudo foi avaliar a frequência de HS a AINEs, reportada por inquérito telefónico em doentes asmáticos com idade pediátrica. Métodos: Incluíram -se os doentes com idades entre 6 e 17 anos com clínica de asma confirmada por prova de broncodilatação positiva, realizada no período entre 1 de Agosto de 2008 e 30 de Novembro de 2010. Aplicou-se um inquérito telefónico para questionar sobre alguma reacção adversa a fármacos, nomeadamente a AINEs. Perante o reportar de reacção adversa a AINEs, detalhava-se fármaco envolvido, idade na primeira reacção, manifestações clínicas, intervalo entre a toma e o início da reacção, reprodutibilidade, evicção do fármaco implicado e tolerância de fármacos alternativos. Resultados: Foram selecionados, por prova de broncodilatação positiva, 184 doentes. Foi possível aplicar o inquérito a 111/184 (60,3%). A maioria (59,4%) era do género masculino, com 11 ± 3,1 anos. Nove doentes (8,1%) reportaram reacção de HS a AINEs, reprodutível em três. A primeira reacção ocorreu com uma idade mediana de 2 anos (P25:1,8; P75:5,75), abaixo dos 10 anos em todos os doentes. O ibuprofeno foi o fármaco implicado em todos os casos, sendo o paracetamol usado em alternativa. Todos descreveram reacções imediatas, com as seguintes manifestações: respiratória (7), cutânea (3), gastrintestinal (1). A frequência reportada de sintomas respiratórios como manifestação de reacção de HS a AINEs nesta amostra de doentes asmáticos foi de 6,3% (7/111). Quatro doentes (3,6%) estavam sob evicção de AINEs apesar de negarem qualquer reacção de HS prévia. Conclusões: A frequência reportada de HS a AINEs contraria os dados que descrevem estas reacções como infrequentes abaixo dos 10 anos de idade. O paracetamol parece ser uma alternativa segura.
Resumo:
Introdução É missão do farmacêutico hospitalar aumentar a segurança e qualidade de todos os processos associados à utilização do medicamento1,2. Os erros de medicação são a principal causa de eventos adversos preveníveis, comprometem a confiança dos doentes nas instituições prestadoras de cuidados de saúde e aumentam os custos3. O presente trabalho centra-se na problemática da identificação unitária das formas farmacêuticas orais sólidas (FFOS) a propósito de duas histórias actuais de segurança com medicamentos no HSJ: paracetamol 500mg comprimidos e de acetilcisteína 600mg comprimidos efervescentes. Objetivos Evidenciar a intervenção dos Serviços Farmacêuticos (SF) na garantia da segurança das FFOS no contexto das exigências das Boas Práticas de Farmácia Hospitalar e dos constrangimentos na selecção e aquisição de medicamentos. Desenvolvimento Os SF são responsáveis pela selecção e aquisição de medicamentos com a máxima qualidade, para o suprimento das necessidades terapêuticas dos doentes do Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC)4. A indústria farmacêutica não disponibiliza a totalidade dos medicamentos em embalagem unitária devidamente identificada. Os hospitais públicos têm a obrigatoriedade de adquirir os medicamentos que constam no catálogo dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS), sendo critério de adjudicação único o preço mais baixo5. Muitos destes medicamentos não cumprem os requisitos de identificação adequados para a prevenção de erros de medicação e garantia da segurança do doente. Para colmatar esta lacuna e promover a segurança do circuito do medicamento, os SF reembalam os medicamentos disponibilizando-os de forma individualizada adequadamente identificados. Metodologia Pesquisa e análise bibliográfica. Recolha, através do Sistema de Gestão Integrada do Circuito do Medicamento (SGICM), dos dados de consumo de paracetamol 500mg comprimidos e de acetilcisteína 600mg comprimidos efervescentes dos anos 2014/2015. Recolha dos dados de produção da unidade de reembalagem dos SF do Hospital de São José de FFOS desde Janeiro 2011 a Agosto de 2015. Conclusões Verifica-se um aumento continuado do número de FFOS reembaladas ao longo do período analisado. A capacidade instalada da unidade de reembalagem de FFOS é limitada. Idealmente a indústria farmacêutica deve responder efectivamente às necessidades de qualidade e segurança na utilização dos medicamentos que coloca no mercado. A inclusão no catálogo dos SPMS deve exigir a completa identificação unitária das FFOS; senão, deverá ser ponderada a ampliação da capacidade da unidade de reembalagem das FFOS dos SF para garantir a segurança no circuito do medicamento. Referências bibliográficas 1. FIP Global Conference on the Future of Hospital Pharmacy, Final Basel Statements, 2008; 2. Decreto-Lei 414/91; 3. Bates,D., Preventing medication errors: a summary in American Journal of Health System Pharmacy, EUA, vol.64, supl.9, 2007; 4. Procedimento Multissetorial, Med.106, Responsabilidades no circuito do medicamento. CHLC 2014; 5. Despacho 13025-B/2013.
Resumo:
A 37-years-old woman, complaining of fever, malaise, myalgia, sore throat and dysphagia lasting for 15 days, had been taking antibiotics and paracetamol for 7 days, without symptoms' improvement. The clinical examination revealed hyperaemic oropharynx and enlarged, painful thyroid. Further exams showed increased analytic inflammatory serum parameters as well as thyrotoxicosis. The thyroid gland had heterogeneous echostructure, with markedly hypoechoic areas and significant capsular oedema as well as decreased radionuclide uptake in the scintigraphy. Both symptoms and imaging improved with paracetamol and ibuprofen. Thyroid gland function normalized in two months. The patient remains in follow-up. This case reports the clinical features of subacute or De Quervain's thyroiditis. The differential medical approach to the patient with painful thyroid palpation is discussed. The diagnosis is essentially clinic, highlighting the importance of a rigorous physical exam. These patients' follow-up is required, considering the clinical and analytic progression.
Resumo:
A utilização dos carvões activados na remoção compostos poluentes dos efluentes urbanos tem demonstrado ser um processo cada vez mais económico e eficaz, sendo por isso muito utilizado no sector de tratamento e purificação de águas de abastecimento. O principal objectivo desta dissertação foi aplicar espectroscopia UV-Vis in situ no processo de adsorção em fase líquida de PPCP’s, nomeadamente cafeína e paracetamol. Nesta nova abordagem de medição e procedimento experimental, tiveram de se ter em conta vários factores e estudar o seu efeito durante o processo de adsorção. Um destes factores é a presença do carvão durante a medição da absorvância em espectroscopia. Deste modo, foram realizadas medições ao longo do tempo em soluções de carvão activado para determinar qual a sua interferência na medição e os motivos de tal comportamento. Verificou-se também que a forma, a quantidade e a agitação do carvão também influenciam os resultados de espectroscopia. Aplicando este novo método de medição, foi necessário adaptar a lei de Lambert-Beer para calcular os valores de concentração das espécies em solução, eliminando o erro na medição, provocado pela presença do carvão. Deste modo, o método de decomposição espectral foi aplicado e verificou-se que apenas as concentrações de carvão calculadas não correspondem aos valores reais em solução, apenas a sua variação demostra a evolução da interferência do adsorvente na medição dos valores de absorvância. No estudo cinético de adsorção dos solutos foi usado um carvão comercial tanto em pó como em formato granular. Durante o processo de adsorção em carvão granular verificou-se que a velocidade de adsorção foi menor, provavelmente devido à maior dificuldade de acesso aos poros, provocada pela complexidade da estrutura. Contudo, registou-se sempre uma remoção completa do soluto neste carvão, uma vez que a quantidade mínima possível nestes ensaios de carvão NOG é de 2,5mg, sendo uma quantidade relativamente superior à necessária para remover o soluto completamente da solução. Num pequeno estudo de adsorção de cafeína em carvões de diferentes origens confirmou-se que a eficiência de remoção do soluto é proporcional ao volume total de poros e deduz-se que a sua velocidade de adsorção está relacionada com a presença de mesoporosidade. Comparando a eficiência de remoção e a velocidade de adsorção dos dois solutos pelo mesmo carvão, observou-se que a adsorção da cafeína é mais rápida. Apesar dos valores de solubilidade e de volume molecular não justificarem de imediato este resultado, a cafeína tem maior afinidade com o carvão comercial, sugerindo a existência de propriedades químicas e texturais do carvão que levam a estes resultados. Por último, efectuou-se um estudo de adsorção de misturas para verificar a hipótese de adsorção competitiva entre os solutos. Após a realização dos ensaios verificou-se que não existe competição significativa entre a cafeína e o paracetamol.
Resumo:
O trabalho que se apresenta nesta dissertação foi realizado na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, no Grupo de Adsorção e Materiais Adsorventes em parceria com o grupo de Engenharia das Reacções (Departamento de Química, REQUIMTE) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. De uma parte do trabalho desenvolvido resultaram duas comunicações na Annual World Conference on Carbon 2012 na Cracóvia, Polônia, que se realizou em Junho de 2012; e uma comunicação aceite para apresentação na XXXVII Reunião Ibérica de Adsorção (RIA 2012) em Sevilla, Espanha, que se irá realizar em Setembro de 2012.
Resumo:
Tenofovir (TFV) is one of the most used antiretroviral drugs. However, it is associated with tubular damage with mitochondria as a possible target. Tubulopathy precedes glomerular dysfunction, thus classic markers of renal function like the glomerular filtration rate (GFR) do not detect early TFV damage. Prediction and management of drug induced renal injury (DIRI) rely on the mechanisms of the drug insult and in optimal animal models to explore it. Zebrafish (Danio rerio) offers unique advantages for assessing DIRI, since the pronephros is structurally very similar to its human counterpart and is fully developed at 3.5 days postfertilization. The main aim of the present work was to evaluate the effects of TFV, as well as its pro-drug, tenofovir disoproxil fumarate (TDF), on the GFR and in mitochondria morphology in tubular cells of zebrafish larvae. Lethality curves were performed to understand the relationship between drug concentration and lethality. LC10 was selected to explore the renal function using the FITC-inulin assay and to analyze the mitochondrial toxicity by electron microscopy on larvae exposed to TDF, TFV, paracetamol and gentamicin (positive controls) or water (negative control). Lethality curves showed that gentamicin was the most lethal drug, followed by TDF, TFV and paracetamol. Gentamicin and paracetamol decreased the GFR, but no differences were found for either TDF or TFV, when compared to controls (%FITC Control = 33±8; %FITC TDF = 35±10; %FITC TFV = 30±10; %FITC Gentamicin = 46±17; %FITC Paracetamol = 83±14). Tubular mitochondria from treated larvae were notably different from non-treated larvae, showing swelling, irregular shapes, decreased mitochondria network, cristae disruption and loss of matrix granules. These results are in agreement with the effects of these drugs in humans and thus, demonstrate that zebrafish larvae can be a good model to assess the functional and structural damage associated with DIRI.
Resumo:
FUNDAMENTO: Estudos recentes descrevem a participação de espécies reativas de oxigênio e nitrogênio na hipertensão. OBJETIVO: Identificar o desbalanço redox em sangue de hipertensos. MÉTODOS: Superóxido dismutase (SOD), catalase (CAT), glutationa peroxidase (GPx), glutationa (GSH), vitamina C, transferrina, ceruloplasmina, malondialdeído (MDA) e o grupo carbonila, foram quantificados no sangue de 20 hipertensos e 21 controles. Os indivíduos tinham um Índice de Massa Corporal de > 18,5 e < 30 kg/m², glicemia < 100 mg/dL, colesterol sérico < 200 mg/dL, e eram mulheres não fumantes, não grávidas e não lactantes, não usuárias de alopurinol e probucol, e hipertensos em medicação anti-hipertensiva. Todos os indivíduos foram submetidos a um período preparatório de quatro semanas sem álcool, suplementos vitamínicos, dexametasona e paracetamol. RESULTADOS: Níveis reduzidos de CAT (p = 0,013), GSH ( p = 0,003) e MDA (p = 0,014), e altos níveis de GPx (p = 0,001) e ceruloplasmina (p = 0,015) foram obtidos no grupo de hipertensos, em comparação com os controles. Foi verificada uma correlação positiva entre a pressão sistólica e o MDA nos hipertensos e diastólica e CAT nos controles. CONCLUSÃO: Os dados obtidos são sugestivos de que os hipertensos apresentavam desequilíbrio em reações redox, a despeito do possível efeito atenuante de sua medicação anti-hipertensiva.
Resumo:
Background and aim of the study: Patients with anterior cruciate ligament (ACL) reconstruction and femoral catheter analgesia may develop quadriceps amyotrophy. We aimed to determine whether this amyotrophy might be related to a femoral neuropathy. Material and method: After Ethical Committee approval and patients' written informed consent, 17 patients ASA I and II scheduled to undergo ACL reconstruction were recruited. An electromyography (EMG) was performed before the operation in order to exclude a femoral neuropathy. A femoral nerve catheter was inserted before the surgery with the aid of a nerve stimulator, and 20 ml of 0.5% ropivacaine was injected. The operation was done under spinal or general anaesthesia. Postoperative analgesia was provided with 0.2% ropivacaine for 72 hours, in association with oxycodone, paracetamol and ibuprofen. A second EMG was performed 4 weeks after the ACL repair. A femoral neuropathy was defined as a reduction of the surface of the motor response of more than 20%, compared to the first EMG. A third EMG was performed at 6 months if a neuropathy was present. Results: Mean age of this group of patients was 27 years old (range 18-38 y.). Among the 17 patients, 4 developed a transient femoral neuropathy (incidence of 24%) without clinical complain. Conclusion: In this study, the incidence of subclinical femoral neuropathy after ACL reconstruction is high. This lesion may be caused by the femoral catheter (mechanical damage, toxicity of local anaesthesia) or by the Tourniquet. Further studies are needed to investigate the incidence of subclinical neuropathy, according to the type of analgesia (epidural analgesia, PCA) and surgery.
Resumo:
AIM: Although acute pain is frequently reported by patients admitted to the emergency room, it is often insufficiently evaluated by physicians and is thus undertreated. With the aim of improving the care of adult patients with acute pain, we developed and implemented abbreviated clinical practice guidelines (CG) for the staff of nurses and physicians in our hospital's emergency room. METHODS: Our algorithm is based upon the practices described in the international literature and uses a simultaneous approach of treating acute pain in a rapid and efficacious manner along with diagnostic and therapeutic procedures. RESULTS: Pain was assessed using either a visual analogue scale (VAS) or a numerical rating scale (NRS) at ER admission and again during the hospital stay. Patients were treated with paracetamol and/or NSAID (VAS/NRS <4) or intravenous morphine (VAS/NRS > or =04). The algorithm also outlines a specific approach for patients with headaches to minimise the risks inherent to a non-specific treatment. In addition, our algorithm addresses the treatment of paroxysmal pain in patients with chronic pain as well as acute pain in drug addicts. It also outlines measures for pain prevention prior to minor diagnostic or therapeutic procedures. CONCLUSIONS: Based on published guidelines, an abbreviated clinical algorithm (AA) was developed and its simple format permitted a widespread implementation. In contrast to international guidelines, our algorithm favours giving nursing staff responsibility for decision making aspects of pain assessment and treatment in emergency room patients.
Resumo:
INTRODUCCIÓ: nasofaringitis aguda (NFA) malaltia infecciosa amb elevada morbiditat-demanda en Atenció Primària. OBJECTIUS: adherència dels metges a la guia semfyc, conèixer patró epidemiològic i despesa en NFA. MATERIAL: Disseny descriptiu, anys 2009-2010. Càlcul mostral Epidat, 269 pacients. Mostreig aleatori simple. Tractament estadístic SPSS. RESULTATS: No prescripció d'antibiòtics 86,1% (p &0,05). Prevalença NFA 14%. 1 consulta mèdica (85,4%). Complicacions (2,2%). Paracetamol-AINEs (62,9%), genèrics (65%). Diferències entre prescripció antibiòtica i edat (p = 0,025) menor no prescripció a & 80años (p = 0,025). Cost mitjà total 69.6 euros (54,7-188,8; DT 22,8). CONCLUSIONS: bona adherència, alta prevalença, poques complicacions, elevada prescripció de fàrmacs simptomàtics. Cost considerable.
Resumo:
Codeine is commonly used in North America in the postpartum period for pain associated with episotomyand caesarean section. Analgesic properties of codeine are mainly due to its metabolisation intomorphine (5-10%) via CYP2D6. This enzyme is subject to genetic variability, which can alter theamount of active narcotic excreted into breastmilk. A recent case report highlighted this issue, reportingfatal consequences in a newborn whose mother was taking codeine for episiotomy-related pain (1-2). New-born's blood (post-mortem) and mother's milk showed high morphine concentrations. Genotypeanalysis classified the mother as a CYP2D6 ultrarapid metabolizer, a genotype associated withenhanced formation of morphine from codeine. The authors concluded "clinical and laboratory picturewas consistent with opioid toxicity leading to neonatal death". Subsequent comments expressed reasonnabledoubts on this conclusion, though (3-4). Since, anxiety increased about the safety of codeineduring breastfeeding and genetic screening was proposed as a prevention strategy.STIS position:? Codeine with paracetamol is not a usual pain prescription in the postpartum period in Switzerland.This markedly reduces codeine use during lactation in our country, and may partly explain why webarely collected 3 codeine exposures through breastmilk in 15 years at the STIS (all reported afterabove case's publication and without side effects).? Other centrally acting analgesics are not considered safer (5) than codeine during lactation andrequire close observation for somnolence in both the mother and the infant in case of repeated maternaldosage. A lack of monitoring was salient in the case reported above (1).? If the incidence of CYP2D6 polymorphism (1-10% of individuals in Western Europe) (6) can beconsidered of clinical significance, it is not the exclusive predisposing factor to toxic effects. Healthynewborns can be particularly sensitive to even usual doses of narcotic analgesics because of immaturedrug disposition (7). Conditions leading to impaired clearance or increased susceptibility inthe infant (e.g. preterm birth, metabolic diseases) represent further risk factors for opioid toxicity,regardless of the molecule.In conclusion, when prescribed on a large scale, codein can be rarely associated with adverse drugreactions in breastfed infants (8-9). However, other central acting analgesics cannot be considered asinvariably safer. Therefore, paracetamol and well documented NSAID should be used in 1st choiceduring lactation. In case of severe pain, codeine (with paracetamol) remains an acceptable choice butrequires close monitoring, and breastfeeding mothers should be educated regarding risks related toaccumulation in the newborn. Finally, it is doubtful whether CYP2D6 genetic screening would preventall toxic effects, as other risk factors exist for opioids toxicity
Resumo:
OBJECTIVE to evaluate the prescription profile and to assess the off-label and unlicensed uses of medicines among non-hospitalised pediatric patients. DESIGN cross-sectional study. SETTING pediatric units in two urban health centers and general emergency room (Hospital Materno-Infantil, Málaga). MAIN MEASUREMENTS sociodemographics variables, reasons for consultation and information about therapeutic medications. The classification of prescriptions was established according to information requirements contained in the Summary of Products Characteristics (SPC). RESULTS A total of 388 children were included (a subsample of 105 treated in the emergency room). Four hundred sixty-two prescriptions (involving 74 different active ingredients) were evaluated. Each infant received and average of 1,7 drugs (95% CI: 1,6-1,9). The most prescribed medicines were ibuprofen, paracetamol, amoxicillin-clavulanate and budesonide. The therapeutic group with the greatest variety of drugs was the respiratory group. 27,4% (95% CI: 23,5-31) of prescriptions were off-label and the main cause was different age (60%; 95% CI: 54,1-63), followed by different dose (21,5%; 95% CI: 18-25), different indication (12%; 95% CI: 9,2-15) and different route of administration (7%; 95% CI: 5,4-10). CONCLUSIONS The rate of off-label uses presents intermediate figures. Around one third of the paediatric outpatients in our sample are exposed to at least one off-label or unlicensed prescription. We should, however, point out that such usage is based on scant official, quality information, although it is not necessarily incorrect. Evidence-based medicine should be encouraged to improve drug therapy in children, as well as following the rules on drugs in special situations.
Resumo:
Introduction: Different routes of postoperative analgesia may be used after cesarean section: systemic, spinal or epidural [1]. Although the efficacy of these alternative analgesic regimen has already been studied [2, 3], very few studies have compared patients' satisfaction between them. Methodology: After ethical committee acceptation, 100 ASA 1 patients scheduled for an elective cesarean section were randomized in 4 groups. After a standardized spinal anesthesia (hyperbaric bupivacaine 10 mg and fentanyl 20 μg), each group had a different postoperative analgesic regimen: - Group 1: oral paracetamol 4x1 g/24 h, oral ibuprofene 3x600 mg/24 h and subcutaneous morphine on need (0.1 mg/kg 6x/24 h) - Group 2: intrathecal morphine (100 μg) and then same as Group 1 - Group 3: oral paracetamol 4x1 g/24 h, oral ibuprofene 3x600 mg/24 h and PCEA with fentanyl 5 μg/ml epidural solution - Group 4: oral paracetamol 4x1g/24 h, oral ibuprofene 3x600 mg/ 24 h and PCEA with bupivacaine 0.1% and fentanyl 2 μg/ml epidural solution After 48 hours, a specific satisfaction questionnaire was given to all patients which permitted to obtain 2 different scores concerning postoperative analgesia: a global satisfaction score (0-10) and a detailed satisfaction score (5 questions scored 0-10 with a summative score of 0-50). Both scores, expressed as mean ± SD, were compared between the 4 groups with a Kruskall-Wallis test and between each group with a Mann-Whitney test. A P-value <0.05 was considered significant. Results: Satisfaction scores Gr. 1 (n = 25) Gr. 2 (n = 25) Gr. 3 (n = 25) Gr. 4 (n = 25) P-value global (0-10) 8.2 ± 1.2 9.0 ± 1.0 7.8 ± 2.1 6.5 ± 2.5 0.0006 detailed (0-50) 40 ± 6 43 ± 5 38 ± 6 34 ± 8 0.0002 Conclusion: Satisfaction scores were significantly better in patients who received a systemic postoperative analgesia only (Groups 1 and 2) compared to patients who received systemic and epidural postoperative analgesia (Groups 3 and 4). The best scores were achieved with the combination of intrathecal morphine and multimodal systemic analgesia (Group 2) which allowed early ambulation without significant pain. Patients treated with postoperative epidural analgesia with combined local anesthetics and opioids (Group 4) obtained the worse scores (more restrictive nursing with less mobility, frequent asymmetrical block with insufficient analgesia on one side and motor block on the other)