960 resultados para Vesícula seminal


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Introduction. Premature ejaculation is one of the most common male sexual dysfunctions. Current pharmacological treatments involve reduction in penile sensitivity by local anesthetics or increase of ejaculatory threshold by selective serotonin reuptake inhibitors. a1-Adrenoceptors (a1-ARs) and L-type calcium channels are expressed in the smooth muscles of the male reproductive tract, and their activations play an important role in the physiological events involved in the seminal emission phase of ejaculation.Aim. To evaluate if the inhibition of the contractility of the vas deferens and seminal vesicle by alpha(1)-AR antagonism or the L-type calcium channel blockade can delay ejaculation.Methods. The effects of the alpha(1)-AR antagonist tamsulosin and of the L-type calcium channel blockers, nifedipine and (S)-(+)-niguldipine, on contractions induced by norepinephrine in the rat vas deferens and seminal vesicles in vitro and on the ejaculation latency of male rats in behavioral mating tests were evaluated.Main Outcome Measure. Tension development of vas deferens and seminal vesicles in response to norepinephrine in vitro and behavioral mating parameters were quantified.Results. Tension development of vas deferens and seminal vesicle to alpha(1)-AR activation was significantly inhibited by tamsulosin, nifedipine, and (S)-(+)-niguldipine. Tamsulosin displayed insurmountable antagonism of contractions induced by norepinephrine in the rat vas deferens and seminal vesicle. Ejaculation latency of male rats was not modified by tamsulosin, nifedipine, or (S)-(+)-niguldipine; however, both the number and weight of the seminal plugs recovered from female rats mated with male rats treated with tamsulosin were significantly reduced.Conclusion. Seminal emission impairment by inhibition of vas deferens or seminal vesicle contractility by L-type calcium channel blockade or alpha(1)-AR antagonism is not able to delay the ejaculation. de Almeida Kiguti LR and Pupo AS. Investigation of the effects of alpha(1)-adrenoceptor antagonism and L-type calcium channel blockade on ejaculation and vas deferens and seminal vesicle contractility in vitro. J Sex Med 2012; 9: 159-168.

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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)

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We have investigated epithelial cell proliferation and the rate of glandular recovery of the ventral prostate (VP) and seminal vesicle (SV) promoted by testosterone replacement (TR) in castration-induced regressed glands. Adult male Wistar rats were castrated and, after 21 days, they were treated with testosterone propionate (4 mg/kg/day). Intact (CT) and castrated rats without TR (CS) were also analysed. VP and SV were processed for histochemistry, morphometric-stereological analysis and immunocytochemistry to determine the PCNA index (PI). After 10 days of TR, the VP weight reached similar to 72% of the CT values, while the SV weight exceeded similar to 17% of the CT values. By the third day of TR, VP and SV presented a mean P1 of 34% and 94% for distal region and 14% and 22% for proximal region, respectively. SV also had more luminal cells PCNA-positive than VP, mainly in the distal region. The PI values fell on days 5, 7 and 10, but were still higher than CT. These findings indicate that epithelial cells from involuted SV are more responsive to TR than those from VP when Stimulated to proliferate and replace the luminal cell population, suggesting a different mechanism regulating cell proliferation in response to androgenic stimuli. (c) 2006 International Federation for Cell Biology. Published by Elsevier Ltd. All rights reserved.

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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)

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O objetivo deste estudo foi identificar proteínas ligadoras à heparina no plasma seminal de touros Nelore (Bos taurus indicus). Para tanto, foram selecionados quatro touros entre 30 e 36 meses de idade e peso aproximado de 500-550kg. Após centrifugação, amostras do plasma seminal foram misturadas e as proteínas ligadoras à heparina foram isoladas por meio da cromatografia por afinidade. As frações após a eluição foram agrupadas para caracterização das bandas protéicas (SDSPAGE, 12,5%). Foram identificadas oito bandas protéicas variando entre 15 e 63kDa. Duas proteínas com 22 e 25kDa foram similares às descritas em touros Bos taurus taurus. Outras proteínas identificadas com 39, 53, 58 e 63kDa ainda não foram descritas e possivelmente sejam específicas para Bos taurus indicus.

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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)

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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)

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Associaram-se dosagens séricas de progesterona e estradiol 17-beta, realizadas durante os primeiros 36 dias de prenhez em 30 éguas PSI, com exames ultra-sonográficos, para verificar fenômenos que ocorrem com a vesícula embrionária. As éguas foram divididas em dois grupos de 15 animais, o primeiro constituído por éguas paridas e o segundo por éguas virgens ou vazias na estação anterior. Por meio da ultra-sonografia foram verificados fenômenos de mobilidade, fixação e orientação da vesícula embrionária. As concentrações séricas de progesterona e estradiol 17-B variaram (P<0,01) durante o período estudado porém não foi possível estabelecer uma correlação entre concentrações desses hormônios com desenvolvimento da vesícula embrionária. A concentração de estradiol 17-betacirculante foi maior (P<0,01) nas éguas paridas.

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As espécies S. elegans (Bong.) Ruhl. e S. niveus (Kunth.) Ruhl. (Eriocaulaceae) são conhecidas como sempre-vivas e ocorrem nos campos rupestres da Serra do Cipó - MG. Devido a sua utilização como ornamental, ressalta-se a importância dos dados sobre sua germinação e desenvolvimento pós-seminal. As sementes foram colocadas para germinar em câmara de germinação, em condições controladas, e no ambiente de laboratório no claro e no escuro. Para cada tratamento foram utilizadas 4 repetições com 25 sementes em placas de Petri com papel de filtro umedecido. Os resultados mostraram que as sementes de S. elegans e S. niveus são fotoblásticas positivas. As etapas do desenvolvimento pós-seminal são semelhantes para ambas espécies e, na germinação, observa-se a protrusão do eixo embrionário, de onde se desenvolvem primeiramente as folhas e posteriormente as raízes adventícias. O opérculo da semente fica aderido à testa e a raiz primária se degenera ainda no eixo embrionário.

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O presente trabalho teve por objetivo descrever a morfologia do fruto, da semente e do desenvolvimento pós-seminal de oiti (Licania tomentosa (Benth.) Fritsch.). As sementes e os frutos foram avaliados quanto às dimensões e forma por meio de mensurações com paquímetro digital e observações realizadas em microscópio estereoscópico e microscópio eletrônico de varredura. Os frutos de oiti são drupáceos, elípticos, monospérmicos, carnosos, indeiscentes, com pedúnculos não articulados, epicarpo liso, glabro, de coloração amarela a alaranjada, mesocarpo carnoso, fibroso, coloração amarela a laranja e endocarpo membranáceo, de coloração branca a creme, medindo aproximadamente 6,19cm de comprimento, 3,3cm de largura, 39,5g de massa fresca e 17,3g de massa seca. As sementes são exalbuminosas, de forma elíptica, com tegumento liso, de coloração marrom, de cartáceo a coriáceo, com rafe visível longitudinalmente, micrópila inconspícua e hilo pouco aparente, com cotilédones crassos, elípticos e plano-convexos, de coloração creme a levemente rósea. O embrião é diminuto, reto, central, com eixo embrionário diferenciado em plúmula e eixo hipocótilo-radicular. O comprimento, largura e massa fresca e seca das sementes são cerca de 4,07, 2,18cm, 12,7 e 7,2g, respectivamente. A germinação é criptocotiledonar hipógea, com eófilos alterno-dísticos e lanosos, com estômatos paracíticos e duas glândulas na base do limbo ou, raramente no ápice, na face abaxial da folha.

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Foram utilizados dez animais doadores de sêmen em nível de Central de Inseminação Artificial, da raça Gir, divididos em dois grupos, de acordo com o grau de congelabilidade do sêmen de cada animal. Os animais com sêmen de alta congelabilidade foram aqueles cuja porcentagem de ejaculados viáveis pós-descongelação foi superior a 80%. O grupo de baixa congelabilidade tinha animais com porcentagem menor que 50% de ejaculados viáveis pós-descongelação. Os critérios de avaliação da viabilidade do sêmen e seleção dos animais foram definidos pelo controle de qualidade do Departamento de Produção da Central de Inseminação Artificial. Foram feitas quatro coletas semanais consecutivas, sendo que obtiveram-se as amostras de plasma seminal por centrifugação a 1.500 g por 15 a 20 minutos a 4°C, momentos após a coleta do sêmen em vagina artificial. O plasma seminal foi dialisado em membrana de celulose, em tampão Tris-Glicina pH-7,4 por 24 horas a 4°C, em agitação lenta e constante. As amostras foram padronizadas em 1,0 mg/ml de proteína total, por diluição em tampão Tris-HCl 62mM pH-6,2 mais 20% de glicerol e 4% de SDS. Através de eletroforese do tipo SDS-PAGE, foram feitas as corridas em gel a 13%. A corrida foi feita com a constante de 25 mA, por um período de 5 horas. A coloração do gel foi feita por Coomassie Brilliant Blue. Pelos resultados obtidos, verificou-se que existe uma banda no grupo de alta congelabilidade, cujo fragmento polipeptídico desta proteína tem Mr (mobilidade relativa) 20,3 e PM (peso molecular) aproximado de 61.800 Da. Esta banda não foi detectada nas amostras do grupo de baixa congelabilidade, o que sugere ser um possível marcador bioquímico quanto ao potencial de criopreservação do sêmen de bovinos.

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Selective chemical sympathectomy of the internal genital organs of adult male rats was undertaken by chronic treatment with low doses of guanethidine. Biochemical and morphometric methods revealed that removal of sympathetic innervation prevents fructose secretion in the prostate and seminal vesicle, in addition to promoting reduced efficiency of delivery by the latter.