1000 resultados para Rede de drenagem


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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)

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Pós-graduação em Geologia Regional - IGCE

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Pós-graduação em Geologia Regional - IGCE

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A presente pesquisa apresenta avaliação comparativa do impacto ambiental gerado por contextos habitacionais diferentes dentro do mesmo espaço urbano, no caso o bairro do Guamá, município de Belém, o contexto formal corresponde à ocupação da Av. José Bonifácio e o contexto de produção informal corresponde à comunidade do Riacho Doce. Na referida avaliação foram levados em consideração para investigação os seguintes aspectos: Consumo per capita de água, consumo per capita de esgoto, universalidade e equidade do fornecimento dos serviços de saneamento (abastecimento de água e esgotamento sanitário), tarifação de abastecimento de água, qualidade e acessibilidade dos serviços, contexto habitacional, aspectos socioambientais, com objetivo de caracterizar a população residente nessas áreas e finalmente estimar a carga orgânica (Kg de DBO/dia) e a vazão (m3/d) de efluentes domésticos gerados de assentamentos espontâneos e em uma área urbana consolidada, com o intuito de identificar qual contexto habitacional apresenta maior potencial de impacto em termos de geração de vazão e carga orgânica sobre a bacia receptora de efluentes, neste caso a Bacia do Tucunduba. Apesar dos resultados serem valores relativamente próximos, na área de Assentamento Espontâneo, a vazão de esgotos estimada 44,38 m3/dia e Carga Orgânica de 13,31 Kg de DBO/dia, e na área de Ocupação Formal a vazão de esgotos estimada 43,06 m3/dia e Carga Orgânica de 12,91 Kg de DBO/dia, foi possível observar neste trabalho que existe diferenciação do impacto ambiental gerado pelas duas áreas na bacia receptora no Igarapé Tucunduba, sendo maior no Riacho Doce onde a população permanece em contato com os efluentes e sob maior vulnerabilidade sanitária, pois, os efluentes da José Bonifácio são encaminhados pela rede de drenagem e sua carga orgânica é diluída pela vazão de águas pluviais ao chegarem ao Igarapé (distanciando a contaminação de sua fonte) e os efluentes do Riacho Doce são lançados in natura diretamente sob as casas e no Igarapé.

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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)

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Este trabalho tem por objetivo identificar e discutir as unidades de relevo dos municípios de Colares e Santo Antônio do Tauá, Estado do Pará, Brasil. Apresenta como objeto de estudo a compartimentação do relevo. A área de estudada se localiza na parte oriental do Golfão Marajoara, porção nordeste da baía de Marajó, em um trecho tipicamente estuarino da zona costeira. A pesquisa foi realizada com base em revisão de literatura, levantamento cartográfico, tratamento, interpretação e vetorização de imagens orbitais e trabalhos de campo. Duas escalas de análise foram trabalhadas. A primeira escala referiu-se à Zona Costeira Amazônica (ZCA), caracterizada por ser uma costa baixa, predominantemente sedimentar, sujeita a regime de macromarés em sua maior parte e fortemente influenciada pelas descargas fluviais condicionadas pelo clima úmido. A formação regional desta costa deve-se às flutuações do nível relativo do mar, oscilações climáticas e à neotectônica, atuantes ao longo do Cenozóico Superior. A porção oriental do Golfão Marajoara é constituída pelo estuário do rio Pará, que se comporta como um tidal river ou estuário dominado por correntes fluviais, apesar da influência das marés. As descargas fluviais são o fator principal da hidrodinâmica estuarina, constituição sedimentar e organização da biota. Trata-se de um ambiente costeiro mais protegido da ação de ondas e da deriva litorânea, em comparação com o litoral atlântico do Nordeste do Pará. Na segunda escala de trabalho foram identificadas 8 unidades de relevo: leito estuarino arenoso; banco lamoso de intermaré; planície de maré lamosa; praia estuarina; cordão arenoso; planície aluvial sob influência de maré; planície aluvial; tabuleiro. Apenas a unidade do tabuleiro é considerada como relevo erosivo. A seguir, discutiu-se a distribuição espacial das unidades de relevo, que mostrou a presença de dois setores específicos. O setor 1, situado a oeste, é amplamente influenciado por marés, e nele predominam formas de relevo de acumulação, com destaque para as planícies aluviais sob influência de maré, que ocupam maior área, fato que revela um esquema de transição entre o domínio marinho e o flúviocontinental. As várzeas sucedem os mangues para o interior, à medida que diminui a influência da água salgada. O esquema básico de distribuição sedimentar é representado por areias de fundo de canal e lamas depositadas nas margens durante a maré baixa. As praias são reduzidas, o que se explica pela menor atuação de ondas, e pelo papel decisivo das correntes de maré e das vazantes na dinâmica costeira. Cordões arenosos localizados no interior da planície costeira são o testemunho da progradação da linha de costa. Neste setor, os tabuleiros encontramse muito fragmentados, em consequência da erosão e sedimentação por marés, canais e águas das chuvas. O setor 2, a leste, não sofre influência de marés, e apresenta um relevo menos compartimentado, com tabuleiros seccionados pela rede de drenagem. A dissecação fluvial forma vales com estreitas planícies aluviais, fato que revela uma superfície erosiva mais ampla.

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Pós-graduação em Agronomia (Produção Vegetal) - FCAV

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Pós-graduação em Agronomia (Produção Vegetal) - FCAV

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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)

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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)

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Pós-graduação em Engenharia Civil e Ambiental - FEB

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Os sistemas convencionais de produção agropecuária são considerados grandes causadores de impactos ambientais, tais como degradação do solo, poluição e assoreamento dos rios, destruição da vegetação nativa, perda de biodiversidade e contaminação dos alimentos, o que conseqüentemente induz o aparecimento de problemas sociais, econômicos e ambientais. Os sistemas naturais em bom estado de conservação oferecem serviços ambientais que são vitais para o ser humano. Diante disso, torna-se necessário compatibilizar a preservação dos recursos naturais com a produção agropecuária. Para a manutenção da saúde ambiental de uma microbacia hidrográfica submetida à produção agrícola, as matas ciliares, encontradas ao longo das margens da rede de drenagem e ao redor das nascentes, exerce importantes funções do ponto de vista hidrológico, ecológico e geomorfológico. O presente trabalho teve como objetivo geral propor medidas de adequação ambiental para a microbacia da cabeceira do córrego do Taquari (3.260 ha) no município de Leme/SP. Como objetivos específicos teve-se: a) delimitar as Áreas de Preservação Permanente (APP’s) e Reserva Legal (RL), conforme a legislação ambiental vigente e b) realizar uma proposta de adequação ambiental para a microbacia, considerando a sua estrutura fundiária. Através de estudo de caso realizado nesta microbacia, que faz parte do Programa Estadual de Microbacias Hidrográficas do Estado de São Paulo, procurou-se por meio de um banco de dados cartográfico, gerar no final, um mapa de adequação ambiental. A microbacia possui 62,5% de sua área ocupada por cultura de canade- açúcar e 16,6% por culturas anuais, com maior destaque para milho e algodão. Na microbacia existem 71 propriedades rurais, sendo que 51 (71,8%) delas apresentam áreas menores que 30 hectares, se encaixando como...(Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo)

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O homem modifica o ambiente ao seu redor gerando alterações “nos elementos que se encontram em contato direto com suas atividades, como a cobertura vegetal, as formas do relevo e a rede hidrográfica” (CASSETI, 1994). Assim, destacam-se as áreas submetidas ao represamento, cujos reflexos incidem diretamente sobre as formas do relevo. Desta forma, a geomorfologia atua como uma ciência de análise das alterações ocorridas na rede de drenagem e nas feições geomorfológicas, e a cartografia geomorfológica antecipa-se como instrumento da geomorfologia. O objetivo principal da pesquisa foi identificar e analisar as alterações morfohidrográficas e morfométricas provocadas pela construção do reservatório de Barra Bonita no curso final do Rio Piracicaba. A orientação metodológica vincula-se à Teoria Geral dos Sistemas Aplicada à Geografia e à análise da dinâmica de sistemas morfohidrográficos. Para as técnicas, foram confeccionados mapas geomorfológicos e de uso e ocupação das terras dos anos de 1962 (ano anterior à construção da barragem) e 2007 (selecionado como ponto de partida para a análise das alterações morfohidrográficas). Em 1962 existiam barras de meandro, canais e meandros abandonados, terraços fluviais, diques marginais, lagos e lagos de meandros. Em 2007 estes são comprometidos devido à mudança de nível de base local, fato demonstrado pelo desaparecimento de meandros e canais abandonados nas planícies aluviais, fragmentação de terraços fluviais, mudança de foz pelos canais tributários do rio principal e surgimento de novas lagoas. Para o uso, no ano de 1962 existiam grandes áreas de vegetação de “campo úmido”, atrelado à feição geomorfológica “planície aluvial”, que se encontrou alagada no ano de 2007. Foram também calculados os índices de sinuosidade, densidade de meandramento, número de meandros, área... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo)

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O município de Franca-SP situa-se na Província Geomorfológica das Cuestas Basálticas no nordeste paulista, a qual possui características ambientais próprias. De uma forma geral, a região de Franca enfrenta problemas ambientais como a suscetibilidade à erosão linear e laminar, aos movimentos de massa e ao assoreamento dos canais de drenagem. Estes problemas, por sua vez, induzem a situações socioeconômicas, como o incremento da pobreza, aglomeração urbana e, uma emergente demanda da sociedade por mudanças no âmbito da gestão local. Assim, devem ser efetuados estudos detalhados sobre o meio, a fim de minimizar e/ou evitar tais problemas. Desta forma, propos-se a realização do Zoneamento Geoambiental, o que implica no levantamento, análise, interpretação e correlação dos diferentes componentes ambientais, visando dar subsídio a órgãos públicos e proprietários rurais, tanto na fase de planejamento como na implantação de culturas agrícolas, pecuária, reflorestamento e uso da água superficial (lençol freático), de maneira racional e ambientalmente sustentável, garantindo assim a ocupação adequada do solo e a melhor conservação dos recursos naturais. O trabalho iniciou-se com a organização e reinterpretação dos dados pré-existentes (topográficos, geológicos, pedológicos, geomorfológicos, morfoestruturais, de coberturas de alteração intempérica e sócio-econômicos) e geração e/ou reorganização de novos dados e propostas para a minimização dos impactos sócio-ambientais (rede de drenagem, hipsométricos, morfométricos, tectônicos, geológicos, geomorfológicos, climáticos e bióticos) com a utilização de técnicas de fotointerpretação de diversos sensores remotos e de campo. Deste modo, a correlação de todas as informações geoambientais relativas ao município proporcionou a delimitação das suas zonas e subzonas geoambientais... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo)

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Os solos, assim como as rochas, materiais inconsolidados e regolíticos, apresentam propriedades e características específicas, relativas a seus ambientes de formação. A partir de então o solo torna-se uma fonte de informação de toda a história evolutiva de uma região em seus mais variados parâmetros. Uma das formas de entender essa evolução dinâmica da paisagem é gerando um modelo de paleosuperfícies a partir da interpolação de confluências de drenagem. O trabalho objetivou reconstruir a paleogeografia da área inserida na bacia do Rio Jequitaí, a partir do Método de Isobases Confluentes, procurando analisar e identificar a evolução dos solos. A área está localizada na região centro-norte de Minas Gerais, sendo o Rio Jequitaí um afluente do Alto Rio São Francisco. O trabalho consistiu, na primeira etapa, em levantamento biblio/cartográfico da área em estudo. Durante esse levantamento, além de detectar as características físicas, bióticas e sócio-econômicas de modo a completar, reorganizar e adequar as informações da área, foi levantado um banco de dados base para a geração das Isobases, o qual foi constituído por modelos digitais de elevação (DEM) do programa ASTER e de dados vetoriais da principal rede de drenagem da bacia do Jequitaí. Na segunda etapa, as paleosuperfícies foram geradas usando aplicativos do programa ArcGis da ESRI. O produto final são as proto-superfícies para cada ordem de confluência. Assim no término do trabalho tem-se uma reconstrução da paleopaisagem correspondente, bem como das pro-estruturas equivalentes às condições de equilíbrio dinâmico daquele momento. A partir dos resultados obtidos foi possível concluir que a metodologia das Isobases Confluentes permite correlacionar os dados palinológicos, geocronológicos e geomorfológicos obtidos durante o estudo, para a reconstrução dos ambientes... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo)