920 resultados para Planning process


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O presente estudo teve como objetivos: (i) analisar as redes de suporte e experiências na comunidade estabelecidas no processo de transição para a vida pós escolar de alunos com necessidades adicionais de suporte - considerando o ponto de vista dos professores de educação especial e dos próprios; (ii) e explorar em que medida o perfil de necessidades de apoio providenciado pela Escala de Intensidade de Apoios (SIS-C), poderá basear planos de suportes que promovam respostas mais orientadas para a participação social – tendo por base o processo de dois dos jovens em circunstâncias de transição para a vida pós-escolar. Para o efeito, foi desenvolvida uma pesquisa por inquérito, obtendo resposta de 50 professores de educação especial a um questionário vocacionado para o mapeamento das redes de suporte e das experiências na comunidade no processo de transição. Foi também conduzido um estudo de caso, onde se procedeu à entrevista de 2 jovens, suas famílias e equipas de suporte, e à análise documental dos seus processos, a fim de aferir a utilidade da SIS-C no processo de planeamento das respostas educativas. Os resultados deste estudo indicam que as redes sociais de suporte no processo de transição são essencialmente compostas por elementos dos contextos familiar e escolar, com necessidade de ampliar o envolvimento da comunidade. A participação cívica, e o envolvimento em atividades de recreação (como visitar amigos, passear/ conviver) são também experiências em necessidade de expansão. No estudo de caso, a SIS-C possibilitou uma maior orientação dos processos de avaliação e intervenção para a participação, bem como, uma identificação mais ampla de estratégias ambientais a implementar

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RESUMO: O envelhecimento demográfico é uma realidade dos nossos dias. A preparação da alta de enfermagem é um elemento da prestação de cuidados que pode ser explorado na fase de envelhecimento para dotar os idosos de conhecimentos, capacidades e responsabilidade na gestão da sua condição de saúde. Deste modo delineou-se um estudo de tipo descritivo, transversal e exploratório com o objectivo de analisar e compreender o processo de preparação da alta hospitalar de enfermagem ao idoso internado por agudização de doença, que se apresente autónomo no momento da alta, de modo a capacitá-lo para a gestão da sua condição de saúde. O estudo decorreu num Serviço de Medicina Interna. Definiu-se como fontes de informação e métodos de colheita de dados 25 entrevistas a idosos, 16 questionários abertos a enfermeiros prestadores de cuidados e análise dos registos do processo de internamento dos idosos. Como principais resultados destacamos que os idosos quando internados apresentam preocupações relacionadas com a sua condição de saúde e o motivo de internamento, os quais são pouco valorizadas na preparação da alta; os cuidados com a saúde que os idosos têm antes do internamento são valorizados nos registos de enfermagem; um terço dos idosos não teve conhecimento do seu diagnóstico médico; os diagnósticos de enfermagem activos no momento da alta não são contemplados na preparação da alta; os idosos com a aproximação do regresso a casa manifestam preocupações sobre os cuidados a ter com a sua saúde e manifestam interesse em ser informados sobre os mesmos; os idosos sentem pouca disponibilidade por parte dos enfermeiros para a preparação da alta; as intervenções de preparação da alta centram-se em intervenções do tipo ensinar, instruir e treinar, tendo-se verificado discrepâncias sobre os cuidados prestados e o seu conteúdo sob as várias fontes de informação; o diálogo é a estratégia de preparação da alta que prevalece; mais informação e informação escrita são aspectos que podem melhorar a preparação da alta segundo os idosos. Podemos assim concluir que não existe uma estrutura de preparação da alta a idosos com capacidade para gerir a sua condição de saúde e que muito pode ser melhorado em termos de preparação da alta a idosos no sentido de tomar o máximo partido deste elemento dos cuidados e assim obter ganhos em saúde. ----------- ABSTRACT: The demographic aging is a reality nowadays. The nursing discharge planning is an element of care that should be studied on aging to provide older people with knowledge, abilities and responsibility in order to deal their health condition. Thus, it was outlined a descriptive study, transversal and exploratory in order to analyze and understand how the process nursing discharge occurs, by planning the elderly hospitalized with acute disease, in order to support patients for better management of health conditions. The study was carried in an Internal Medicine Service of a Central Hospital. As information sources and methods of data collection, we defined 25 interviews with elderly, 16 open-ended questionnaires to nurses and analysis of records from the process of the elderly hospitalized. In the main results we observe the elderly hospitalized have concerns about their health condition and the reason for their hospitalization, which are undervalued in the discharge planning process; the health care reported by elderly related to time before hospitalization were registered in nursing records; one-third of the elderly don’t know the medical diagnosis; the active nursing diagnosis at discharge assets are not included in the discharge planning process; in the discharge, the elderly had concerns over the care of their health and expressed interest in being informed of it; the elderly don’t feel availability from the nurses in the discharge planning; the discharge interventions focus on interventions like teaching, instructing and training, and there have been different views about the care provided and its contents under the various sources of information; the high prevailing strategy to discharge planning is the dialogue; more information and written information are aspects that can improve the discharge planning process. We conclude that there is no structure in discharge planning for the elderly with high ability to manage his health condition. There are several things that can be improved to the discharge planning for the elderly in order to take full advantage of this element of care.

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Dissertação para obtenção do Grau de Doutor em Engenharia Biomédica

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RESUMO - Introdução: A necessidade de gestão da ameaça de uma pandemia obriga à gestão da incerteza absoluta. O desconhecimento científico quanto a uma série de factores tais como, as características dos vírus causadores de infecções, a efectividade das medidas de prevenção e de tratamento, contribuiu para a dificuldade de actuação a vários níveis. Face à evolução da situação epidemiológica mundial no campo da gripe, Portugal reviu e adaptou o seu plano de contingência para a gripe tendo sido homologado, em Janeiro de 2006, um novo plano – Plano de Contingência Nacional do Sector da Saúde para a Pandemia. Objectivos: O presente estudo apresenta como principais objectivos (1) a avaliação das estratégias de intervenção e respectiva implementação das medidas de saúde pública não farmacológicas, durante a pandemia da gripe de 2009; (2) a identificação dos pontos críticos na gestão das medidas de saúde pública não farmacológicas, para preparação e resposta a futuras pandemias da gripe e, por último, (3) a definição de um modelo de acompanhamento, de monitorização e de avaliação das medidas de saúde pública não farmacológicas, que permita identificar os pontos importantes a ter em conta na implementação de boas práticas de saúde pública, nos diferentes níveis de prestação de cuidados de saúde, tendo como limitação o estado da arte dos sistemas de informação e avaliação, nacionais e internacionais, existentes. Material e Métodos: Para a avaliação das estratégias de intervenção e respectiva implementação das medidas de saúde pública não farmacológicas bem como, para a identificação dos pontos críticos na gestão das respectivas medidas foram consideradas duas perspectivas: a avaliação dos resultados através do Relatório da Pandemia da Gripe e a avaliação dos resultados através das avaliações da OMS e da Euro OMS. É apresentado um modelo de acompanhamento, de monitorização e de avaliação das medidas de saúde pública não farmacológicas, a implementar na classe médica que esteve na “linha da frente”, durante a pandemia H1N1 2009 em Portugal, nos cuidados primários, hospitalares e intensivos. Resultados: Deverá existir uma representação dos profissionais de saúde para suporte das decisões de forma a assegurar uma representação alargada não só na preparação mas também, na implementação e na aplicação do Plano de Contingência. O processo de planemanto deverá ter acesso público com possibilidade de participação activa do cidadão na sua implementação. O Plano deve ter a capacidade para se adaptar à situação epidemiológica e, no terreno os exercícios de simulações durante o processo de planeamento são importantes. As orientações técnicas devem ser dinâmicas, práticas, específicas e úteis e, dever-se investir numa cultura de confiança (“right people communicating to right people”). As alterações ao plano devem partir da coordenação, comando e controlo que, nos vários níveis de decisão, devem definir claramente quem toma as decisões. Conclusões: As estratégias para as intervenções ao nível da saúde pública, continuam, no mundo hodierno a desempenhar um papel fundamental e crucial na contenção das pandemias. O modelo apresentado neste estudo procura uma abordagem objectiva para destacar não só, os elementos essenciais de actividades bem-sucedidas, mas também as áreas em que a experiência pandémica sugere que o futuro planeamento deve dar maior ênfase.

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RESUMO - Planeamento da Alta: Impacto nos Indicadores de Desempenho Hospitalar O problema do presente trabalho reside na percentagem de hospitais do SNS que não tem um processo de planeamento de alta standartizado. Norteada pela questão de investigação: Qual o impacto do Planeamento das Altas nos indicadores de desempenho dos hospitais do SNS?; pelas hipóteses de que os hospitais com um processo de Planeamento da Alta standartizado têm uma Taxa de Reinternamento e uma Demora Média menor; e pelo objetivo geral: Conhecer o impacto do planeamento da alta standartizado nos indicadores de desempenho dos hospitais do SNS, enveredou-se pelo paradigma quantitativo e foi realizada uma análise comparativa dos indicadores de desempenho de dois grupos hospitalares. Estudou-se uma amostra da população acessível, constituída por 57 estabelecimentos hospitalares do SNS e destes foram criados dois grupos de hospitais, que diferiam no facto de ter um processo de planeamento de alta standartizado. No final obteve-se uma amostra, não probabilística, de 12 hospitais, seis que possuíam um processo standartizado e os outros seis não. A recolha de dados foi efetuada através dos sítios da ACSS, DGS e das entidades hospitalares. Os dados foram tratados através da estatística descritiva e indutiva, com recurso a programas informáticos. Da análise emergiram como principais resultados: A existência de um processo de planeamento de alta hospitalar standartizado não tem um impacto significativo nos indicadores de desempenho hospitalar, nomeadamente na redução das Taxas de Reinternamento e da Demora Média hospitalar.

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RESUMO: O Ministério da Saúde do Governo do Ruanda identifica a saúde mental como uma área de prioridade estratégica para a intervenção em resposta à alta carga dos transtornos mentais no Ruanda. Ao longo dos últimos 20 anos após o genocídio, o sector público reconstruiu sua Resposta Nacional de Saúde Mental com base no acesso equitativo aos cuidados, através do desenvolvimento de uma Política Nacional de Saúde Mental e novas estruturas de saúde mental. A política de Saúde Mental do Ruanda, revista em 2010, prima pela descentralização e integração dos serviços de saúde mental em todas as estruturas nacionais do sistema de saúde e ao nível da comunidade. O presente estudo de caso tem como objetivo avaliar a situação do sistema de saúde mental de um distrito típico de uma área rural no Ruanda, e sugerir melhorias, incluindo algumas estratégias para monitoras as mudanças. Os resultados do estudo permitirão ao Ruanda reforçar a sua capacidade para implementar o Plano Nacional de Saúde Mental ao nível dos distritos. O relatório também será útil para monitorar o progresso da implementação de serviços de saúde mental nos distritos, incluindo a prestação de serviços de base comunitária e a participação dos usuários, suas famílias e outros interessados na promoção, prevenção, assistência e reabilitação em saúde mental. Este estudo também procurou avaliar o progresso da implementação dos cuidados de saúde mental a nível descentralizado, com vista a compreender as implicações em termos de recursos desses processos. Foi realizada uma análise situacional num local do distrito, baseado em entrevistas com as principais partes interessadas responsáveis, usando o Instrumento de Avaliação de Sistemas de Saúde Mental da Organização Mundial da Saúde (WHO-AIMS). Os resultados sugerem que os recursos humanos para a saúde mental e serviços de base comunitária de saúde mental no distrito continuam a ser extremamente limitados. Os profissionais de saúde mental são adicionalmente limitados na sua capacidade para oferecer intervenções de emergência a pacientes psiquiátricos e garantir a continuidade do tratamento farmacológico a pacientes com condições crônicas. Para planejar efetivamente, de acordo com as necessidades da comunidade, sugerimos que o sistema de saúde mental deve envolver também os representantes das famílias e dos usuários no processo de planificação de modo a melhorar a sua contribuição no processo de implementação das atividades de saúde mental. Este estudo de caso do Distrito de Bugesera oferece a primeira análise de nível distrital dos serviços de saúde mental no Ruanda, e pode servir como uma mais-valia para a melhoria do sistema de saúde mental, incluindo a advocacia para a melhoria da qualidade dos cuidados de saúde mental a este nível, aumentando o financiamento para a implementação de serviços clínicos de saúde mental e os recursos humanos disponíveis para a prestação de cuidados de saúde mental, principalmente a nível dos cuidados primários.--------------------- ABSTRACT: To deal with the high burden of mental health disorders resulting from consequences of the 1994 genocide against Tutsis, the Rwanda Ministry of Health (MoH) considers mental health as a priority intervention. For the last 20 years, Ministry of Health focused on rebuilding a national and equity-oriented mental health program responding to the population needs in mental health. Mental health services are now decentralized and integrated in the national health system, from the community level up to the referral level. This study assessed the situation of mental health services in one rural district in Rwanda. It was aimed at assessing the progress of implementation of mental health care at the decentralized level, focusing on resource implications and processes. This study is based on interviews conducted with key stakeholders, using the World Health Organization's Assessment Instrument for Mental Health Systems (WHO-AIMS). Findings show that human resources for mental health care and community-based mental health services of the assessed district remain extremely limited. Mental health professionals face limitation regarding the ability to provide emergency management of psychiatric patients and to ensure continuity of psychopharmacological treatment of patients with chronic conditions. To improve the implementation process of mental health interventions and activities, a planning process based on community needs and the involvement of representatives of families and users in planning process should be considered. The Bugesera case study on the situation of mental health services can serve as a baseline for improvement of the mental health program in Rwanda, in terms of quality care services, infrastructure and equipment, human and financial resources.

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The European Union has taken in recent years an increasingly important role in ensuring peace and stability in the international community, and the security and defence policy of the Union has become synonymous with crisis management. The Union has addressed the issue of crisis management through two sources: the military side and the civilian side, which consists in carrying out numerous crisis management operations and missions. This study discusses the role of the European Union in conducting crisis management operations and missions and how the gendarmerie forces contribute to the success of the same. It will discuss the evolution of the European Union's security policy and the concept of crisis management, and seek to demonstrate the added value of the commitment of gendarmerie forces in operations and missions of crisis management, particularly with regard to employment of the European Gendarmerie Force. On the other hand, it will study the planning process for crisis management of the European Union, featuring the entities and agencies involved in it, and presenting the products that result from this same process. The use of Gendarmerie forces in crisis management operations and missions has significant advantages. Its use is recommended to post - conflict scenarios, in complementarity with the armed forces, in order to overcome the "security gap" that mediates the transition from the state of conflict for the period of peace and reconstruction. Gendarmerie forces can also be engaged both in military crisis management operations and civilian crisis management missions.

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Performance management and assessment has returned to the forefront of the public debate in Portugal, at the same time that some international studies point Portugal as a country with bad management practices, highlighting performance management practices. Despite all this attention, there is little information about how those practices are applied in the country. This research’s goal is to assess why performance management systems and practices are so poorly applied in Portugal. To achieve this goal we studied employees’ perception about the topic and diagnose the associated problems. The methodology comprised inductive and qualitative research, in the form of interviews with employees from different professions, industries, hierarchies, and ages. Our findings suggest that performance management failure is related with a procedural problem with three different dimensions: Insufficient Planning, Process & Integrity Issues, and Non-Meritocratic Logic. By exposing the different components of the Portuguese performance management problem, we shed light into the topic and allow organizations to understand and face their performance management systems’ flaws.

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Dissertação de mestrado integrado em Engenharia e Gestão Industrial

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Dissertação de mestrado Internacional em Ambiente Construído Sustentável

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Dissertação de mestrado em Geografia (área de especialização em Planeamento e Gestão do Território)

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The Institute of Public Health in Ireland were asked to submit a paper on 'Cross-border cooperation on healthcare' for a joint meeting between the Oireachtas Joint Committee on Health and Children and the Northern Ireland Assembly Health Committee which took place in Leinster House on 1 March 2012. Key points from the submission included: o    The Institute of Public Health in Ireland (IPH) is an all-island organisation which promotes cooperation between the Republic of Ireland and Northern Ireland with the aim of improving population health on the island and tackling health inequalities. IPH work is focused on addressing the causes of ill health rather than the design and delivery of treatment services. o    North/South cooperation on health was mandated under the Belfast Agreement in 1998 in five domains, including health promotion. IPH has supported the North South Ministerial Council (NSMC) in respect of the health promotion strand since inception. o    The Department of Health and Department of Health, Social Services and Public Safety North-South Feasibility Study (December 2011) states that mutual benefits are most evident from cooperation in the areas of (i) anticipating trends and illnesses in a collective manner (ii) public health issues (iii) specialised services where the population or activity required to sustain the service cannot be met by either jurisdiction alone and (iv) in relation to those areas adjacent to the border. o    The European Directive on Cross-Border Healthcare will be implemented in the next few years which will have implications in relation to patients travelling for healthcare across the Republic of Ireland/Northern Ireland border. o    IPH is supporting the development of new public health strategies in the Republic of Ireland and Northern Ireland which are both due for publication this year. o    There are tangible benefits from cross-border cooperation in the health sector, both in public health and in health service planning and delivery and there are many examples of successful initiatives. However, developments are not occurring in the context of an agreed plan or overall strategic context and tend to be project-based and concentrated in border counties. o    Successful cross-border cooperation requires high level support and integration into departmental policy cycles. The provision of data on an all-island basis supports cross-border cooperation as does the operation of sustainable all-island organisations which can support research, evaluations and programmes. o    In the future, cross-border cooperation in health will be more effective if developed with a strategic planning process intrinsically linked to Departmental priorities. o    North-South cooperation in the areas of alcohol, obesity, tobacco health surveys and rare diseases will be particularly beneficial.

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For the 2004 strategic planning process at Iowa Workforce Development, Director Richard Running asked for as much input from all staff as possible. As a result, planning staff designed an extensive process to gather input over about a three month period during the late spring and summer: • A Guide to Staff Involvement was drafted and distributed to staff in offices throughout the state. This guide provided a brief explanation of the planning process and quoted extensively from the Vilsack/Pederson Leadership Agenda and the 2003 IWD strategic plan to illustrate each step and to show examples of alignment. The guide also provided suggestions for staff in various locations and work units to conduct their own planning sessions. The structure was designed to solicit feedback regarding elements (vision, mission, guiding principles, goals and strategies) of the existing 2003 plan. Particular attention was devoted to securing non-management staff’s perspective during the internal and external assessment exercises. • Several local offices did conduct their own structured input sessions following the suggested guidelines and sent the results to planning staff in the central administrative offices. • Other work units in many locations opted to ask planning staff to facilitate planning sessions for them. The results of these sessions were also gathered by planning staff. In all, dozens of input sessions were held and hundreds of IWD staff participated directly in the process. Because all the sessions followed similar guidelines, it was relatively easy to combine all of the input received and spot common themes that surfaced from the many sessions. A composite of all the flip chart notes was compiled into one large document (for those who like lots of detail) and another document summarized the key themes that emerged. This information was used in a day-long planning retreat on August 20. Management staff members from throughout the department were invited and each work unit and sub-state region also brought a non-management staff person as well. This group reviewed the themes from the earlier sessions and then addressed each element of the 2003 plan, proposing refinements for almost all sections. Subsequently, senior management reviewed the results of the retreat and made the final decisions for the new 2004 plan. This thorough approach, with its special emphasis on input from line staff, did result in some significant changes to IWD’s plan. Local office staff, for example, consistently expressed the need to step up our marketing efforts, especially with employers. Another need that was expressed clearly and often was the need to beef up staff training efforts, much of the capacity for which had been lost in budget and staff reductions a few years ago. Neither of these issues is new, but the degree of concern expressed by IWD staff has caused us to elevate their importance in this year’s plan.

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The Iowa Transportation Improvement Program (Program) is published to inform Iowans of planned investments in our state's transportation system. The Iowa Transportation Commission (Commission) and Iowa Department of Transportation (Iowa DOT) are committed to programming those investments in a fiscally responsible manner. Iowa's transportation system is multi-modal; therefore, the Program encompasses investments in aviation, transit, railroads, trails, and highways. A major component of the Program is the highway section. The FY2009-2013 highway section is financially balanced and was developed to achieve several objectives. The Commission's primary highway investment objective is the safety, maintenance and preservation of Iowa's existing highway system. The Commission has allocated an annual average of $321 million to achieve this objective. This includes $185 million in 2009 and $170 million annually in years 2010-2013 for preserving the interstate system. It includes $114 million in 2009, $100 million in 2010 and $90 million annually in years 2011-2013 for non-interstate pavement preservation. It includes $38 million annually in 2009 and 2010, and $35 million annually in years 2011-2013 for non-interstate bridges. In addition, $15 million annually is allocated for safety projects. However, due to increasing construction costs, flattened revenues and overall highway systems needs, the Commission acknowledges that insufficient funds are being invested in the maintenance and preservation of the existing highway system. Another objective involves investing in projects that have received funding from the federal transportation act and/or subsequent federal transportation appropriation acts. In particular, funding is being used where it will complete a project, corridor or useable segment of a larger project. As an investment goal, the Commission also wishes to advance highway projects that address the state's highway capacity and economic development needs. Projects that address these needs and were included for completion in the previous program have been advanced into this year's Program to maintain their scheduled completion. This program also includes a small number of other projects that generally either represent a final phase of a partially programmed project or an additional segment of a partially completed corridor. The TIME-21 bill, Senate File 2420, signed by Governor Chet Culver on April 22, provides additional funding to cities, counties and the Iowa DOT for road improvements. This will result in additional revenue to the Primary Road Fund beginning in the second half of FY2009 and gradually increase over time. The additional funding will be included in future highway programming objectives and proposals and is not reflected in this highway program. The Iowa DOT and Commission appreciate the public's involvement in the state's transportation planning process. Comments received personally, by letter, or through participation in the Commission's regular meetings or public input meetings held around the state each year are invaluable in providing guidance for the future of Iowa's transportation system. It should be noted that this document is a planning guide. It does not represent a binding commitment or obligation of the Commission or Iowa DOT, and is subject to change. You are invited to visit the Iowa DOT's Web site at iowadot.gov for additional and regular updates about the department's programs and activities.

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A presente dissertação procurou identificar os principais problemas e desafios que o Processo de Planeamento Urbano Sustentável (Amado,2005) coloca ao nível local no contexto insular e, através do desenhar de soluções, promover o desenvolvimento equilibrado, coeso e sustentável do respetivo território. Através de uma análise teórica procurou-se conhecer e compreender o Quadro Legal do Ordenamento do Território em Cabo Verde. A fase inicial do Ordenamento do Território no País, com a aprovação da Lei de Bases do Ordenamento do Território e Planeamento Urbanístico na década de 90, bem como a insularidade do território, a mão-de-obra pouco qualificada e os poucos recursos financeiros são os grandes desafios que o país enfrenta a nível do Ordenamento do Território. O núcleo urbano de Chã de Caldeiras, que pertence ao município de Santa Catarina do Fogo, Freguesia de Santa Catarina do Fogo, é caraterizado por uma paisagem única, comportando zonas de reserva como o Parque Natural do Fogo e pela proximidade ao vulcão, sendo uma das localidades com maiores atrativos naturais no arquipélago de Cabo Verde. Ora, devido à inexistência de qualquer instrumento de gestão territorial até à atualidade, a área de intervenção do Plano Detalhado, apresenta uma fraca hierarquização da rede urbana e malha viária, construções inacabadas e de fraca qualidade, inexistência de praças e locais de convívio e carencias em termos de infraestruturas básicas (agua, luz e saneamento). Este trabalho pretende ser um contributo para um Desenvolvimento Sustentável para Chã de Caldeiras, (re)qualificando o espaço urbano, zelando pelos interesses da população local e garantindo desta forma a melhoria da qualidade de vida num espaço temporal alargado.