1000 resultados para Brasil For


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Por meio das informaes que acompanham os laudos de autpsias do Instituto Mdico Legal, foram estudados casos de mortes violentas (acidentes de todos os tipos, homicdios e suicdios) ocorridos no municpio de So Paulo, nos anos de 1960, 1965, 1970 e 1975, destacando-se os de pessoas nele residentes. O objetivo foi caracterizar essa mortalidade segundo as reais causas bsicas da morte, relacionando-as com variveis consideradas importantes do ponto de vista epidemiolgico, nos anos referidos. Os resultados encontrados mostram elevao do risco de mortes por causas violentas, distinguindo-se os coeficientes de mortalidade por acidentes de trnsito de veculos a motor e por homicdios, cujos valores aumentaram sensivelmente do inicio para o fim do perodo analisado. Os resultados permitem colocar a mortalidade por acidentes e violncias, em So Paulo, como importante problema de sade pblica.

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Foram feitas reaes sorolgicas para lues - VDRL qualitativo e quantitativo - em 1502 trabalhadores de ambos os sexos, com idade compreendida entre 15 e 54 anos, moradores de Planaltina, cidade satlite do Distrito Federal, e que procuraram o hospital local, durante o ano de 1977, para exame de sade. No setor residencial, a prevalncia de soros reagentes nesse perodo foi de 2,3%, com taxas mais elevadas no sexo feminino, em pessoas idosas e em pessoas casadas. Na zona bomia, de cada trs prostitutas, uma apresentou sorologia positiva. Este achado reveste-se de gravidade por ser Braslia local de intenso movimento populacional.

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Com o objetivo de estabelecer relaes entre recursos do Sistema Sade - leitos - e os pacientes internados, foram estudadas as sadas ocorridas em leitos de assistncia hospitalar geral do Vale do Paraba (Brasil), em 1974. Os resultados permitiram relacionar determinadas variveis - sexo, idade, procedncia do paciente, tipo de tratamento a que foi submetido, fonte financiadora de sua assistncia e mdia de permanncia. A anlise abrangeu as relaes entre as varivel entre si e cada uma delas com a mdia de permanncia, proporcionando dados de valia para o planejamento, visto fornecerem alm do valor quantitativo, caracterizao sobre a necessidade de leitos de uma regio.

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De 330 soros humanos examinados pela prova de soroaglutinao lenta em tubos, 4(1,21%) apresentaram aglutininas anti Brucella canis em diluio 1:100 (1 reagente com ttulo 100, 2 reagentes com ttulo 200 e 1 reagente com ttulo 400).

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Estuda-se conhecimentos, atitudes e prticas em relao assistncia pr-natal de 404 mulheres internadas no Servio de Obstetrcia de um hospital do municpio de So Paulo (Brasil). Descreve-se o trimestre da gestao em que a assistncia pr-natal teve incio, de acordo com o risco gravdico medido atravs do sistema de avaliao de Perkin. Apresentam-se as razes que impediram o comparecimento no primeiro trimestre de gravidez ou levaram ao no-comparecimento a esse servio, assim como inconsistncias entre atitudes e prticas da populao em estudo.

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A verificao do teor de anticorpos antidiftricos provenientes de 130 crianas de 7 a 10 anos de idade, do municpio de So Paulo, Brasil, revelou 31, 14 e 5% de indivduos susceptveis nas idades de 7, 8 e 9 anos, respectivamente. Todas as crianas de 10 anos de idade apresentaram proteo contra a difteria, revelando teor de antitoxina circulante em nveis superiores a 0,01 UI/ml. O teor mdio de antitoxina diftrica encontrada variou de 0,0385 a 0,1315 UI/ml de soro, na populao examinada.

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Foi realizado estudo transversal sobre a esquistossomose mansnica em nove engenhos da usina Catende localizada na Zona da Mata sul do Estado de Pernambuco (Brasil). A prevalncia foi 43,8% para a populao geral dos engenhos e 64,6% para os trabalhadores de campo. A prevalncia das formas hepato-esplnicas foi 4,1% sendo que em dois engenhos chegou a 8,7% e 9,1%. Biomphalaria straminea foi o nico molusco transmissor encontrado na rea; sua taxa de infeco natural por S. Mansoni foi 0,07%. esquistossomose pode ser considerada como doena grave na regio estudada.

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Foi observado, em Braslia (Brasil), no perodo de 1977-1978, grande nmero de bitos em crianas, maior mortalidade no sexo masculino e predominncia de mortes, cujas principais causas foram: a) perinatais e infecciosas em crianas pr-escolares, b) acidentes nos escolares, adolescentes e adultos jovens e c) doenas cardiovasculares e tumores aps os 45 anos de idade. Esses resultados so valiosos para orientar a aplicao de recursos por parte dos servios oficiais de sade.

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Foi feito estudo para identificar em torno de 1976 a distribuio da freqncia do bito infantil, a distribuio da renda e a distribuio da disponibilidade de determinados recursos pblicos de sade nos 55 distritos e sub-distritos do municpio de So Paulo (Brasil), para analisar as possveis identificaes entre estas distribuies. A freqncia do bito infantil foi crescente no sentido centro-periferia da cidade, o mesmo ocorrendo com a concentrao de famlias de baixa renda. Os recursos pblicos de sade estudados, gua do abastecimento pblico, leitos hospitalares e centros de sade do Estado, foram decrescentes no mesmo sentido centro-periferia. Tanto a distribuio crescente da baixa renda quanto a distribuio decrescente dos recursos pblicos acham-se positiva e significativamente correlacionadas distribuio crescente da mortalidade infantil. Na rea perifrica da cidade, correspondente rea de maior mortalidade, encontra-se a mais alta concentrao de famlias de baixa renda e, tambm, as menores disponibilidades de recursos pblicos de sade providos direta ou indiretamente pelo Estado. Conclui-se que renda e recursos pblicos operam no mesmo sentido, ou seja, de reforo mtuo s desigualdades registradas ao nvel da mortalidade infantil, e no no sentido inverso, como talvez se pudesse crer. Discute-se o duplo processo desigual da distribuio das riquezas na cidade de So Paulo, o que se d na distribuio direta da renda e o que se d, posteriormente, quando o Estado participa daquela distribuio provendo servios pblicos.

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So apresentados diversos aspectos epidemiolgicos da poliomielite na Capital de So Paulo (Brasil). De sua anlise resultaram algumas concluses de importncia para a manuteno do controle dessa doena em nosso meio. Verificou-se a absoluta necessidade de se manter continuamente a cobertura vacinal da populao infantil, pois a diminuio de intensidade na aplicao da vacina Sabin poder trazer o imediato recrudescimento da doena entre ns. Aps um perodo de 4 anos de controle efetivo sobre a poliomielite, no qual ocorreram, em mdia, 58 casos de doena paraltica por ano, foram registrados no ano de 1971 195 casos. A situao somente voltou a ser efetivamente controlada no segundo semestre de 1975, quando os programas de imunizao foram novamente incrementados. O estudo mostrou que a poliomielite continua apresentando entre ns as clssicas feies da paralisia infantil, ocorrendo cerca de 75% dos casos nos dois primeiros anos de vida das crianas. Este fato, juntamente com a evidncia de que o poliovrus do tipo 1 continua prevalecendo em nosso meio, tendo causado a grande maioria dos casos de doena paralitica nos ltimos anos, indica que a epidemiologia da virose ainda no foi essencialmente alterada pelos programas de vacinao. Verificou-se, que a vacinao Sabin tem sido menos eficiente em nosso meio do que nos pases altamente desenvolvidos e de clima temperado, devido interferncia de uma srie de fatores epidemiolgicos e operacionais. No perodo de 1970 a 1977 8,9% dos pacientes investigados tinha recebido, no passado, 3 e 4 e mais doses de vacina oral trivalente e 43,3% tinha tomado pelo menos uma dose de vacina oral. Recomenda-se s autoridades sanitrias que o nmero de doses de vacina da srie bsica de imunizao contra a poliomielite seja aumentado de trs para cinco, com a finalidade de se compensar as falhas que ocorrem na prtica da vacinao oral e de se poder superar o efeito antagnico dos fatores epidemiolgicos desfavorveis no controle de poliomielite em nosso meio.