997 resultados para Processo Tipo Fenton
Resumo:
Mestrado em Engenharia Electrotcnica e de Computadores
Resumo:
Coordenao de Aperfeioamento de Pessoal de Nvel Superior (CAPES)
Resumo:
Fundao de Amparo Pesquisa do Estado de So Paulo (FAPESP)
Resumo:
O presente artigo pretende examinar a quantidade, qualidade e adequao dos comportamentos interactivos das educadoras em salas de creche, em actividades livres e estruturadas, investigando a sua relao com aspectos de estrutura destes contextos. Participaram neste estudo 30 responsveis por salas de creche da rea Metropolitana do Porto (incluindo 5 auxiliares de aco educativa). Os comportamentos interactivos das educadoras foram avaliados com a Escala de Interaco Educador-Criana (Farran, & Collins 1995). Os resultados obtidos sugerem que as educadoras exibem maior quantidade de comportamentos interactivos no decurso de actividades estruturadas (r = .65) e que a adequao destes comportamentos superior quando estes profissionais tm bacharelato ou licenciatura (r=.57), quando auferem salrios superiores (r = .42) e quando despendem menos horas de trabalho directo com as crianas (r = -.37). A qualidade dos comportamentos interactivos est relacionada com o salrio auferido (r = .43). As implicaes prticas dos resultados obtidos so discutidas com o objectivo de analisar formas possveis de alcanar nveis de excelncia em contextos de educao de infncia.
Resumo:
Mestrado em Engenharia Electrotcnica e de Computadores
Resumo:
Este trabalho foi realizado no mbito do processo de atribuio do ttulo de Especialista no Ensino Superior. Nesse sentido e de acordo com o tipo de trabalho exigido para esses fins, procuramos retratar a nossa experincia profissional no mbito da interveno teraputica com recurso a tecnologias de apoio. Esse retrato tem aqui a forma de uma proposta de organizao de um servio de tecnologias de apoio utilizado ao longo de 10 anos dessa experincia profissional. Para dar suporte a esse objectivo, realizamos alguma reviso da literatura mais recente relacionada com esta abordagem. Ao longo desta reviso, pudemos constatar que os modelos utilizados na nossa experincia profissional no mudaram muito face aos mais recentes desenvolvimentos tecnolgicos que podem influenciar o processo de avaliao e interveno em tecnologias de apoio. Efectivamente, apesar de as tecnologias evolurem constantemente e de facilitarem cada vez mais a sua operacionalidade, as actividades que todos ns necessitamos de realizar no nosso dia a dia e, em particular as pessoas com alguma forma de incapacidade, no mudaram. O que fazamos h 10 anos atrs, continuamos a querer fazer. Apenas o fazemos de forma diferente e com recursos tecnolgicos mais fceis de utilizar e mais prximos da nossa intuio. exemplo disso, a portabilidade de dispositivos de comunicao como tablets ou smartphones e a sua universalidade. Hoje em dia, um dispositivo desta natureza permite a qualquer pessoa aceder a informao, comunicar distncia por voz, imagem e escrita, produzir actividade laboral, descontrair com actividades ldicas e de lazer, organizar agendas, etc. O mesmo dispositivo, utilizado por uma pessoa com incapacidades fsicas ou sensoriais, permitir-lhe- realizar exactamente as mesmas actividades embora com alternativas de acesso, sistemas de comunicao aumentativa e/ou alternativa ou aplicaes adequadas s suas necessidades de desenvolvimento de competncias motoras, cognitivas e sociais. Mas o processo para selecionar o dispositivo ou o sistema de tecnologias de apoio continua vlido e semelhante ao que se tem vindo a utilizar, nos ltimos 15 anos, com o objectivo de adequar uma soluo para a mobilidade ou para a comunicao ao longo desta evoluo tecnolgica. Ao longo deste trabalho iremos descrever as diferentes fases do processo de interveno em Tecnologias de Apoio. O que a equipa constituda para prestar este tipo de servio poder considerar incluir nesse processo, de forma a que o resultado final esteja o mais adequado possvel s necessidades das pessoas com limitaes no desempenho das actividades e restries participao. Quisemos tambm conhecer, embora que de forma exploratria e descritiva, o que os diferentes servios de tecnologias de apoio a funcionar em Portugal incluem no seu processo, qual a constituio das suas equipas e, de alguma forma, como realizam este tipo de servio especializado. Para isso, apresentaremos os resultados de um pequeno questionrio que enviamos a esses servios.
Resumo:
O presente relatrio refere-se ao Estagio Final do aluno Joo Pedro Pinheiro Alves de Miranda, que decorreu na Associao Recreativa de Freixieiro. Este estgio, decorreu entre 03/01/2011 e 01/06/2011, enquadra-se no plano curricular do 3 semestre do Mestrado em Fisioterapia Opo Desporto da Escola Superior de Tecnologia da Sade do Porto, constituindo uma ferramenta importante para um melhor enquadramento do papel do fisioterapeuta no desporto. Com esta formao pretende-se aprofundar conhecimentos, aperfeioar e aplicar tcnicas mais actuais face s situaes patolgicas, bem como adquirir novos conhecimentos e aprender como lidar com situaes futuras no desporto. O relatrio tem como objectivo a descrio da experincia de observao, avaliao e interveno dos casos clnicos, bem como, as aces de emergncia em treinos e jogos onde dei o meu contributo, e da respectiva forma de actuar. Na elaborao do mesmo tive em considerao todas as informaes, subjectivas e objectivas, que retive ao longo do perodo de estgio, assim como, as relaes estabelecidas entre os profissionais e jogadores da instituio. Contudo, deu-se especial ateno ao caso clnico que acompanhei, sobre Rotura grau III do ligamento lateral interno associado a fractura de Salter-Harris tipo III e estiramento do LCA.