995 resultados para Shabbethai Tzevi, 1626-1676.


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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)

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O presente estudo foi realizado na Estação Ecológica de Paulo de Faria, região norte do estado de São Paulo, Brasil, visando conhecer a biodiversidade de ácaros associados a plantas em fragmentos de mata estacional semidecidual nativa. Cento e vinte e três espécies das subordens Gamasida, Actinedida, Acaridida e Oribatida (35 identificadas nominalmente), pertencentes a 78 gêneros de 25 famílias, foram coletadas sobre 18 espécies vegetais. As espécies mais freqüentes foram Euseius concordis (Chant) e Iphiseiodes zuluagai Denmark & Muma (Phytoseiidae), encontradas sobre oito e seis espécies vegetais, respectivamente. A maior riqueza de espécies foi observada em Psicotria cartagenensis (oito espécies), Cecropia pachystachya (sete espécies), Guarea kunthiana e Jacaratia spinosa (seis espécies).

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Vertebrados com períodos gestacionais curtos, os marsupiais tendem a ter proles pequenas e dependentes. O período gestacional dos gambás varia de 14-15dias e os filhotes terminam o seu desenvolvimento no marsúpio e este período é considerado como uma gestação externa por alguns autores. A glândula mamária localiza-se internamente ao marsúpio. A cadeia mamária de cada fêmea era composta por 11 papilas mamárias e aquelas papilas que se encontravam conectadas aos filhotes exibiam um comprimento maior em relação às outras. Histologicamente, a glândula mamária dos gambás assemelha-se às dos mamíferos domésticos, exceto pela ausência do músculo esfíncter papilar no teto.

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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)

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É apresentada uma síntese sobre os peixes do Alto Paraná, com base em dados de coleções, dados de literatura e novas coletas. Trezentas e dez espécies, de 11 ordens e 38 famílias, são referidas para a drenagem, aumentando significativamente números anteriores. Dentre as espécies da área, 236 (76,1%) são autóctones, 67 (21,6%) alóctones e sete (2,3%) exóticas. As principais causas de ocorrência de espécies não nativas (alóctones e exóticas) foram a dispersão a partir do baixo Paraná, após a construção do Reservatório de Itaipu e o escape de pisciculturas. A maior parte das espécies referidas (65%) tem porte pequeno, sendo menor que 21 cm de comprimento; dentre essas, a maioria ocorre apenas em riachos e cabeceiras. Apesar da ictiofauna do Alto Paraná ser uma das melhor conhecidas e mais estudadas, o número de espécies descritas ou referidas para a área tem crescido exponencialmente, o que indica que a riqueza apresentada está longe de representar a realidade. de fato, várias novas espécies têm sido descritas nos últimos anos e cerca de 50 novas espécies, já reconhecidas, estão em fase de descrição. A melhoria no conhecimento sobre a ictiofauna do Alto Paraná é proporcional ao número de pesquisadores envolvidos em estudos na bacia e reflete, de modo inequívoco, iniciativas recentes que têm estimulado e incrementado pesquisas taxonômicas, facilitado o acesso ao material depositado em coleções científicas e aumentado as coletas em áreas e ambientes pouco amostrados. Entretanto, mantido o ritmo de descrições de novas espécies ocorrido até agora nessa última década, as 50 novas espécies já reconhecidas estariam descritas apenas dentro de dez anos, um tempo demasiadamente longo. Por essa razão é muito importante que a comunidade científica e os órgãos de fomento encontrem e viabilizem iniciativas de modo a aumentar esse ritmo de descrições de novos táxons e disponibilizar esses novos nomes mais rapidamente.