1000 resultados para PARTO HOSPITALARIO
Resumo:
La versión externa (VE) es una maniobra obstétrica que se realiza en el embarazo a término para intentar reducir las presentaciones de nalgas en el momento del parto. El objetivo de este artículo es proporcionar información sobre la VE a través de la revisión de la evidencia científica publicada e incluir algunas recomendaciones sobre su uso en la práctica obstétrica
Resumo:
Objetivos: Conocer la opinión de las mujeres en relación con la tecnología sanitaria aplicada al seguimiento del embarazo y asistencia al parto, así como sus vivencias y sentimientos respecto a la calidad humana de la relación asistencial, y si ésta se adecuó a sus expectativas. Personas y método: Estudio con metodología cualitativa. Los datos se han obtenido mediante la realización de cuatro grupos focales. Resultados: El análisis de los datos ha permitido la construcción de dos categorías básicas: la opinión sobre las diferentes tecnologías aplicadas a lo largo del proceso asistencial, y la adecuación a las expectativas previas de la vivencia de la calidad humana en la relación asistencial. Conclusiones: La mayoría de las mujeres acepta las tecnologías sanitarias a su alcance. El significado del aumento de la dependencia tecnológica, sobre todo para la ecografía obstétrica, permite diferentes lecturas; un sector minoritario de mujeres prefiere una atención menos medicalizada durante el proceso de atención al parto. Todas las mujeres quieren sentirse protagonistas de su embarazo y parto. Confían plenamente en la competencia profesional de los expertos, cuya presencia les confiere seguridad, pero demandan mayor presencia de cualidades personales como el cariño y el trato deferente.
Resumo:
Malformações arteriovenosas uterinas são pouco freqüentes. Os autores relatam um caso de fístula arteriovenosa traumática tratada por embolização seletiva das artérias uterinas, método que tem sido utilizado no controle da hemorragia pós-parto e hemorragia resultante de malignidade pélvica. Uma discussão é apresentada para ressaltar uma conseqüência da perfuração uterina e o controle da hemorragia sem sacrificar a fertilidade.
Resumo:
OBJETIVO: Analisar, prospectivamente, o índice de líquido amniótico em gestantes de baixo risco que apresentaram ou não complicações da gestação e do período perinatal. MATERIAIS E MÉTODOS: Foi estudado, de modo prospectivo, o índice de líquido amniótico de 45 primigestas sem doenças no momento da inclusão no estudo. O índice foi avaliado em quatro períodos da gestação - 18-20, 24-26, 28-30 e 34-36 semanas - e seus valores foram correlacionados com o surgimento de complicações gestacionais e perinatais, Doppler das artérias uterinas, idade gestacional ao parto, vias de parto e o peso dos recém-nascidos. RESULTADOS: O índice de líquido amniótico não mostrou diferença estatística entre as pacientes com gestações normais e complicadas em nenhum dos quatro períodos estudados. Também não mostrou associação com a idade gestacional ao parto, as vias de parto e o peso dos recém-nascidos. Observou-se que a média do índice de líquido amniótico entre 28-30 semanas é mais elevada (p = 0,004) nas pacientes com incisura bilateral do que nas com Doppler normal. CONCLUSÃO: A avaliação prospectiva do índice de líquido amniótico em gestações de baixo risco parece não ser um bom preditor de complicações gestacionais ou perinatais.
Resumo:
A medida do comprimento cervical por ultra-sonografia transvaginal é útil no rastreamento do parto prematuro, sendo o encurtamento do colo fator preditor do trabalho de parto pré-termo. Os métodos tradicionais para avaliar a cérvice na gestação são limitados e insatisfatórios. O exame de toque digital, considerado método padrão, demonstra variação entre diferentes examinadores, entretanto, a ultra-sonografia transvaginal é exame eficiente durante a gravidez. Recentemente, o exame ultra-sonográfico tridimensional tem sido utilizado na prática clínica, incluindo o estudo do colo. Grande volume de informações pode ser obtido e armazenado utilizando-se a tecnologia tridimensional. A informação armazenada permite ser manipulada e analisada por número infinito de planos. O exame ultra-sonográfico transvaginal tridimensional é o único capaz de obter o plano coronal pela visualização da imagem em organização multiplanar. Este método aparenta oferecer potencial diagnóstico no aumento da acurácia da ultra-sonografia cervical.
Resumo:
La parada cardiorrespiratoria (PCR) dentro del hospital es considerada una emergencia vital y está demostrado que existe una relación directa entre la respuesta asistencial y la mortalidad asociada a este evento. Los resultados del tratamiento de la PCR son un indicador de calidad de los centros sanitarios. En el caso en concreto de España, la mayoría de hospitales no disponen de un sistema organizado e integral de atención a la PCR. A pesar de los avances en medicina y tecnológicos, la tasa de supervivencia no ha variado significativamente en los últimos 30 años por lo que se ha de considerar como un problema social, económico y sanitario de gran magnitud que cabe abordar con todas las herramientas disponibles. Objetivos: Conocer cómo se organiza la reanimación cardiopulmonar (RCP) dentro del hospital y conocer los planes integrales de RCP publicados por los hospitales españoles. Metodología: Se realiza una revisión de la literatura a través de las bibliotecas indexadas Pubmed y Web of Science mediante criterios de inclusión/exclusión, uso de operadores booleanos y búsqueda bibliográfica manual. Además se realiza una entrevista a un médico referente nacional en la investigación sobre RCP. Resultados: Se han encontrado 7 planes integrales para la atención a la PCR y solo 2 de ellos están avalados por el Plan Nacional de RCP (PNRCP), miembro del Consejo Español de RCP (CERCP). Conclusiones: Existe una falta de publicaciones por parte de los hospitales españoles sobre planes integrales para la organización de la RCP que cumplan los criterios de calidad necesarios. Si bien todos los hospitales disponen de protocolos propios dirigidos a sus profesionales para la actuación en caso de PCR, estos son de uso interno y solo tienen en común entre ellos el hecho de seguir las recomendaciones de las guías del European Resuscitation Council (ERC). III Es necesario que los centros sanitarios fomenten y compartan su actividad investigadora sobre el tema. Palabras clave: parada cardíaca hospitalaria, resucitación cardiopulmonar, Plan hospitalario de resucitación.
Resumo:
OBJETIVO: Correlacionar o achado ultra-sonográfico isolado de cisto de cordão umbilical com anomalias fetais, como cromossomopatias e alterações estruturais. Segundo a literatura médica, as implicações clínicas do achado ultra-sonográfico de cisto de cordão nos segundo e terceiro trimestres de gestação estão bem estabelecidas, entretanto, quando no primeiro trimestre, o significado ainda permanece controverso. MATERIAIS E MÉTODOS: Foi realizado estudo retrospectivo de gestantes da população geral, consecutivas, com fetos únicos e vivos, que apresentavam apenas o achado de cisto de cordão umbilical, num período de dez anos (1996-2006). Em todos os casos foram realizados exames ultra-sonográficos para o rastreamento de anomalias fetais após o diagnóstico de cisto de cordão. Os recém-nascidos e o cordão umbilical foram examinados após o parto para se verificar a presença de anomalias. RESULTADOS: Foram estudados nove casos que apresentavam cisto de cordão umbilical como único achado, sem outros marcadores ultra-sonográficos de anomalias fetais. Detectaram-se dois casos no primeiro trimestre de gestação e sete nos segundo e terceiro trimestres. Dois casos foram submetidos a estudo citogenético fetal, por meio de amniocentese. Nenhum recém-nascido apresentou anomalias estruturais ou aneuploidia. CONCLUSÃO: O achado ultra-sonográfico isolado de cisto de cordão umbilical não significou aumento de risco para anomalias estruturais ou aneuploidias.
Resumo:
A tireoidite crônica auto-imune é, atualmente, a principal causa de hipotireoidismo e seu diagnóstico baseia-se nas manifestações clínico-laboratoriais. O marcador laboratorial mais importante é a presença de anticorpos antitireoglobulina e antiperoxidase, sendo este último o teste mais sensível. A biópsia aspirativa apresenta alta sensibilidade e especificidade, porém, é um método invasivo e, por isso, reservado para quando há presença de nódulo ou bócio de crescimento rápido. A cintilografia é desnecessária para o diagnóstico, já que apresenta baixa sensibilidade e especificidade. A ultra-sonografia, tanto ao modo B como ao dúplex-Doppler colorido, evoluiu de forma muito rápida e tornou-se um método simples, não-invasivo, reprodutível e com alta sensibilidade para o diagnóstico da tireoidite crônica auto-imune. Ao modo B, a ecogenicidade é um parâmetro de extrema importância, já que, além de apresentar alta correlação com o quadro citopatológico, também apresenta alta sensibilidade para o diagnóstico da tireoidite crônica auto-imune. Embora este parâmetro não seja específico da tireoidite crônica auto-imune, pois também pode estar presente na doença de Graves, na tireoidite pós-parto e na tireoidite subaguda, tais desordens podem ser facilmente diferenciadas tanto pelo quadro clínico-laboratorial quanto pelo dúplex-Doppler colorido. Assim, este artigo tem o objetivo de revisar a importância do estudo da ecogenicidade no diagnóstico da tireoidite crônica auto-imune.
Resumo:
Introducción. La necesidad de recursos sanitarios de la población inmigrante ha aumentado en los últimos años. El estudio de los problemas de salud y la vulnerabilidad social planteados durante el ingreso hospitalario de estos pacientes ayudaría a mejorar su cuidado. Pacientes y métodos. Estudio caso-control realizado en el Hospital Clínic de Barcelona. Se incluyeron pacientes inmigrantes ingresados con patología infecciosa de octubre de 2002 a septiembre de 2003. Los casos fueron apareados por edad, sexo e infección por virus de la inmunodeficiencia humana (VIH). Se evaluaron variables clínicas (visitas a Urgencias, días y número de ingresos, cantidad de procedimientos y fármacos, diagnóstico etiológico y control post alta) y de vulnerabilidad social (utilización de trabajo social, tarjeta sanitaria, cuidador de referencia, consumo de tóxicos, barrera idiomática y alta de enfermería). Resultados. Se estudiaron 102 pacientes (51 casos y 51 controles, todos varones). El 56% estaban infectados por VIH en ambos grupos. El número de procedimientos diagnósticos o terapéuticos fue mayor en el grupo de inmigrantes (p = 0,02), se llegó en menor proporción a un diagnóstico etiológico (el 82% frente al 98%, p = 0,021) y el número de visitas post alta fue inferior (el 55% frente al 77%, p = 0,04). Los pacientes inmigrantes tuvieron unos índices de vulnerabilidad social mayores que la población autóctona y en un 35% de ellos existía una barrera idiomática. Un menor número tenían tarjeta sanitaria (el 63% frente al 94%, p < 0,0001) y un número mayor tuvieron necesidad de traslado a un centro sociosanitario (el 16% frente al 2%, p = 0,01). Discusión La vulnerabilidad social de los pacientes inmigrantes influye en una menor obtención del diagnóstico etiológico, mayor número de procedimientos durante la hospitalización y un menor seguimiento posterior al alta.
Resumo:
Introducción. La necesidad de recursos sanitarios de la población inmigrante ha aumentado en los últimos años. El estudio de los problemas de salud y la vulnerabilidad social planteados durante el ingreso hospitalario de estos pacientes ayudaría a mejorar su cuidado. Pacientes y métodos. Estudio caso-control realizado en el Hospital Clínic de Barcelona. Se incluyeron pacientes inmigrantes ingresados con patología infecciosa de octubre de 2002 a septiembre de 2003. Los casos fueron apareados por edad, sexo e infección por virus de la inmunodeficiencia humana (VIH). Se evaluaron variables clínicas (visitas a Urgencias, días y número de ingresos, cantidad de procedimientos y fármacos, diagnóstico etiológico y control post alta) y de vulnerabilidad social (utilización de trabajo social, tarjeta sanitaria, cuidador de referencia, consumo de tóxicos, barrera idiomática y alta de enfermería). Resultados. Se estudiaron 102 pacientes (51 casos y 51 controles, todos varones). El 56% estaban infectados por VIH en ambos grupos. El número de procedimientos diagnósticos o terapéuticos fue mayor en el grupo de inmigrantes (p = 0,02), se llegó en menor proporción a un diagnóstico etiológico (el 82% frente al 98%, p = 0,021) y el número de visitas post alta fue inferior (el 55% frente al 77%, p = 0,04). Los pacientes inmigrantes tuvieron unos índices de vulnerabilidad social mayores que la población autóctona y en un 35% de ellos existía una barrera idiomática. Un menor número tenían tarjeta sanitaria (el 63% frente al 94%, p < 0,0001) y un número mayor tuvieron necesidad de traslado a un centro sociosanitario (el 16% frente al 2%, p = 0,01). Discusión La vulnerabilidad social de los pacientes inmigrantes influye en una menor obtención del diagnóstico etiológico, mayor número de procedimientos durante la hospitalización y un menor seguimiento posterior al alta.
Resumo:
Objetivos: Este artículo tiene un doble objetivo: presentar la segunda parte del marco conceptual empleado en el desarrollo del proyecto COM VA© y los resultados del proceso de definición de un instrumento de competencias asistenciales del profesional de enfermería en el ámbito hospitalario, que enfatiza la participación de los profesionales, la reflexión crítica individual y grupal, y el compromiso profesional. El marco conceptual explora los significados de los términos toma de decisiones y ámbito de responsabilidad, competencias, estándares y normas de la práctica, dominio competencial, elemento competencial y matriz de competencias. Material y método: Para el proceso de definición del marco competencial se empleó el modelo de investigación-acción participativa. La muestra incluyó a 487 profesionales de enfermería hospitalarios. Los resultados del análisis definen el ámbito de competencias asistenciales en 6 dominios: 1) cuidar al enfermo; 2) valorar, diagnosticar y abordar situaciones clínicas cambiantes; 3) ayudar al enfermo a cumplir el tratamiento; 4) contribuir a garantizar la seguridad y el proceso asistencial; 5) facilitar el proceso de adaptación y afrontamiento, y 6) trabajar en equipo y adaptarse a un entorno cambiante. Cada dominio queda finalmente definido por 5 elementos competenciales que explican su significado. Cada elemento competencial contiene una definición que incluye las principales intervenciones y actuaciones enfermeras que lo configuran y las conductas que conforman los criterios de valoración de la ejecución competencial.
Resumo:
Objetivo general: Analizar la formación de las enfermeras y la aplicación de las terapias complementarias (TC) en los cuidados de enfermería al paciente oncológico. Ámbito de estudio: El estudio se realizó en el hospital Duran i Reynals de l"Hospitalet de Llobregat, en las unidades de: hematología clínica, terapia intensiva, tratamiento programado, hospital de día, oncología médica, cuidados paliativos, consultas externas, soporte de la atención continuada, servicio de oncología radioterápica y en el equipo de soporte hospitalario. Diseño: Estudio descriptivo transversal. Método: Aplicación de un cuestionario elaborado que consta de dos apartados, uno de datos demográficos y otro apartado con 8 preguntas especificas. Participantes: Enfermeras del área asistencial de todos los turnos que trabajen en las unidades mencionadas. Análisis de datos: Para el análisis de los datos se ha utilizado el paquete estadístico SPSS15.0 para Windows y se ha realizado un análisis descriptivo para todas las variables. Variables cualitativas: frecuencias y porcentajes. Variables cuantitativas: medidas de tendencia central y de dispersión. Resultados: El 58,8% de las enfermeras ha realizado algún tipo de formación en TC. Las intervenciones mente-cuerpo son las más efectuadas en cuanto a formación, seguidas de las terapias manuales y las terapias de base energética. La relajación-visualización es la terapia que más aplican las enfermeras oncológicas. Conclusiones: La formación de las enfermeras oncológicas en las TC es fundamental para poder informar y asesorar a sus pacientes y poder cuidarlos de una forma más holística. La falta de tiempo y de disposición del hospital al reconocimiento y valor de las TC son los principales factores de dificultad que se encuentran las enfermeras oncológicas.
Resumo:
Objetivo: Evaluar el grado de control del dolor de los pacientes afectos de fracturas pertrocantéreas de fémur en función de la aplicación o no de tracción cutánea. Método: Ensayo clínico aleatorizado unicéntrico, paralelo, controlado y abierto realizado en el ámbito hospitalario. Los sujetos a estudio fueron pacientes que acudieron al servicio de urgencias por fractura pertrocantérea de fémur. Muestra de 40 pacientes (potencia 80% IC: 95%). Muestreo no probabilístico consecutivo. Pacientes asignados de manera aleatoria (1:1) a tratamiento con tracción cutánea o sin tracción. La asignación fue realizada mediante sobres cerrados. La variable principal de estudio fue la evaluación del dolor a las 48 horas de ingreso. La recogida de datos se realizó durante febrero a octubre de 2008 mediante cuaderno de registro de datos ad hoc, siendo evaluadas basalmente, a las 2 h, 24 h y 48 h del ingreso del paciente. Resultados: A la 48 horas del ingreso el dolor basal medio de la muestra mejoró en 4,4 puntos (DE: 1,8) (p < 0,001), el efecto diferencial del nivel de dolor entre los dos grupos de estudio fue de 0,7 puntos de la escala EVA (IC: 95% -0,7 a 0,6), el efecto de la tracción no demostró diferencias estadísticamente significativas (p = 0,721). Fue retirado un paciente por reacción cutánea al adhesivo de la tracción. Conclusiones: El tratamiento con tracción cutánea en los pacientes con fractura pertrocantérea de fémur no produce cambios en la evolución del dolor en comparación con los pacientes sin tracción cutánea.
Resumo:
Introducción. La necesidad de recursos sanitarios de la población inmigrante ha aumentado en los últimos años. El estudio de los problemas de salud y la vulnerabilidad social planteados durante el ingreso hospitalario de estos pacientes ayudaría a mejorar su cuidado. Pacientes y métodos. Estudio caso-control realizado en el Hospital Clínic de Barcelona. Se incluyeron pacientes inmigrantes ingresados con patología infecciosa de octubre de 2002 a septiembre de 2003. Los casos fueron apareados por edad, sexo e infección por virus de la inmunodeficiencia humana (VIH). Se evaluaron variables clínicas (visitas a Urgencias, días y número de ingresos, cantidad de procedimientos y fármacos, diagnóstico etiológico y control post alta) y de vulnerabilidad social (utilización de trabajo social, tarjeta sanitaria, cuidador de referencia, consumo de tóxicos, barrera idiomática y alta de enfermería). Resultados. Se estudiaron 102 pacientes (51 casos y 51 controles, todos varones). El 56% estaban infectados por VIH en ambos grupos. El número de procedimientos diagnósticos o terapéuticos fue mayor en el grupo de inmigrantes (p = 0,02), se llegó en menor proporción a un diagnóstico etiológico (el 82% frente al 98%, p = 0,021) y el número de visitas post alta fue inferior (el 55% frente al 77%, p = 0,04). Los pacientes inmigrantes tuvieron unos índices de vulnerabilidad social mayores que la población autóctona y en un 35% de ellos existía una barrera idiomática. Un menor número tenían tarjeta sanitaria (el 63% frente al 94%, p < 0,0001) y un número mayor tuvieron necesidad de traslado a un centro sociosanitario (el 16% frente al 2%, p = 0,01). Discusión La vulnerabilidad social de los pacientes inmigrantes influye en una menor obtención del diagnóstico etiológico, mayor número de procedimientos durante la hospitalización y un menor seguimiento posterior al alta.
Resumo:
Introducción. La necesidad de recursos sanitarios de la población inmigrante ha aumentado en los últimos años. El estudio de los problemas de salud y la vulnerabilidad social planteados durante el ingreso hospitalario de estos pacientes ayudaría a mejorar su cuidado. Pacientes y métodos. Estudio caso-control realizado en el Hospital Clínic de Barcelona. Se incluyeron pacientes inmigrantes ingresados con patología infecciosa de octubre de 2002 a septiembre de 2003. Los casos fueron apareados por edad, sexo e infección por virus de la inmunodeficiencia humana (VIH). Se evaluaron variables clínicas (visitas a Urgencias, días y número de ingresos, cantidad de procedimientos y fármacos, diagnóstico etiológico y control post alta) y de vulnerabilidad social (utilización de trabajo social, tarjeta sanitaria, cuidador de referencia, consumo de tóxicos, barrera idiomática y alta de enfermería). Resultados. Se estudiaron 102 pacientes (51 casos y 51 controles, todos varones). El 56% estaban infectados por VIH en ambos grupos. El número de procedimientos diagnósticos o terapéuticos fue mayor en el grupo de inmigrantes (p = 0,02), se llegó en menor proporción a un diagnóstico etiológico (el 82% frente al 98%, p = 0,021) y el número de visitas post alta fue inferior (el 55% frente al 77%, p = 0,04). Los pacientes inmigrantes tuvieron unos índices de vulnerabilidad social mayores que la población autóctona y en un 35% de ellos existía una barrera idiomática. Un menor número tenían tarjeta sanitaria (el 63% frente al 94%, p < 0,0001) y un número mayor tuvieron necesidad de traslado a un centro sociosanitario (el 16% frente al 2%, p = 0,01). Discusión La vulnerabilidad social de los pacientes inmigrantes influye en una menor obtención del diagnóstico etiológico, mayor número de procedimientos durante la hospitalización y un menor seguimiento posterior al alta.