997 resultados para Segurança e saúde no trabalho


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Os profissionais do Programa de Saúde da Família (PSF) devem lançar mão de diversas alternativas a fim de otimizar o processo de trabalho e, ao mesmo tempo, oferecer um atendimento resolutivo aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Nesta perspectiva, o acolhimento se torna uma ferramenta indispensável para a reorganização do processo de trabalho em saúde, na medida em que possibilita a qualificação do acesso dos usuários aos serviços oferecidos pela equipe de saúde da família. Utiliza-se uma metodologia descritiva, de natureza qualitativa, baseada no relato de experiência de uma enfermeira do Programa de Saúde da Família e na revisão bibliográfica acerca do tema. Percebe-se, no decorrer do trabalho, que o acolhimento possibilitou modificações importantes e positivas na relação entre equipe de saúde e usuários, bem como permitiu a reorganização do processo de trabalho na Unidade de Saúde.

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Objetivos: Caracterizar o processo de implantação do acolhimento na unidade de saúde de Angicos de Minas e analisar os discursos de trabalhadores e usuários ao longo deste. Métodos: Trata-se de um estudo de caso com abordagem qualitativa, cuja coleta de dados deu-se por observação participante e discussões de grupo com usuários. Na análise do conteúdo foi utilizado a categorização por temas. Resultados: Mostrou-se que, antes da implantação do acolhimento, as funções dos trabalhadores eram determinadas por uma divisão burocrática do trabalho, centrada no médico, e o fluxo de atendimento era rígido, restringindo a acesso da população ao serviço. As reclamações dos usuários decorrentes deste atendimento, a entrada de um novo médico na equipe e uma normativa da secretaria de saúde motivaram a equipe para a implantação do acolhimento na unidade. Durante e após a mudança, o novo processo de trabalho flexibilizou as funções, descentralizando a responsabilidade do atendimento para o restante da equipe. Principalmente da enfermagem. A equipe mostrou-se durante o processo resistente a mudança e queixou-se do aumento da demanda. Os usuários elogiaram principalmente a facilitação e a humanização para obtenção de atendimento. No entanto, o aumento da demanda e a quantidade insuficiente de consultas ofertadas comprometeram parcialmente o acesso proporcionado. Conclusões: A implantação do acolhimento na unidade aumentou o aproveitamento do potencial técnico dos trabalhadores não médicos e proporcionou um maior acesso a unidade. No entanto, ainda há um longo caminho a ser percorrido para a efetivação do que objetiva o acolhimento: a produção social da saúde.

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O trabalho mostra, através de pesquisas, artigos e outros documentos, os diversos agravos à saúde que rondam os trabalhadores que trabalham com a mesma. Agravos físicos, químicos, radioativos e mentais são mostrados, juntamente com suas conseqüências. O estudo mostra também a estreita relação existente entre trabalho noturno e riscos de adoecimento os mais variados, ligados ao corpo e à mente.

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Utilizando a metodologia de revisão bibliográfica narrativa o estudo a seguir enfatizou a importância da ferramenta do acolhimento no processo de trabalho da equipe de saúde da família. O acolhimento é uma fase do atendimento nos serviços de saúde que vem ganhando dia a dia maior importância e conceitos próprios, não permitindo sua vulgarização (tal como mera recepção do usuário). Após a evolução das políticas de saúde pública nota-se que o acolhimento passa a implicar em atividade integrada decorrendo da estrutura organizacional já conhecida tais como recepção, triagem, acesso e mais todo o esforço para não esvaziá-la do significado próprio pretendido pela Política Nacional de Humanização da Atenção e Gestão do SUS. O acolhimento deve ser praticado como ação de aproximação, um "estar com" e "perto de", ou seja, com uma conotação de inclusão. Dado ao requinte do procedimento, suas eventuais falhas podem ser gritantes e altamente danosas ao serviço que se pretende oferecer. Dando início à abordagem do tema proposto, devo dizer que a questão passa fundamentalmente pela educação e treinamento das partes envolvidas na temática, contando principalmente com a parceria do gestor. A educação produzirá no atendente o necessário grau de profissionalismo e no atendido a compreensão necessária para responder a entrevista inicial do usuário, família ou comunidade. Quando falamos de educação, pretende-se no caso, atribuir ao termo sua concepção mais ampla. O treinamento redundará em qualidade, solidariedade e espírito público que vai produzir um profissional consciente que desenvolverá indispensável sentimento prático sem prejuízo do respeito e da tolerância com o usuário. A qualidade da assistência do acolhimento na atenção básica está diretamente ligada a diversos fatores, citados neste trabalho, que interagem entre si, ou não e conseqüentemente ocasionarão respostas que certamente irão interferir no processo de trabalho dos membros da equipe multidisciplinar, fortalecendo ou desestruturando o Sistema Único de Saúde.

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Este trabalho relata a trajetória do autor durante o Curso de especialização em Saúde da Família e analisa a evolução da adequação do trabalho do Cirurgião-dentista frente às diretrizes da Estratégia de Saúde da Família.

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O acolhimento constitui uma forma de humanizar e organizar o trabalho em saúde, por meio da escuta qualificada, da capacitação e sensibilização dos profissionais inseridos no serviço de saúde. É fazer com que o cidadão se sinta valorizado, os profissionais satisfeitos e que o serviço funcione de forma eficaz. Isso muda o processo de trabalho e permite uma "nova" porta de entrada para o serviço público de saúde. O objetivo deste trabalho é definir diretrizes gerais para uma proposta de implementação do acolhimento na Estratégia de Saúde da Família Paulo VI. Foram revisados artigos publicados nos últimos quinze anos. Descrita a rotina de funcionamento da Unidade de Saúde com ênfase no acolhimento aos usuários e às demandas. Utilizou-se também dados do portfólio elaborado durante o Curso de Especialização em Atenção Básica em Saúde da Família e por fim confrontou-se dados obtidos na revisão da literatura com a realidade da ESF Paulo VI a fim de elaborar as diretrizes para implementação do acolhimento na Unidade.

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A Reforma Administrativa, com redução do Estado, na década de 1990, impulsionou a adoção de relações trabalhistas precárias no momento em que ocorria a descentralização do Sistema Único de Saúde (SUS). O enorme incremento do número de postos de trabalho na saúde pública dos municípios, acompanhado das restrições jurídico-legais, como a Lei de Responsabilidade Fiscal, propulsionaram a adoção de diversas formas de contratação. A Estratégia de Saúde da Família (ESF) surgiu concomitante a todo este processo e é considerada, atualmente, como estratégia prioritária na reorganização da atenção à saúde no país. Com vínculos não-estáveis, profissionais ficam sujeitos à instabilidade política e disputa predatória entre os municípios, ocasionando rotatividade dos profissionais e descontinuidade da assistência. O rompimento do vínculo entre profissional e população adscrita compromete um dos princípios da ESF. Em 2003, foi criada a Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde no âmbito do Ministério da Saúde, com o objetivo de formular políticas orientadoras da gestão, formação, qualificação e regulação dos trabalhadores de saúde no Brasil, área considerada crítica para a sustentabilidade da ESF e do SUS. Para a formulação de políticas e diretrizes que busquem soluções para enfrentar a precarização dos vínculos de trabalho nacionalmente, foi criado o Comitê Nacional Interinstitucional de Desprecarização do Trabalho no SUS. Este estudo retrata a revisão narrativa de literatura a respeito dessa precarização dos vínculos de trabalho nas equipes da ESF, no contexto histórico de sua criação e da implantação da Gestão do Trabalho no SUS, e de pesquisas cujos autores analisaram as formas de contratação dos profissionais de saúde das equipes da ESF. Essa revisão permitiu identificar que, apesar dos vínculos de trabalho precários estarem presentes nas equipes da ESF, houve diminuição dos mesmos. Portanto, persiste a necessidade de formular soluções para enfrentar esse desafio.

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O presente trabalho aborda os dilemas éticos na estratégia de Saúde da Família, considerando a prática dos profissionais e das instituições. Muitos são os problemas constatados, e que se avolumam, dificultando o trabalho das equipes e os relacionamentos com a comunidade, na cidade de Governador Valadares - MG. As queixas, por parte da população assistida, justificam a pertinência do tema. Esse trabalho teve como objetivo sistematizar os aspectos mais relevantes relativos ao trabalho em equipe, às relações éticas e indicar diretrizes para que este mesmo trabalho atenda as expectativas da população. Para que sejam percebidos em um contexto amplo, buscaram-se correlacionar os problemas éticos na relação do profissional com o usuário e a família, problemas éticos nas relações internas à equipe e problemas éticos nas relações profissionais e usuários com a organização do sistema de saúde. Nessas correlações, são apresentadas diretrizes para o trabalho profissional. Ao final, são feitas considerações pessoais sobre questões éticas vivenciadas na realidade do trabalho de um profissional, na atenção básica.

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O Programa de Saúde da Família acrescentou ao processo de trabalho do enfermeiro a supervisão dos agentes comunitários de saúde, ambos integrantes da equipe de saúde da família assim como outros profissionais. Este estudo objetivou buscar como a produção científica tem abordado a supervisão do enfermeiro com relação ao trabalho dos agentes comunitários de saúde. Utilizou-se a revisão da literatura narrativa como método. Verificaram-se várias deficiências na supervisão do trabalho dos ACS pelos profissionais da equipe, em especial do enfermeiro, destacando como causas a sobrecarga de atribuições ao enfermeiro, a deficiência tanto na formação dos ACS quanto dos enfermeiros e de gestores e a predominância de abordagem educativa no modelo biomédico. Os estudos ressaltaram como recomendações para melhorar a supervisão: o planejamento das atividades da equipe e do enfermeiro, a referência de um enfermeiro na coordenação municipal de saúde, a atuação multiprofissional na educação permanente dos agentes comunitários de saúde e a reformulação das escolas em consonância com uma educação transformadora.

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A estruturação de um processo de trabalho que possa garantir resultados condizentes com a realidade e demanda local da população atendida pelas equipes da Estratégia de Saúde da Família é condição fundamental para a efetiva implementação dos princípios do SUS. O presente trabalho, baseado no aprendizado em serviço do autor e na necessidade de mudanças no processo de trabalho, tem como objetivo escrever as estratégias de re-estruturação do processo de trabalho através de uma reflexão crítica e da aquisição de instrumentos potentes de análise fornecidas pelo Curso de Especialização em Atenção Básica À Saúde da Família (CEABSF). Discute-se ainda como a educação à distância pode ser utilizada como uma das alternativas mais viáveis para a concretização do novo perfil de profissionais exigidos diante das mudanças do perfil sócio -demográfico brasileiro. Para isso, foram analisadas as atividades desenvolvidas durante o módulo de Processo de Trabalho em Saúde e foram descritas as mudanças ocorridas na prática profissional do autor e da equipe de saúde na qual está inserido. Neste sentido, a equipe tornou-se co-autora das conclusões apresentadas e viu-se fortalecida com mecanismos que permitiram maior governabilidade sobre seu próprio trabalho. A realização do estudo contribuiu ainda para evidenciar a satisfação pessoal e profissional do autor ao desenvolver as mudanças propostas pelo curso. Confirmou que a educação permanente pode ser colocada em prática por meio dos conhecimentos adquiridos através da educação à distância e que esta deve ser validada de forma mais palpável em seus aspectos qualitativos, propiciando as condições de enfrentamento dos novos desafios do maior sistema de saúde do mundo, o SUS.

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Trata-se de uma revisão de literatura do tipo narrativa sobre as doenças e manifestações orais relacionadas ao trabalho. Esta revisão teve o intuito de reunir as principais doenças e manifestações orais relacionadas ao trabalho em um documento que possa servir de consulta para os profissionais de saúde vinculados à Equipe de Saúde Bucal do Centro de Saúde Amélia Cotta Hosken, do Município de Catas Altas, Minas Gerais. As seguintes bases de dados foram consultadas: Lilacs, MedLine e Scielo. Foram selecionadas somente publicações na língua portuguesa e inglesa sem restrição para ano de publicação. Livros, publicações técnicas e legislação nacional pertinentes ao tema também foram incluídos. As principais manifestações e doenças encontradas foram agrupadas segundo o tipo de ocupação para facilitar a consulta por estes profissionais. A presente revisão identificou diversas ocupações que apresentam risco ocupacional de desenvolvimento de doenças ou manifestações orais. Foram também descritas as alterações associadas ao estresse ocupacional. A revisão demonstrou a importância do cirurgião dentista inserido na Equipe de Saúde da Família na prevenção e identificação das alterações relacionadas ao trabalho. Na atenção básica, estes profissionais têm a oportunidade de ter um contato próximo e contínuo com o usuário, conhecendo desta forma o seu perfil e identificando fatores de risco, dentre eles, os ocupacionais. Somente assim é possível um adequado trabalho de prevenção, orientação e encaminhamento, se for o caso, o que contribuirá certamente para melhorar a qualidade de vida desta importante parcela da população, que são os trabalhadores.

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O tema proposto busca discutir a influência da comunicação no processo de trabalho da Equipe de Saúde da Família, com intuito de despertar nos profissionais inseridos nas Equipes, a consciência e o interesse em atuar, utilizando adequadamente e de forma rotineira, uma nova forma de comunicação que possibilite a interdisciplinaridade e a melhora na assistência integral aos usuários. Trata-se de um estudo de revisão bibliográfica narrativa, utilizando artigos nacionais sobre o tema no período de 2000 a 2010. As buscas foram realizadas em base de dados e bibliotecas virtuais da área da saúde. Pôde-se constatar como a presença de algumas situações vivenciadas pela equipe em seu cotidiano, traz prejuízos ao processo de comunicação, desfavorecendo a ações de saúde. A prática comunicativa, através do diálogo, possibilita o vínculo e a interação entre equipe/comunidade, melhorando consideravelmente as relações, e consequentemente as ações de saúde.

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Este estudo é um relato de caso acontecido em Maio de 2009. Foi uma atividade desenvolvida com 50 funcionários da área de Enfermagem da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH)) dentro de uma escola de circo na região centro sul da cidade. A proposta se baseou na Política de Humanização do Sistema Único de Saúde (SUS) - Eixo de valorização do trabalhador, onde foi discutido o processo de trabalho no centro de saúde envolvendo as gerentes de forma lúdica e prazerosa. O público beneficiado pertence a três centros de saúde da região Noroeste de Belo Horizonte. A metodologia utilizada foi a Observação Participante. Quatro oficinas aconteceram simultaneamente, lideradas por trabalhadoras dos centros de saúde como facilitadoras e monitores da escola de circo para desenvolver as atividades. Concluímos, a partir das oficinas propostas de malabares, cama elástica, trapézio, e ginástica de solo que tudo o que é novo no primeiro momento parece ser difícil, mas é necessário experimentar para formar a própria opinião diante do fato proposto. Segundo concluímos que quando se foca em um objetivo conjunto toda equipe obtêm sucesso e que humanização do trabalho e do trabalhador começa quando se discute e reflete a prática diária. Apontamos a necessidade de momentos para ouvir e trocar experiências entre trabalhadores para que sejam replicadas as ações que estão dando certo e remodelar as que estão falhas.

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Este estudo teve como objetivo fazer uma revisão bibliográfica para analisar o trabalho em equipe na Estratégia de Saúde da Família (ESF) por meio da apreciação da produção científica em literatura nacional. Para a realização do trabalho foram utilizadas referências nas bases de dados eletrônicos LILACS, SCIELO, dissertações e livro. As palavras chaves foram: atenção primária à saúde, trabalho em equipe, assistência da equipe ao paciente, equipe interdisciplinar de saúde. Foram selecionados treze artigos, um capítulo de um livro, publicados entre os anos de 2000 e 2011. Do total dos treze artigos selecionados o trabalho em equipe foi definido pelos autores como prática interdisciplinar em que ressaltaram a importância que cada profissional possui, não havendo sobreposição de categoria e que esse somatório de conhecimentos e experiências favorece a execução desse cuidado em saúde tão necessário à população adscrita. Esse estudo permitiu também identificar que são poucos os estudos que abordam o trabalho em equipe de forma específica. Sendo assim, a compreensão de uma abordagem integral e holística é fundamental para a orientação de práticas, de estudos que valorizem o trabalho em equipe.

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Este trabalho justifica-se por estudar e propor sistematização da consulta de Enfermagem na Saúde da Família, a partir da necessidade de organização do atendimento a crianças de 0 a 2 anos no município de Barroso/MG. Seus objetivos foram: identificar o processo de Enfermagem a ser desenvolvido durante consulta, sintetizar as principais ações preconizadas pelo Ministério da Saúde na assistência às crianças de 0 a 2 anos pelos profissionais da atenção primária e correlacionar as ações identificadas na literatura, propondo um roteiro para a consulta de Enfermagem no acompanhamento das crianças desta faixa etária. A metodologia desenvolvida constou de pesquisa bibliográfica narrativa. Foram utilizadas publicações científicas disponíveis on-line, como SciELO, Google e identificadas às legislações e normatizações técnicas disponíveis nos sites governamentais. Os textos selecionados foram lidos e seu conteúdo correlacionado e interpretado no desenvolvimento deste estudo. Como resultado observa-se que o atendimento eficaz à criança, proporciona uma vida saudável e um bom desenvolvimento mental, social e fisiológico. Compete à equipe de saúde da família e ao enfermeiro garantir a cobertura vacinal, estimular e contribuir com o aumento do índice de amamentação, com o aleitamento exclusivo até o sexto mês, o controle das doenças diarréias e doenças respiratórias e contribuir com a garantia dos direitos civis e de segurança da criança. Para isso é fundamental um acompanhamento próximo e constante da equipe de saúde da família e da Enfermagem, mantendo um vínculo afetivo entre família/responsável e criança. Pretende-se remodelar a consulta de Enfermagem oferecida às crianças da área de abrangência, utilizando-se o roteiro elaborado, o método da SAE como ferramenta e as linhas de cuidado preconizadas pelo Ministério da Saúde como garantia de integralidade da atenção.