995 resultados para NaCl 0.9%
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Durante la realización del Crucero de Evaluación Hidroacústica, la ATSM variaron en enero de -0,9 °C a +3,9 °C
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El estudio se llevó a cabo del 25 de marzo al 2 de abril del 2006, entre los paralelos 9"25'5 y 10"19'5, que limitan cinco áreas litorales de las provincias Huarmey y Casma: Bernardino, Punta Gorda, Punta Huaro, Punta Cruz del Cabo y Las Zorras. Se realizaron 128 estaciones biológicas y 53 estaciones oceanográficas, distribuidas en tres estratos de profundidad, según el área; las densidades y biomasas se evaluaron con el método del área barrida. Las tallas estuvieron comprendidas de 6 a 144 mm de longitud valvar; las tallas medias variaron según la localidad; los ejemplares >110 mm tuvieron mínima representatividad (O,O a 9,1%). Los cálculos de biomasa y densidad media fueron: 3,4 t y 30,53 ind./m2 para Bernardino; 0,9 t y 2,43 ind./m2 para el área Punta Gorda - Punta Huaro; 73,3 t y 66,44 ind./m2 para Punta Cruz del Cabo y 63,8 t y 101,51 ind./ m2 para Las Zorras. No existen registros de la explotación de los bancos evaluados.
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Hemodynamic and biochemical effects of the new renin inhibitor CGP 38560A (molecular weight 826) were tested in 15 healthy volunteers after a single-blind, randomized, placebo-controlled protocol. At a 2-week interval, groups of five subjects received a 30-minute infusion of either 5% dextrose or CGP 38560A 50, 125, or 250 micrograms/kg. Blood pressure, heart rate, plasma renin activity, active and total renin, angiotensin-(1-8)octapeptide (angiotensin II), and aldosterone were sequentially measured up to 3 hours from the onset of the infusion. There was no consistent change in blood pressure or heart rate. Plasma renin activity and angiotensin II decreased dose dependently, and peak suppression was observed at the end of the infusion of CGP 38560A and after the 250-micrograms/kg dose. Plasma renin activity fell from 1.0 +/- 0.19 (mean +/- SEM) to less than 0.05 ng/ml/hr in all five subjects (p less than 0.001), and angiotensin II fell from 7.7 +/- 1.2 to 2.6 +/- 0.9 femtomole/ml (p less than 0.01). Active renin rose fourfold from 24 +/- 1.9 to 98 +/- 14 pg/ml (p less than 0.001) at the end of the infusion of the high dose. Plasma angiotensin II returned toward its initial values much faster than plasma renin activity and active renin. In conclusion, CGP 38560A was well tolerated. It induced a dose-dependent decrease in angiotensin II and plasma renin activity and a long-lasting and dose-dependent rise in active renin. The doses used did not reduce plasma angiotensin II maximally despite reduction of plasma renin activity to unmeasurable levels.(ABSTRACT TRUNCATED AT 250 WORDS)
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Oxygen and carbon isotope compositions of well-preserved mammoth teeth from the Middle Wurmian (40-70 ka) peat layer of Niederweningen, the most important mammoth site in Switzerland, were analysed to reconstruct Late Pleistocene palaeoclimatic and palaeoenvironmental conditions. Drinking water (delta(18)O values of approximately -12.3 +/- 0.9 parts per thousand were calculated front oxygen isotope compositions of mammoth tooth enamel apatite using a species-specific calibration for modern elephants. These delta(18)O(H2O) values reflect the mean oxygen isotope composition of the palaeo-precipitation and are similar to those directly measured for fate Pleistocene groundwater from aquifers in northern Switzerland and southern Germany. Using a present-day delta(18)O(H2)o-precipitation-air temperature relation for Switzerland, a mean annual air temperature (MAT) of around 4.3 +/- 2.1 degrees C can be calculated for the Middle Wurmian at this site. This MAT is in good agreement with palaeotemperature estimates on the basis of Middle Wurmian groundwater recharge temperatures and beetle assemblages. Hence, the climatic conditions in this region were around 4 degrees C cooler during the Middle Wurmian interstadial phase, around 45-50ka BP, than they are today. During this period the mammoths from Niederweningen lived in an open tundra-like, C(3) plant-dominated environment as indicated by enamel (delta(13)C values of -11.5 +/- 0.3 parts per thousand and pollen and macroplant fossils found in the embedding peat. The low variability of enamel delta(13)C and delta(18)O values from different mammoth teeth reflects similar environmental conditions and supports a relatively small time frame for the fossil assemblage. (C) 2006 Elsevier Ltd and INQUA. All rights reserved.
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Os efeitos adversos dos metais pesados para as diversas formas de vida dificultam a recuperação de solos contaminados por estes elementos. Neste trabalho, avaliaram-se os efeitos da inoculação com fungos micorrízicos arbusculares no crescimento e absorção de metais de mudas de cinco espécies arbóreas, transplantadas para misturas que continham diferentes proporções de um solo contaminado (PSC). Mudas de Senna multijuga (L.C. Rich.) Irwin et Barneby (cássia verrugosa), Luehea grandiflora Mart. et Zucc. (açoita-cavalo), Enterolobium contortisiliquum (Vell.) Morong (tamboril), Albizia lebbeck (L.) Benth. (albizia) e Senna macranthera (Collard.) Irwin et Barneby (fedegoso), inoculadas e sem inoculação, foram transplantadas para as misturas de solos e desenvolvidas por 180 dias, no período de abril a novembro de 1996, em vasos, em casa de vegetação do Departamento de Ciência do Solo da UFLA, Lavras (MG). Verificou-se que a elevação na PSC na mistura reduziu o desenvolvimento das mudas e a colonização micorrízica (CM), sendo isto causado pela elevada absorção de metais pelas plantas, especiamente, de Cd e Zn. A inoculação favoreceu o crescimento das mudas após transplantio, sendo esse efeito mais evidente nas misturas de solo com baixa PSC. A CM foi reduzida de 70 a 90% no solo não contaminado para valores próximos de zero na mistura com alta PSC. Os níveis críticos de toxidez (redução de 10% na matéria seca das plantas inoculadas) dos metais no solo foram, em mg dm-3, de 83, 57, 153, 256 e 16, para o Zn, e de 1,3; 0,9; 0,8; 4,0 e 1,6, para Cd, para açoita-cavalo, cássia verrugosa, fedegoso, tamboril e albizia, respectivamente. Observando esses níveis críticos, as plantas não inoculadas apresentaram produção de matéria seca relativa, média para todas as espécies, de apenas 39%, evidenciando os benefícios da inoculação para o crescimento pós-transplantio das mudas. Esses benefícios relacionaram-se com menores teores de metais na parte aérea. Mesmo desconhecendo os mecanismos envolvidos nestas respostas, os resultados deste trabalho evidenciaram a importância das micorrizas arbusculares para o crescimento de mudas de árvores e para a recuperação de áreas tropicais contaminadas com metais pesados.
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Foi realizado um experimento em tubos de percolação, utilizando-se três solos, classificados como Areia Quartzosa (AQ), Latossolo Vermelho-Amarelo (LV) e Latossolo Vermelho-Escuro (LE), aos quais foram incorporadas sucessivas quantidades de lodo de esgoto, totalizando uma dose correspondente a 156,0 t ha-1 (base seca), num período de incubação de 310 dias. Após este período, os solos foram tratados com água ou com soluções de sais (KCl 0,9 mol L-1; KNO3 0,9 mol L-1; K2SO4 0,3 mol L-1 e Ca(NO3)2 0,3 mol L-1), adicionadas em quantidade correspondente a quatro vezes a capacidade de retenção de água dos solos. No líquido percolado pela passagem das soluções salinas, foram determinadas as quantidades de Cd, Cr, Cu, Ni e Zn presentes e, no percolado obtido com a passagem de água, além dos metais anteriormente citados, foram determinadas também as quantidades de Ca2+ e Mg2+. Os resultados permitiram observar que a adição de KCl provocou o arraste de 5% do Cd adicionado via lodo aos solos LV e LE; para os outros sais utilizados e para a água, esse arraste nunca foi superior a 2% do metal pesado adicionado via lodo. A retenção de Cd, Cu, Cr e Ni aumentou com a elevação dos teores de óxidos de Fe e Al presentes nos solos. Os elevados valores de pH e o aumento no teor de matéria orgânica proporcionado pela adição de lodo refletiram também na menor mobilidade dos metais. Os sais KCl e K2SO4 aumentaram a mobilidade de alguns dos metais estudados.
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Se determinó el efecto de un análogo de GnRH sobre la maduración final ovocitaria y los perfiles plasmáticos de testosterona (T), 17β Estradiol (E2) y 17α, 20β dihidroxiprogesterona (17α, 20β DP) en ejemplares de E. ringens. Para ello, individuos de esta especie fueron capturados en la Bahía del Callao fueron acondicionados al cautiverio en tanques de 10 m3 con aeración constante, temperatura del agua de 16 ºC, recirculación de agua de mar y alimentación ad libitum durante un periodo de un mes. Una vez que los peces alcanzaron la madurez gonadal, fueron tomados al azar y anestesiados con tricaína (80 mg L-1) para luego inyectarles 0,005 μg GnRHa g-1 de peso corporal; 0,005 μg GnRHa g-1 de peso corporal + 0,01 mg DOM g-1 de peso corporal y 0,9 % de solución salina. Como GnRHa se empleo acetato de buserelina y como antidopaminérgico se empleó domperidona. Transcurridas 0, 12, 24 y 48 h post inyección (pi) grupos de peces fueron sacrificados mediante sobre exposición de tricaína con la finalidad de extraer las gónadas y colectar la sangre en tubos Eppendorf. El efecto de la hormona sobre la maduración final ovocitaria fue determinado en base al análisis histológico de las gónadas, mientras que su efecto sobre los perfiles de los esteroides mencionados se determinó en base a la cuantificación plasmática mediante radioinmunoanálisis. Los resultados sugieren que la inyección de acetato de buserelina a 0,005 μg g-1 de peso corporal induce la maduración final ovocitaria en hembras maduras de E. ringens 12 horas pi, culminando con el desove entre las 24 y 48 horas pi. Por otro lado, la combinación de esta hormona con domperidona tendría un efecto retardante sobre la activación de dicho proceso. Se determinó además, que los niveles plasmáticos de E2 disminuyen durante la maduración final ovocitaria y luego de producirse el desove se incrementan. Finalmente, se sugiere que el 17α, 20β DP podría estar implicado en la activación de la maduración final ovocitaria sin llegar a ser el principal MIS de la anchoveta.
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Aims/hypothesis We assessed systemic and local muscle fuel metabolism during aerobic exercise in patients with type I diabetes at euglycaemia and hyperglycaemia with identical insulin levels.Methods This was a single-blinded randomised crossover study at a university diabetes unit in Switzerland. We studied seven physically active men with type I diabetes (mean +/- SEM age 33.5 +/- 2.4 years, diabetes duration 20.1 +/- 3.6 years, HbA(1c) 6.7 +/- 0.2% and peak oxygen uptake [VO2peak] 50.3 +/- 4.5 ml min(-1) kg(-1)). Men were studied twice while cycling for 120 min at 55 to 60% of VO2peak, with a blood glucose level randomly set either at 5 or 11 mmol/l and identical insulinaemia. The participants were blinded to the glycaemic level; allocation concealment was by opaque, sealed envelopes. Magnetic resonance spectroscopy was used to quantify intramyocellular glycogen and lipids before and after exercise. Indirect calorimetry and measurement of stable isotopes and counter-regulatory hormones complemented the assessment of local and systemic fuel metabolism.Results The contribution of lipid oxidation to overall energy metabolism was higher in euglycaemia than in hyperglycaemia (49.4 +/- 4.8 vs 30.6 +/- 4.2%; p<0.05). Carbohydrate oxidation accounted for 48.2 +/- 4.7 and 66.6 +/- 4.2% of total energy expenditure in euglycaemia and hyperglycaemia, respectively (p<0.05). The level of intramyocellular glycogen before exercise was higher in hyperglycaemia than in euglycaemia (3.4 +/- 0.3 vs 2.7 +/- 0.2 arbitrary units [AU]; p<0.05). Absolute glycogen consumption tended to be higher in hyperglycaemia than in euglycaemia (1.3 +/- 0.3 vs 0.9 +/- 0.1 AU). Cortisol and growth hormone increased more strongly in euglycaemia than in hyperglycaemia (levels at the end of exercise 634 52 vs 501 +/- 32 nmol/l and 15.5 +/- 4.5 vs 7.4 +/- 2.0 ng/ml, respectively; p<0.05).Conclusions/interpretation Substrate oxidation in type I diabetic patients performing aerobic exercise in euglycaemia is similar to that in healthy individuals revealing a shift towards lipid oxidation during exercise. In hyperglycaemia fuel metabolism in these patients is dominated by carbohydrate oxidation. Intramyocellular glycogen was not spared in hyperglycaemia.
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Foi desenvolvido um experimento com as fontes uréia e uran aplicadas superficialmente ou incorporadas (5-7 cm) na cobertura nitrogenada de milho, no sistema plantio direto, com o objetivo de efetuar, na colheita, um balanço do N-uréia (15N) e quantificar as perdas por volatilização de N-NH3 nesses tratamentos, assim como nos adicionais, testemunha e misturas de uréia + KCl (sólida) e uran + KCl (fluida), na formulação 6-0-9 (N-P2O5-K2O), aplicadas somente em superfície. Os tratamentos originaram-se de um fatorial 1 + (2 x 2) + 2, sendo a testemunha + o fatorial 2 x 2 (duas fontes; uréia e uran x duas formas de localização) + dois tratamentos adicionais, misturas uréia + KCl (sólida) e uran + KCl (fluida), dispostos em blocos casualizados com quatro repetições. O ensaio foi realizado em Latossolo Vermelho-Escuro muito argiloso fase cerrado relevo plano, no Centro de Pesquisa Novartis - Seeds do município de Uberlândia (MG). Cerca de 100 kg ha-1 de N foram aplicados no estádio fenológico de seis a oito folhas. Após 26 dias da adubação, as perdas acumuladas de N-NH3 nos tratamentos em superfície foram de 54, 41, 17 e 14% do N aplicado, para uréia, uréia + KCl, uran e uran + KCl, respectivamente. Quando a uréia e o uran foram incorporados ao solo, as perdas acumuladas de N-NH3 foram de 5,0 e 3,5% do N aplicado, respectivamente. Na colheita, o N da uréia absorvido pela planta (raízes + colmos + folhas + grãos) foi de 19,9 kg ha-1 (20,8% do N aplicado) e de 29,5 kg ha-1 (29,5% do N aplicado), quando aplicado na superfície e incorporado, respectivamente. O N-uréia do uran absorvido pela planta foi de 11,4 kg ha-1 (26,1% do N aplicado) e de 11,7 kg ha-1 (26,8% do N aplicado), quando aplicado na superfície ou incorporado, respectivamente. O N da uréia imobilizado na camada de 0-45 cm de profundidade foi, em média, de 9,9 kg ha-1 (10,0% do N aplicado), da aplicação superficial ou incorporada, e do N-uréia do uran foi de 3,3 kg ha-1 (7,6% do N aplicado). O N-mineral no solo derivado do N da uréia e do N-uréia do uran aplicados na superfície, no perfil de 0-150 cm, foi, respectivamente, de 2,4 e 3,2%, e de 5,9 e 2,5%, com as fontes incorporadas. No balanço global de N, em média, 13,7 e 50,3% do N da uréia não foram recuperados no sistema solo-planta, respectivamente, para a aplicação superficial ou incorporada; para o N-uréia do uran, obtiveram-se, respectivamente, 47,7 e 57,6%.
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La prospección para evaluar la biología y pesquería de Coryphaena hippurus perico o dorado, se efectuó del 10 de febrero al 1 de marzo 2010, a bordo del BIC Imarpe V. El área de extracción fue de 4°59’32,8’’ a 10°15’20,1’’S y de 79°55’16,2’’ a 84°35’04,2’’W; la captura total fue 1.500,5 kg. La CPUE varió de 0,9 a 18,2 kg/Nº Anzuelos/1000*hora efectiva de pesca. Se encontró alta selección interespecífi ca del espinel superfi cial, al capturar 87,8% de perico y 8 especies de peces, tortugas y cefalópodos. El rango de tallas para hembras fue 79 - 141 cm de LT, en machos fue 100 - 157 cm LT. El factor de condición de Fulton en machos varió de 0,30 a 0,46 y en hembras de 0,32 a 0,40. Se determinó para hembras: L∞=148,92 cm, tasa de crecimiento anual (K) 1,081, se estimó t0 = -0,076 años, el Índice de performance Ǿ= 4,38; para machos, estos parámetros fueron L∞=169,75 cm, tasa de crecimiento anual (K) de 0,893, t0 = -0,115, índice de performance Ǿ= 4,40. La curva de crecimiento en talla para hembras, indica que a un año de edad la LT es 102,4 cm y en machos 107 cm. El máximo crecimiento en peso para hembras y machos fue a 1,5 años de vida. El Índice gonadosomático (IGS) fl uctuó de 3,2 a 4,6 mostrando comportamiento heterogéneo. La proporción sexual fue de 2:1 favorable a las hembras. La fecundidad parcial fue de 324.416 ovocitos por tanda de desove. La fecundidad relativa fue 56 ovocitos/ gramo de peso corporal. El tipo de alimento fue peces, cefalópodos y crustáceos con dominancia de Exocoetus volitans (%IRI = 31,6), Argonauta spp. (%IRI = 26,4) mostrando variaciones según zonas y tallas. El consumo de alimento fue 472,7 g/ind./día correspondiente a 7,4% de su peso corporal, presentando fl uctuaciones con respecto a la talla; alimentándose en horas de la mañana, con un máximo entre las 8:00 y 9:59 horas. Se encontraron 5.762 parásitos, identifi cándose 8 especies en cuatro taxas. La prevalencia parasitaria indica que Tentacularia coryphaenae y Bathycotyle coryphaenae alcanzan el 100%, seguido por Hysterothylacium sp. 62% y Caligus coryphaenae 46%. El mayor número de parásitos se encontró en el estómago. Los peces entre 96–100 cm de LT son los más parasitados. La mayor incidencia parasitaria se encontró en la zona norte, en el tramo Paita-Salaverry. Los registros de temperatura en la columna de agua fueron de 12,7 a 27,3 °C y las ATSM de 0,2 a 4,1 °C. Por el frente oceánico se observaron comportamientos térmicos cálidos asociados a las masas de Aguas Ecuatoriales Superfi ciales y Aguas Subtropicales Superfi ciales y por la zona costera se localizaron Aguas Costeras Frías tanto en Chimbote como en Chicama con temperaturas próximas a 22,0 °C. La concentración de oxígeno disuelto superfi cial se presentó favorable para el perico.
Resumo:
Nine children surviving severe adult respiratory distress syndrome were studied 0.9 to 4.2 years after the acute illness. They had received artificial ventilation for a mean of 9.4 days, with an Fio2 greater than 0.5 during a mean time of 34 hours and maximal positive end expiratory pressure levels in the range of 8 to 20 cm H2O. Three children had recurrent respiratory symptoms (moderate exertional dyspnea and cough), and two had evidence of fibrosis on chest radiographs. All patients had abnormal lung function; the most prominent findings were ventilation inequalities, as judged by real-time moment ratio analysis of multibreath nitrogen washout curves (abnormal in eight of nine patients) and hypoxemia (seven of nine). Lung volumes were less abnormal; one patient had restrictive and two had obstructive disease. A significant correlation between intensive care measures (Fio2 greater than 0.5 in hours and peak inspiratory plateau pressure) and lung function abnormalities (moment ratio analysis and hypoxemia) was found. A possibly increased susceptibility of the pediatric age group to the primary insult or respiratory therapy of adult respiratory distress syndrome is suggested.
Resumo:
Em experimento de campo, avaliou-se a percolação de N-NO3- com a aplicação de fertilizante mineral nitrogenado e de doses crescentes de composto de lixo urbano em um Latossolo Amarelo distrófico cultivado com cana-de-açúcar. O experimento foi realizado nos anos agrícolas 1996/97 e 1997/98, tendo sido aplicadas, no primeiro ano, além dos tratamentos calagem + adubação mineral e testemunha, doses equivalentes a 20, 40 e 60 Mg ha-1 (base seca) de composto de lixo em área total. Em 1997/98, o composto foi reaplicado em doses equivalentes a 24, 48 e 72 Mg ha-1 (base seca). A aplicação de fertilizante mineral nitrogenado e do composto de lixo aumentou a concentração de N-NO3- na solução do solo a 0,3, 0,6 e 0,9 m de profundidade. As perdas de nitrogênio determinadas para a camada de 0-0,9 m evidenciaram o potencial poluente do fertilizante mineral e do composto de lixo. Nas aplicações sucessivas, verificou-se acúmulo de N-orgânico na camada superficial do solo e de N-NO3- + N-NH4+ até à camada de 0,9-1,2 m. Nas condições do experimento, doses anuais de até 24 Mg ha-1 de composto de lixo (305 kg ha-1 de N-total) não ofereceram riscos de contaminação de aqüíferos, tendo como base o critério estabelecido pela Organização Mundial da Saúde. Os riscos devidos à percolação de N-NO3- devem ser considerados no planejamento de taxas e freqüências de aplicações do resíduo em áreas agrícolas e, neste caso, o monitoramento do solo e de sua solução em profundidade é essencial para evitar riscos à qualidade das águas subterrâneas.
Resumo:
OBJECTIVES: To evaluate morbidity associated with the radial forearm free flap donor site and to compare functional and aesthetic outcomes of ulnar-based transposition flap (UBTF) vs split-thickness skin graft (STSG) closure of the donor site.¦DESIGN: Case-control study.¦SETTING: Tertiary care institution.¦PATIENTS: The inclusion criteria were flap size not exceeding 30 cm(2), patient availability for a single follow-up visit, and performance of surgery at least 6 months previously. Forty-four patients were included in the study and were reviewed. Twenty-two patients had UBTF closure, and 22 had STSG closure.¦MAIN OUTCOME MEASURES: Variables analyzed included wrist mobility, Michigan Hand Outcomes Questionnaire scores, pinch and grip strength (using a dynamometer), and hand sensitivity (using monofilament testing over the radial nerve distribution). In analyses of operated arms vs nonoperated arms, variables obtained only for the operated arms included Vancouver Scar Scale scores and visual analog scale scores for Aesthetics and Overall Arm Function.¦RESULTS: The mean (SD) wrist extension was significantly better in the UBTF group (56.0° [10.4°] for nonoperated arms and 62.0° [9.7°] for operated arms) than in the STSG group (59.0° [7.1°] for nonoperated arms and 58.4° [12.1°] for operated arms) (P = .02). The improvement in wrist range of motion for the UBTF group approached statistical significance (P = .07). All other variables (Michigan Hand Outcomes Questionnaire scores, pinch and grip strength, hand sensitivity, and visual analog scale scores) were significantly better for nonoperated arms vs operated arms, but no significant differences were observed between the UBTF and STSG groups.¦CONCLUSIONS: The radial forearm free flap donor site carries significant morbidity. Donor site UBTF closure was associated with improved wrist extension and represents an alternative method of closure for small donor site defects.
Resumo:
Realizou-se um experimento em casa de vegetação do Departamento de Ciência do Solo da Universidade Federal de Lavras, para avaliar o efeito do silício na nutrição mineral e na produção de matéria seca de plantas de moringa submetidas ao estresse salino. Utilizaram-se o esquema fatorial e o delineamento de blocos casualizados, com três repetições, e uma planta por vaso de 3 L de capacidade, em que o primeiro fator referiu-se às doses de NaCl (0, 30, 60, 90 e 120 mol m-3) e o segundo às doses de SiO2 (0, 0,5, 1,0 e 1,5 mol m-3), em solução de Hoagland & Arnon (1950) a 50 % da concentração normal. As soluções foram renovadas em intervalos de 10 dias e, aos 35 dias, após a aplicação dos tratamentos, as plantas foram colhidas, separadas em folhas, caule e raízes, secas, para determinação da produção de matéria seca, e moídas, para determinação dos teores de N, P, K, Ca, Mg, S, Na, Cl e Si. A partir dos teores, determinaram-se as relações Na/K, Na/Ca e Na/Mg e a translocação dos nutrientes para a parte aérea. Observou-se que a adição do Si elevou os teores de K e de Ca nas folhas e reduziu os de Na e as relações Na/K, Na/Ca e Na/Mg. O Si não reduziu os efeitos depressivos do NaCl na produção de matéria seca das plantas de moringa.
Eficiência nutricional de potássio e crescimento de eucalipto influenciados pela compactação do solo
Resumo:
A compactação do solo por tráfico de veículos pesados altera a disponibilidade de nutrientes para as plantas, interfere no crescimento radicular e nos processos de fluxo de massa e de difusão, constituindo um problema no manejo florestal, no qual têm sido utilizadas máquinas de maior capacidade de carga. O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência da compactação de solos e doses de K no crescimento e nutrição potássica de mudas de Eucalyptus camaldulensis. Utilizaram-se amostras de dois solos com texturas diferentes, em vasos sob condição de casa de vegetação, sendo os tratamentos dispostos num esquema fatorial 3 x 4 (densidades de solo e doses de K) para cada solo, em delineamento inteiramente casualizado, com três repetições. Amostras de dois solos, um Latossolo Vermelho argiloso (LVarg) e um Latossolo Vermelho-Amarelo franco-arenoso (LVAfar), foram acondicionadas em vasos de PVC com 2 dm³ de solo e compactadas com o auxílio de uma prensa hidráulica. Para o solo argiloso, foram testadas as densidades de 0,9; 1,1 e 1,3 g cm-3 e, para o solo franco-arenoso, de 1,3; 1,5 e 1,7 g cm-3. As doses de potássio foram 0, 50, 100 e 150 mg kg-1 para os dois solos. O experimento foi colhido 100 dias após a emergência, tendo sido realizadas a quantificação da matéria seca, a mensuração de raízes (comprimento, diâmetro médio e superfície radicular) e as análises químicas, com vistas em determinar os teores de K no tecido vegetal e no solo. Constatou-se que, com a compactação do solo, de modo geral, o crescimento de raízes e a eficiência de utilização de K diminuíram e aumentou o diâmetro médio radicular. As doses de K elevaram o teor de K no tecido vegetal e proporcionaram aumento da matéria seca apenas nos tratamentos em que o solo foi mais compactado. Conclui-se que a aplicação de K em solos compactados é fundamental para o crescimento de plantas de eucalipto e que a compactação reduz o crescimento radicular e a eficiência da adubação potássica.