983 resultados para Cobb broilers
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A constitutively active fragment of rat MEK kinase 1 (MEKK1) consisting of only its catalytic domain (MEKK-C) expressed in bacteria quantitatively activates recombinant mitogen-activated protein (MAP) kinase/extracellular signal-regulated protein kinase (ERK) kinases 1 and 2 (MEK1 and MEK2) in vitro. Activation of MEK1 by MEKK-C is accompanied by phosphorylation of S218 and S222, which are also phosphorylated by the protein kinases c-Mos and Raf-1. MEKK1 has been implicated in regulation of a parallel but distinct cascade that leads to phosphorylation of N-terminal sites on c-Jun; thus, its role in the MAP kinase pathway has been questioned. However, in addition to its capacity to phosphorylate MEK1 in vitro, MEKK-C interacts with MEK1 in the two-hybrid system, and expression of mouse MEKK1 or MEKK-C in mammalian cells causes constitutive activation of both MEK1 and MEK2. Neither cotransfected nor endogenous ERK2 is highly activated by MEKK1 compared to its stimulation by epidermal growth factor in spite of significant activation of endogenous MEK. Thus, other as yet undefined mechanisms may be involved in determining information flow through the MAP kinase and related pathways.
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We describe a protein kinase, Shk1, from the fission yeast Schizosaccharomyces pombe, which is structurally related to the Saccharomyces cerevisiae Ste20 and mammalian p65PAK protein kinases. We provide genetic evidence for physical and functional interaction between Shk1 and the Cdc42 GTP-binding protein required for normal cell morphology and mating in S. pombe. We further show that expression of the STE20 gene complements the shk1 null mutation and that Shk1 is capable of signaling to the pheromone-responsive mitogen-activated protein kinase cascade in S. cerevisiae. Our results lead us to propose that signaling modules composed of small GTP-binding proteins and protein kinases related to Shk1, Ste20, and p65PAK, are highly conserved in evolution and participate in both cytoskeletal functions and mitogen-activated protein kinase signaling pathways.
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No presente trabalho, considerou o estudo do potencial de utilização de sacos de cimento e embalagens de longa vida com o intuito de agregar valor a esses resíduos, mediante a fabricação de painéis de partículas para uso como forro em protótipos de galpões avícolas. Para fabricação desse material foi utilizado sacos de cimento descartados nas obras civis, embalagens longa vida residuais e resina poliuretana bicomponente à base de óleo de mamona. O estudo foi dividido em quatro etapas: 1) Caracterização da matéria-prima (sacos de cimento); 2) Efeito da densidade e teor de resina nas propriedades físicas, mecânicas e térmicas de painéis de partículas de saco de cimento; 3) Avaliação do desempenho de embalagens longa vida e verniz como revestimentos dos painéis selecionados na etapa anterior; 4) Determinação do desempenho térmico de protótipos de aviários executados em escala reduzida e distorcida com forro de painel de saco de cimento e embalagem longa vida. Os resultados obtidos indicaram: Em razão do painel com 0,6 g.cm-3 e 12% de resina ter apresentado melhor desempenho nas propriedades investigadas, essa combinação foi selecionada para avaliar o desempenho do material (físicas, mecânicas e térmicas) quando revestido com embalagens longa vida, adotando a testemunha e o verniz como um revestimento comparativo. Dentre os revestimentos avaliados, os painéis com embalagens de longa vida, foram superiores aos revestidos com verniz, quando comparados as suas propriedades físicas, mecânicas e térmicas. Dessa maneira, painéis com 0,6 g.cm-3 e 12% de resina revestidos embalagens longa vida, foram testados como forro quanto ao desempenho térmico (primavera, verão, outono e inverno) em protótipos em escala reduzida e distorcida, mediante a determinação de índices de conforto térmico (Entalpia e IAPfc) para aves de corte. A associação do forro sob o protótipo permitiu reduzir a temperatura interna do ar e dos índices de conforto térmico na primavera, verão e outono, enquanto que no inverno não foi constatado eficácia do material. Dentre as estações estudadas, o verão e a primavera, demonstraram serem as épocas mais críticas para criação de aves corte em instalações avícolas que apresentem características semelhantes aos protótipos experimentais.
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Os astrovírus são agentes virais associados com enteropatias e infecções extra-intestinais em aves, ocasionando prejuízos no desenvolvimento produtivo e saúde animal. Porém, são escassos os estudos no Brasil que visem a detecção e caracterização deste vírus com maior amplitude. Nesse contexto, detectaram-se e caracterizaram-se cepas de astrovírus a partir de 60 amostras fecais de aves procedentes de diferentes criações comerciais brasileiras (postura, corte e matrizes), mediante o emprego de uma reação PanAstrovírus como triagem inicial, que consistiu numa reação de RT-hemi-nested-PCR, visando a amplificação e posterior sequenciamento de um segmento parcial do gene RdRp (RNA polimerase dependente de RNA) do gene ORF1b, uma região gênica conservada entre todos os astrovírus. Subsequentemente, nas amostras positivas na triagem, realizou-se a amplificação, clonagem e sequenciamento do gene ORF2 codificante do capsídeo viral, analisado mediante análise filogenética. Os dados obtidos demonstraram uma frequência de infecção por astrovírus em 48,3% (29/60) das amostras analisadas. As espécies virais detectadas foram as seguintes: Avastrovírus 2 (Avian Nephritis Virus, ANV) em 72,4% (21/29), Chicken Astrovírus (CAstV) em 6,8% (2/29) e Avastrovírus 1 (Turkey Astrovírus tipo 1, TAstV-1) em 20,8% (6/29) das amostras positivas. O sequenciamento total do gene ORF2 foi possível em oito amostras (8/21) positivas a ANV, em uma amostra (1/6) positiva a TAstV-1 e uma amostra (1/2) positiva para CAstV. A análise deste gene revelou, nas sequências ANV, a presença de três genótipos bem diferenciados, segundo critérios do Astroviridae Study Group, sendo que um deles, agrupou-se dentro do genótipo 5. Além disso, quando analisado com sequências procedentes de outras regiões, as sequências deste estudo formaram seis clusters, dois deles, relacionados com sequências procedentes de Austrália e Reino Unido. O análise do ORF2 em CAstV, revelou também um agrupamento com cepas procedentes do Reino Unido. Já o análise da ORF2 de TAstV-1, revelou divergência genética com cepas isoladas em Estados Unidos, que foram as únicas sequências disponíveis no GenBank. O presente estudo traz a luz vários dados epidemiológicos concernentes aos astrovírus aviário de origem brasileira o que permitirá a realização de outros estudos relacionados a epidemiologia deste vírus, seus possíveis riscos potenciais em saúde pública e a adoção de medidas de controle direcionadas a este agente
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As aflatoxinas são metabólitos secundários produzidos por fungos toxigênicos das espécies Aspergillus flavus, A. parasiticus e A. nomius. São amplamente encontradas em matérias-primas de rações animais, em especial o milho, e têm a capacidade de levar a quadros clínicos agudos ou crônicos de aflatoxicose, caracterizados por, desde a morte por hepatite aguda até a diminuição do desempenho zootécnico por diminuição de peso ou consumo de ração. A aflatoxina B1 tem sido considerada o metabólito mais perigoso, uma vez que possui alto poder hepatotóxico, além de ser mutagênica e carcinogênica. Atualmente a ciência trabalha rumo à descoberta de substâncias que sejam indicadoras confiáveis de contaminação por componentes tóxicos em homens e em animais, os chamados biomarcadores, que medem uma mudança celular, biológica ou molecular em um meio biológico (tecidos humanos, células ou fluídos) que fornecem informação a respeito de uma doença ou exposição a uma determinada substância. Sua detecção pode auxiliar na identificação, no diagnóstico e no tratamento de indivíduos afetados que podem estar sob risco, mas ainda não exibem os sintomas. Sendo assim, com o auxílio de análises que confirmem a patogenicidade da aflatoxina B1 (determinação da atividade de enzimas hepáticas, da avaliação da função renal, de hematologia, da dosagem de minerais séricos e da avaliação de desempenho zootécnico), o objetivo deste trabalho foi avaliar a aplicabilidade da determinação de resíduos hepáticos de aflatoxinas e do aduto sérico AFB1-lisina na avaliação da eficiência de adsorventes em frangos de corte. Utilizou-se 240 pintos de 1 dia, machos, de linhagem Cobb 500®, distribuídos aleatoriamente em 4 dietas experimentais: Controle Negativo: Ração Basal (RB); RB + 0,5% de adsorvente ((aluminosilicato de cálcio e sódio hidratado/HSCAS); RB + 0,5% de adsorvente + 500 µg de AFB1/kg de ração e; RB + 500 µg de AFB1/kg de ração.Os resultados experimentais mostram que o efeito deletério da AFB1, na concentração utilizada, é mais pronunciado que os efeitos protetores do HSCAS sobre os parâmetros de saúde dos animais. Não houve ação efetiva do adsorvente utilizado sobre quase nenhuma variável estudada, apenas para a redução das lesões histopatológicas em fígado, na redução da concentração de gama-glutamiltransferase (GGT), fósforo e aumento da contagem de hemáceas aos 21 dias de idade. Porém, influenciou positivamente a redução de resíduos hepáticos de aflatoxina G1 aos 21 dias e as concentrações de AFB1-lisina sérica aos 21 e aos 42 dias de idade. Estes dados são importantes porque permite concluir que, embora sintomatologicamente o HSCAS não tenha exercido função efetiva, molecularmente foi capaz de mostrar de eficácia sobre os alguns biomarcadores de aflatoxinas no organismo das aves
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Vários países têm buscado investigar as emissões de gases do efeito estufa (GEE) e amônia (NH3) na atividade animal para melhor compreensão da dinâmica e excesso desses gases na atmosfera. As informações disponíveis na literatura sobre as emissões de GEE e NH3 em aviários são variáveis e incertas devido à diversidade e condições particulares das instalações, bem como das inúmeras diferenças no sistema de criação e das complexas interações observadas nos dejetos dos animais. A caracterização das emissões do setor avícola normalmente é realizada por monitoramento aéreo das concentrações dos gases dentro das instalações de produção. No entanto, alguns métodos adotados são insuficientes devido às interferências de outros gases, razão por que as medições podem não refletir, com exatidão, as emissões reais. Diante dessa complexidade, nesta pesquisa buscou-se aplicar técnicas que apresentam menores interferências, bem como desenvolver um sistema de amostragem para medir diretamente as emissões de N2O, CH4 e NH3 dos dejetos de frangos de corte. No desenvolvimento do método, utilizou-se como referência o princípio da câmara estática fechada e a análise por cromatografia gasosa (CG), para estimar as emissões de GEE. Para quantificação direta das emissões de NH3, adaptou-se um método semiaberto estático, baseado na captura, em meio ácido, do NH3 volatilizado dos dejetos das aves. Adicionalmente, buscou-se monitorar as emissões diárias de NH3, CH4 e N2O dos dejetos dos frangos, considerando o típico manejo de reutilização da cama de frango. Foram propostos modelos empíricos para as predições das emissões de N2O, CH4 e NH3, em função do número de reutilizações da cama, da idade das aves e de propriedades físico-químicas da cama de frango. As emissões acumuladas por quatro ciclos de criação permitiram calcular perdas anuais de 0,14, 0,35, e 72,0 g de N2O, CH4 e NH3 ave-alojada-1 ano-1, respectivamente. Considerando o número de frangos de corte alojados em 2015, a atividade avícola emitiu cerca de 545,1 Gg CO2eq pelo manejo dos dejetos nos aviários, correspondente a 0,04 kg CO2eq por kg de carne. Reduções de 21, 40 e 78% foram observadas nas emissões anuais de N2O, CH4 e NH3, respectivamente, ao utilizar (seis ciclos) a cama somente em um ciclo de criação. Contudo, um balanço de N foi conduzido para contabilizar as entradas e saídas de N na produção de frangos de corte durante os quatro ciclos de criação avaliados. A principal entrada de N no sistema foi pela ração, como entrada secundária, o N via cama de frango, o qual aumentou consideravelmente a cada ciclo de reutilização. Considerando que esta pesquisa apresenta uma metodologia aplicável e inovadora para determinar os fluxos de GEE em galpões abertos no país, os dados serão úteis para o inventário anual brasileiro das emissões de GEE oriundas dos dejetos da avicultura de corte. Os resultados são úteis também para incentivar novas pesquisas que possam avançar no conhecimento de impactos e alternativas de mitigação de GEE na produção de frangos de corte e, adicionalmente, conferir sustentabilidade à produção de carne no Brasil
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Manuscript volume containing portions of text copied from Nicholas Saunderson’s Elements of algebra, Nicholas Hammond’s The elements of algebra, and John Ward’s The young mathematician’s guide. The volume is divided into two main parts: the first is titled Concerning the parts of Arithmetick (p. 1-98) and the second, The elements of Algebra, extracted from Hammond, Ward & Saunderson (p. 99-259).
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La scoliose idiopathique de l’adolescent (SIA) est une déformation tridimensionnelle (3D) de la colonne vertébrale. Pour la plupart des patients atteints de SIA, aucun traitement chirurgical n’est nécessaire. Lorsque la déformation devient sévère, un traitement chirurgical visant à réduire la déformation est recommandé. Pour déterminer la sévérité de la SIA, l’imagerie la plus utilisée est une radiographie postéroantérieure (PA) ou antéro-postérieure (AP) du rachis. Plusieurs indices sont disponibles à partir de cette modalité d’imagerie afin de quantifier la déformation de la SIA, dont l’angle de Cobb. La conduite thérapeutique est généralement basée sur cet indice. Cependant, les indices disponibles à cette modalité d’imagerie sont de nature bidimensionnelle (2D). Celles-ci ne décrivent donc pas entièrement la déformation dans la SIA dû à sa nature tridimensionnelle (3D). Conséquemment, les classifications basées sur les indices 2D souffrent des mêmes limitations. Dans le but décrire la SIA en 3D, la torsion géométrique a été étudiée et proposée par Poncet et al. Celle-ci mesure la tendance d’une courbe tridimensionnelle à changer de direction. Cependant, la méthode proposée est susceptible aux erreurs de reconstructions 3D et elle est calculée localement au niveau vertébral. L’objectif de cette étude est d’évaluer une nouvelle méthode d’estimation de la torsion géométrique par l’approximation de longueurs d’arcs locaux et par paramétrisation de courbes dans la SIA. Une première étude visera à étudier la sensibilité de la nouvelle méthode présentée face aux erreurs de reconstructions 3D du rachis. Par la suite, deux études cliniques vont présenter la iv torsion géométrique comme indice global et viseront à démontrer l’existence de sous-groupes non-identifiés dans les classifications actuelles et que ceux-ci ont une pertinence clinique. La première étude a évalué la robustesse de la nouvelle méthode d’estimation de la torsion géométrique chez un groupe de patient atteint de la SIA. Elle a démontré que la nouvelle technique est robuste face aux erreurs de reconstructions 3D du rachis. La deuxième étude a évalué la torsion géométrique utilisant cette nouvelle méthode dans une cohorte de patient avec des déformations de type Lenke 1. Elle a démontré qu’il existe deux sous-groupes, une avec des valeurs de torsion élevées et l’autre avec des valeurs basses. Ces deux sous-groupes possèdent des différences statistiquement significatives, notamment au niveau du rachis lombaire avec le groupe de torsion élevée ayant des valeurs d’orientation des plans de déformation maximales (PMC) en thoraco-lombaire (TLL) plus élevées. La dernière étude a évalué les résultats chirurgicaux de patients ayant une déformation Lenke 1 sous-classifiées selon les valeurs de torsion préalablement. Cette étude a pu démontrer des différences au niveau du PMC au niveau thoraco-lombaire avec des valeurs plus élevées en postopératoire chez les patients ayant une haute torsion. Ces études présentent une nouvelle méthode d’estimation de la torsion géométrique et présentent cet indice quantitativement. Elles ont démontré l’existence de sous-groupes 3D basés sur cet indice ayant une pertinence clinique dans la SIA, qui n’étaient pas identifiés auparavant. Ce projet contribue dans la tendance actuelle vers le développement d’indices 3D et de classifications 3D pour la scoliose idiopathique de l’adolescent.
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The aim of this Working Paper is to provide an empirical analysis of the marginal return on working capital and fixed capital in agriculture, based on data gathered by the Farm Accountancy Data Network from seven EU member states. Particular emphasis is placed on the detection of credit market imperfections. The key idea is to provide farm group-specific estimates of the shadow price of capital, and to use these to analyse the drivers of on-farm capital use in European agriculture. Based on Cobb Douglas estimates of farm-type specific production functions, we find that working capital is typically used in more than economically optimal quantities and often displays negative marginal returns across countries and farm types. This is less often the case with regard to fixed capital, but it is only in a small set of sectors where access to fixed capital appears severely constrained. These sectors include field crop and mixed farms in Denmark, dairy farms in East Germany, as well as mixed farms in Italy and the UK. The relationship between farm financial indicators and the estimated shadow prices of capital varies considerably across countries and sectors. Among the farms with a high shadow price for fixed capital in Denmark, high debt levels and little owned land tended to induce more intensive capital use, which may reflect the liberal Danish banking system. In East Germany, Italy and the UK, high debt levels made farmers more tightly capital constrained. Hence, in the latter group of countries, more traditional mechanisms of capital allocation based on debt capacity seemed to be at work. As a general conclusion, EU agriculture appears to be characterised by overcapitalisation rather than by credit constraints.
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In the long term, productivity and especially productivity growth are necessary conditions for the survival of a farm. This paper focuses on the technology choice of a dairy farm, i.e. the choice between a conventional and an automatic milking system. Its aim is to reveal the extent to which economic rationality explains investing in new technology. The adoption of robotics is further linked to farm productivity to show how capital-intensive technology has affected the overall productivity of milk production. The empirical analysis applies a probit model and an extended Cobb-Douglas-type production function to a Finnish farm-level dataset for the years 2000–10. The results show that very few economic factors on a dairy farm or in its economic environment can be identified to affect the switch to automatic milking. Existing machinery capital and investment allowances are among the significant factors. The results also indicate that the probability of investing in robotics responds elastically to a change in investment aids: an increase of 1% in aid would generate an increase of 2% in the probability of investing. Despite the presence of non-economic incentives, the switch to robotic milking is proven to promote productivity development on dairy farms. No productivity growth is observed on farms that keep conventional milking systems, whereas farms with robotic milking have a growth rate of 8.1% per year. The mean rate for farms that switch to robotic milking is 7.0% per year. The results show great progress in productivity growth, with the average of the sector at around 2% per year during the past two decades. In conclusion, investments in new technology as well as investment aids to boost investments are needed in low-productivity areas where investments in new technology still have great potential to increase productivity, and thus profitability and competitiveness, in the long run.
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Against the background of the current discussion about the EU’s common agricultural policy (CAP) after 2013, the question of the impact of government support on land prices is crucially important. Validation of the CAP’s success also hinges on a proper assessment of a choice of policy instruments. This study therefore has the objective of investigating on a theoretical basis the effects of different government support measures on land rental prices and land allocation. The different measures under consideration are the price support, area payments and decoupled single farm payments (SFPs) of the CAP. Our approach evaluates the potential impact of each measure based on a Ricardian land rent model with heterogeneous land quality and multiple land uses. We start with a simple model of one output and two inputs, where a Cobb-Douglas production technology is assumed between the two factors of land and non-land inputs. In a second step, an outside option is introduced. This outside option, as opposed to land use of the Ricardian type, is independent of land quality. The results show that area payments and SFPs become fully capitalised into land rents, whereas in a price support scheme the capitalisation depends on per-acreage productivity. Moreover, in a price support scheme and a historical model, the capitalisation is positively influenced by land quality. Both area payments and price supports influence land allocation across different uses compared with no subsidies, where the shift tends to be larger in an area payment scheme than in a price support scheme. By contrast, SFPs do not influence land allocation.
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One main point of our atmospheric-electric measurements over the Atlantic Ocean 1973 was the investigation of the air-earth current density above the sea. In addition to direct measurements at the water surface with a floating net, we calculated the air-earth current density from the electric field and the air conductivity measured simultaneously on board of the ship and during particular ascents in the free atmosphere. During all five ascents the air-earth current density did not change with altitude. For pure maritime air-conditions, the mean air-earth current density was found to be 2.9 pA/m**2. The mean hourly air-earth current density over the Atlantic shows nearly the same 24-hour pattern as measured by Cobb (1977) at the South Pole at the same time. When dust-loaden air masses of African origin reached the ship as well as under continental influence the mean air-earth current density was reduced to 2.1 pA/m**2. The global 24-hour pattern was modified by this continental influences. Finally, it is shown that the values of the air conductivity measured on board R. V. "Meteor" during our earlier expeditions have been influenced by the exhaust of the ship and must therefore be corrected. With this correction, our new mean values of the air-earth current density over the Atlantic are 2.6 pA/m**2 in 1965 and 2.0 pA/m**2 in 1969. From all measurements, the global air-earth current is estimated to be about 1250 A.
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E. C. Wines, commissioner.
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