953 resultados para SUBJETIVIDAD
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Desde la perspectiva simbólica de la estructura corporal el cuerpo adquiere significado, según la acción que se realiza, se perciben influencias, históricas culturales. El cine se constituye como una forma de comunicación particular, las historia proyectada audiovisualmente, sugieren concrecionesconceptuales entre los espectadores acerca del cuerpo y las prácticas corporales. El ritual de ver un film encierra toda una interacción social, crea comentarios, genera discusiones, propone expectativas, en él también se crean fusiones interesantes, entre la música, la poesía, la fotografía, la actuación, los juegos de cámaras; que de una u otra manera dan realce a los elementos, que a criterio del director, deben destacarse, para mostrar su intencionalidad, su forma de ?decir?, en apoyo de la construcción de la idea propuesta por el argumento del film, de modo que pueda penetraren la subjetividad del espectador. El objetivo de esta propuesta, es descubrir en el cine, desde la óptica de la Teoría de la Educación Corporal, que conceptos proponen los discursos implícitos en las películas, respecto al cuerpo, las prácticas corporales relacionadas con los deportes, incidiendo en su concepción dentro de determinados contextos sociales, ideológicos y Políticos. Finalmente, trataremos de analizar de qué maneras se hace uso del poderen el Cine, su influencia en la subjetividad del espectador, en la concepción del cuerpo y las prácticas corporales desde la visión de la filosofía contemporánea
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Una investigación de tipo cualitativo abordó, desde la etno¬grafía y mediante un estudio de caso, el ámbito de la educación especial y de los que trabajan en ella, como docentes de apoyo de las Unidades de Servicio y Apoyo a la Escuela Regular (usaer), quienes intervienen en dos planteles escolares de Educación Básica para atender a los alumnos que presentan necesidades educativas especiales (nee). En particular, se estudió el impacto del modelo de gestión en la calidad educativa.
En un contexto mundial donde prevalecen sistemas económicos, sociales y educativos en crisis, con una fuerte influencia de diversas agencias in¬ternacionales que definen las políticas públicas y educativas en México, los resultados indican que la racionalidad técnico instrumental y de la administración clásica escolar que dirigen el modelo de gestión, se tradu¬cen en poca calidad en la atención de las nee. No obstante, en la práctica docente emerge un modelo de gestión alterno, sociohistórico, próximo a paradigmas de la complejidad que responden más a la subjetividad y a la diversidad educativa de las organizaciones escolares.
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Objetivou-se conhecer como a pessoa com estomia vivência o processo de transição da dependência de cuidados ao autocuidado à luz da Teoria das Transições de Meleis. Pesquisa exploratória, descritiva com abordagem qualitativa no Serviço de Estomaterapia do Hospital Universitário Dr Miguel Riet Corrêa Jr do Rio Grande/ RS/ Brasil com 27 pessoas com estomias definitivas por câncer. Os dados foram coletados nos mês de janeiro e fevereiro de 2014 por meio de entrevista com roteiro semiestruturado e submetidos à Análise de Conteúdo apoiada nas ideias da Teoria das Transições de Afaf I. Meleis. Constatou-se que a natureza da transição situou-se no processo tipo saúde/doença. A entrada no processo de transição deu-se a partir da consciência desencadeada pelo diagnóstico de câncer, reforçado pela cirurgia de estomização. O empenhamento surge ao dedicarem-se a construção do conhecimento para o autocuidado frente às mudanças na sua vida e na sua nova relação com seu corpo, mudando a visão de si, do mundo e dos outros. Destacou-se o espaço temporal como algo dinâmico e variavelmente indeterminável, sendo fundamental para que se organizem e reflitam acerca do seu novo viver, fortalecendo-se para que a transição progrida. Verificaram-se como fatores facilitadores do autocuidado a construção de um significado positivo à estomização, o preparo dessa experiência ainda no pré-operatório, a estabilidade emocional, a fé e a religiosidade e a sensação de normalidade adquirida a partir de uma imagem próxima da anterior. Referiram-se, ainda, ao fornecimento de forma gratuita pelo governo das bolsas coletoras, adjuvantes e acessórios e ao atendimento da equipe multiprofissional. Como fatores inibidores do processo de transição encontraram-se a visão distorcida de seu corpo, o despreparo para viver com a estomia, a instabilidade emocional, a desmotivação com afastamento de atividades prazerosas, o cuidado excessivo e/ou estendido e até mesmo a superproteção da família, as complicações como hérnias e prolapsos, a falta de atitudes positivas quanto à vida, a negação da bolsa coletora, as tentativas frustradas de omitir o uso da bolsa coletora, a falta do domínio do manuseio dos equipamentos, o afastamento do trabalho e as dificuldades financeiras. Além destas, o abandono do parceiro, atitudes negativas e estigmatizantes por parte da família e a baixa qualidade dos materiais fornecidos pelo governo. Como indicadores de resultados identificaram-se a confiança para realizar atividades anteriores, aceitação de sua situação, uma visão positiva de sua vida e da capacidade de compartilhar o seu cuidado com sua família. Considera-se a saída da transição quando este for capaz de dominar novas competências tanto para o cuidado físico ao realizar a troca da bolsa coletora quanto readequando sua imagem e autoconceito. Concluiu-se que o processo de transição da dependência de cuidados ao autocuidado da pessoa com estomia é complexo e carregado de subjetividades. É necessário que o enfermeiro estabeleça ações terapêuticas de enfermagem eficazes e eficientes, contribuindo para a promoção e reabilitação da saúde deste, auxiliando-o na aquisição de sua autonomia e independência, subsidiando seu autocuidado e bem-estar.
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A assistência em pediatria suscita a promoção de um ambiente que atenda as necessidades da criança, por meio de um olhar diferenciado que pondere a especificidade desta fase da vida em que se tem maior dificuldade em lidar com o adoecimento e enfrentar o desconhecido e o medo causado por ele. Considerando que qualquer desestruturação poderá interferir no pleno desenvolvimento da criança, o cuidar em Enfermagem Pediátrica deve contribuir para a diminuição dos efeitos estressores do ambiente hospitalar de forma a tornar a assistência humanizada. Assim, faz-se necessário investir em questões fundamentais de adequação do ambiente de pediatria, com equipamentos e tecnologias que considerem e respeitem a singularidade das necessidades tanto dos usuários quanto dos profissionais. Trabalhar a ambiência em pediatria mostra-se relevante no contexto atual, tendo em vista que devemos preconizar a assistência calcada nos princípios da humanização, que demandam a revisão das práticas cotidianas, com ênfase na criação de espaços de trabalho menos alienantes que valorizem a dignidade do profissional de saúde, da criança e da família. Por esta razão, este estudo teve como objetivo analisar a ambiência de unidades pediátricas como ferramenta para a humanização da assistência a partir da percepção dos diferentes atores implicados no processo de produção de saúde. Para atingi-lo, adotou-se o delineamento da pesquisa qualitativa com caráter exploratório. Os ambientes de investigação foram as Unidades de Pediatria do Hospital Universitário Dr. Miguel Riet Corrêa Jr. (HU/FURG) e do Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas (HE/UFPel), tendo como sujeitos 20 usuários, 20 trabalhadores das referidas unidades, bem como 04 gestores de enfermagem e saúde. A coleta de dados ocorreu no período compreendido de agosto a outubro de 2014, por meio da triangulação metodológica, utilizando-se imagens e dados verbais obtidos por meio de fotos e entrevistas semiestruturadas com emprego de foto-elicitação, respectivamente. Para análise dos dados empregou-se o software Nvivo 10, emergindo as seguintes categorias: Confortabilidade das crianças e de suas famílias; Produção de subjetividades nas crianças e familiares; Produção de subjetividade e autonomia dos trabalhadores de enfermagem; Ambiência como ferramenta facilitadora do processo de trabalho e da produção de saúde. Cada categoria exibe subcategorias que expõem a perspectiva dos sujeitos envolvidos no processo de produção de saúde: usuários, profissionais de enfermagem e gestores. A partir dos resultados do estudo são apontadas as potencialidades e os desafios para a consolidação da ambiência como ferramenta de humanização da unidade de pediatria. Pode-se inferir que para que a unidade de pediatria seja percebida como humanizada deve ser projetada de forma que a sua ambiência comporte aspectos que visem a confortabilidade das crianças e suas famílias; possibilite a produção de subjetividades nas crianças, familiares e a autonomia dos trabalhadores de enfermagem por meio da reflexão acerca dos processos de trabalho e possibilite a utilização do próprio espaço como ferramenta facilitadora da produção de saúde.
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Este trabajo de grado brinda aspectos conceptuales y metodol?gicos para entender y fundamentar la relaci?n entre recreaci?n dirigida y lectura reparadora. Asimismo hace ?nfasis en la importancia de ahondar desde la carrera de recreaci?n en los aspectos de lectura y literatura como una estrategia de trabajo. Se exploran los conceptos de lectura desde diversas perspectivas, centrando la mirada en una perspectiva socio-cultural, entendiendo a la lectura como un proceso cambiante de acuerdo a los contextos donde se trabaje. Tambi?n se abordan las crisis humanas y se ponen en relaci?n con la lectura reparadora y su capacidad de permear la subjetividad humana y brindar elementos y recursos para la b?squeda de soluciones a las diversas problem?ticas que se presentan a lo largo de la vida. Se presentan diversos proyectos y trabajos de grado donde se usa o se pudiera implementar la lectura como una estrategia de intervenci?n con poblaciones en condiciones de vulnerabilidad y se resaltan aspectos conceptuales y pr?cticos de otros profesionales que ya han abordado el tema.
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Este documento es una monograf?a que aborda la recreaci?n desde su dimensi?n pedag?gica, espec?ficamente desde los lenguajes l?dico-creativos, sus t?cnicas y materiales que se integran o confluyen en el marco de la recreaci?n guiada. El objetivo es contribuir al oficio del recreador y reflexionar sobre esa caja de herramientas con que cuenta desde la recreaci?n guiada: los lenguajes l?dico-creativos. El documento presenta la recreaci?n como campo de estudio, sus n?cleos problem?ticos y sus dimensiones, hace ?nfasis en la dimensi?n pedag?gica donde se encuentra la recreaci?n guiada para poder abordar los lenguajes l?dico ? creativos (LLC), sus t?cnicas y materiales. En este recorrido se realiza una descripci?n de los elementos antes mencionados con el objeto de acercarnos a algunas caracter?sticas comunes de los LLC. Este es un documento atravesado por la subjetividad del autor1 y en la discusi?n afloran preguntas recurrentes en la formaci?n como profesional en recreaci?n, se presentan interpretaciones personales teniendo como referente discusiones con maestras del programa acad?mico de recreaci?n y el di?logo permanente con otros autores. Confiamos estas discusiones contribuyan al oficio de ser recreador desde esa caja de herramientas que son los LLC.
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La presente revisión del estado del arte tiene por objetivo debatir respecto de la pertinencia que tienen los sistemas de medición de comprensión lectora aplicados en Chile en contextos de cultura popular urbana. De este modo, se establece la relevancia de conjugar dos núcleos teóricos que, hasta ahora, han estado disociados: la disciplina lingüística a través del fenómeno de la comprensión lectora y el campo de los estudios interculturales en cuanto al abordaje de la realidad de sujetos en situación de diversidad educativa. Es decir, quienes asisten a escuelas donde se aborda la comprensión lectora, partiendo de una serie de estrategias nacidas desde la Didáctica de la Lengua tradicional y sobre la base del Modelo Pedagógico de Lectura, soslayando la subjetividad de los estudiantes con el fin de mejorar los rendimientos en las pruebas estandarizadas nacionales e internacionales, tales como el Sistema de Medición de la Calidad de la Educación (SIMCE) y el Programa Internacional para la Evaluación de Estudiantes (PISA, por sus siglas en inglés)
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Este artículo tiene como objetivo proponer algunos caminos hacia un ámbito que hemos llamado simbólicamente una Psicología Social Comunitaria del Sur, es decir una disciplina que deje atrás los planteamientos venidos desde los países desarrollados, dado que alojan principalmente una mirada eurocéntrica. La referencia del Sur, es una propuesta metafórica, que no tiene un asidero geográfico, sino que apela a un otro, los del Sur, que significan la relación entre países de una manera diferente, incorporando a todos aquellas poblaciones, países, comunidades, independientes de su ubicación en el globo, que no se sienten incluidos en la categoría de países industrializados, modernos, autodenominados del norte. Desde la visibilización en América Latina de movimientos sociales asociados a comunidades indígenas, afrodescendientes y otras, la disciplina debiera reconfigurarse cualitativamente de modo que dé cuenta de estas nuevas realidades. Por un lado, algunas propuestas señalan acentuar la definición del concepto de comunidad desde una óptica más relacional. Es decir, entender comunidad como una matriz de cosmovisiones de mundo, la cual se articula con otras comunidades en una determinación mutua. Por otro lado, la intervención comunitaria ya debiera dejar atrás la solución de problemas que promuevan el progreso y el bienestar occidental, sino dirigirse más bien a trabajar la subjetividad, en el sentido de deconstruir la colonización del saber, para luego fortalecer la interpretación que hace cada comunidad desde su propia particularidad y cosmovisión situada. Finalmente, otra línea a sugerir es poner énfasis en un tipo de transformación social dirigida a la construcción de otra epistemología, que incorpore la interculturalidad, la plurinacionalidad, los derechos colectivos y por último una temática hoy día presente y en debate, el buen vivir.
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Maestr?a en Filosof?a
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It seeks to clarify the issue about the relationship between intellectual property and universality of reading, to understand if it exists or not a conflict of interest. From a synchronic axis crossing, historical, with a diachronic axis, of philosophical: is tracked to explain the deep forces that have shaped the problem arises here. It also explains the legal issue of copyright and property which is closely related to the issue treated here. From all this it follows that underlie the problem of intellectual property is the construction of the Western historical figure of subjectivity, which has led to the role of "author." The author who is credited with authorship of a speech only (work) is a product of social discourse situation that historically has been obscured what has contributed the legal apparatus that protects copyright. What has led to the establishment of an antagonism to the universality of reading. In this paper therefore has not sought to respond to the problem but to make it clear to potential solutions.
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Este ensayo pretende discutir los modos de subjetivación propuestos por Michel Foucault y los derechos humanos. Tomando esas implicaciones Faucaultianas del cuidado de sí mismo y de una estilización de la existencia de la constitución en nuestras vidas, es posible substituir el llamado a lo universal y lo esencial por formas más disonantes de subjetivación, significativamente más singulares. Este ensayo se enfocó en un referencial bibliográfico que contempla obras de Foucault y obras sobre el autor, sobre derechos humanos, sin perder de vista las implicaciones practicas y las experiencias del campo jurídico. Sin embargo, la percepción de las insuficiencias de la teoría tradicional de los derechos humanos de encarar las diferencias de la subjetividad y de promover la autonomía y la emancipación de los sujetos, evidencia el motivo por el cual buscamos elementos nuevos de la subjetividad en la filosofía de Foucault y en una teoría critica de los derechos humanos..
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Las políticas educativas de alcance internacional y nacional, se traducen en reformas preocupadas por evaluar el desarrollo de competencias y el logro educativo, utilizando instrumentos de corte cuantitativo que se aplican de manera homogénea, en todas las escuelas de nivel básico en México, sin tomar en cuenta las diferencias regionales. Considerando que México es un país multicultural, en esta investigación nos preguntamos ¿cuál es el papel de la escuela en contextos culturalmente diversos?, ¿en contextos marginados, caracterizados por la vulnerabilidad social?, ¿cuáles son los resultados del aprendizaje escolar, más allá del número que se expresa en la calificación de las pruebas estandarizadas que se aplican?, ¿es posible encontrar experiencias escolares significativas en estos contextos? y ¿quiénes serían las personas que pueden responder a esta última pregunta? Para dar respuesta a estas interrogantes se planteó la realización de una investigación interpretativa, que tomara como punto de partida la recuperación de las voces de un grupo de estudiantes, profesores y padres/madres de familia de una región en particular; para lo cual se optó por una metodología narrativa de corte cualitativo que aspira a ser crítica y transdisciplinaria. Como objetivo de la investigación se planteó interpretar y analizar cuáles son las experiencias escolares significativas que se construyen en la relación profesorado, estudiantes y padres/madres de familia de las escuelas telesecundarias, entendidas como sedes (Giddens, 1995) ubicadas en la región intercultural HUSANCHA en tanto logran trascender hacia la comunidad y la región. La construcción de la región de estudio se basó en el trazado de un circuito que integra localidades de los Altos de Chiapas caracterizadas por la marginación y la vulnerabilidad social, las cuales forman parte de los municipios de Huixtán, San Cristóbal de Las Casas y Chanal. Una experiencia escolar significativa es aquella que se detona en la escuela, a partir del rapport pedagógico que permite al profesorado articular los contenidos culturales de la vida cotidiana regional con el currículo escolar, por lo que provoca un aprendizaje susceptible de ser trasladado y aplicado en los ámbitos de la vida cotidiana, capaz de trascender las aulas, hacia el contexto familiar, comunitario y regional, provocando cambios en la vida de los habitantes de la región. En las 10 escuelas telesecundarias de la región HUSANCHA interactúan estudiantes de entre 11 y 15 años, descendientes de los pueblos mayas (tseltales y tsotsiles) que han habitado la región con mestizos. Se considera una región intercultural, en tanto lugar de encuentro cotidiano de sujetos colectivos (profesorado, estudiantes, padres/madres de familia) culturalmente diferenciados que habitan contextos híbridos. El análisis realizado partió del reconocimiento de experiencias escolares significativas narradas por estudiantes tsotsiles, tseltales y mestizos, quienes durante el ciclo escolar 2013-2014, cursaban el tercer grado en las telesecundarias referidas. La configuración de esta manera de concebir la educación, la cual pone en el centro a los sujetos, sus deseos, afectos, expectativas y su contexto nos obligó a incorporar nuevos cuestionamientos que emergieron durante el proceso de la investigación: ¿qué mueve al profesorado de las escuelas telesecundarias de la región para construir experiencias escolares significativas; para relacionarse con sus estudiantes, con los padres/madres de familia y la comunidad en su conjunto, de la manera que lo hace?, ¿qué tipo de contenidos escolares valoran los habitantes de la región y por qué? y ¿hasta dónde estas experiencias son posibilitadoras de un cambio educativo y regional en beneficio de los habitantes de la región? La investigación desde las voces de los co-investigadores tomó como punto de partida dos ejes de trabajo los cuales se exponen a continuación de manera sintética y se abordan a lo largo de los siete capítulos que la integran. I Incorporación de la dimensión intercultural-afectiva como un componente indispensable del rapport pedagógico La dimensión intercultural-afectiva toma en cuenta las posiciones epistemológicas de los sujetos que establecen relaciones y que conforman el mundo de vida social, lo que permite asumir y reflexionar el proceso educativo desde una perspectiva regional que deconstruye los fundamentos técnicos, estandarizados y homogéneos con los que se le interpreta comúnmente para preguntarse ¿quiénes son y qué sienten las personas que interactúan en las aulas? La dimensión intercultural-afectiva recupera la relación indisociable entre conocimientos presentes en otras epistemes que han sido relegados a la barbarie e ignorancia y los procesos de cambio educativo; estas epistemologías enmarcan los elementos de sentido del espectro social y de la conformación de paisajes interculturales. Se propone como producto del análisis reflexivo de los resultados de investigación que hemos realizado a la dimensión intercultural-afectiva como la reflexión pedagógica y decolonial a partir de la disposición de los inter-sujetos colectivos para el saber convivir con diferentes, comprender su cultura, sentir, establecer vínculos de respeto que permitan co-construir conocimientos y aprendizajes significativos al contexto. II Replanteamiento de una pedagogía crítica que atienda a las particularidades de contextos posmodernos/decoloniales La dimensión intercultural-afectiva constituye un detonante potente para que la pedagogía crítica cobre sentido y se transforme en crítica-transformadora en una región como HUSANCHA, transitando su carácter retórico-discursivo hacia una praxis moral y ética. Sin esta dimensión propuesta cualquier planteamiento/propuesta crítica que surja desde la escuela es carente de sentido y significado para sus sujetos que se han construido socio-históricamente y que han configurado sus subjetividades, su cultura, sus posicionamientos políticos, éticos y económicos regionalmente, en donde se manifiestan grupos diversos que son desatendidos por el proyecto educativo hegemónico y a la vez son subsumidos a éste. Como giro educativo epistemológico se propone a la dimensión intercultural-afectiva al detonar y reactivar los principios y anhelos de la pedagogía crítica para el cambio social; esta dimensión ha permanecido al margen, ha estado ausente o se ha reflexionado someramente en las diversas perspectivas del pensamiento crítico. Entre los resultados obtenidos destacan también los: I. Aportes de los estudios regionales al campo educativo II. El mundo de vida educativo regional III. Subjetividad(es) e identidad(es) docente(s) IV. El currículo narrativo regional V. Los co-investigadores, la pluri-metodología y la transdisciplina en la investigación narrativa VI. Decolonizar el pensamiento crítico y la pedagogía crítica en contextos regionales VII. La escuela habitada
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Este libro nos permite cuestionarnos acerca de la contingencia y la complejidad en los patrones espaciales de los conflictos violentos en Colombia. Qué explica la irrupción de violencia en un lugar como la Comuna 13 de Medellín; qué impacto tienen los actores, hombres y mujeres, y el conflicto armado en la reproducción de más violencia; cómo se ve implicada la subjetividad en el conflicto armado; de qué manera responden los habitantes a la violencia que les ha tocado vivir y padecer; qué concepciones de paz se despliegan en el discurso y cómo pudiera interrumpirse la reproducción de la violencia a través del tiempo y del espacio, son algunos de los problemas abordados. La historia de la escalada armada en la Comuna 13 y su relación con los residentes del área podría ser escrita alrededor de la búsqueda desesperada y sin fin, por parte de los habitantes de la zona, de la estabilidad, la tranquilidad, la seguridad y la resolución de disputas, objetivos que han animado históricamente a la formación de Estados. Las consecuencias catastróficas del fracaso del Estado en el ofrecimiento de estos bienes públicos, constituyen una de las revelaciones de este estudio. En muchas situaciones donde la gente vive bajo un régimen armado de facto y tiene que adaptarse a él, se encuentra a sí misma en una situación en la que nunca gana: si se adapta con éxito, puede ser acusada de colaboración y apoyo; pero, si no se adapta, se arriesga a ser expulsada o muerta. Muchos residentes de esta comuna se hallaron en este dilema. La historia de la Comuna 13 no es sólo una búsqueda sin fin de la seguridad. Tampoco se puede relacionar exclusivamente con violencia y guerra. Este estudio muestra dinámicas referidas a la construcción de paz como parte de su historia. La guerra y la paz van unidas y han estado presentes simultáneamente. En una sociedad de guerra sin nombre, la Comuna 13 es un campo de batalla con nombre. Este estudio nos enseña qué tan profundamente necesitamos entender estos campos de batalla, si es que vamos a poner fin a la guerra.
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Este documento expone la importancia del ejercicio de valoración como herramienta para la construcción de las proyecciones y la planeación financiera de una empresa en etapa temprana, al tiempo que prueba el método de flujos de caja con tasa de descuento ajustada al riesgo, como la metodología más recomendada por expertos, en la valoración de nuevas empresas (startups), y valida la marginalidad de la información contable y financiera entre los emprendedores -- Busca soportar en un único documento, las decisiones de inversión de financieros, prestamistas y emprendedores, en atención a la subjetividad con que muchos inversionistas valoran desde su percepción, el potencial de crecimiento, la generación de flujos futuros y/o el posicionamiento estratégico de las startup -- Como ya se mencionó, el método de Descuento de Flujos de Caja (DFC) será la metodología aplicada y analizada -- Entre otras ventajas, porque al estar basado en la generación de flujos a partir de los activos fijos, no se expone a percepciones del mercado ni a criterios no trasladables, en caso de una valoración por comparables -- El lector podrá constatar, y de acuerdo con la bibliografía consultada, que la metodología de DFC, no sólo es la más apropiada para la valoración de una startup, sino que dadas las circunstancias en cuanto a disponibilidad de la información, es obligatorio clasificarla, dentro de los métodos más sofisticados -- Finalmente, entre otras conclusiones, se hace énfasis en que el ejercicio de la valoración debe centrarse en identificar el potencial que tiene la empresa de convertirse en una entidad generadora de valor -- En tal sentido, el análisis se debe focalizar en el plan estratégico, que se espera desarrollar a corto, mediano y largo plazo, y en las acciones para alcanzar las metas planteadas -- No siempre la situación de la empresa ha de estar acorde con lo proyectado, se pueden presentar variaciones en el comportamiento financiero, adicionalmente, la demanda de capital líquido e inversiones en activos generan, en la mayoría de los casos, déficit en los flujos de caja producto de las dificultades de los emprendedores para garantizar dicha demanda de recursos