952 resultados para Casal


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O levantamento batimétrico MATESPRO, realizado no NW do Golfo de Cádis, revelou a existência de intrigantes objectos morfológicos jacentes entre os 4300 e os 4700 metros de profundidade. Estes objectos, de dimensões quilométricas, são constituídos por uma depressão interna limitada parcialmente por uma escarpa em forma em crescente que pode atingir mais de 100 m de altura, com declives que variam entre os 6 e os 27° e cuja parte interna é constituída por uma depressão preenchida por unidades progradantes, que se desenvolvem no sentido da escarpa. Estes objectos são interpretados como o resultado da acção conjunta de processos tectónicos e sedimentares e da sua interacção com correntes de fundo. A actividade tectónica gera rupturas de declive no fundo do mar. As correntes de fundo e turbidíticas interagem com estas irregularidades morfológicas, amplificando-as através da sua acção erosiva, permitindo assim a criação das escarpas abruptas dos crescentes e a formação de corpos sedimentares progradantes. ABSTRACT; Multi-beam swath bathymetry carried out in NW Gulf of Cadiz revealed several intriguing features, lying at depths between -4300 and- 4700 m. These features display kilometric crescent escarpments up to 100 m high with slopes between 6 and 27 degrees, in an area characterized by very shallow general slope gradients (0,5 °). The internal part of a Crescent consists of a depression filled up with upslope prograding drift developing towards the scarp. These features are interpreted as the coupled result of sedimentary and tectonic processes. It is proposed that the Crescents formed when a local morphologic irregularity, corresponding to the bathymetric expression of movement on an underlying thrust, is enhanced by the erosional activity of turbidity and bottom currents. The drift results from the re-deposition of the eroded material in the same location.

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Dissertação de Mestrado apresentada ao Instituto Superior de Psicologia Aplicada para obtenção de grau de Mestre na especialidade de Psicologia Clínica.

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Objetivo: la Encuesta Nacional de Salud (ENS) es el instrumento para detectar el nivel de salud de la población, por lo que se plantea como objetivo el análisis de las diferentes ediciones para valorar la presencia de los aspectos podológicos y de la figura del profesional de podología en la atención a las personas mayores. Metodología: se ha realizado un análisis de contenido de las diferentes ENS tras la recopilación de las diferentes ediciones (8). Después de la lectura en profundidad y análisis por parte de dos investigadores, se han cumplimentado las fichas de análisis y se han categorizado los diferentes transcriptores, y se ha realizado el análisis e interpretación de la información encontrada. Resultados: en las diferentes ediciones no aparece ninguna mención a la profesión de podología; sí que aparecen referencias a otras figuras como naturópatas, quiroprácticos, entre otros. En relación con los descriptores sobre las afecciones de los pies, solo aparece una referencia en la edición de 1987. No obstante, la referencia a aspectos podológicos es prácticamente inexistente. Conclusiones: la ENS es el instrumento básico para conocer el estado de salud de la población general, pero presenta limitaciones al omitir los aspectos podológicos que suponen una merma en el diagnóstico de las necesidades y, por consiguiente, en la calidad de vida de las personas, principalmente mayores. Al igual que ocurre con la cartera de servicios del SNS, obvia a los/as profesionales formados para la atención básica de los problemas podológicos en el equipo de salud.

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Conferencia y debate posterior con Daniel Palacios, artista multimedia de reconocida trayectoria internacional. La sesión versó sobre los modos de trabajo del artista, en los cuales el uso de las tecnologías digitales y la captación de datos mediante programas específicos forman parte esencial de los procesos de generación de diversos tipos de esculturas tanto estáticas como cinéticas. Formado en la Universidad Politécnica de Valencia, Daniel Palacios cuenta con Masters en “Arte y Tecnología”, “Arte en la Esfera Pública” y “Artes Visuales y Multimedia”, junto al Diploma de Estudios Avanzados en Bellas Artes. Visto en términos estrictamente formales, su trabajo se basa en maquinaria compleja y software difícilmente comprensible, y, más allá de estos aspectos técnicos, su interés reside en la relación que guarda con cuestiones extremadamente humanas y filosóficas acerca de la percepción, la memoria, el tiempo y el espacio. Lo fascinante de las obras de Palacios surge de estas imágenes y experiencias intuitivamente comprensibles, resultado de una metódica exploración del mundo, así como de la discrepancia entre la precisión técnica de su ejecución y una reproducción subjetiva de la realidad, representando las intrincadas relaciones que se dan en un determinado momento y lugar. Sus proyectos han sido presentados en museos, festivales y ferias de arte en Europa, Asia y América incluyendo CAAC, MEIAC, ZKM, NAMOC, Ars Electrónica, FILE, Science Gallery, LABoral, VOLTA y ARCO entre otros. Ha sido invitado en dos ocasiones a representar a España en la Trienal Internacional de Media Art (organizada en el Museo Nacional de Arte de China) y sus trabajos han sido producidos para colecciones privadas, instituciones tales como la Bienal de Arte y Tecnología de Noruega, y empresas de la talla de Nike Sportswear. Galardonado en numerosas ocasiones, incluyendo dos veces los premios internacionales VIDA Arte y Vida Artificial, su trabajo es ampliamente reconocido y ha sido editado en diversos libros y publicaciones especializadas como Leonardo de MIT Press o Art+Science Now del profesor Stephen Wilson (Ed. Thames & Hudson), al igual que expuesto individualmente en I+CAS, Casal Solleric, MAG y Palacio de Orive entre otros centros artísticos.

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Esta obra trata da sucessão cultural registada na Estremadura portuguesa desde a emergência das sociedades complexas do Calcolítico até à chegada dos Romanos, correspondendo a um lapso de tempo entre os finais do IV milénio e os finais do século II a.C. Embora corresponda apenas a intervalo temporal de aproximadamente três mil anos, é o que, no registo material da nossa Pré-História e Proto-História, se afigura mais rico e diversificado de informação, com o desenvolvimento e fixação de regionalismos culturais, que na Estremadura cunharam identidades próprias, as quais persistiram nalguns casos até época recente, no quotidiano dos seus habitantes. A percepção geral desta evolução, bem como as suas determinantes, é o primeiro, e talvez mais importante objectivo desta obra, a par de outros a seguir enunciados: – a génese dos povoados fortificados calcolíticos, em resultado da crescente intensificação económica e da especialização das produções – a Revolução dos Produtos Secundários (RPS), que decorreu ao longo de boa parte do III milénio a.C. – a par do crescimento demográfico, que determinou, por seu turno, a competição inter-grupos, com a consequente necessidade de fortificação; – a monumentalização / fortificação de alguns dos sítios habitados como expressão da coesão social da respectiva comunidade, acompanhada da emergência de diferenciações inter e intra-comunitárias, indício de diferenciação social, em crescente afirmação, decorrente do processo de desenvolvimento económico complexo, característico do Calcolítico; – as arquitecturas defensivas do III milénio a.C., como expressão pública indissociável da monumentalização acima referida: exemplos mais importantes no território estremenho, distribuição geográfica, características principais, semelhanças e diferenças; neste âmbito, importa conhecer as diversas teorias explicativas para o seu surgimento, desde o modelo difusionista e orientalista vigente em Portugal (dos anos 40 aos anos 70), passando pelo modelo indigenista (anos 80), até às formas difusionistas mitigadas, de expressão regional, dos finais da década de 80 em diante, e principais argumentos invocados; – a desarticulação do modelo de sociedade calcolítica, caracterizada pela concentração da população em sítios fortificados ou pelo menos implantados predominantemente em locais altos e defensáveis; – os moldes em que se processou a acentuação das influências mediterrâneas no decurso do Calcolítico (em especial na metade meridional do território): a generalização do comércio transregional calcolítico e a intensificação e especialização das produções, no quadro da Revolução dos Produtos Secundários (RPS), exemplificada pela exploração de jazidas cupríferas, como veículo de difusão de novas técnicas (metalurgia), matérias-primas exógenas (marfim) e artefactos ideotécnicos de características até então desconhecidas (generalização do culto da divindade feminina e correspondentes expressões simbólicas, algumas de âmbito estritamente regional), acompanhada da difusão, de Sul para Norte, de novas arquitecturas funerárias (tholoi); – sobre o Campaniforme, fenómeno cultural com identidade própria da fase média e tardia do Calcolítico estremenho, serão discutidas as características e cronologia da sua emergência, na Estremadura (um dos pólos mais importantes, a nível europeu) no quadro da sociedade calcolítica pré-existente: tipo de povoamento e de necrópoles, bem como as relações estabelecidas com as comunidades de tradição cultural mais antiga; o faseamento interno do “fenómeno”, com base nas diferenças identificadas no registo material (em particular a tipologia das cerâmicas); e principais tipos artefactuais que o integram. O campaniforme deverá ser entendido como uma expressão material específica, associada a um novo tipo de povoamento, que resultou do decréscimo do interesse oferecido pelos sítios fortificados edificados no início do Calcolítico. Neste sentido, corresponde a período de transição para a Idade do Bronze: existem argumentos, com base no registo arqueológico (jóias de ouro, artefactos de prestígio) que ilustram o incremento do processo de diferenciação social, então verificado, ao contrário do que uma abordagem mais superficial, com base simplesmente no reordenamento demográfico, faria supor; – o registo arqueológico do Bronze Pleno configura a acentuação dos regionalismos, apesar de similitudes do sistema de povoamento face ao período imediatamente anterior, o que indicia realidades socioeconómicas comparáveis. Importa, assim, conhecer as principais características dos escassos povoados identificados, bem como a organização social a ele subjacente, a partir dos testemunhos arqueológicos conhecidos, incluindo os de carácter funerário; – segue-se o Bronze Final, período dominado pela plena afirmação do comércio transregional atlântico-mediterrâneo, favorecido pela própria realidade geográfica do território português. Devem valorizar-se os testemunhos materiais desse período e as respectivas balizas cronológicas: Assim, deverão os leitores ficar familiarizados com as produções de carácter atlântico, como as armas, objectos utilitários e respectivas tipologias e com as de cunho mediterrâneo (com destaque para objectos de indumentária e de carácter cultual, embora estes últimos quase se desconheçam na área estremenha), cujo comércio e difusão foi suportado pela existência de solidariedades económicas transregionais, baseadas em prováveis pactos formalmente estabelecidos entre comunidades vizinhas. Os respectivos territórios, de norte a sul do País, apresentar-se-iam cada vez melhor delimitados; o mesmo deverá ter-se verificado na Estremadura. A caracterização da respectiva economia será, por isso, objecto da análise e discussão; embora de base agro-pastoril (com importância evidente na Estremadura dadas as características dos solos e a quase inexistência de minérios de cobre ou de estanho), a produção de peças metálicas de bronze assumiu importância crescente, como se conclui pelas ocorrências conhecidas. O reforço e a consolidação das elites então verificada, eram necessários para a boa gestão de grandes povoados muralhados que despontam no Bronze Final; na Estremadura, embora os testemunhos de tais centros demográficos não sejam particularmente evidentes, no fim da Idade do Bronze desponta um vigoroso povoamento de altura; seria a partir desses locais que as elites da época, de cunho guerreiro, administrariam territórios bem delimitados. Também a existência de outros testemunhos arqueológicos são concorrentes para a percepção da realidade social: as jóias auríferas, tornadas então relativamente frequentes, deixam transparecer influências ora atlânticas ora mediterrâneas, por vezes reunidas numa única peça (técnicas e tipologias decorativas), expressivas das correntes culturais que, então, se faziam sentir na Estremadura; também as armas, são testemunho da afirmação das elites guerreiras, encontrando-se representadas por exemplares cujas principais características devem ser conhecidas. As diversas práticas funerárias, apesar de escassamente representadas, revelam influências continentais (cremação e campos de urnas, já fora da área estremenha, mas dela próxima: caso dos campos de urnas de Tanchoal e de Meijão, Alpiarça) e mediterrâneas (inumações na tholos da Roça do Casal do Meio, Sesimbra), que traduzem um mosaico cultural complexo, reforçando a ideia de se tratar de região receptora de influxos culturais de diversas áreas geográficas em simultâneo: é, no essencial, a comprensão global desta realidade, a um tempo económica, social e cultural, coroando um longo processo de diferenciação social, por um lado e, por outro, de intensificação económica e interacção cultural, que lhe está subjacente, que deverá ter-se presente. Por último, segue-se o estudo e caracterização das principais estações e materiais da Idade do Ferro, de início (I Idade do Ferro) profundamente marcadas pela presença, directa ou indirecta, de colonizadores fenícios; depois, pelos comerciantes de origem púnica (II Idade do Ferro) e, enfim, pelos exércitos itálicos. Trata-se, em suma, de processo de características próprias, sempre determinado pelas influências mediterrâneas, largamente dominantes face às originárias do interior peninsular, as quais cunharam uma realidade cultural com características próprias, que persistiu no decurso da dominação romana.

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OBJETIVOS: 3.1. Analizar los aspectos legales del fisioterapeuta de empresa en España.- 3.2. Analizar la figura del fisioterapeuta de empresa en España, Europa, y en otros países.- 3.3. Establecer las funciones del fisioterapeuta de empresa en el ámbito de la prevención de riesgos laborales.- 3.4. Analizar los posibles beneficios socio-económicos que conlleva la implementación de la fisioterapia de empresa.- 3.5. Estudiar el ámbito laboral actual y el futuro del fisioterapeuta de empresa.-- HELBURUAK: 3.1. Espainian enpresa-fisioterapeutaren aspektu legalak aztertzea.- 3.2. Enpresa-fisioterapeutaren irudia aztertzea Espainia, Europa eta beste herrialde batzuetan.- 3.3. Enpresa-fisioterapeutaren funtzioak ezartzea lan arriskuen prebentzio eremuan.- 3.4. Enpresa-fisioterapeutaren inplementazioak ekar ditzaken onura sozio-ekonomiko posibleak aztertzea.- 3.5. Gaur egungo lan eremua eta enpresa-fisioterapeutaren etorkizuna aztertzea.

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Dissertação de mest. em Psicologia da Educação na especialidade Necessidades Educativas Especiais, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Escola Superior de Educação, Univ. do Algarve, 2002

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Dissertação para obtenção do grau de Mestre em Arquitectura, apresentada na Universidade de Lisboa - Faculdade de Arquitetura.

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lido nada de Milton Hatoum. Mas, emprestado por uma amiga, li Dois Irmãos e perguntei- me por que razão não tinha ouvido falar dele antes. Às vezes ando distraída e deixo passar várias informações literárias em revistas, jornais e rádio (televisão não tenho). Deve ter sido numa dessas alturas que o seu nome foi falado, até porque as notícias das suas vitórias de prémios literários foram difundidas no nosso país. Tendo passado por diversas profissões (arquiteto, professor de literatura, cronista), Milton Hatoum não é um desconhecido em Portugal e muito menos no Brasil. Por cá, a sua obra (quatro romances e um livro de contos) está publicada na Cotovia (Relato de um certo Oriente – 1999; Dois irmãos – 2000; Cinzas do norte – 2005 e os contos A cidade ilhada – 2009) e na Teorema (Órfãos do El Dourado – 2009). No Brasil, todos os romances foram premiados: três deles com o prestigiado prémio Jabuti de Literatura e um, Cinzas do norte, com o importante Prémio Portugal Telecom de Literatura. Dois irmãos é um livro pequeno, mas muito intenso. Depois de terminarmos a leitura ainda ficamos com as personagens e os seus dramas de vida na nossa memória. Passado em Manaus, acompanha a história da família de Zana e Halim, um casal de libaneses emigrados no Brasil. A ação acompanha décadas da família (os gémeos teriam nascido em 1925), principalmente do período que medeia a Segunda Guerra até à ditadura militar, pelo olhar de uma personagem secundária, que sabe de muitas destas histórias em segunda mão, através das conversas com diversas personagens, principalmente Halim e a índia Domingas que, vimos a saber, é sua mãe. Tudo nos é revelado aos poucos, como se o narrador (cujo nome, Nael, só sabemos quase no fim) nos fosse contando à medida que se vai lembrando, recuando e avançando no relato.

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Dissertação para obtenção do grau de Mestre em Arquitectura, apresentada na Universidade de Lisboa - Faculdade de Arquitectura.

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Dissertação de Mestrado para obtenção do grau de Mestre em Arquitectura, apresentada na Universidade de Lisboa - Faculdade de Arquitectura.

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Dissertação para obtenção do grau de Mestre em Arquitectura, apresentada na Universidade de Lisboa - Faculdade de Arquitectura.

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En el presente estudio se propone un Plan de Marketing para la empresa FRIO CRUCES S.L. Esta empresa familiar se encuentra actualmente en segunda generación y lleva más de veinte años en el negocio de la venta e instalación de maquinaría para la hostelería.En el Plan se recoge el anañisis interno y externo de la empresa, la realización de una tabla DAFO que recoge las amenazas y oportunidades del mercado y las fortalezas y debilidades de la propia empresa.Tras el análisis, se fijan unos objetivos a cumplir durante el año 2017 y las estrategias y acciones que la empresa llevará a cabo para lograr el cumplimiento de estos.CASTELLANO.

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Progress in control of bovine tuberculosis (bTB) is often not uniform, usually due to the effect of one or more sometimes unknown epidemiological factors impairing the success of eradication programs. Use of spatial analysis can help to identify clusters of persistence of disease, leading to the identification of these factors thus allowing the implementation of targeted control measures, and may provide some insights of disease transmission, particularly when combined with molecular typing techniques. Here, the spatial dynamics of bTB in a high prevalence region of Spain were assessed during a three year period (2010-2012) using data from the eradication campaigns to detect clusters of positive bTB herds and of those infected with certain Mycobacterium bovis strains (characterized using spoligotyping and VNTR typing). In addition, the within-herd transmission coefficient (β) was estimated in infected herds and its spatial distribution and association with other potential outbreak and herd variables was evaluated. Significant clustering of positive herds was identified in the three years of the study in the same location ("high risk area"). Three spoligotypes (SB0339, SB0121 and SB1142) accounted for >70% of the outbreaks detected in the three years. VNTR subtyping revealed the presence of few but highly prevalent strains within the high risk area, suggesting maintained transmission in the area. The spatial autocorrelation found in the distribution of the estimated within-herd transmission coefficients in herds located within distances <14 km and the results of the spatial regression analysis, support the hypothesis of shared local factors affecting disease transmission in farms located at a close proximity.