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Resumo:
OBJETIVOS: Comparar a neurorrafia término-lateral com epineuro versus sem epineuro. DESENHO: Foram operados 20 ratos. O nervo fibular foi seccionado e seu coto distal suturado na face lateral do nervo tibial. do lado direito nós removemos janela de epineuro e no lado esquerdo o epineuro foi deixado intacto. Depois de seis meses, os 14 animais sobreviventes foram submetidos a testes eletrofisiológicos, sacrificados e os nervos e músculos removidos para exames histológicos. O teste eletrofisiológico foi realizado mediante estímulo elétrico fornecido por um neuro-estimulador (LHM-110) com 2 milisegundos de duração, num modo repetido e 30 Hz. O estímulo foi aumentado progressivamente partindo de zero até atingir 1 volt. LOCAL: Faculdade de Medicina de Botucatu. RESULTADOS: No lado direito, os músculos que tiveram resposta positiva necessitaram uma média de 258,89 mv (±92,31) de estímulo elétrico para apresentar uma resposta e no lado esquerdo uma média de 298,34 mV (±139,32). O músculo tibial cranial apresentou peso médio para o lado direito de 0,47 g (±0,18) e para o lado esquerdo de 0,45 g (±0,15). O coto distal do nervo fibular apresentou uma média 310 fibras nervosas (±191,34) para o lado direito e 287,71 (±183,60) para o lado esquerdo. O nervo tibial acima da neurorrafia mostrou médias de 939,46 (±223,51) fibras nervosas para o lado direito e 959,46 (±327,48) para o lado esquerdo. O nervo tibial abaixo da neurorrafia mostrou médias de 935,17 (±298,65) fibras nervosas para o lado direito e 755,31 (±323,26) para o lado esquerdo. As fibras do músculo tibial cranial do lado direito apresentaram uma área média de 0,0162 (±0,008) m2 depois de 230 vezes de magnificação e 0,0152 (±0,0064) para as fibras do músculo tibial cranial do lado esquerdo. O aspecto histológico do músculo tibial cranial, tomando-se o normal como 100% foi de 78,21 (±20,75) para o lado direito e 82,14 (±15,89) para o lado esquerdo. A análise estatística (testetde Student) não mostrou diferenças (p>0,05) entre os lados esquerdo e direito para todas as variáveis. CONCLUSÕES: Ambas as neurorrafias (com e sem epineuro) não mostraram diferenças relacionadas aos aspectos morfológicos e eletrofisiológicos estudados.
Resumo:
The middle cranial fossa of 100 cadavers were dissected under stereoscopic loupe in order to identify and systematize the venous vessels located along the lateral margin of the trigeminal cave. The author found that at the sensitive root and trigeminal ganglion level a dural venous canal was present in most individuals examined and that the upper side of this canal communicated with the superior petrosal sinus. However, at the level of the lateral border of the intracranial segment of the mandibular nerve, venous lacunae were found to prevail, and these lacunae communicated with several other venous formations in the peritrigeminal region. The author concludes that the venous vascularization of this area constitutes a major risk in surgical interventions made in the middle cranial fossa. In addition, it is a relevant factor in the hemodynamics of the intracranial circulation.
Resumo:
We have studied a new type of end-to-side nerve repair in rats. The healthy (donor) nerve was not divided but an epineural window was created. In our experiment, a nerve graft bridged the tibial nerve to the distal end of the divided peroneal nerve. Electrophysiological studies showed electrical impulses conducted through both end-to-side nerve junctions. Histological studies demonstrated axons leaving the lateral surface of the healthy (donor) nerve. Based on these observations, we suggest that end-to-side neurorrhaphy from a healthy nerve may bridge a neural deficit.