1000 resultados para Muito Baixo Peso
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
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Pós-graduação em Pediatria - FMB
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Pós-graduação em Pediatria - FMB
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Pós-graduação em Saúde Coletiva - FMB
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Technology advances and scientific studies in Neonatal Intensive Care Units (NICU) have contributed significantly to reduce mortality and morbidity of at-risk newborns (NB). However, they are more likely to present neurological and/or developmental psychomotor delay with neurological and sensory alterations. Therefore, proposals for neonatal intervention were developed with the aim of protecting the baby and offering appropriate incentives to minimize the effects of hospital intervention. To this end, programs of protective measures such as the Kangaroo Mother Care (KMC) were developed. Given the relevance of the issue described, this systematic review critically appraises articles from the national and international literature, published in recent years (from 2000 to 2011), that describe whether the KMC can be a protective factor for the development of writing in premature infants. The textual search was conducted using the Virtual Health Library (VHL), a website that covers publications worldwide, allowing access to articles from health science, including LILACS, IBECS, MEDLINE, Cochrane Library and SciELO, as database. The findings revealed that infants who participated in the KMC program showed improvements in their development and that factors such as low-birth-weight prematurity and learning disorders have close relationship with the onset of motor impairments and changes in psychomotor development. The findings showed no articles describing the KMC as a protective factor for the incidence of dysgraphia. Thus, we emphasize the importance of conducting further studies on these topics.
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
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Prematurity and low birth weight are public health problems. This paper aims to relate the occurrence of premature labors and low birth weight with adolescent pregnancy. We performed a literature review about the socioeconomic and cultural conditions of adolescent pregnancy and perinatal results. Through bibliographical data, we identified observational and systematic review articles that deal with the subject. The literature analysis permits us to conclude that adolescent pregnancies as well as the socioeconomic and cultural environment in which the young mother is inserted are associated with the increased frequency of prematures and low birth weight babies. The development and the implementation of effective public policies directed to that population are necessary to a better approach of the problem.
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Introdução: A anemia é um problema frequente nos recém-nascidos (RN) pré-termo e a transfusão de concentrado eritrocitário (CE) é o tratamento mais rápido e eficaz. Objetivos: Verificar se a política transfusional da unidade de Neonatologia esteve de acordo com os Consensos Nacionais de Anemia da Prematuridade de 2004 e avaliar a morbilidade dos RN transfundidos e não transfundidos. Material e Métodos: Estudo retrospetivo de RN com peso à nascença (PN) ≤1500g e/ou idade gestacional (IG) ≤32 semanas (janeiro 2010-dezembro 2013). Os RN foram agrupados de acordo com a realização de CE durante o internamento (grupo transfundido vs não transfundido). As variáveis demográficas foram: idade gestacional (IG), PN, género e índice de Apgar <7 ao 1º e 5º minuto. A comorbilidade incluiu displasia broncopulmonar (DBP), sépsis, persistência canal arterial (PCA), enterocolite necrosante, hemorragia peri-intraventricular (HPIV), leucomalácia periventricular (LPV) e retinopatia da prematuridade. Resultados: Foram incluídos 160 doentes: 88 realizaram pelo menos uma transfusão e 72 não realizaram transfusões. O grupo transfundido tinha menor IG e PN e maior duração de internamento. As transfusões de CE foram realizadas com valores médios de hemoglobina superiores nas situações de ventilação invasiva e menor idade pós-menstrual. A prevalência de DBP, sépsis, PCA, HPIV e LPV foi estatisticamente maior no grupo transfundido. Discussão e Conclusão: O tratamento da anemia nos prematuros de menor IG e PN associou-se a maior número de transfusões de CE. Os critérios transfusionais aplicados estiveram de acordo com os consensos nacionais de Neonatologia de 2004. O grupo transfundido teve maior prevalência de comorbilidade.
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Low birth weight (LBW) is a risk factor for neonatal and infant morbidity and mortality. In Brazil the highest percentages of low birth weight occur in regions of higher socio-economic status. The scope of this article is to ascertain the spatial distribution of low birth weight rates and the correlation with social and service indicators. The scale is ecological taking all the Brazilian states as units of analysis. The spatial analysis technique is the methodology used together with data from SINASC, IPEA and IBGE for 2009. Higher rates of low birth weight are found in the south/southeastern states (Global Moran: 0.267, p = 0.02). Clusters of the high-high type in the Southeast and of the low-low variety in states in the Amazon region are detected. The spatial inequality of low birth weight reflects the socio-economic conditions of the states. More developed regions have higher rates of low birth weight, therefore, the presence of the service and its use decrease infant mortality and increase LBW.
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Preterm birth is a public health problem worldwide. It holds growing global incidence rates, high mortality rates and a risk of the long-term sequelae in the newborn. It is also poses burden on the family and society. Mothers of very low birth weight (VLBW) preterm infants may develop psychological disorders, and impaired quality of life (QoL). Factors related to mothers and children in the postpartum period may be negatively associated with the QoL of these mothers. The aim of this study was to assess factors possibly associated with the QoL of mothers of VLBW preterm newborns during the first three years after birth. Mothers of VLBW preterm answered the World Health Organization Quality of Life (WHOQOL)-bref and the Beck Depression Inventory (BDI) in five time points up to 36 months postpartum, totalizing 260 observations. The WHOQOL–bref scores were compared and correlated with sociodemographic and clinical variables of mothers and children at discharge (T0) and at six (T1), twelve (T2), 24 (T3) and 36 (T4) months after the delivery. We used the Kruskal Wallis test to compared scores across different time points and correlated WHOQOL-bref scores with the sociodemographic and clinical variables of mothers and preterm infants. Multiple linear regression models were used to evaluate the contribution of these variables for the QoL of mothers. The WHOQOL–bref scores at T1 and T2 were higher when compared to scores in T0 in the physical health dimension (p = 0.013). BDI scores were also higher at T1 and T2 than those at T0 (p = 0.027). Among the maternal variables that contributed most to the QoL of mothers, there were: at T0, stable marital union (b= 13.60; p= 0.000) on the social relationships dimension, gestational age (b= 2.38; p= 0.010) in the physical health dimension; post-hemorrhagic hydrocephalus (b= -10.05; p= 0.010; b= -12.18; p= 0.013, respectively) in the psychological dimension; at T1 and T2, Bronchopulmonary dysplasia (b= -7.41; p= 0.005) and female sex (b= 8,094; p= 0.011) in the physical health dimension and environment, respectively. At T3, family income (b= -12.75’ p= 0.001) in the environment dimension, the SNAPPE neonatal severity score (b= -0.23; p= 0.027) on the social relationships dimension; at the T4, evangelical religion (b= 8.11; p= 0.019) and post-hemorrhagic hydrocephalus (b: -18.84 p: 0.001) on the social relationships dimension. The BDI scores were negatively associated with WHOQOL scores in all dimensions and at all times points: (-1.42 ≤ b ≤ -0.36; T0, T1, T2, T3 and T4). We conclude that mothers of preterm infants VLBW tend to have a transient improvement in the physical well-being during the first postpartum year. Their quality of life seems to return to levels at discharge between two and three years after delivery. The presence of maternal depressive symptoms and diagnosis of post-hemorrhagic hydrocephalus or BDP are factors negatively associated with the QoL of mothers. Social, religious and economic variables are positively associated with the QoL of mothers of VLBW preterm.
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Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz
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Influência da doença periodontal no parto pré-termo e nascimento de bebês de baixo peso. A doença periodontal(DP), de alta prevalência no ser humano, é uma enfermidade infecto-inflamatória causada pela interação dos patógenos periodontais presentes no biofilme dental com os mecanismos de resposta do hospedeiro. Esta interação é responsável pela destruição periodontal e mediada por substâncias químicas como: citocinas, prostaglandinas, proteínas do sistema complemento e outras proteases plasmáticas. Os microorganismos periodonto-patogênicos, além de causar danos teciduais locais, podem desencadear uma bacteremia , levando à alterações anátomo-fisiológicas significativas em outros órgãos e tecidos. Estudos sugerem uma associação entre a doença periodontal materna e a ocorrência de parto prematuro e bebês de baixo peso ao nascimento(PMBP), em decorrência da ação direta ou indireta de microorganismos e mediadores químicos, na unidade feto-placentária, levando às alterações na evolução deste período fisiológico. Os índices elevados de bebês prematuros e de baixo peso em nosso município e a hipótese da relação de tais episódios com a doença periodontal, nos motivou revisar a literatura sobre o assunto.
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O estudo foi realizado na área correspondente ao posto de saúde familiar número três do município de Forquilha, estado de Ceará. Tem como objetivo avaliar como o baixo peso ao nascer e a relação com alguns fatores maternos, como socioeconômicos e culturais. A amostra está constituída por 200 recém nascidos da área dos quais quatro estavam com baixo peso. Será avaliada a associação do baixo peso com algumas variáveis como o incremento insuficiente do peso materno, a idade, o baixo nível escolar e socioeconômico, a prematuridade, o uso de drogas, álcool, cigarro, a mobilidade materna, o estado conjugal, a baixa altura dos pais. Com o nosso estudo, evidenciaremos a importância do acompanhamento pré-natal, assim como o trabalho constante com o risco pré-concepção e a promoção de saúde na consulta e na comunidade, criando um plano com ações que diminuam ou modifiquem os fatores de risco já descritos e a incidência do baixo peso ao nascer.
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OBJETIVO: Verificar o padrão de crescimento de crianças nascidas a termo com peso baixo e adequado nos primeiros dois anos de vida e identificar fatores determinantes no momento de desaceleração máxima do crescimento. MÉTODOS: Estudo de coorte prospectiva com 148 lactentes nascidos a termo, em cinco municípios do Estado de Pernambuco. Os recém-nascidos foram recrutados nas maternidades no período de janeiro de 1993 a janeiro de 1994 e tiveram as medidas antropométricas aferidas com um, dois, quatro, seis, 12 e 24 meses. Os fatores de risco foram avaliados por análise de regressão linear multivariada. RESULTADOS: Houve incremento na média dos índices peso/idade e comprimento/idade mais evidente nas crianças com baixo peso do que nas com peso adequado ao nascer, especialmente nos dois primeiros meses de vida. A partir desta idade, observou-se desaceleração progressiva do crescimento até os 12 meses. O padrão de crescimento pôndero-estatural foi semelhante entre todas as crianças. Contudo, as nascidas com peso adequado mantiveram peso e comprimento acima das nascidas com baixo peso. As variáveis socioeconômicas explicaram 23% da variação do índice peso/idade, e o peso ao nascer, 4%. A condição socioeconômica explicou 28% da variação do índice comprimento/idade, seguido do peso ao nascer, altura materna e ocorrência de diarréia. CONCLUSÕES: Intervenções visando ao crescimento adequado devem ser direcionadas à assistência pré-natal e aos fatores socioambientais durante a infância, como forma de garantir a expressão máxima do potencial genético neste grupo populacional.
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OBJETIVO: Avaliar a eficácia da intervenção nutricional na redução do excesso de peso (EP), em pacientes com síndrome do anticorpo antifosfolípide (SAF). MÉTODO: Incluídos 40 pacientes, acima de 18 anos, com diagnóstico de SAF primária ou secundária, acompanhados no Serviço de Reumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP) e recrutados no período de outubro de 2005 a fevereiro de 2006. Foram coletados dados demográficos e realizados a revisão de prontuários, a mensuração de peso e da altura, o cálculo do índice de massa corpórea (IMC) atual e a adequação da dieta pelo IMC ideal. Foi realizada avaliação na primeira consulta e após intervalo mínimo de dois meses. RESULTADOS: A média de idade dos pacientes foi de 41 anos, sendo 93% de mulheres. Os pacientes com SAF primária perfaziam 25%, com média de dois anos da doença. A trombose venosa ocorreu em 63%, arterial em 48% e manifestações obstétricas em 27%. Na primeira consulta, 68% apresentavam EP, 27% eram eutróficos e 5% estavam com baixo peso (BP). Após três meses de intervenção, os eutróficos mantiveram o peso e os de BP tornaram-se eutróficos, segundo o IMC. Interessantemente, entre os pacientes com EP (n = 27), 82% emagreceram, 14% engordaram e 4% se mantiveram. Especificamente, 11 pacientes apresentaram 1% a 3% de perda ponderal de peso, oito perderam de 4% a 7%, dois reduziram 8% a 9% e um reduziu 13,6% com o acompanhamento nutricional. CONCLUSÃO: Foi demonstrado no presente estudo que a intervenção nutricional conseguiu atingir metas para redução de peso, possibilitando diminuição no risco trombótico num curto período, sendo, portanto, uma modalidade terapêutica inicial e de eleição para corrigir o EP em pacientes com SAF.