999 resultados para Limites dinâmicos
Resumo:
An attempt is made to define the usefulness and limitations of carcinoembryonic antigen (CEA) radioimmunoassay for evaluation of tumor resection and detection of tumor relapse in patients with large-bowel carcinoma. In 45 patients for whom complete tumor resection was reported, all but 5 showed a drop in CEA to normal values after surgery. The 5 patients whose CEA did not fall to below 5 ng/ml showed a subsequent rise in CEA level and later were all found to have a tumor relapse. The results indicate that an incomplete drop in circulating CEA level one month after surgery is a bad prognostic sign. Twenty-two of these patients were followed up by repeated CEA radioimmunoassay for several months after surgery; 8 showed a progressive increase in CEA levels preceding clinical diagnosis of tumor relapse by 2-10 months. The clinical history of these 8 patients is briefly described. The results demonstrate that relapses of colon and rectum carcinoma can be detected by increased CEA levels months before the appearance of any clinical evidence.
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The MDRD (Modification of diet in renal disease) equation enables glomerular filtration rate (GFR) estimation from serum creatinine only. Thus, the laboratory can report an estimated GFR (eGFR) with each serum creatinine assessment, increasing therefore the recognition of renal failure. Predictive performance of MDRD equation is better for GFR < 60 ml/min/1,73 m2. A normal or near-normal renal function is often underestimated by this equation. Overall, MDRD provides more reliable estimations of renal function than the Cockcroft-Gault (C-G) formula, but both lack precision. MDRD is not superior to C-G for drug dosing. Being adjusted to 1,73 m2, MDRD eGFR has to be back adjusted to the patient's body surface area for drug dosing. Besides, C-G has the advantage of a greater simplicity and a longer use.
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Este trabalho apresenta a trajetória de estudos e de reflexões sobre a utilização de grupos na assistência de enfermagem. Através de uma perspectiva qualitativa buscamos identificar, na percepção dos entrevistados, aspectos que os motivam para essa atividade, suas fontes de aprendizagem e os pontos relevantes da sua experiência concreta com grupos. Verificamos que os enfermeiros reconhecem o valor terapêutico desse trabalho e providenciam condições físicas e estruturais adequadas. No entanto, um dos fatores limitantes no desenvolvimento dessa atividade é a dificuldade no manejo de situações grupais que revelam os meandros do sentimento humano, indicando que o enfermeiro coordenador de grupo, necessita além de recursos teóricos, exercitar seu autoconhecimento para prover um ambiente e relacionamento interpessoal capazes de otimizar o valor terapêutico dessa atividade.
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O artigo faz uma análise do atual Sistema de Informação (SI) em AIDS, apontando as dificuldades com que se defrontou ao buscar caracterizar o modo como ocorria e evoluía em 1995 a epidemia da AIDS na Administração Regional de Saúde de Pirituba-Perus (ARS-8) do município de São Paulo. São enumeradas algumas críticas que a Vigilância Epidemiológica e o SI vêm sofrendo nos últimos anos, tais como a centralização e a desagregação das informações; dados que contemplam aspectos eminentemente biológico e a utilização de formulários complexos. Estas questões somadas às dificuldades que se impuseram ao se buscar caracterizar a epidemia na região, revelou que o sistema, tal como se encontrava estruturado, dificultava a caracterização da epidemia e o acompanhamento sistemático pelos níveis locais de saúde. Chama-se a atenção para a necessidade de revisão da finalidade do SI em AIDS, da natureza e da qualidade dos dados coletados. Reitera-se a importância da integração dos diversos bancos de dados sócio-demográficos e do enfoque microlocalizado do Sl para o Distrito de Saúde.
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O estudo tem como marco referencial o processo de trabalho em saúde e em enfermagem, e como objetivos descrever e analisar as ações de Vigilância Epidemiológica (VE) desenvolvidas em uma unidade de saúde, buscando identificar o quanto se aproximam da estratégia de Vigilância à Saúde (VS). Utilizou-secomo referência um check-list elaborado com base nas ações de VE preconizadas pelo Ministério da Saúde. Os dados obtidos demonstraram que na unidade de saúde estudada, as ações de VE restringiam-se à notificação e ao controle das doenças transmissíveis e que o trabalho da enfermeira na VE caracteriza-sepor atividades burocráticas. Conclui-sepela necessidade de se ampliarem as discussões sobre as formas de operacionalização da VS nos serviços de saúde.