954 resultados para quorum quenching
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The conditioning of culture medium by the production of growth-regulatory substances is a well-established phenomenon with eukaryotic cells. It has recently been shown that many prokaryotes are also capable of modulating growth, and in some cases sensing cell density, by production of extracellular signaling molecules, thereby allowing single celled prokaryotes to function in some respects as multicellular organisms. As Escherichia coli shifts from exponential growth to stationary growth, many changes occur, including cell division leading to formation of short minicells and expression of numerous genes not expressed in exponential phase. An understanding of the coordination between the morphological changes associated with cell division and the physiological and metabolic changes is of fundamental importance to understanding regulation of the prokaryotic cell cycle. The ftsQA genes, which encode functions required for cell division in E. coli, are regulated by promoters P1 and P2, located upstream of the ftsQ gene. The P1 promoter is rpoS-stimulated and the second, P2, is regulated by a member of the LuxR subfamily of transcriptional activators, SdiA, exhibiting features characteristic of an autoinduction (quorum sensing) mechanism. The activity of SdiA is potentiated by N-acyl-homoserine lactones, which are the autoinducers of luciferase synthesis in luminous marine bacteria as well as of pathogenesis functions in several pathogenic bacteria. A compound(s) produced by E. coli itself during growth in Luria Broth stimulates transcription from P2 in an SdiA-dependent process. Another substance(s) enhances transcription of rpoS and (perhaps indirectly) of ftsQA via promoter P1. It appears that this bimodal control mechanism may comprise a fail-safe system, such that transcription of the ftsQA genes may be properly regulated under a variety of different environmental and physiological conditions.
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Under conditions (0.2% CO2; 1% O2) that allow high rates of photosynthesis, chlorophyll fluorescence was measured simultaneously with carbon assimilation at various light intensities in spinach (Spinacia oleracea) leaves. Using a stoichiometry of 3 ATP/CO2 and the known relationship between ATP synthesis rate and driving force (Delta pH), we calculated the light-dependent pH gradient (Delta pH) across the thylakoid membrane in intact leaves. These Delta pH values were correlated with the photochemical (qP) and nonphotochemical (qN) quenching of chlorophyll fluorescence and with the quantum yield of photosystem II (phiPSII). At Delta pH > 2.1 all three parameters (qP, qN, and phiPSII) changed very steeply with increasing DeltapH (decreasing pH in the thylakoid). The observed pH dependences followed hexacooperative titration curves with slightly different pKa values. The significance of the steep pH dependences with slightly different pKa values is discussed in relation to the regulation of photosynthetic electron transport in intact leaves.
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Pseudomonas aeruginosa produces a spectrum of exoproducts many of which have been implicated in the pathogenesis of human infection. Expression of some of these factors requires cell-cell communication involving the interaction of a small diffusible molecule, an "autoinducer," with a positive transcriptional activator. In P. aeruginosa PAO1, LasI directs the synthesis of the autoinducer N-(3-oxododecanoyl)-L-homoserine lactone (OdDHL), which activates the positive transcriptional activator, LasR. Recently, we have discovered a second signaling molecule-based modulon in PAO1, termed vsm, which contains the genes vsmR and vsmI. Using HPLC, mass spectrometry, and NMR spectroscopy we now establish that in Escherichia coli, VsmI directs the synthesis of N-butanoyl-L-homoserine lactone (BHL) and N-hexanoyl-L-homoserine lactone (HHL). These compounds are present in the spent culture supernatants of P. aeruginosa in a molar ratio of approximately 15:1 and their structures were unequivocally confirmed by chemical synthesis. Addition of either BHL or HHL to PAN067, a pleiotropic P. aeruginosa mutant unable to synthesize either of these autoinducers, restored elastase, chitinase, and cyanide production. In E. coli carrying a vsmR/vsmI'::lux transcriptional fusion, BHL and HHL activated VsmR to a similar extent. Analogues of these N-acyl-L-homoserine lactones in which the N-acyl side chain has been extended and/or oxidized at the C-3 position exhibit substantially lower activity (e.g., OdDHL) or no activity (e.g., dDHL) in this lux reporter assay. These data indicate that multiple families of quorum sensing modulons interactively regulate gene expression in P. aeruginosa.
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In this paper I review the ways in which the glassy state is obtained both in nature and in materials science and highlight a "new twist"--the recent recognition of polymorphism within the glassy state. The formation of glass by continuous cooling (viscous slowdown) is then examined, the strong/fragile liquids classification is reviewed, and a new twist-the possibility that the slowdown is a result of an avoided critical point-is noted. The three canonical characteristics of relaxing liquids are correlated through the fragility. As a further new twist, the conversion of strong liquids to fragile liquids by pressure-induced coordination number increases is demonstrated. It is then shown that, for comparable systems, it is possible to have the same conversion accomplished via a first-order transition within the liquid state during quenching. This occurs in the systems in which "polyamorphism" (polymorphism in the glassy state) is observed, and the whole phenomenology is accounted for by Poole's bond-modified van der Waals model. The sudden loss of some liquid degrees of freedom through such weak first-order transitions is then related to the polyamorphic transition between native and denatured hydrated proteins, since the latter are also glass-forming systems--water-plasticized, hydrogen bond-cross-linked chain polymers (and single molecule glass formers). The circle is closed with a final new twist by noting that a short time scale phenomenon much studied by protein physicists-namely, the onset of a sharp change in d
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A correspondência AdS/CFT é uma notável ferramenta no estudo de teorias de gauge fortemente acopladas que podem ser mapeadas em uma descrição gravitacional dual fracamente acoplada. A correspondência é melhor entendida no limite em que ambos $N$ e $\\lambda$, o rank do grupo de gauge e o acoplamento de \'t Hooft da teoria de gauge, respectivamente, são infinitos. Levar em consideração interações com termos de curvatura de ordem superior nos permite considerar correções de $\\lambda$ finito. Por exemplo, a primeira correção de acoplamento finito para supergravidade tipo IIB surge como um termo de curvatura com forma esquemática $\\alpha\'^3 R^4$. Neste trabalho investigamos correções de curvatura no contexto da gravidade de Lovelock, que é um cenário simples para investigar tais correções pois as suas equações de movimento ainda são de segunda ordem em derivadas. Esse cenário também é particularmente interessante do ponto de vista da correspondência AdS/CFT devido a sua grande classe de soluções de buracos negros assintoticamente AdS. Consideramos um sistema de gravidade AdS-axion-dilaton em cinco dimensões com um termo de Gauss-Bonnet e encontramos uma solução das equações de movimento, o que corresponde a uma black brane exibindo uma anisotropia espacial, onde a fonte da anisotropia é um campo escalar linear em uma das coordenadas espaciais. Estudamos suas propriedades termodinâmicas e realizamos a renormalização holográfica usando o método de Hamilton-Jacobi. Finalmente, usamos a solução obtida como dual gravitacional de um plasma anisotrópico fortemente acoplado com duas cargas centrais independentes, $a eq c$. Calculamos vários observáveis relevantes para o estudo do plasma, a saber, a viscosidade de cisalhamento sobre densidade de entropia, a força de arrasto, o parâmetro de jet quenching, o potencial entre um par quark-antiquark e a taxa de produção de fótons.
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Foi realizado estudo sobre a influência da variação de alguns parâmetros do tratamento térmico de têmpera e revenimento, bem como aplicação de criogenia, na tenacidade a fratura do aço aeronáutico 300M, com a utilização da técnica de corpo cilíndrico com entalhe. Primeiramente, realizou-se a construção da curva de transição dúctil frágil, através de ensaio Charpy, para amostras submetidas a três tratamentos térmicos, 1 - Têmpera seguida de Revenimento, 2 - Têmpera seguida de criogenia e revenimento. Não foi observada influência significativa da aplicação da criogenia (tratamento de numero 2) na curva de transição dúctil-frágil em comparação com o tratamento térmico número 1. Em um segundo momento, com o auxílio da técnica de ensaio de corpo cilíndrico com entalhe, realizou-se a medição da tenacidade à fratura das amostras do aço 300M submetido a quatro diferentes tratamento térmicos, Q, V, C e D. Os tratamentos variavam entre si principalmente pela temperatura de austenitização. Os valores de dureza para as amostras submetidas a criogenia (V e D) foram maiores que as dos tratamentos sem criogenia (Q e C), e também apresentaram tenacidade à fratura menor. Com relação à temperatura de austenitização, observou-se que os tratamentos C e D, austenitizados a 980°C, propiciaram a completa dissolução de precipitados primários da matriz, elevando a tenacidade à fratura com relação aos tratamentos realizados na faixa de 870°C, Q e V, superando também os efeitos negativos para a tenacidade à fratura devido ao aumento no tamanho de grão.
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Ftalocianina de alumínio-cloro (AlClPc) é um fotossensibilizador de segunda geração em terapia fotodinâmica (TFD) caracterizado por seu caráter anfifílico e tendência de auto-agregação em meio aquoso, o que prejudica seu potencial de aplicação. O aCHC é um substrato de transportadores de monocarboxilato (MCT) superexpresso em células de MCF-7. Objetivando a solubilização da AlClPc e aumento de internalização em tecidos neoplásicos nos propomos aqui o uso de DSPC e DOPC em diferentes proporções para formar vesículas lipidicas mistas (LV) na presença de aCHC como sistemas veiculadores de fármaco. Lv foi preparado pelo método de injeção etanólica e formou vesículas de dimensões nanométricas (aproximadamente 100 nm) com bom índice de polidispersão, valores negativos de potencial zeta e estáveis em meio aquoso por mais de 50 dias. AlClPc se complexou com o fosfato das LV o que conferiu uma localização interfacial às moléculas de AlClPc como demonstrado pelos resultados de supressão de fluorescência. Medidas de anisotropia, fluorescência estática e resolvida no tempo corroboram com estes resultados e demonstram que a auto-agregação da AlClPc ocorre mesmo em lipossomas. Entretanto, a veiculação da AlClPc por LV em carcinoma de células escamosas oral (OSCC) levou a um processo de desagregação demonstrado por (FLIM). Este incrível comportamento é novo e aumenta o conhecimento científico sobre o mecanismo intracelular de ação de fotossensibilizadores em TFD. Em TFD, ambos os sistemas LVIII+AlClPc e LVIII+AlClPc+aCHC não apresentaram toxicidade no escuro no período de incubação de 3 h com as concentrações de lipídios, AlClPc e aCHC iguais a 0,15 mmol/L, 0,5 umol/L e 10,0 umol/L, respectivamente. De maneira inesperada, o sistema LVIII+AlClPc foi mais eficiente em TFD que o sistema LVIII+AlClPc+aCHC, devido ao caráter antioxidante do aCHC. Estes resultados abrem uma nova perspectiva do potencial uso de LV-AlClPc para o tratamento fotodinâmico.
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O desenvolvimento dos aços inoxidáveis Super-Martensíticos (SM) nasce da necessidade de implementar novas tecnologias, mais econômicas e amigáveis ao meio ambiente. Os aços inoxidáveis SM são uma derivação dos aços inoxidáveis martensíticos convencionais, diferenciando-se basicamente no menor teor de carbono, na adição de Ni e Mo. Foram desenvolvidos como uma alternativa para aços inoxidáveis duplex no uso de dutos para a extração de petróleo offshore em meados dos anos 90. Para que esses aços apresentem as propriedades mecânicas de resistência à tração e tenacidade é necessário que sejam realizados tratamentos de austenitização, seguido de têmpera, e de revenimento, onde, particularmente para este último, há várias opções de tempos e temperaturas. Como os tratamentos térmicos geram as propriedades mecânicas através de transformações de fase (precipitação) podem ocorrer alterações da resistência à corrosão. São conhecidos os efeitos benéficos da adição de Nb em aços inoxidáveis tradicionais. Por isso, o objetivo desta pesquisa foi estudar aços inoxidáveis SM contendo Nb. Foi pesquisada a influência da temperatura de revenimento sobre a resistência à corrosão de três aços inoxidáveis SM, os quais contêm 13% Cr, 5% Ni, 1% a 2% Mo, com e sem adições de Nb. No presente trabalho, foram denominados de SM2MoNb, SM2Mo e SM1MoNb, que representam aços com 2% Mo, 1% Mo e 0,11% Nb. Dado que os principais tipos de corrosão para aços inoxidáveis são a corrosão por pite (por cloreto) e a corrosão intergranular (sensitização), optou-se por determinar os Potenciais de Pite (Ep) e os Graus de Sensitização (GS) em função da temperatura de revenimento. Os aços passaram por recozimento a 1050°C por 48 horas, para eliminação de fase ferrita delta. Em seguida foram tratados a 1050 °C por 30 minutos, com resfriamento ao ar, para uniformização do tamanho de grão. A estrutura martensítica obtida recebeu tratamentos de revenimento em temperaturas de: 550 °C, 575 °C, 600 °C, 625 °C, 650 °C e 700 °C, por 2 horas. O GS foi medido através da técnica de reativação eletroquímica potenciodinâmica na versão ciclo duplo (DL-EPR), utilizando-se eletrólito de 1M H2SO4 + 0,01M KSCN. Para determinar o Ep foram realizados ensaios de polarização potenciodinâmica em 0,6M NaCl. Os resultados obtidos foram discutidos através das variações microestruturais encontradas. Foram empregadas técnicas de microscopia ótica (MO), microscopia eletrônica de varredura (MEV), simulação termodinâmica de fases através do programa Thermo-Calc e determinação de austenita revertida mediante difração de raios X (DRX) e ferritoscópio. A quantificação da austenita por DRX identificou que a partir de 600 °C há formação desta fase, apresentando máximo em 650 °C, e novamente diminuindo para zero a 700 °C. Por sua vez, o método do ferritoscópio detectou austenita nas condições em que a analise de DRX indicou valor nulo, sendo as mais críticas a do material temperado (sem revenimento) e do aço revenido a 700 °C. Propõe-se que tais diferenças entre os dois métodos se deve à morfologia fina da austenia retida, a qual deve estar localizada entre as agulhas de martensita. Os resultados foram discutidos em termos da precipitação de Cr23C6, Mo6C, NbC, fase Chi, austenita e ferrita, bem como das consequências do empobrecimento em Cr e Mo, gerados por tais microconstituintes. São propostos três mecanismos para explicar a sensitização: o primeiro é devido a precipitação de Cr23C6, o segundo a precipitação de fase Chi (rica em Cr e Mo) e o terceiro é devido a formação de ferrita durante o revenimento. O melhor desempenho quanto ao GS foi obtido para os revenimentos a 575 °C e 600°C, por 2 horas. Os resultados de Ep indicaram que o aço SM2MoNb, revenido a 575°C, tem o melhor desempenho quanto à resistência à corrosão por cloreto. Isso associado ao baixo GS coloca este aço, com este tratamento térmico, numa posição de destaque para aplicações onde a resistência à corrosão é um critério de seleção de material, uma vez que, segundo a literatura a temperatura de 575 °C está no intervalo de temperaturas de revenimento onde são obtidas as melhores propriedades mecânicas.
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A Araucaria angustifolia é uma conífera endêmica das regiões sul e sudeste do Brasil sendo considerada uma espécie em extinção devido ao extenso extrativismo madeireiro. Atualmente, existem inúmeros projetos visando o reflorestamento e o uso sustentável deste pinheiro. Em vista destes pontos, o estudo das propriedades dos componentes das folhas com o intuito da utilização destes com fins comerciais tornou-se de extrema importância. As suas folhas foram submetidas à extração com solventes e foram identificados seis biflavonóides majoritários, dentre estes a amentoflavona e a ginkgetina, que são apontados como agentes contra inflamações e artrites. A fração rica de biflavonóides (BFF) extraída da araucaria foi testada frente a sua atividade em proteger contra danos em biomoléculas provocadas por espécies reativas de oxigênio, capacidade em quelar metais e proteção contra raios UV. A capacidade do BFF em proteger contra danos provocados por espécies reativas de oxigênio foi comparado com compostos conhecidamente antioxidantes, como o α-tocoferol, Trolox®, quercetina, rutina e com padrões de biflavonóides, a amentoflavona e ginkgetina. O BFF demonstrou que possui uma constante de supressão do 1O2 (50 x 106 M-1s-1), superior ao da quercetina (9 x 106 M-1s-1) e foi o mais eficiente na proteção contra quebras de simples fita em DNA plasmidial, provocado por esta espécie reativa. Ainda em relação à proteção de DNA plasmidial o BFF foi capaz de proteger também contra estes danos provocados através da reação de Fenton, apesar de não demonstrar a mesma eficiência da quercetina que mostrou ser um potente protetor destes danos. O BFF protegeu contra lipoperoxidação em lipossomos de fosfatidilcolina induzida por raios UV e reação de Fenton. Em análises realizadas com espectrometria de massas foi observada a formação de complexos destes biflavonóides com íons metálicos como ferro, cobre e alumínio que possuem um papel importante na formação de radicais livres. Em relação à capacidade fotoprotetora do BFF, este inibiu a formação de dímeros de pirimidina que são apontados como causadores de câncer de pele induzidos, principalmente por radiação UV-B. Esta ação protetora foi superior àquela conferida ao p-metoxicinamato de octila, um conhecido fotoprotetor. Com o intuito de permitir a solubilização do BFF em soluções aquosas e assim, avaliar a ação do BFF em células, incorporou-se o BFF em ciclodextrina. Essa inclusão favoreceu a incorporação de BFF em células CV1-P na concentração aproximada de 0,4 µg/ml após 24 horas de incubação. Essa concentração incorporada não demonstrou ser tóxica para as células no teste com MTT. Assim, o BFF tem despertado grande interesse em relação ao seu potencial na utilização nas mais variadas áreas como cosmética, alimentos e fitoterápicos.
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This research sets out to build upon excited state o-azaxylylene cycloaddition. The mechanism behind the excitation and cycloaddition process of photogenerated o-azaxylylenes was determined experimentally. Time-correlated single-photon counting, steady-state spectroscopy, triplet quenching experiments, and quantum yield studies provided evidence suggesting that excited state intramolecular proton transfer is followed by intersystem crossing and stepwise addition to the tethered unsaturated pendant. In keeping with the principles of diversity oriented synthesis, a modular approach was taken to gain access to a diverse array of N,O,S-Polyheterocycles which were modified postphotochemically via Suzuki coupling to yield fused biaryls. Cycloaddition products, outfitted with halogens in the aromatic ring of the o-azaxylylene, proved to be reactive with a variety of boronic acids resulting in a rapid growth in structural complexity. A novel procedure was developed that utilized multiple o-azaxylylene cores in a photochemical cascade transformation yielding complex scaffolds of unprecedented topology. The photoprecursors were produced in a one-pot two-step sequence from commercially available starting materials, and upon irradiation yield structures containing up to five fused hetrocyclic rings, and showed complete diastereoselectivity.
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A wide class of nanomagnets shows striking quantum behaviour, known as quantum spin tunnelling (QST): instead of two degenerate ground states with opposite magnetizations, a bonding-antibonding pair forms, resulting in a splitting of the ground-state doublet with wave functions linear combination of two classically opposite magnetic states, leading to the quenching of their magnetic moment. Here we study how QST is destroyed and classical behaviour emerges in the case of magnetic adatoms, where, contrary to larger nanomagnets, the QST splitting is in some instances bigger than temperature and broadening. We analyze two different mechanisms for the renormalization of the QST splitting: Heisenberg exchange between different atoms, and Kondo exchange interaction with the substrate electrons. Sufficiently strong spin-substrate and spin-spin coupling renormalize the QST splitting to zero allowing the environmental decoherence to eliminate superpositions between classical states, leading to the emergence of spontaneous magnetization. Importantly, we extract the strength of the Kondo exchange for various experiments on individual adatoms and construct a phase diagram for the classical to quantum transition.
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The bound volume holds handwritten transcriptions of selected Harvard Commencement Quaestiones copied by Isaac Mansfield (Harvard AB 1742). The manuscript volume includes from the 1708 Quaestiones onward, the notation "N.B." next to questions performed by the candidate during the Commencement exercises; the original printed Quaestiones sheets do not note this information. The volume includes Quaestiones transcriptions for which no original broadsides are known to still exists.
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The bound volume holds handwritten transcriptions of selected Harvard Commencement Theses copied by Isaac Mansfield (Harvard AB 1742). The manuscript volume holds only the Theses chosen for public disputation. The volume includes Theses transcriptions for which no original broadsides are known to still exists.
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Cell-to-cell communication is a major process that allows bacteria to sense and coordinately react to the fluctuating conditions of the surrounding environment. In several pathogens, this process triggers the production of virulence factors and/or a switch in bacterial lifestyle that is a major determining factor in the outcome and severity of the infection. Understanding how bacteria control these signaling systems is crucial to the development of novel antimicrobial agents capable of reducing virulence while allowing the immune system of the host to clear bacterial infection, an approach likely to reduce the selective pressures for development of resistance. We provide here an up-to-date overview of the molecular basis and physiological implications of cell-to-cell signaling systems in Gram-negative bacteria, focusing on the well-studied bacterium Pseudomonas aeruginosa. All of the known cell-to-cell signaling systems in this bacterium are described, from the most-studied systems, i.e., N-acyl homoserine lactones (AHLs), the 4-quinolones, the global activator of antibiotic and cyanide synthesis (GAC), the cyclic di-GMP (c-di-GMP) and cyclic AMP (cAMP) systems, and the alarmones guanosine tetraphosphate (ppGpp) and guanosine pentaphosphate (pppGpp), to less-well-studied signaling molecules, including diketopiperazines, fatty acids (diffusible signal factor [DSF]-like factors), pyoverdine, and pyocyanin. This overview clearly illustrates that bacterial communication is far more complex than initially thought and delivers a clear distinction between signals that are quorum sensing dependent and those relying on alternative factors for their production.
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Pectobacterium wasabiae (previously known as Erwinia carotovora) is an important plant pathogen that regulates the production of plant cell wall-degrading enzymes through an N-acyl homoserine lactone-based quorum sensing system and through the GacS/GacA two-component system (also known as ExpS/ExpA). At high cell density, activation of GacS/GacA induces the expression of RsmB, a noncoding RNA that is essential for the activation of virulence in this bacterium. A genetic screen to identify regulators of RsmB revealed that mutants defective in components of a putative Trk potassium transporter (trkH and trkA) had decreased rsmB expression. Further analysis of these mutants showed that changes in potassium concentration influenced rsmB expression and consequent tissue damage in potato tubers and that this regulation required an intact Trk system. Regulation of rsmB expression by potassium via the Trk system occurred even in the absence of the GacS/GacA system, demonstrating that these systems act independently and are both required for full activation of RsmB and for the downstream induction of virulence in potato infection assays. Overall, our results identified potassium as an essential environmental factor regulating the Rsm system, and the consequent induction of virulence, in the plant pathogen P. wasabiae.