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Käsittelen tutkimuksessani monikielisyyden ilmenemistä Canterburyn katedraalikoulun oppilaiden 1600-luvun loppupuoliskolla esittämissä näytelmissä, jotka löytyvät käsikirjoituksesta Lit.Ms.E41 (Canterburyn katedraalin arkisto). Tämä käsikirjoitus sisältää puheita ja näytelmiä, joiden kielinä ovat englanti, latina ja vähemmissä määrin myös kreikka. Useissa näytelmissä esiintyy koodinvaihtoa näiden kielten välillä, ja tutkielmassani selvitän, millaisia syntaktisia ilmenemismuotoja ja pragmaattisia merkityksiä koodinvaihdolla on. Teoreettinen viitekehykseni on yhdistelmä filologista ja lingvististä lähestymistapaa. Olen sisällyttänyt tutkielmaani aiemman koodinvaihdon tutkimuksen lisäksi Brownin ja Levinsonin kohteliaisuusteorian, jonka avulla erityisesti puhujien välisiin sosiaalisiin suhteisiin liittyviä koodinvaihdon funktioita voidaan luokitella. Koska historiallinen koodinvaihto on tutkimusaiheena vielä melko tuore, käsittelen perusteellisesti erilaisia metodologisia ratkaisuja. Valitsemani metodi yhdistää perinteisen filologisen lähiluvun pragmaattiseen analyysiin, jonka kautta työssäni vaikuttavat muun muassa rationaalisuuden ja empatian käsitteet. Analyysini perusteella kävi ilmi, että erityisen yleinen koodinvaihdon funktio on mahdollistaa intertekstuaalisuus, jolla edelleen voidaan ilmaista esimerkiksi solidaarisuutta eli sosiaalista läheisyyttä tai loukata puhuteltavaa. Solidaarisuus oli myös ilman intertekstuaalisuutta yleinen koodinvaihdon funktio. Näiden lisäksi koodinvaihdon funktioita olivat muun muassa kasvoja uhkaavat teot, eufemismit, stilistiset efektit sekä diskurssin avustaminen. Syntaktisten ilmenemismuotojen osalta keskeisin havainto oli, että koodinvaihdon ja lainaamisen erottaminen ei ole tarpeellista tai edes kannattavaa kaikissa tilanteissa. Lisäksi voitiin todeta, että valittu metodi soveltui hyvin aineiston analysoimiseen, ja sitä tulisi soveltaa mahdollisuuksien mukaan laajempaan materiaaliin sekä muiden pragmaattisten ilmiöiden tutkimiseen.

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Prostate-specific antigen (PSA) is a marker that is commonly used in estimating prostate cancer risk. Prostate cancer is usually a slowly progressing disease, which might not cause any symptoms whatsoever. Nevertheless, some cases of cancer are aggressive and need to be treated before they become life-threatening. However, the blood PSA concentration may rise also in benign prostate diseases and using a single total PSA (tPSA) measurement to guide the decision on further examinations leads to many unnecessary biopsies, over-detection, and overtreatment of indolent cancers which would not require treatment. Therefore, there is a need for markers that would better separate cancer from benign disorders, and would also predict cancer aggressiveness. The aim of this study was to evaluate whether intact and nicked forms of free PSA (fPSA-I and fPSA-N) or human kallikrein-related peptidase 2 (hK2) could serve as new tools in estimating prostate cancer risk. First, the immunoassays for fPSA-I and free and total hK2 were optimized so that they would be less prone to assay interference caused by interfering factors present in some blood samples. The optimized assays were shown to work well and were used to study the marker concentrations in the clinical sample panels. The marker levels were measured from preoperative blood samples of prostate cancer patients scheduled for radical prostatectomy. The association of the markers with the cancer stage and grade was studied. It was found that among all tested markers and their combinations especially the ratio of fPSA-N to tPSA and ratio of free PSA (fPSA) to tPSA were associated with both cancer stage and grade. They might be useful in predicting the cancer aggressiveness, but further follow-up studies are necessary to fully evaluate the significance of the markers in this clinical setting. The markers tPSA, fPSA, fPSA-I and hK2 were combined in a statistical model which was previously shown to be able to reduce unnecessary biopsies when applied to large screening cohorts of men with elevated tPSA. The discriminative accuracy of this model was compared to models based on established clinical predictors in reference to biopsy outcome. The kallikrein model and the calculated fPSA-N concentrations (fPSA minus fPSA-I) correlated with the prostate volume and the model, when compared to the clinical models, predicted prostate cancer in biopsy equally well. Hence, the measurement of kallikreins in a blood sample could be used to replace the volume measurement which is time-consuming, needs instrumentation and skilled personnel and is an uncomfortable procedure. Overall, the model could simplify the estimation of prostate cancer risk. Finally, as the fPSA-N seems to be an interesting new marker, a direct immunoassay for measuring fPSA-N concentrations was developed. The analytical performance was acceptable, but the rather complicated assay protocol needs to be improved until it can be used for measuring large sample panels.

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OBJETIVO: Avaliar a expressão tecidual do gene de reparo MGMT comparando a mucosa cólica normal e neoplásica em doentes com câncer colorretal. MÉTODOS: Foram estudados 44 portadores de adenocarcinoma colorretal confirmado por estudo histopatológico. Foram excluídos doentes suspeitos de pertencerem a famílias com câncer colorretal hereditário (HNPCC e PAF) e os portadores de câncer do reto médio e inferior submetidos a tratamento quimioradioterápico neoadjuvante. A expressão do gene MGMT foi avaliada pela técnica da reação de polimerase em cadeia em tempo real (RT-PCR). A comparação dos resultados encontrados para expressão do gene MGMT entre tecidos normais e neoplásicos foi feita pelo teste t de Student pareado, adotando-se nível de significância de 5% (p <0,05). RESULTADOS: A expressão tecidual do gene MGMT em todos os doentes foi menor no tecido neoplásico quando comparada a do tecido normal (p=0,002). CONCLUSÃO: O gene de reparo MGMT encontra-se menos expresso no tecido neoplásico quando comparados aos tecidos normais em portadores de CCR esporádico.

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OBJETIVO: avaliar a concordância entre o peso fetal estimado (PFE) por ultra-sonografia e o neonatal, o desempenho da curva normal de PFE por idade gestacional no diagnóstico de desvios do peso fetal/neonatal e fatores associados. MÉTODOS: participaram do estudo 186 grávidas atendidas de novembro de 1998 a janeiro de 2000, com avaliação ultra-sonográfica até 3 dias antes do parto, determinação do PFE e do índice de líquido amniótico e parto na instituição. O PFE foi calculado e classificado de acordo com a curva de valores normais de PFE em: pequeno para a idade gestacional (PIG), adequado para a idade gestacional (AIG) e grande para a idade gestacional (GIG). A mesma classificação foi feita para o peso neonatal. A variabilidade das medidas e o grau de correlação linear entre o PFE e o peso neonatal foram calculados, bem como a sensibilidade, especificidade e valores preditivos para o uso da curva de valores normais de PFE para o diagnóstico dos desvios do peso neonatal. RESULTADOS: diferença entre o PFE e o peso neonatal variou entre -540 e +594 g, com média de +47,1 g, e as duas medidas apresentaram um coeficiente de correlação linear de 0,94. A curva normal de PFE teve sensibilidade de 100% e especificidade de 90,5% em detectar PIG ao nascimento, e de 94,4 e 92,8%, respectivamente, em detectar GIG, porém os valores preditivos positivos foram baixos para ambos. CONCLUSÕES: a estimativa ultra-sonográfica do peso fetal foi concordante com o peso neonatal, superestimando-o em apenas cerca de 47 g e a curva do PFE teve bom desempenho no rastreamento diagnóstico de recém-nascidos PIG e GIG.

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OBJETIVO: comparar a prevalência da presença do DNA do papilomavírus humano (HPV) pela técnica de PCR em amostras de tecido endometrial normal e com carcinoma endometrial de mulheres submetidas a tratamento cirúrgico (histerectomia) ou carcinoma endometrial e doença benigna. MÉTODOS: trata-se de um estudo observacional do tipo caso-controle onde foram avaliadas 100 mulheres (50 com endométrio normal e 50 com carcinoma endometrial) quanto a presença do DNA do HPV em amostra tecidual conservada em blocos de parafina, pelo método de PCR. Foram excluídos os casos de carcinoma endometrial cujo sítio primário da lesão era duvidoso ou com história prévia ou atual de lesões pré-neoplásicas ou carcinoma do trato genital inferior. Variáveis como idade, tabagismo, trofismo endometrial, diferenciação escamosa e grau de diferenciação tumoral foram também avaliadas. RESULTADOS: o risco relativo estimado da presença do HPV foi o mesmo nas mulheres com e sem carcinoma endometrial. O HPV foi detectado em 8% dos casos de carcinoma e 10% no endométrio normal. Apesar de o HPV ter sido detectado 3,5 vezes mais em mulheres fumantes no grupo sem carcinoma, não houve diferença estatística. A presença do HPV também não esteve correlacionada com a idade das mulheres, trofismo endometrial, diferenciação escamosa e grau de diferenciação tumoral. Os HPV 16 e 18 (5 dos casos com o tipo 16 e 4 com o tipo 18) foram os vírus mais freqüentemente encontrados, tanto no tecido endometrial normal, quanto no carcinomatoso. Nenhum vírus de baixo risco oncogênico foi detectado nas amostras. CONCLUSÃO: o HPV está presente no tecido endometrial de mulheres com carcinoma endometrial na mesma proporção que nas com tecido endometrial normal, não se demonstrando a possível associação deste vírus no desenvolvimento do carcinoma endometrial.

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OBJETIVO: avaliar a importância da leptina materna e fetal circulantes na gestação saudável por meio da avaliação de sua associação com variáveis antropométricas materna, placentária e fetal ao nascimento e as relações entre os compartimentos avaliados. MÉTODOS: em estudo transversal foi incluída amostra de 33 gestações únicas, a termo, com fetos saudáveis. As variáveis avaliadas foram idade materna, peso materno, índice de massa corporal, peso do recém-nascido, peso placentário e índice placentário. Amostras de sangue materno foram obtidas imediatamente antes do parto e em sangue do cordão umbilical ao nascimento. A dosagem da leptina sérica foi realizada por meio de radioimunoensaio convencional. As relações entre as concentrações de leptina sérica materna e da artéria e veia umbilicais com as variáveis de estudo foram verificadas através da regressão linear. RESULTADOS: a leptina foi detectada no sangue de todas as 33 gestantes e seus respectivos recém-nascidos, sendo a concentração no sangue materno (17,1±1,77 ng/ml) superior à dos vasos umbilicais (veia 9,0±1,16 ng/mL; artéria 8,2±1,02 ng/mL), p<0,0001. As concentrações de leptina no sangue materno correlacionaram-se com as concentrações de leptina no sangue fetal (artéria: coef 0,63 p=0,037, veia: coef 0,72, p=0,006). Em relação aos dados antropométricos, a leptina medida no sangue materno mostrou associação com o índice de massa corporal materno inicial e final (coef 1,13; p=0,002 e coef 1,18, p=0,001) e os níveis de leptina no sangue de cordão apresentaram correlação com o peso fetal ao nascimento (veia: coef 0,007, p=0,02 e artéria: coef 0,006, p=0,02). CONCLUSÕES: as produções materna e fetal de leptina correlacionaram-se entre si e possivelmente respondem a estímulos semelhantes durante a gestação. A leptina sérica associou-se ao peso do compartimento onde circula.

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OBJETIVO: Comparar a expressão gênica (mRNA) e protéica dos protooncogenes c-fos, c-myc e c-jun em miométrio normal e mioma humanos. MÉTODOS: Foi realizado um estudo do tipo caso-controle. O material foi coletado de 12 pacientes submetidas a histerectomia no Hospital de Clínicas de Porto Alegre. A expressão do mRNA específico para c-myc, c-fos, c-jun e beta-microglobulina foi avaliada pela técnica de RT-PCR, utilizando primers específicos para cada gene. A expressão protéica destes protooncogenes foi avaliada através de Western blot com anticorpos específicos. RESULTADOS: Não houve diferença significativa para expressão gênica desses protooncogenes entre miométrio normal e mioma (c-myc: 0,87 ± 0,08 vs 0,87 ± 0,08, p = 0,952; c-fos: 1,10 ± 0,17 vs 1,01 ± 0,11, p = 0,21; c-jun: 1,03 ± 0,12 vs 0,96 ± 0,09, p = 0,168, respectivamente). Não houve diferença significativa para expressão protéica desses protooncogenes entre miométrio normal e mioma (c-myc: 1,36 ± 0,48 vs 1,53 ± 0,29, p = 0,569; c-fos: 8,85 ± 5,5 vs 6,56 ± 4,22, p = 0,434; e c-jun: 6,47 ± 3,04 vs 5,42 ± 2,03, p = 0,266, respectivamente). CONCLUSÃO: A expressão gênica (transcrição) e a expressão protéica (tradução) dos protooncogenes c-myc, c-fos e c-jun em mioma e miométrio normal são semelhantes.

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OBJETIVOS: avaliou-se o tecido mamário de mulheres antes e depois de seis meses de terapia estroprogestativa combinada contínua (0,625 mg de estrogênios conjugados eqüinos associados a 2,5 mg de acetato de medroxiprogesterona). MÉTODOS: todas as pacientes foram avaliadas antes de se instituir o tratamento e consideradas aptas para este. Foram obtidos fragmentos de tecido mamário por meio de biópsia percutânea com agulha grossa (acoplada a um propulsor automático - "core-biópsia"). O material foi fixado e os cortes corados por hematoxilina-eosina. Avaliou-se a densidade epitelial e o volume nuclear do epitélio mamário antes e após a terapia hormonal. Esses parâmetros morfométricos foram analisados graficamente com auxílio do programa Imagelab 2000 ®, após captura da imagem microscópica pelo sistema Vidcap 32. Esse programa permite que sejam selecionadas as áreas de interesse, possibilitando o cálculo de área, volume ou a relação da área ocupada entre diferentes estruturas. RESULTADOS: depois do uso da terapia, o volume nuclear nas mulheres em que o tratamento foi instituído em período mais tardio após a menopausa mostrou um aumento de cerca de 33% (de 103,6 para 138,1 µm³). A densidade epitelial não se modificou de forma significativa: o valor médio antes da terapia hormonal foi de 0,08 e após de 0,10. CONCLUSÕES: a terapia estroprogestativa combinada contínua empregada por seis meses induziu à alteração no volume nuclear das células epiteliais das mamas, sugerindo aumento de sua atividade metabólica. Provavelmente, esse evento precede outros que confirmariam o estímulo da proliferação celular por esses hormônios.