941 resultados para Manuais BIM
Resumo:
O conteúdo trata da Farmacovigilância e apresenta conhecimentos, métodos e ferramentas que podem subsidiar as ações de farmacovigilância no cotidiano dos serviços. Apresenta endereços eletrônicos de Agências ou autoridades reguladoras na área de medicamentos, e Publicações, Boletins, Guias, Revistas e Manuais na área de farmacovigilância no mundo, auxiliando na obtenção de informações sobre os medicamentos. Discute, também, o papel do profissional nas ações relacionadas à farmacovigilância.
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Introdução: A Estratégia de Saúde da Família é a porta de entrada do Sistema Único de Saúde, sendo ferramenta fundamental para consolidação de uma saúde de qualidade e eficaz para a população. A UBS Km 06 é composta pelas equipes Azul (102) que atende 831 famílias, a Vermelha (103) que assiste 917 famílias e Amarela, minha área, que cobre 1096 famílias. A área adscrita da UBS totaliza a assistência de 2844 famílias, contabilizando 7782 usuários. O processo de trabalho respeita o estabelecido pelo Ministério da Saúde, respeitando o proposto nos manuais/protocolos de atendimento. Objetivo: Qualificação da atenção ao pré-natal e puerpério na Unidade Básica de Km06, município de Natal/RN. Metodologia: Como ferramenta metodológica utilizou-se a incorporação da ficha espelho como registro específico para a ação programática e uma planilha de coleta de dados para avaliação mensal dos dados coletados. Adotamos a estratégia do acolhimento diário dos usuários com escuta terapêutica na sala de espera, organização do livro de registro da UBS e do grupo de gestantes, ampliação da busca ativa e visita domiciliar. As ações foram desenvolvidas dentro dos eixos de Monitoramento e avaliação, Organização e gestão do serviço, Engajamento público e Qualificação da prática clínica. Resultados: Conseguimos ao final dos três meses de intervenção uma cobertura de 100% da população das gestantes. No primeiro mês alcançamos 20,4% (20 gestantes), no segundo de 59,2% (58 gestantes) e no terceiro mês 100% (98 gestantes). Atingiu-se a meta de 100% do universo das puérperas com consulta puerperal antes dos 42 dias após o parto. No primeiro mês alcançamos 26,9% (14 puérperas), no segundo 61,5% (32 puérperas) e no último 100% (42 puérperas). Na cobertura da atenção a saúde bucal teve-se 36,7% ao final dos terceiro mês, sendo 9,2% (9 gestantes) no primeiro e 24,5% (24 gestantes) no segundo mês. Quanto aos indicadores de qualidade, adesão, registro avaliação de risco e promoção em saúde alcançamos 100%. Conclusão: Teve-se um amadurecimento profissional, melhoria da qualidade de atendimento e ao final dos três anos de intervenção, conseguimos incorporar as nossas ações e protocolos como rotina na UBS.
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A Estratégia de Saúde da Família é instrumento valioso na consolidação da Atenção Primária a Saúde, garantindo o acompanhamento de seus usuários de forma regular e sistemática. O processo de trabalho deve respeitar o preconizado pelo Ministério da Saúde, baseando-se no proposto em manuais/protocolos de atendimento individualizado. Dentre as ações programáticas realizadas, a Saúde da Criança se apresenta como modelo de atenção que prioriza a prevenção de agravos na infância e promoção da saúde. Este trabalho teve como objetivo melhorar atenção à saúde da criança de 0-72 meses na UBS Soledade II, Natal – RN. Como ferramenta metodológica, capacitamos a equipe da UBS, ampliamos o agendamento para atendimentos de C&D às crianças entre 0 e 72 meses para equipe multiprofissional (médica, enfermeira, dentista e nutricionista) e melhoramos o sistema de registro de ações e consultas realizados em Saúde da Criança. Buscamos a participação social através da Puericultura Coletiva e estímulo à organização de brinquedoteca na UBS. Buscamos, assim, desenvolver ações dentro dos eixos de Monitoramento e avaliação, Organização e gestão do serviço, Engajamento público e Qualificação da prática clínica. Como resultados, alcançamos a cobertura de 43,8% da população de crianças entre 0 e 72 meses residentes em área adscrita. No primeiro mês tivemos uma cobertura de 11,5% (11 crianças) e no segundo de 34,4% (33 crianças). Das crianças avaliadas, 100% tiveram seu crescimento e desenvolvimento acompanhados de acordo com o preconizado pelo Ministério da Saúde. Entre as ações programáticas, alcançamos 97,6% de crianças com vacinação atualizada, 59,1 % de crianças entre 6 e 24 meses com suplementação de ferro, 100% de alcance de testes de triagem neonatal (teste do pezinho e avaliação auditiva). Em relação aos atendimentos, 83,3% com primeira consulta realizada na primeira semana de vida pela enfermeira/médica e 100 % de crianças entre 6 e 72 meses foram avaliadas com consulta nutricional e odontológica. Dessa forma, a intervenção realizada alcançou seu objetivo de melhorar a atenção à saúde das crianças na UBS Soledade II. Pretendemos dar prosseguimento as medidas adotadas e qualificar cada vez mais o cuidado à criança em nosso serviço.
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As condições de saúde escolar têm sido trabalhadas em grandes artigos e manuais do ministério da saúde. Em todos os materiais pesquisados percebemos o foco em prevenção e promoção da saúde, acompanhando desde índice de massa corpórea até saúde mental. O presente trabalho teve como objetivo melhorar a atenção à saúde dos escolares da Escola de ensino fundamental Benfica, de abrangência da UBS Vila Acre - AC. Foram reproduzidas fichas para acompanhamento de todas as atividades, ficha espelho e prontuários que foram introduzidos ao funcionamento da unidade de saúde em questão. Trabalhei com crianças, adolescentes e jovens entre 7 a 16 anos de idade. Algumas atividades foram exclusivas para jovens e adolescentes, como temas sobre gravidez na adolescência e Doenças Sexualmente Transmissíveis – DST’s. As demais foram abordadas em toda a comunidade escolar, identificando as necessidades e verificando a possibilidade de ajudar os escolares. Foram realizadas atividades de promoção, prevenção e quando necessário tratamento de saúde, abordando aspectos de higiene, Índice de Massa Corpórea - IMC, avaliação oftalmológica, saúde bucal, verificação de pressão arterial, avaliação de carteira de vacinação, além de temas como bullying, prevenção de acidentes, DSTs, dentre outros. Percebeu-se que houve um aprendizado, mas principalmente motivação dos alunos em relação ao trabalho realizado. Através da intervenção houve uma melhora quantitativa e qualitativa do acompanhamento da saúde escola, por parte dos profissionais de saúde da Unidade de Saúde da Família Vila Acre, como a detecção e acompanhamento de alunos apresentando picos hipertensivos e detecção e encaminhamento ao médico especialista de alunos com déficit visual, Conclui-se que houve um processo de conscientização sobre os cuidados em saúde e da necessidade de atuação das equipes de saúde e educação para melhor desenvolvimento da atuação escolar dos alunos. Antes notava- se a barreira construída entre esses dois grupos de profissionais, saúde e educação, tão importantes para o desenvolvimento escolar e futuramente profissionais destes escolares acompanhados por escolas municipais. Acredita-se também que a cultura preventiva possa ser transmitida através da continuidade e extensão do projeto a outras comunidades escolares.
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A Hipertensão Arterial Sistêmica e o Diabetes Mellitus são patologias pertencentes à classe de Doenças Crônico-Degenerativas, as quais constituem graves problemas de saúde pública por estarem relacionadas às principais causas de morte e invalidez na população brasileira. O agravamento deste quadro epidemiológico relaciona-se com a crescente longevidade da população, associada a maus hábitos de vida, e ao despreparo e falta de recursos para deter a carga dessas doenças. O controle dessas patologias por meio de medidas curativas e preventivas simples é capaz de retardar e até mesmo prevenir o surgimento de complicações. Entretanto, para um adequado manejo é necessário um sistema hierarquizado de saúde, em cujo processo a equipe de Saúde da Família possua um papel fundamental – da realização de um levantamento epidemiológico ao planejamento de medidas preventivas, de controle e tratamento de Hipertensão Arterial Sistêmica e Diabetes Mellitus junto à população adscrita. Frente a esta premissa realizou-se uma reestruturação do serviço da ESF Urlândia, Santa Maria/RS para a melhoria na atenção aos usuários hipertensos e diabéticos. Durante 12 semanas de implementação dessa intervenção – agosto a outubro de 2014 – foi estipulado o aumento de 90% da cobertura dos usuários hipertensos e diabéticos. Para isso, uma série de medidas foi realizada, como a reorganização dos agendamentos, a padronização das consultas médicas de acordo com os manuais do Ministério da Saúde (Cadernos de Atenção Básica), a integração do trabalho dos diferentes profissionais atuantes na unidade a fim de otimizar a qualidade de atendimento, o cadastro dos usuários em banco de dados para controle de atendimento, além de ações coletivas preventivas (grupos de caminhadas, grupos de educação continuada). Apesar de a meta de cobertura de 90% não ser atingida – 36,4% de usuários hipertensos e 55,2% de usuários diabéticos – foi obtida uma melhora significativa dos indicadores de qualidade do atendimento, como prescrição de medicamentos da farmácia popular para 100% dos usuários hipertensos e diabéticos, estratificação de risco cardiovascular para mais de 99% de usuários hipertensos e diabéticos, orientações quanto a boas práticas para uma melhor qualidade de vida para 100% de usuários hipertensos e diabéticos. Com esse acompanhamento programático é possível realizar um melhor controle da Hipertensão Arterial Sistêmica e Diabetes Mellitus e também intervir de forma mais precoce em possíveis complicações decorrentes do curso crônico destas doenças. Essa reestruturação multiprofissional à atenção dos usuários hipertensos e diabéticos foi bem aceita tanto por parte dos usuários, quanto pela equipe. Sendo assim, está inserida de forma plena no cotidiano da ESF com condições de ser mantida a longo prazo.
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A saúde bucal era totalmente voltada para o tratamento curativo exclusivo, inviabilizando qualquer medida preventiva no âmbito coletivo, principalmente por razões culturais na formação profissional do dentista. De acordo com os dados epidemiológicos da doença cárie no Brasil, essa odontologia curativa não obtinha sucesso, pois a prevalência da doença continuava aumentando com a idade e em regiões do país menos favorecidas. Assim, o Ministério da Saúde estabeleceu incentivos para a inserção dos profissionais de saúde bucal num contexto de saúde familiar, conhecido como ESF, para tentar reverter essa situação endêmica no país. Esse novo campo de atuação do dentista, em parceria com outros profissionais da saúde, tem levado a um processo de mudança de conceitos sobre o combate à doença cárie, viabilizando programas preventivos voltados à saúde pública. O Tratamento Restaurador Atraumático (ART) envolve restaurações atraumáticas e procedimentos educativo-preventivos. É uma forma simplificada de atendimento que consiste na remoção do tecido cariado com instrumentação manual. Dispensa o uso de anestesia e isolamento absoluto, permitindo sua aplicação em locais desprovidos de equipamentos odontológicos. Este estudo tem como objetivo realizar uma revisão de literatura através de livros-textos, artigos científicos publicados em periódicos, manuais do Ministério da Saúde, sites de busca na internet, artigos e/ou matérias de jornais, a partir de 1986, sobre o uso do Tratamento Restaurador Atraumático, associado a programas de prevenção como estratégia para o controle da cárie dentária na saúde pública brasileira. O ART surge como estratégia viável na saúde pública e necessita ser divulgado a todos os profissionais e gestores que poderão fortalecer o combate a essa doença, nas diversas esferas da comunidade brasileira.
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O objeto do trabalho em saúde não é um processo estático, ele ocorre através de um movimento contínuo, com uma dinamicidade que faz com que as tecnologias leves utilizadas sejam efetivas. Dentro dessa concepção, há a exigência de que os profissionais da saúde, especialmente o enfermeiro, tenham uma atitude diferenciada, disponham de uma capacidade diferenciada no olhar, a fim de que percebam essa dinamicidade e pluralidade, que desafiam os sujeitos à criatividade, à escuta, à flexibilidade e ao sensível. O objetivo dessa pesquisa é verificar a contribuição que a interação dos saberes e práticas de saúde dos usuários/família e o enfermeiro da ESF, permeados pela linguagem/cultura, proporciona aspectos relevantes no cuidado, quando esta interação ocorre no uso de tecnologias leves do processo de trabalho da Atenção Primária em Saúde. A presente pesquisa tratou de um estudo teórico de abordagem qualitativa, de natureza descritiva, realizado por meio de levantamento bibliográfico de variadas literaturas nacionais especializadas, manuais do Ministério da Saúde e em artigos com embasamento científico, com relação à temática do cuidado, da comunicação e do uso das tecnologias na Estratégia de Saúde da Família - ESF. Com a realização dessa pesquisa concluiu-se que a presença das tecnologias leves no processo de trabalho em saúde objetiva a produção de ações de cuidado, que devem estar presentes nas relações de reciprocidade e de interação. A produção dessas relações produz um atendimento global, onde há o resgate da singularidade, onde o usuário adquire cidadania e autonomia.
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No decorrer de minha vida profissional como enfermeira, trabalhando em saúde publica e, mais precisamente, no Programa Saúde da Família (PSF), venho me deparando com questões relevantes em relação à saúde da mulher, em especial a prevenção do câncer do colo do útero. Este representa a neoplasia de maior índice de mortalidade entre as mulheres com idade superior a 15 anos, com aproximadamente 500 mil casos novos por ano no mundo, e uma estimativa de 18 casos a cada 100 mil, para 2010 no Brasil. Apesar desta realidade, muitas mulheres parecem não perceber a importância do exame de Papanicolaou, o que fica evidenciado pela baixa adesão as ações preventivas, vivenciada em alguns momentos de minha vida profissional, como enfermeira do Programa Saúde da Família. Este problema levou-me a realizar uma revisão narrativa selecionando artigos publicados sobre o tema da prevenção do câncer cervico-uterino, entre os anos de 2006 a 2010, além de manuais e documentos do Ministério da Saúde de anos variados. O estudo evidenciou a importância do exame de Papanicolaou como principal estratégia de rastreamento do câncer cervico uterino e que a prevenção primária e secundária por meio de ações de educação em saúde e tratamento precoce das lesões precursoras, devem fazer parte da estratégia permanente das equipes de saúde da família e dos serviços de referencia.
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O estudo teve como objetivo identificar os desafios da prática profissional do enfermeiro inserido no Programa Saúde da Família. Trata-se de uma revisão de literatura que compreende olhares de diversos autores sobre as atribuições do enfermeiro que atua na Atenção Básica no âmbito do Sistema Único de Saúde. A pesquisa ocorreu em manuais do Ministério da Saúde e por meio dos bancos de dados Medline, Lilacs e BDENF. Vários artigos sobre o assunto foram encontrados, e aqueles que não tiveram contribuição com a pesquisa foram descartados. Concluiu-se que o enfermeiro possui diversas atribuições na Equipe de Saúde da Família e torna-se de extrema importância que o profissional tenha conhecimento correto dessas atribuições. Deste modo, o enfermeiro gerencia o processo de trabalho de forma efetiva e promove uma assistência com maior qualidade.
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O câncer de colo de útero apresenta o mais alto potencial de prevenção e cura quando diagnosticado precocemente, porém, apesar da existência dos programas de rastreamento, ainda é alta a mortalidade por esse tipo de câncer no Brasil. O objetivo deste estudo foi identificar as mulheres de 25 a 59 anos da área de abrangência da UBS/SF Lourdes II, no município de Montes Claros que não realizaram o exame preventivo de câncer de colo do útero no período de 2009 a 2010 e levantar na literatura nacional os motivos que levam as mulheres a não realizarem esse exame. Foram analisados periódicos nacionais, manuais técnicos do Ministério da Saúde, via on-line, publicados no período de 2000 a 2010 e artigos disponíveis na base de dados LILACS e BDENF,localizados pelos descritores: Papanicolaou, esfregaço vaginal, exame preventivo. Das 1.100 mulheres na faixa etária de 25 a 59 anos cadastradas na área de abrangência da ESF Lourdes II, em 2009, apenas 249 haviam realizado exame preventivo de câncer de colo de útero, o que representava uma cobertura de 22,6. Já no ano de 2010 das 1.200 mulheres nessa mesma faixa etária, 298 realizaram o exame preventivo, representando 24,8 de cobertura, deixando clara a baixa adesão dessas mulheres ao exame. Com base nos estudos analisados, as principais causas apontadas pelas mulheres para a não realização do exame Papanicolaou foram dentre outros, o desconforto para realizar o exame, a vergonha, o fato de considerá-lo embaraçoso, o medo, por não conhecer a técnica de realização do procedimento. A baixa escolaridade de muitas mulheres. As formas de comunicação dos profissionais de saúde com as mulheres. Poucos profissionais tiveram a capacidade de mostrar os instrumentos que são utilizados para a coleta do exame para apaziguar um pouco o medo de realizarem o exame. Baseando-se nessas causas foi proposta uma melhor abordagem sobre o assunto pelos profissionais de saúde, acolhendo melhor a usuária de forma a deixa mais tranqüila e calma para a realização do exame e a criação do fichário rotativo que facilitaria no acompanhamento e busca ativa pelos ACS às mulheres faltosas.
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O presente trabalho objetivou realizar um levantamento bibliográfico sobre abordagem do paciente com transtorno mental na Estratégia da Saúde da Família, com vistas a subsidiar o cuidado da Equipe saúde da família aos pacientes portadores de sofrimento mental. Foi feita uma revisão bibliográfica do tema nas bases de dados LILACs e SciELO, com os descritores: Reforma Psiquiátrica; Saúde Mental; Atenção Primária através da analise de artigos e dissertações/ teses, livros, manuais do Ministério da Saúde, da Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais, além da observação do atendimento feito pela Equipe de Saúde da Família, composta por profissionais atuantes no município. A leitura do material selecionado permitiu a construção de 3 categorias de análise: A evolução da assistência psiquiátrica através dos tempos; O atendimento de saúde mental na Estratégia da Saúde da Família; O importante papel da família na reinserção social do paciente portador de transtorno mental. Vimos que o atendimento a saúde mental, na atenção primaria tem como atores sociais, os usuários portadores de sofrimento mental, a Equipe de Saúde da Família, as famílias e a comunidade. Acreditamos que, com um o conhecimento ampliado a cerca da reforma psiquiátrica poderemos direcionar as condutas dos profissionais da Equipe de Saúde da Família e orientar suas ações na assistência, permitindo melhorias na qualidade de atendimento a esses usuários. Concluiu-se, portanto que um processo de trabalho organizado, a capacitação profissional e as ações de prevenção e promoção à saúde na atenção primária são fundamentais para o tratamento do transtorno mental, com especial ênfase no acolhimento, que se mostrou um organizador do processo de trabalho em saúde mental no serviço.
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Ao tomar como referência o relacionamento entre enfermeiro/cliente no exame preventivo, deve-se atentar para a importância de que esta relação deve ter como princípio um relacionamento terapêutico. Assim, este estudo, baseado em uma revisão bibliográfica objetivou analisar a literatura de enfermagem publicada nos últimos 10 anos sobre a relação enfermeiro paciente na consulta preventiva do câncer cérvico-uterino. A busca dos artigos se deu no SciELO e os descritores foram: Prevenção de câncer de colo do útero, Comunicação e Vínculo. A leitura dos artigos, de livros e de manuais do Ministério da saúde permitiu a construção das categorias de análise: Considerações gerais sobre o câncer colo uterino; Atuação do enfermeiro na consulta ginecológica e A coleta do exame citopatológico e o constrangimento associado. Ao final do estudo conclui-se que o enfermeiro é o principal responsável pela sensibilização da mulher, atuando principalmente como educador. E, para tanto, deve possuir atributos como empatia e sociabilidade.
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A gravidez na adolescência tornou um problema de saúde pública devido ao aumento significativo e principalmente às diversas repercussões deste fenômeno na vida adolescente; muitas vezes este fato ocorre devido ao desconhecimento dos métodos contraceptivos. O não uso do preservativo possibilita a contaminação por doenças sexualmente transmissíveis. O presente estudo teve como objetivo realizar uma revisão de literatura de produções científicas que abordam a sexualidade na adolescência, gravidez e métodos contraceptivos para subsidiar a elaboração de uma proposta de intervenção, considerando os problemas enfrentados pelos adolescentes no município de Novo Cruzeiro.Trata-se de uma pesquisa com revisão da literatura do tipo narrativa e a busca das publicações foi através das bases de dados da Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e Scientific Eletronic Library Online (Scielo) e dos manuais do Ministério da Saúde. A partir da revisão da literatura são identificadas algumas dificuldades frequentemente enfrentadas pelos adolescentes, como as DST's e a gravidez não planejada. A análise foi procedida para elaborar uma proposta de intervenção para atender os adolescentes e as possibilidades de melhoria da qualidade do serviço em saúde. Considera-se, portanto, a necessidade de implantação de programas e estratégias que estimulem este grupo a buscar orientações que os levem a escolhas acertadas, tendo os profissionais da saúde e da educação como facilitadores para uma adolescência saudável. Pretende-se oferecer, a partir de então, a estes adolescentes, um atendimento diferenciado no intuito de promover a saúde, prevenir riscos como a gravidez não planejada e exposição a doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).
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A Diabetes Mellitus constitui-se num sério problema de saúde na atualidade e sua abrangência envolve todas as classes sociais. O objetivo deste estudo foi identificar na literatura quais os cuidados necessários a serem tomados pelos cirurgiões-dentistas quando do atendimento a indivíduos com Diabetes Mellitus na Atenção Básica. Foi realizada uma revisão bibliográfica narrativa com busca de artigos na base de dados do LILACS e MEDLINE, utilizando o unitermo "Diabetes Mellitus Saúde Bucal", sendo selecionados artigos no período de 1994 a 2009. Também foram consultadas outras fontes como livros, dissertações, teses e manuais do Ministério da Saúde, por estes serem considerados de relevância para o estudo. Como resultado, foi possível identificar que a característica debilitante e degenerativa da Diabetes Mellitus e, também, sua interferência no modo de vida, faz desta doença uma prioridade no programa de Atenção Básica. Várias alterações bucais podem ser observadas nos indivíduos com Diabetes Mellitus sendo importante o cirurgião-dentista conhecer essas alterações e promover ações de modo a impedir o agravo da mesma. Quando necessário, o tratamento odontológico no diabético deve ser realizado e norteado pela sua situação clínica. Em virtude de suas complicações, o atendimento a indivíduos com Diabetes Mellitus requer uma abordagem multidisciplinar. Frente à literatura consultada pode-se concluir que o cirurgião-dentista precisa ser capacitado para atender indivíduos com Diabetes Mellitus, pois há necessidade de estabelecer condutas necessárias de profilaxia e tratamento. A realização de ações educativas é essencial, pois se configuram como oportunidade para divulgação de informações sobre a doença e, também, para despertar nas pessoas a necessidade de adotar um estilo de vida mais saudável.
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A atenção integral à saúde do trabalhador, com suas especificidades, deve ser objeto de todos os serviços de saúde, consoante com os princípios do SUS, da equidade, integralidade e universalidade. O enfoque da promoção da saúde e a proposta da vigilância da saúde vêm se colocando como um instrumento poderoso para que a saúde do trabalhador possa integrar-se e sair do isolamento em que se encontra nas políticas públicas de saúde, por meio de sua inserção na proposição de políticas saudáveis, procurando mostrar que os problemas de saúde do trabalhador não dizem respeito apenas aos trabalhadores, mas também ao meio ambiente e à população como um todo, em termos de condições de moradia e de saneamento, acesso à educação e a serviços de saúde, entre outras coisas. A Atenção Primária é a principal referência para o re-ordenamento da atenção à saúde na atualidade do sistema de saúde brasileiro. Constitui a porta de entrada dos serviços de saúde e apresenta-se como a melhor estratégia para aperfeiçoar a saúde da população e minimizar as desigualdades entre os grupos populacionais, de modo a se alcançar equidade. Este trabalho tem como objetivo avaliar se a saúde do trabalhador está inserida nas ações da atenção básica no Brasil, apontando as dificuldades no seu desenvolvimento e as atribuições da equipe da saúde da família, atuando na promoção e prevenção à saúde do trabalhador.Para o desenvolvimento do estudo, optou-se por fazer uma pesquisa bibliográfica, realizada por meio de levantamento de artigos publicados na base de dados Scielo, Lilacs, Bireme, na língua portuguesa, a partir dos unitermos: saúde do trabalhador e atenção básica e também em manuais e livros.