1000 resultados para Misticismo Igreja Católica História Idade Média, 600-1500


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FUNDAMENTO: A microalbuminria tem sido descrita como um fator de risco para doenas cardiovasculares e renais progressivas. Pouco se sabe sobre seu valor prognstico em pacientes (pts) com Insuficincia Cardaca (IC) estabelecida. OBJETIVO: Avaliar o papel da microalbuminria como um marcador de prognstico em pacientes com IC crnica recebendo medicao padro. MTODOS: De janeiro de 2008 at setembro de 2009, 92 pacientes com IC crnica foram prospectivamente includos. A idade mdia foi de 63,7 12,2 e 37 (40,7%) eram do sexo masculino. A mdia de frao de ejeo do ventrculo esquerdo (FEVE) foi de 52,5 17,5%. Pacientes em dilise foram excludos. A Concentrao de Albumina Urinria (CAU) foi determinada em primeira amostra de urina da manh. O tempo decorrido at o primeiro evento (internao por IC, consulta no departamento de emergncia por IC ou morte cardiovascular) foi definido como endpoint. O seguimento mdio foi de 11 6,1 meses. RESULTADOS: No momento da incluso no estudo, 38 (41,3%) pacientes tinham microalbuminria e nenhum paciente teve albuminria evidente. Pacientes com microalbuminria apresentaram menor frao de ejeo ventricular esquerda do que o restante dos indivduos (47,9 18,5 vs. 54,5 17,7%, p = 0,08). A CAU apresentou-se maior em pacientes com eventos (mediana 59,8 vs. 18 mg/L, p = 0,0005). Sobrevida livre de eventos foi menor nos pacientes com microalbuminria quando comparados com albuminria normal (p < 0,0001). As variveis independentes relacionadas a eventos cardacos foram CAU (taxa de risco p < 0,0001 = 1,02, 95% CI = 1,01-1,03 por 1-U aumento da CAU), e histrico de infarto do miocrdio (p = 0,025, IC = 3,11, 95% IC = 1,15-8,41). CONCLUSO: A microalbuminria um marcador prognstico independente em pacientes com IC crnica. Pacientes com microalbuminria tinham tendncia para FEVE inferior.

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O ndice Tornozelo-Braquial (ITB) marcador de doena arterial obstrutiva perifrica. Raros relatos correlacionam esse ndice com hipertrofia ventricular esquerda (HVE), capacidade funcional (CF) e escore de risco coronariano de Framingham (ERCF). O objetivo do trabalho foi verificar a correlao entre ITB, HVE, CF e ERCF em homens com hipertenso arterial (HA). Estudo prospectivo e transversal de pacientes do sexo masculino (n = 40), com idade mdia de 57,92 7,61 anos, sem complicaes cardiovasculares. Essa populao foi submetida s medidas de ITB, ecocardiograma (ECO), teste ergomtrico (TE) e exames laboratoriais. O ITB (direito e esquerdo) foi considerado anormal quando a relao entre a maior mdia das presses sistlicas dos tornozelos e dos braos foi inferior ou igual a 0,9 ou superior a 1,3 mmHg. A HVE foi identificada pelo ECO transtorcico; e a CF, pelo TE. Amostras sanguneas perifricas foram colhidas para o clculo do ERCF. Valores normais de ITB foram encontrados em 33 pacientes (82,5%), os quais foram includos no Grupo I; sete pacientes (17,5%) com ITB anormal constituram o Grupo II. Os ndices de massa do ndice de massa do ventrculo esquerdo (IMVE) ao ECO foram de 111,18 34,34 g/m (Grupo I) e de 150,29 34,06 g/m2 (Grupo II) (p = 0,009). A prevalncia de HVE foi de 4% (Grupo I) e de 35,3% (Grupo II) (p = 0,01), constatando-se diferenas significativas entre os grupos. Quanto CF no TE, no se registrou diferena entre os grupos. Em relao ao ERCF, a mdia do Grupo I foi inferior mdia do Grupo II: 13,18 2,11 versus 15,281,79 (p = 0,019). Em HA, a presena de HVE definida pelo IMVE esteve mais presente nos casos com ITB anormal, identificando maior risco cardiovascular.

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FUNDAMENTO: A medida da presso arterial (PA) pelo prprio paciente, sem protocolos rgidos, com treinamento adequado, aparelhos validados e no prprio domiclio, definida como automedida da presso arterial (AMPA). OBJETIVO: Avaliar a interferncia da AMPA na adeso ao tratamento e no controle pressrico. MTODOS: Participaram do estudo 57 pacientes, 38 no grupo de estudo (GE) e 19 no grupo de controle (GC). Esses pacientes foram seguidos por 12 meses e avaliados na randomizao (V1), bem como no sexto (V2) e no dcimo segundo ms (V3). Comparadas as mdias da PA pela medida casual, pela AMPA e pela monitorizao ambulatorial da presso arterial (MAPA), exames laboratoriais e as respostas ao questionrio sobre o estilo de vida. Os aparelhos utilizados foram: OMRON HEM 714, para a AMPA; OMRON 705 CP, para a medida casual; e Monitor SPACELABS 9002, para a MAPA. RESULTADOS: A idade mdia em anos foi de 62,05 10,78 e de 55,42 11,87 no GE e no GC (p = 0,03), respectivamente. Os valores da presso arterial sistlica (PAS) pela medida casual no GE e no GC foram: 140,01 16,73 mmHg e 141,79 23,21 mmHg em V1 (p = 0,72); 135,49 12,73 mmHg e 145,69 19,31 mmHg em V2 (p = 0,02); 131,64 19,28 mmHg e 134,88 23,21 mmHg em V3 (p = 0,59). Os valores da presso arterial diastlica (PAD) foram: 84,13 10,71 mmHg e 86,29 10,35 mmHg em V1 (p = 0,47); 81,69 10,88 mmHg e 89,61 11,58 mmHg em V2 (p = 0,02); 80,31 11,83 mmHg e 86 13,38 mmHg em V3 (p = 0,12). CONCLUSO: Os pacientes do GE apresentaram adeso ao tratamento no farmacolgico semelhante ao GC, mas tiveram maior adeso ao tratamento medicamentoso e utilizaram menor nmero de drogas anti-hipertensivas. No houve diferena entre os grupos na comparao do perfil metablico e da funo renal. (Arq Bras Cardiol. 2011; [online].ahead print, PP.0-0)

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FUNDAMENTO: O exame da glicose plasmtica de jejum (GPJ) preditor de complicaes aps Sndrome Coronariana Aguda (SCA). No entanto, seu valor prognstico ainda no est plenamente estabelecido em diferentes faixas etrias. OBJETIVO: Avaliar o papel da glicose plasmtica de jejum (GPJ) como preditor de evoluo, 30 dias aps a SCA, e comparar a associao da hiperglicemia com eventos cardiovasculares maiores (ECM): bito, reinfarto e revascularizao, em dois diferentes grupos etrios (<65 anos e &gt; 65 anos de idade). MTODOS: Coorte contempornea de pacientes hospitalizados por SCA no Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul (regio sul do Brasil). Nas primeiras 24 horas de internao, os pacientes responderam a um questionrio com informaes clnicas e foram coletadas amostras de sangue perifrico para a medio da GPJ. Os pacientes foram acompanhados durante a internao e por 30 dias para verificar a presena de ECM. A anlise estatstica foi realizada utilizando o SPSS 15.0 com o teste do qui-quadrado ou Exato de Fisher (variveis categricas) e o teste t de Student (variveis numricas). Anlise multivarivel foi utilizada para definir preditores independentes. RESULTADOS: 580 pacientes foram includos no estudo. A idade mdia foi 61,2 ( 12,3) anos, com 38,6% dos pacientes (224) com &gt;65 anos de idade, sendo que 67,7% (393) eram do sexo masculino. A anlise multivariada mostrou que, aps 30 dias de acompanhamento, apenas a GPJ (OR = 1,01, 95% CI: 1,00-1,01, P = 0,001) esteve associada ECM nas duas faixas etrias. CONCLUSO: A GPJ na internao foi preditor independente de ECM na fase precoce da SCA.

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FUNDAMENTO: Obesidade uma doena crnica, multifatorial, associada a aumento do risco cardiovascular, especialmente a insuficincia cardaca diastlica. OBJETIVO: Avaliar a funo diastlica do ventrculo esquerdo em obesos graves em pr-operatrio para cirurgia baritrica, relacionando com os fatores de risco cardiovascular e a estrutura cardaca. MTODOS: Trata-se de um estudo transversal, com 132 pacientes candidatos a cirurgia baritrica, submetidos a avaliao ecocardiogrfica transtorcica e dos fatores de risco cardiovascular, sendo: 97 mulheres (73,5%), idade mdia de 38,5 10,5 anos e IMC de 43,7 7,2 Kg/m. Foram divididos em trs grupos: 61 com funo diastlica normal, 24 com disfuno diastlica leve e 47 com disfuno diastlica moderada/grave, dos quais 41 com disfuno diastlica moderada (padro pseudonormal) e seis com disfuno diastlica grave (padro restritivo). RESULTADOS: Hipertenso arterial sistmica, idade e gnero foram diferentes nos grupos com disfuno diastlica. Os grupos com disfuno tiveram maior dimetro do trio esquerdo, do ventrculo esquerdo, volume do trio esquerdo em quatro e duas cmaras, ndice de volume atrial esquerdo e ndice de massa do ventrculo esquerdo corrigido para a superfcie corprea e para altura. CONCLUSO: A elevada frequncia de disfuno diastlica do ventrculo esquerdo na fase pr-clnica em obesos graves justifica a necessidade de uma avaliao ecocardiogrfica criteriosa, com o objetivo de identificar indivduos de maior risco, para que medidas de interveno precoce sejam adotadas.

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FUNDAMENTO: As doenas cardiovasculares possuem alta incidncia e prevalncia no Brasil, porm a participao na Reabilitao Cardaca (RC) limitada e pouco investigada no pas. A Escala de Barreiras para Reabilitao Cardaca (CRBS) foi desenvolvida para avaliar as barreiras participao e aderncia RC. OBJETIVO: Traduzir, adaptar culturalmente e validar psicometricamente a CRBS para a lngua portuguesa do Brasil. MTODOS: Duas tradues iniciais independentes foram realizadas. Aps a traduo reversa, ambas verses foram revisadas por um comit. A verso gerada foi testada em 173 pacientes com doena arterial coronariana (48 mulheres, idade mdia = 63 anos). Desses, 139 (80,3%) participantes de RC. A consistncia interna foi avaliada pelo alfa de Cronbach, a confiabilidade teste-reteste pelo coeficiente de correlao intraclasse (ICC) e a validade de construto por anlise fatorial. Testes-T foram utilizados para avaliar a validade de critrio entre participantes e no participantes de RC. Os resultados da aplicao em funo das caractersticas dos pacientes (gnero, idade, estado de sade e grau de escolaridade) foram avaliados. RESULTADOS: A verso em portugus da CRBS apresentou alfa de Cronbach de 0,88, ICC de 0,68 e revelou cinco fatores, cuja maioria apresentou-se internamente consistente e todos definidos pelos itens. O escore mdio para pacientes em RC foi 1,29 (desvio padro = 0,27) e para pacientes do ambulatrio 2,36 (desvio padro = 0,50) (p < 0,001). A validade de critrio foi apoiada tambm por diferenas significativas nos escores totais por sexo, idade e nvel educacional. CONCLUSO: A verso em portugus da CRBS apresenta validade e confiabilidade adequadas, apoiando sua utilizao em estudos futuros.

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FUNDAMENTO: De um modo geral, as operaes esto cada vez menos invasivas e a cirurgia cardaca comea a seguir por este caminho. OBJETIVO: Avaliar a evoluo de cem pacientes submetidos operao de revascularizao do miocrdio minimamente invasiva. MTODOS: O acesso ao corao deu-se atravs de pequena toracotomia lateral no 4 espao intercostal esquerdo, com 6 cm, iniciando-se ao nvel do mamilo. Pelo mesmo espao intercostal, 3 cm aps o trmino da inciso principal, foi inserida tica de 6,5 mm com 30. Nos casos em que a veia safena foi utilizada, o pericrdio foi aberto em cima da aorta e, com uma presso sistlica de 80 mmhg, foi pinada parcialmente, sendo a anastomose proximal feita de maneira convencional. As anastomoses distais foram feitas de modo convencional. O procedimento foi realizado sem circulao extracorporal (CEC) com auxlio de ventilao monopulmonar. RESULTADOS: A idade mdia foi de 63,9 10,66 anos. Sessenta e oito (68%) eram do sexo masculino. Cinquenta e trs (53%) encontravam-se em classe funcional III ou IV. A funo do ventrculo esquerdo era normal em cinquenta e trs (53%) pacientes. Quarenta e dois (42%) haviam sido submetidos angioplastia prvia. Foram realizadas 153 anastomoses distais, variando de 1 a 3. O tempo mdio de ventilao foi de 4,06 4,08 horas. Dezessete (17%) pacientes apresentaram fibrilao atrial e oito (8%) pneumonias. Houve dois bitos nesta srie. CONCLUSO: A revascularizao mostrou-se segura, com baixa mortalidade e morbidade. Com novos dispositivos, essa operao poder ter uma aplicabilidade maior.

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FUNDAMENTO: Embora os estudos tenham demonstrado uma alta preciso diagnstica da Tomografia Coronariana Multidetectores (TCMD) na deteco de Doena Arterial Coronariana (DAC), os dados sobre o valor prognstico desse mtodo so limitados. OBJETIVO: Determinar o valor da TCMD na predio de desfechos clnicos adversos em pacientes com suspeita de DAC. MTODOS: Foram avaliados prospectivamente 355 pacientes consecutivos (idade mdia de 58 12 anos; 252 do sexo masculino), com suspeita de DAC, entre janeiro de 2008 e junho de 2010. DAC pela TCMD foi definida como a presena de placa de ateroma observada em qualquer artria coronariana. Os desfechos clnicos adversos foram definidos como morte, infarto do miocrdio, angina instvel ou revascularizao miocrdica. RESULTADOS: Durante um acompanhamento mdio de 15 meses, houve 55 eventos cardacos. Na anlise multivariada utilizando-se o modelo de regresso de Cox, classe funcional da NYHA, diabetes, tabagismo e aterosclerose TCMD foram preditores de desfecho clnico adverso, e a presena de placa TCMD apresentou forte associao com desfechos clnicos adversos, independentemente de fatores de risco estabelecidos para DAC (hazard ratio 5,29; intervalo de confiana de 95%, 2,4 - 11,8; p < 0,001). CONCLUSO: A presena de aterosclerose demonstrada pela TCMD em pacientes com suspeita de DAC apresentou valor independente e incremental aos fatores de risco convencionais na predio de desfechos clnicos adversos, podendo se mostrar til na estratificao de risco desses pacientes.

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FUNDAMENTO: Estudos demonstram que a disperso da onda P (DP) e o ndice de volume do trio esquerdo (Aesc) so preditores de eventos cardiovasculares (EC). OBJETIVO: Verificar o valor prognstico da disperso da onda P e do Aesc para a ocorrncia de EC em pacientes com insuficincia cardaca. MTODOS: Estudo longitudinal e prospectivo com 78 pacientes consecutivos com idade mdia de 47,2 anos, sendo 52 homens, estveis com insuficincia cardaca, submetidos avaliao clnica, aos exames de eletrocardiograma e ao ecocardiograma, com seguimento de 26,5 meses. RESULTADOS: As mdias das variveis foram: 50 ms DP e 35,5 ml/m Aesc. Considerando-se DP > 40 ms e como referncia Aesc > 28 ml/m, o valor preditivo positivo da DP foi de 87,5% e o negativo de 76,9%. Durante o seguimento, 21 pacientes apresentaram EC. Houve associao entre as medidas do trio esquerdo, os volumes do ventrculo esquerdo e a frao de ejeo e EC. No houve associao entre a DP e EC. Pela anlise multivariada, o trio esquerdo e o Aesc foram preditores de eventos (p = 0,00 e 0,02). Pela curva de operao caracterstica para a varivel estvel EC, foram obtidas as reas de 0,80 e 0,69 para Aesc (p = 0,00) e Aesc > 28 ml/m (p = 0,01). As curvas de sobrevida (Kaplan-Meier) livre daqueles eventos para Aesc > 28 ml/m e para a etiologia chagsica demonstraram razo de chance de 14,4 (p = 0,00) e de 3,2 (p = 0,03). No houve diferena de evoluo entre pacientes com insuficincia cardaca isqumica e no isqumica. CONCLUSO: DP no esteve correlacionada a EC. Aesc foi um preditor independente de EC e os chagsicos apresentaram pior evoluo.

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FUNDAMENTO: A cintilografia de perfuso miocrdica (CPM) tem sido utilizada na avaliao da cardiopatia chagsica. OBJETIVO: Investigar o valor da CPM com tomografia computadorizada por emisso de fton nico (gated-SPECT) para detectar comprometimento cardaco precoce em pacientes chagsicos na fase indeterminada, que apresentam anomalias de movimento segmentar detectadas por exame de imagem por Doppler tecidual (IDT) strain derivada. MTODOS: Foram includos 40 indivduos (idade mdia: 25 2 anos, 50% homens) de uma rea endmica da doena de Chagas e com diagnstico sorolgico positivo. Todos foram submetidos CPM com gated-SPECT de 2 dias (repouso e estresse) e ecocardiografia. RESULTADOS: Trinta indivduos (75%) apresentaram resultados normais. Em trs casos (8%), a CPM apresentou resultado ligeiramente anormal e em sete foi ambgua. Em todos os casos com defeitos reversveis, os segmentos afetados foram coincidentes com aqueles com anomalias de movimento. Foi encontrada reduo na frao de ejeo ventricular esquerda (FEVE) &gt; 5% (&#916;LVEF% < -5) ps-estresse em 11 dos 40 indivduos (28%). Tanto o desvio padro fasederivado como a largura da banda do histograma mostraram diferena significativa entre o ps-estresse e a fase de repouso. Em ambos os casos, houve ligeira dessincronia em repouso normalizado no ps-estresse. CONCLUSO: Uma abordagem estresse-repouso com gated-SPECT vlida para detectar alteraes miocrdicas precoces, bem como dessincronia intraventricular na fase indeterminada da doena de Chagas em pacientes com anomalias no movimento segmentar previamente detectadas pela IDT strain derivada.

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FUNDAMENTO: Os indivduos com insuficincia renal crnica terminal esto sujeitos a um elevado estresse cardaco pelo carcter repetitivo e intermitente da terapia dialtica. As alteraes na sstole eltrica ventricular induzidas pela necessria terapia dialtica so um contributo importante na predio da ocorrncia de morte sbita arrtmica na insuficincia renal crnica terminal. OBJETIVO: O objetivo principal desta investigao avaliar o comportamento da repolarizao ventricular em face da terapia dialtica, mediante o estudo do intervalo QTc e disperso do QTc. MTODOS: A amostra em estudo inclui 47 indivduos sujeitos a hemodilise (61,7% do sexo masculino e 38,3% do sexo feminino) com idade mdia de 66,79 13,16 anos. Todos os indivduos foram sujeitos a trs eletrocardiogramas realizados em trs momentos durante a terapia dialtica (pr, durante e aps a sesso), sendo posteriormente analisada a sstole eltrica ventricular. RESULTADOS: Ocorreu um aumento do intervalo QTc mximo e da disperso do QTc associado terapia dialtica. Aliado ao aumento desses intervalos ocorreu um aumento do nmero de indivduos com critrios eletrocardiogrficos para hipertrofia ventricular esquerda, registando-se no perodo ps-dilise uma mdia superior do intervalo QTc mximo (473 27,63 mseg) e da disperso do QTc (58,95 18,87 mseg) desses indivduos, comparativamente aos indivduos sem HVE, 455,21 26,85 mseg e 44 16,41 mseg, respectivamente. CONCLUSO: O presente estudo confirmou um aumento do intervalo QTc e da disperso do QTc associado terapia dialtica. Esse aspecto refora a dependncia da repolarizao ventricular em relao ao equilbrio hdrico e eletroltico e sugere um perfil de maior vulnerabilidade arrtmica associada terapia dialtica.

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FUNDAMENTO: Desde que Wilcox, em 1997, descreveu uma forma simplificada de correo do Defeito Septal Atrioventricular (DSAV) com enxerto nico, diversos estudos tm sido realizados comparando-a tcnica com duplo enxerto. OBJETIVO: Relatar os resultados em mdio e longo prazos da correo de DSAV completo pela tcnica simplificada de enxerto nico. MTODOS: Estudo retrospectivo de 16 casos consecutivos arrolados entre janeiro de 2001 e dezembro de 2011. A idade mdia foi 18,31 34,19 meses (2 meses - 11 anos) e o peso 7,80 6,12 Kg (3,77 - 25,0 Kg); 6 pacientes eram do sexo masculino e 14 eram portadores de Sndrome de Down. O tempo de seguimento mdio foi de 54,97 47,79 meses. RESULTADOS: O tempo mdio de circulao extracorprea foi 74,63 18,48 min (49 - 112 min) e o de pinamento artico, de 46,44 11,89 min (34 - 67 min). Foram observados dois bitos hospitalares (12,5%), ambos por causa cardiovascular. Trs pacientes foram reoperados por regurgitao da valva atrioventricular (VA) esquerda e dois apresentaram bloqueio atrioventricular (BAV) completo com necessidade de implante de marca-passo definitivo. No houve nenhum caso de obstruo da via de sada do ventrculo esquerdo. Os 14 pacientes sobreviventes permanecem assintomticos, 10 deles com insuficincia da valva VA esquerda leve (71,42%). CONCLUSO: A tcnica simplificada com enxerto nico para correo de DSAV completo mostrou-se factvel, associada correo adequada dos defeitos e favorvel evoluo clnica e ecocardiogrfica nos 57,97 meses de seguimento mdio avaliados.

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FUNDAMENTO: O trastuzumabe (TZB) um anticorpo monoclonal humanizado recombinante usado no tratamento do cncer de mama HER2-positivo, com reconhecida cardiotoxicidade associada. Os mtodos para sua deteco subclnica precoce no esto bem estabelecidos. OBJETIVO: Avaliar a cardiotoxicidade induzida por TZB em pacientes (pts) portadoras de cncer de mama acompanhadas por um perodo de 3 meses de tratamento. MTODOS: Estudo prospectivo de pts consecutivas em tratamento com TZB para cncer de mama HER2-positivo avanado, admitidas entre maio e setembro de 2010. Foram comparados dados clnicos, laboratoriais e ecocardiogrficos antes da introduo de TZB e 3 meses aps o incio do tratamento com a droga. Foram estudadas a deteriorao da funo sistlica do ventrculo esquerdo (segundo critrios do Comit de Avaliao e Reviso Cardaca) e a funo diastlica (classificao da Sociedade Americana de Ecocardiografia). RESULTADOS: Estavam disponveis dados de 51 pacientes, cuja idade mdia era de 55,414,0 anos. Nenhuma paciente apresentou insuficincia cardaca sintomtica no terceiro ms. No houve diferenas na frao de ejeo do ventrculo esquerdo (FEVE) aos 3 meses (69,3 7,4 contra 67,1 6,5%, p &gt; 0,05), tendo sido observada reduo em 57,9% pts (em apenas uma a FEVE foi < 55%). Houve aumento significativo da relao E/e' (3,9 0,8 contra 8,0 1,9, p < 0,001) devido a uma reduo da velocidade e' (0,19 0,02 contra 0,10 0,03, p < 0,001). Os demais parmetros diastlicos permaneceram inalterados. Tanto o volume atrial esquerdo quanto o ventricular esquerdo permaneceram inalterados. No houve aumento dos nveis de peptdeo natriurtico tipo pr-B N-terminal. Durante o perodo de seguimento, duas pacientes morreram e duas foram internadas, todas por causas no cardiovasculares. CONCLUSO: Durante os trs primeiros meses de tratamento com TZB, nenhuma das pacientes apresentou insuficincia cardaca franca ou deteriorao significativa da FEVE. Detectou-se reduo significativa da relao e/e', porm sem alteraes importantes dos parmetros de carga e da FEVE.

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FUNDAMENTO: Em pacientes com Sndromes Coronarianas Agudas (SCA) sem Supradesnivelamento do Segmento ST (SST), sugere-se que uma srie de marcadores (clulas inflamatrias, hiperglicemia e funo renal) capaz de identificar indivduos com maior risco para eventos cardiovasculares. OBJETIVO: Avaliar o impacto desses parmetros laboratoriais em desfechos intra-hospitalares de pacientes com SCA sem SST. MTODOS: Foram avaliados prospectivamente 195 pacientes admitidos consecutivamente com SCA sem SST. Foram registrados dados clnicos, demogrficos e laboratoriais ao longo do perodo de internao no hospital, em relao ocorrncia ou no de eventos combinados. RESULTADOS: A idade mdia foi de 67 12 anos, e 52% eram homens. Na anlise da rea sob a curva ROC, somente a razo neutrfilo/linfcito (AUC: 70%, IC95%: 56%-82%, p = 0,006) e a creatinina (AUC: 62%, IC95%: 50%-80%, p = 0,03) discriminaram aqueles pacientes com SCA sem SST que apresentaram algum desfecho. Os pacientes que sofreram algum evento adverso durante a internao apresentaram menores contagens de linfcitos (1502 731 / mm vs. 2020 862 / mm; p = 0,002), menores taxas de filtrao glomerular (51 27 mL/min vs. 7734 mL/min; p < 0,001) e maiores nveis sricos de creatinina (2,1 2,7 mg/dL vs. 1,1 1,3 mg/dL; p = 0,047) do que aqueles que tiveram uma hospitalizao sem intercorrncias. A anlise de regresso logstica demonstrou que as variveis que permaneceram como preditores independentes e significativos foram: taxa de filtrao glomerular (OR: 1,03; IC95%: 1,00-1,13; p = 0,002), e contagem de linfcitos (OR: 1,02; IC95%: 1,01-1,04; p = 0,03). CONCLUSO: A avaliao da funo renal e a contagem de linfcitos fornecem uma informao potencialmente til para a estratificao prognstica em doentes com SCA sem SST.

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FUNDAMENTO: A associao do ndice tornozelo-braquial (ITB) com a medida do complexo mdio intimal das artrias cartidas (MCMI) no est amplamente estudada. OBJETIVO: Objetivamos avaliar se pacientes com ITB < 0,9 apresentam maior prevalncia de placa aterosclertica carotdea do que aqueles com ITB &gt; 0,9. MTODOS: No perodo de janeiro a dezembro de 2011, recrutamos 118 pacientes (48 homens e 70 mulheres) que tiveram seus ITB e MCMI mensurados. Os pacientes foram divididos em grupo 1 (ITB < 0,9) e grupo 2 (ITB &gt; 0,9). Utilizamos os testes de Mann-Whitney, qui-quadrado e Fischer para comparaes entre os grupos. Para avaliar correlao entre ITB e MCMI empregamos a correlao de Pearson. RESULTADOS: A prevalncia de ITB < 0,9 foi 29,7%, enquanto a da MCMI &gt; 1,5 mm de 34,7%. No houve diferena de caractersticas clnicas entre os grupos 1 e 2: idade mdia (64 9 vs. 62 7,2 anos, p = 0,1), homens (40% vs. 41%, p = 0,9), hipertenso (74% vs. 59%, p = 0,1), diabetes melito (54% vs. 35%, p = 0,051), dislipidemia 26% vs. 24%, p = 0,8), tabagismo (57% vs. 65%, p = 0,4). A prevalncia de placa carotdea foi maior no grupo 1 (48,6% vs. 28,9%, p = 0,04). A correlao de Pearson entre o ITB e a MCMI foi de - 0,235, com valor de p = 0,01. CONCLUSES: Pacientes com ITB < 0,9 apresentaram maior prevalncia de aterosclerose carotdea. Houve correlao negativa entre o ITB e a MCMI.