987 resultados para José , Santo-Gravat
Resumo:
O mapeamento da erosividade da chuva e da precipitação pluvial consiste de um instrumento prático e indispensável para o planejamento do uso do solo em escalas regionalizadas, como países, Estados ou grandes bacias hidrográficas. Nesse contexto, objetivou-se neste estudo analisar a continuidade espacial do potencial erosivo da chuva e da precipitação pluviométrica, nas escalas de tempo mensal e anual, e posterior mapeamento destas, para o Estado do Espírito Santo, visando fornecer informações básicas ao planejamento de uso e manejo sustentável do solo. Para isso, 129 estações pluviométricas foram empregadas no estudo; a erosividade da chuva foi calculada tendo-se como base equações de Fournier ajustadas para os Estados vizinhos, porém com características climáticas semelhantes. Observou-se forte estrutura de dependência espacial das variáveis regionalizadas, especialmente da erosividade da chuva, com predomínio do modelo de semivariograma exponencial. Quanto à precipitação pluvial, os valores do grau de dependência espacial foram inferiores aos obtidos para a erosividade; contudo, foi possível classificar a estrutura de dependência como moderada a forte. A região do Rio Doce foi classificada como de "alto" a "muito alto" potencial erosivo, cuja erosividade média anual variou de 7.000 a 11.460 MJ mm ha-1 h-1 ano-1. Nessa região, os solos, além de ocorrerem em relevo dissecado e serem pobres em nutrientes, apresentam déficit hídrico pronunciado, dificultando o estabelecimento da vegetação, e são aqueles de maior vulnerabilidade natural à erosão hídrica.
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La caverna de José Saramago té com a referència indubtable la imatge de la caverna del llibre VII de la República de Plató, i, tanmateix, Saramago no és un escriptor idealista o metafísic. Aquest article mostra com, tot aprofitant l¿aplicabilitat amb què Plató dota la seva imatge, Saramago defensa la necessitat de saber rebre els missatges de la terra, de la matèria, de no esdevenir presoners en las cavernes daurades de la societat occidental, i d¿esdevenir lliures en la natura, phýsis, i no pas lluny o més enllà, metá, d¿ella.
Resumo:
La caverna de José Saramago tiene como referencia indudable la imagen de la caverna del libro VII de la República de Platón, y, sin embargo, Saramago no és un escritor idealista o metafísico. Este artículo muestra cómo, aprovechando la aplicabilidad con que Platón dotó a su imagen, Saramago defiende la necesidad de saber recibir los mensajes de la tierra, de la materia, de no convertirnos en prisioneros en las cavernas doradas de la sociedad occidental, y de ser libres en la naturaleza, phýsis, y no lejos o más allá, metá, de ella.
Resumo:
The cave by José Saramago has as a certain reference the image of the cave of book VII of Plato's Republic and, however, Saramago is not an idealistic or metaphysical writer. This article, taking advantage of the applicability with which Plato endowed his image, defends the urge to be open to the messages sent by the earth, by matter, the urge not to become prisoners in the golden caves of the Western society and, finally, the urge to find our freedom in Nature, phýsis, and not far or beyond, metá, it.
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La caverna de José Saramago tiene como referencia indudable la imagen de la caverna del libro VII de la República de Platón, y, sin embargo, Saramago no és un escritor idealista o metafísico. Este artículo muestra cómo, aprovechando la aplicabilidad con que Platón dotó a su imagen, Saramago defiende la necesidad de saber recibir los mensajes de la tierra, de la materia, de no convertirnos en prisioneros en las cavernas doradas de la sociedad occidental, y de ser libres en la naturaleza, phýsis, y no lejos o más allá, metá, de ella.
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Na unidade geomorfológica dos Tabuleiros Costeiros dominam os solos com horizontes coesos, e alguns deles têm a presença de horizontes cimentados comumente do tipo fragipã. Esses horizontes interferem na dinâmica da água, no crescimento de raízes e, consequentemente, na nutrição mineral de plantas. O objetivo deste trabalho foi avaliar, por meio da dissolução seletiva, a participação de formas de Fe, Si e, ou, Al na coesão e, ou, cimentação de fragipãs e horizontes coesos em Argissolos e Espodossolos da região dos Tabuleiros Costeiros do sul da Bahia e norte do Espírito Santo. Para isso, foram realizadas extrações seletivas de Fe, Si e Al por ditionito-citrato-bicarbonato de sódio (DCB) e oxalato ácido de amônio. Os maiores teores de Fe, Si e, principalmente, Al extraídos por oxalato de amônio nos fragipãs sugerem que, na gênese desses horizontes, formas de baixa cristalinidade desses elementos agem como cimentantes químicos. As dissoluções seletivas não evidenciaram a participação de formas de alta ou baixa cristalinidade de Fe, Si e, ou, Al na gênese dos horiozontes coesos em solos dos Tabuleiros Costeiros. Os Argissolos Amarelos apresentaram goethitas com alta substituição isomórfica de Fe por Al, condizente com o ambiente de forte intemperização, não redutivo e pH ácido onde esses solos se encontram nos Tabuleiros Costeiros. A substituição isomórfica de Fe por Al nos óxidos de Fe cristalinos apresentaram relação com o grau de cristalinidade e teor de Fe obtido na primeira extração com o DCB.
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Este artículo pretende analizar y etiquetar la obra producida por Josep Guinovart (1927-2007), a partir de Federico García Lorca, Joan Salvat-Papasseit, Salvador Espriu, José Hierro y Ramón Guillem, dentro del formato"Libro-Arte." Unas veces la obra es el resultado de un esfuerzo en tándem, otras es el testimonio visual y poético de un mismo sentir. En cualquiera de los casos veremos como la creación artística de uno potencia y enriquece la del otro.
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Dentro de la serie de Urgoiti Editores sobre los grandes nombres de la ciencia histórica en España, se publica la tercera obra dedicada a los arqueólogos y prehistoriadores de la primera mitad del siglo XX. Tras los estudios de Jordi Cortadella sobre Pere Bosch Gimpera (1981-1974) y Fernando Wulff sobre Adolf Schulten (1870-1960), y a la espera del trabajo de Gloria Mora sobre Hugo Obermaier (1877-1946), ve la luz el estudio que Margarita Díaz Andreu ha dedicado a una de las figuras más nombradas, pero a la par más desconocidas, de la arqueología española: José Ramón Mélida y Alinari (1856-1933).