1000 resultados para Perfil do Profissional de Recursos Humanos


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OBJETIVO: Descrever a estrutura fsica, recursos humanos e modalidades de ateno existentes nos centros de ateno psicossocial (CAPS). MTODOS: Foram includos no estudo 21 CAPS para atendimento de adultos, vinculados Secretaria Municipal de Sade de So Paulo (SP), entre 2007 e 2008. Foram coletadas informaes sobre as instalaes fsicas dos servios, recursos humanos disponveis e procedimentos de cuidado ao paciente, utilizando instrumento padronizado. Foram realizados anlise descritiva dos dados e o teste de qui-quadrado para testar a associao entre os tipos de atividades e a origem e localizao dos servios. RESULTADOS: Dez servios foram criados como ambulatrios e posteriormente transformados, oito eram hospitais-dia e apenas trs foram criados como CAPS. Nenhum servio funcionava diariamente durante 24 horas. Metade dos servios funcionava em imveis alugados, com instalaes fsicas inadequadas especialmente para atendimentos grupais. A composio das equipes dos servios foi bastante diversa. As atividades desempenhadas nos CAPS foram heterogneas, com maior valorizao das atividades grupais desenvolvidas com usurios dentro dos CAPS e pouca integrao aos outros equipamentos de sade. As atividades grupais de arte e cultura foram as mais freqentes em todos os servios. Os servios de origem ambulatorial apresentavam atividades artesanais e os que haviam sido hospitais-dia realizavam mais atividades de integrao psicofsica. O perfil de atividades relacionou-se distribuio regional dos servios. CONCLUSES: A heterogeneidade dos CAPS parece se relacionar histria dos programas de sade mental implementados no municpio desde a dcada de 1980 e diversidade socioeconmica e cultural das regies da cidade, bem como s diferentes composies das equipes observadas. Diferentes modelos de ateno psicossocial foram encontrados, desde a constituio de "equipamentos-sntese" dos quais os usurios no recebem alta, at servios que encaminham e do alta aps a estabilizao dos sintomas dos usurios, numa tentativa de construo de uma rede de cuidados.

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Estudo conduzido com o objetivo de contribuir para o planejamento e implementao de polticas de qualificao profissional no campo da sade. Foram analisados 14 cursos de graduao da rea da sade: biomedicina, cincias biolgicas, educao fsica, enfermagem, farmcia, fisioterapia, fonoaudiologia, medicina, medicina veterinria, nutrio, odontologia, psicologia, servio social e terapia ocupacional, no perodo de 1991 a 2008. Dados sobre nmero de ingressantes, taxa de ocupao de vagas, distribuio de concluintes por habitante, gnero e renda familiar foram coletados a partir dos bancos do Ministrio da Educao. Para o curso de medicina, a relao foi de 40 candidatos por vaga nas instituies pblicas contra 10 nas privadas. A maioria dos ingressantes era composta por mulheres. A regio Sudeste concentrou 57% dos concluintes, corroborando o desequilbrio de distribuio regional das oportunidades de formao de profissionais de sade e indicando a necessidade de polticas de incentivo reduo dessas desigualdades.

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OBJETIVO: Analisar o perfil de voluntrios e seu processo de trabalho em humanizao hospitalar. PROCEDIMENTOS METODOLGICOS: Foram utilizados como instrumentos questionrio sociodemogrfico e entrevista semi-estruturada, aplicados a 26 coordenadores de voluntariado e 26 voluntrios, pertencentes a 25 hospitais da Regio Metropolitana de So Paulo, entre 2008 e 2009. As entrevistas foram analisadas segundo os princpios da anlise temtica. ANLISE DOS RESULTADOS: Cinco temas principais foram formulados: perfil do voluntrio (idade, sexo, faixa de renda); organizao do trabalho voluntrio (termo de compromisso, treinamento); relaes voluntariado-hospital (relacionamento com a direo do hospital e com os funcionrios); motivao (solidariedade, experincia anterior com doenas prprias ou de familiares, realizao pessoal, resoluo de conflitos) e beneficirios (individual, dual, coletivo); humanizao e atividades dos voluntrios (cuidados ao paciente, apoio logstico, apoio emocional, desenvolvimento de habilidades dos pacientes, recreao, organizao de eventos comemorativos). CONCLUSES: Na atividade desenvolvida pelos voluntrios h aspectos positivos (como a contribuio para a humanizao hospitalar), bem como problemticos (como a realizao de atividades que so atribuies de funcionrios). necessria ateno normatizao das atividades voluntrias, especialmente no cuidado com os pacientes, bem como s aes de valorizao do voluntariado nos hospitais e integrao dos voluntrios com os grupos de trabalho de humanizao.

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Discute-se o reconhecimento do crescente papel de demandas e atores extra-acadmicos na dinmica da formao de recursos humanos para o mercado e, em particular, para a pesquisa. Sua atuao em sinergia com o movimento de amadurecimento do sistema setorial de inovao em sade e com as prioridades do Sistema nico de Sade tambm discutida. analisada a adequao da metodologia do processo de avaliao da Coordenao de Aperfeioamento de Pessoal de Nvel Superior a essas tendncias. De maneira geral, isso significa agregar novos indicadores de produtividade tecnolgica e social aos critrios predominantemente acadmicos j existentes. Discute a continuidade e o aprofundamento das iniciativas em curso no sentido de admitir novos formatos de programas e cursos de ps-graduao, cursos customizados a demandas do mercado extra-acadmico, entre outros, sejam sociais ou tecnolgico-empresariais, bem como o aprofundamento das iniciativas para o estmulo aos estgios ps-doutorais, escassos no Brasil.

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Ao profissional de hoje exigido o domnio de competncias que transcendem a sua prpria funo, rea ou nvel de qualificao, colocando-se assim s empresas o desafio de identificar e desenvolver as referidas competncias, a partir de uma gesto de recursos humanos (GRH) que tenha por base as competncias, seja ela uma gesto mais ou menos formalizada. A gesto por competncias permite uma gesto estratgica, integrada e coerente dos processos de GRH, na medida em que poder ser transversal a todos os seus subsistemas e acontece de forma articulada com os objetivos globais do negcio. Neste contexto, emerge a investigao que se segue, um estudo exploratrio, de cariz qualitativo que tem como objetivos compreender em profundidade a realidade de diversas empresas em termos de competncias transversais valorizadas e as suas prticas de gesto de recursos humanos baseadas em competncias. Entrevistamos dez gestores de recursos humanos e administradores de empresas, com um nmero diferenciado de trabalhadores, representando assim as micro, peque- nas, mdias e grandes empresas do norte de Portugal. Conclumos que as competncias transversais mais valorizadas pelas empresas so a flexibilidade, relacionamento interpessoal, adaptao mudana e trabalho em equipa. Esta investigao permitiu ainda compreender que a presena das competncias na GRH caracterizada por uma forte informalidade. Nesta informalidade, as competncias transversais esto presentes na contratao, na reteno e nos planos de desenvolvimento, sendo menos frequente a sua utilizao em prticas como a gesto e avaliao de desempenho, gesto de carreiras e gesto de benefcios e recompensas. Estes resultados representam vantagens para a produo cientfica e para as empre- sas, sistemas de ensino, profissionais e estudantes, no s pela importncia que as competncias e as competncias transversais assumem no mercado de hoje e porque fornecem dados atualizados e pistas para investigaes futuras.

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Trabalho de natureza profissional para a atribuio do Ttulo de Especialista do Instituto Politcnico do Porto, na rea de Recursos Humanos, defendido a 26-09-2012.

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Mestrado em Gesto e Avaliao de Tecnologias em Sade

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O conceito de Liderana tem sido amplamente estudado por diversos autores, sendo j considerado pela literatura como um tema clssico evolutivo. A investigao que aqui se apresenta pretende compreender a mais recente abordagem a esse conceito - a Liderana Autntica, no contexto especfico de um CH pblico em Portugal. Alm disso, seu propsito perceber se uma Liderana Autntica preditora de um Clima Organizacional Autentiztico e se ambos os construtos explicam a Satisfao - com o trabalho em geral e com a superviso - e a Sade Mental dos trabalhadores. Procura, ainda, mediante anlises exploratrias, estudar a influncia de algumas variveis demogrficas e profissionais na Liderana Autntica, no Clima Organizacional Autentiztico, na Satisfao e na Sade. Participaram neste estudo de caso 278 trabalhadores, de diferentes grupos profissionais e vnculos contratuais, tendo os resultados obtidos apontado para uma indubitvel relao preditiva entre a Liderana Autntica e a Satisfao com a Superviso, a Satisfao com o Trabalho em Geral e a Sade Mental. A Liderana Autntica igualmente uma preditora significativa do Clima Organizacional Autentiztico. Este ltimo afigura-se, para a amostra, como explicativo de maior Satisfao e Sade Mental dos trabalhadores. No que respeita ao estudo das variveis demogrficas (sexo, idade, estado civil e habilitaes literrias) e profissionais (vnculo contratual, grupo profissional, nvel da organizao, antiguidade e sexo do superior hierrquico) em funo das variveis em estudo (Liderana Autntica, Clima Organizacional Autentiztico, Satisfao e Sade), concluiu-se que as mulheres evidenciam nveis inferiores de Sade Mental, comparativamente aos homens. Os homens denotam menor perceo de Liderana Autntica que as mulheres. Os mais escolarizados evidenciam menor Sade Mental e maior perceo de Liderana Autntica que os menos escolarizados. O grupo tcnico de sade est mais satisfeito com o trabalho em geral mas evidencia menor Sade Mental que o grupo tcnico operacional. Os trabalhadores cuja chefia do sexo feminino demonstram nveis inferiores de Sade Mental. Por fim, comparadas as percees de Liderana Autntica entre chefias e trabalhadores no chefias, inferimos que so os primeiros a perceber os lderes como mais autnticos. O estudo apresenta as suas concluses e aponta estratgias de interveno em termos da Gesto e Desenvolvimento e Recursos Humanos para o CH em investigao.

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Nas ltimas dcadas assistimos a transformaes econmicas, tecnolgicas, polticas e sociais, que influenciaram diretamente o modo de pensar e agir nas organizaes. O conceito de competncias, com uma valorizao crescente, surge como uma alternativa abordagem da gesto de recursos humanos por funes, respondendo aos desafios atuais do mercado: necessidade de flexibilidade, de adaptao a mudanas contnuas, exigncias crescentes do mercado e competitividade das organizaes nesse mercado. A rea da sade, e concretamente a profisso de Enfermagem tambm tem evoludo, surgindo em 2009, uma nova forma de operacionalizar a carreira destes profissionais. No que diz respeito aos enfermeiros com funes de gesto, o contedo funcional est descrito, contudo, no existe uma definio clara das competncias requeridas para estes profissionais. Este trabalho de investigao, de cariz exploratrio, utilizando uma metodologia qualitativa, pretendeu propor uma estratgia de definio de um modelo de competncias para os enfermeiros com funes de gesto em Portugal. Para isso, definimos categorias de competncias, atravs da anlise da literatura e da legislao. Seguiu-se a realizao de entrevistas a um painel de doze peritos, e uma anlise de contedo dos dados (categorizao do tipo misto). Procedemos a uma comparao da recolha emprica de competncias com as da recolha terica, e definimos uma lista de 10 competncias para as funes de gesto dos enfermeiros: Competncias Tcnicas de Gesto; Competncias Interpessoais; Comunicao; Gesto de Recursos Humanos; Pensamento Crtico; Conhecimento de Polticas de Sade; Competncias Tcnicas de Enfermagem; Organizao e Planeamento; Trabalho de Equipa; Preocupao pela Qualidade. De forma a complementar o estudo, pretendemos identificar a perceo das lacunas de competncias nos enfermeiros com funes de gesto, e identificar os processos de desenvolvimento de competncias considerados mais relevantes para estes profissionais. As lacunas identificadas nas competncias dos atuais enfermeiros com funes de gesto, face s mais valorizadas, so reduzidas e dispersas, pelo que consideramos pouco significativas. A forma de desenvolvimento de competncias mais valorizado pelo painel de peritos foi a formao (acadmica e em contexto profissional). Foi tambm realada a importncia do empenho individual neste processo, assim como a avaliao de competncias antes dos enfermeiros assumirem funes de gesto.Consideramos que esta investigao traz contributos quer para a literatura da Gesto por Competncias, quer para a literatura da definio de competncias das funes dos enfermeiros com funes de gesto, quer para a profisso de enfermagem, (nomeadamente, para as funes de gesto dos enfermeiros), quer para o prprio SNS, j que faz algumas propostas e sugestes para a evoluo das prticas de gesto de pessoas.

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Dissertao apresentada ao Instituto Politcnico do Porto para obteno do Grau de Mestre em Gesto das Organizaes, Ramo de Gesto de Empresas. Orientada por Prof. Doutor Manuel Salvador Gomes de Arajo

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O panorama atual da emergncia e socorro de primeira linha em Portugal, carateriza-se por uma grande aposta ao longo dos ltimos anos num incremento contnuo da qualidade e da eficincia que estes servios prestam s populaes locais. Com vista prossecuo do objetivo de melhoria contnua dos servios, foram realizados ao longo dos ltimos anos investimentos avultados ao nvel dos recursos tcnicos e ao nvel da contratao e formao de recursos humanos altamente qualificados. Atualmente as instituies que prestam socorro e emergncia de primeira linha esto bem dotadas ao nvel fsico e ao nvel humano dos recursos necessrios para fazerem face aos mais diversos tipos de ocorrncias. Contudo, ao nvel dos sistemas de informao de apoio emergncia e socorro de primeira linha, verifica-se uma inadequao (e por vezes inexistncia) de sistemas informticos capazes de suportar convenientemente o atual contexto de exigncia e complexidade da emergncia e socorro. Foi feita ao longo dos ltimos anos, uma forte aposta na melhoria dos recursos fsicos e dos recursos humanos encarregues da resposta semergncia de primeira linha, mas descurou-se a rea da gesto e anlise da informao sobre as ocorrncias, assim como, o delinear de possveis estratgias de preveno que uma anlise sistematizada da informao sobre as ocorrncias possibilita. Nas instituies de emergncia e socorro de primeira linha em Portugal (bombeiros, proteo civil municipal, PSP, GNR, polcia municipal), prevalecem ainda hoje os sistemas informticos apenas para o registo das ocorrncias posteriori e a total inexistncia de sistemas de registo de informao e de apoio deciso na alocao de recursos que operem em tempo real. A generalidade dos sistemas informticos atualmente existentes nas instituies so unicamente de sistemas de backoffice, que no aproveitam a todas as potencialidades da informao operacional neles armazenada. Verificou-se tambm, que a geo-localizao por via informtica dos recursos fsicos e de pontos de interesse relevantes em situaes crticas inexistente a este nvel. Neste contexto, consideramos ser possvel e importante alinhar o nvel dos sistemas informticos das instituies encarregues da emergncia e socorro de primeira linha, com o nvel dos recursos fsicos e humanos que j dispem atualmente. Dado que a emergncia e socorro de primeira linha um domnio claramente elegvel para a aplicao de tecnologias provenientes dos domnios da inteligncia artificial (nomeadamente sistemas periciais para apoio deciso) e da geo-localizao, decidimos no mbito desta tese desenvolver um sistema informtico capaz de colmatar muitas das lacunas por ns identificadas ao nvel dos sistemas informticos destas instituies. Pretendemos colocar as suas plataformas informticas num nvel similar ao dos seus recursos fsicos e humanos. Assim, foram por ns identificadas duas reas chave onde a implementao de sistemas informticos adequados s reais necessidades das instituies podem ter um impacto muito proporcionar uma melhor gesto e otimizao dos recursos fsicos e humanos. As duas reas chave por ns identificadas so o suporte deciso na alocao dos recursos fsicos e a geolocalizao dos recursos fsicos, das ocorrncias e dos pontos de interesse. Procurando fornecer uma resposta vlida e adequada a estas duas necessidades prementes, foi desenvolvido no mbito desta tese o sistema CRITICAL DECISIONS. O sistema CRITICAL DECISIONS incorpora um conjunto de funcionalidades tpicas de um sistema pericial, para o apoio na deciso de alocao de recursos fsicos s ocorrncias. A inferncia automtica dos recursos fsicos, assenta num conjunto de regra de inferncia armazenadas numa base de conhecimento, em constante crescimento e atualizao, com base nas respostas bem sucedidas a ocorrncias passadas. Para suprimir as carncias aos nvel da geo-localizao dos recursos fsicos, das ocorrncias e dos pontos de interesse, o sistema CRITICAL DECISIONS incorpora tambm um conjunto de funcionalidades de geo-localizao. Estas permitem a geo-localizao de todos os recursos fsicos da instituio, a geo-localizao dos locais e as reas das vrias ocorrncias, assim como, dos vrios tipos de pontos de interesse. O sistema CRITICAL DECISIONS visa ainda suprimir um conjunto de outras carncias por ns identificadas, ao nvel da gesto documental (planos de emergncia, plantas dos edifcios) , da comunicao, da partilha de informao entre as instituies de socorro e emergncia locais, da contabilizao dos tempos de servio, entre outros. O sistema CRITICAL DECISIONS o culminar de um esforo colaborativo e contnuo com vrias instituies, responsveis pela emergncia e socorro de primeira linha a nvel local. Esperamos com o sistema CRITICAL DECISIONS, dotar estas instituies de uma plataforma informtica atual, inovadora, evolutiva, com baixos custos de implementao e de operao, capaz de proporcionar melhorias contnuas e significativas ao nvel da qualidade da resposta s ocorrncias, das capacidades de preveno e de uma melhor otimizao de todos os tipos de recursos que tm ao dispor.

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Destina-se o presente trabalho a ser apresentado em sede de provas para a obteno do ttulo de especialista em Direito, de acordo com o que estabelece o Decreto-Lei n. 206/2009, de 31 de Agosto. De facto, importa sublinhar que, tal como resulta do nosso curriculum vitae, exercemos o cargo de Secretrio do ISCAP, cargo poca legalmente equiparado a director de servios, durante cerca de quinze anos, concretamente entre Maro de 1992 e Julho de 2007, sendo, ento, responsvel por todas as reas administrativas e pela rea financeira. No obstante, no perodo seguinte, e j como Vice-presidente do Conselho Directivo do ISCAP, continuamos a ser responsveis por vrias reas de servios, designadamente pela rea da gesto de recursos humanos. Esta a razo da escolha do presente tema para concretizar o trabalho de natureza profissional previsto na legislao em vigor. E, efectivamente, parece-nos de grande oportunidade o tema que nos propomos tratar. Partindo da legislao anterior, passaremos anlise da presente legislao, concretamente a nova lei de vnculos e carreiras, aqui abordando as recentes alteraes ao estatuto de carreira do pessoal docente do ensino superior politcnico, para terminar demonstrando as consequncias (designadamente as financeiras) para o ISCAP de todas estas alteraes. Ora, em perodo de forte conteno financeira, indispensvel saber com exactido quais podero ser as exigncias colocadas Escola para satisfazer a entrada na carreira de um grupo, ainda numeroso, de docentes. Por outro lado, no se pense que no so desejveis estas admisses. Pelo contrrio, elas significam uma melhor qualificao do corpo docente, seja pela via da obteno do grau de doutor, seja pela via da obteno do ttulo de especialista, ambas indispensveis para cumprir com os critrios hoje previstos no regime jurdico das instituies de ensino superior (RJIES), sem os quais o ISCAP ficaria fortemente limitado na sua oferta formativa, particularmente no que aos cursos de mestrado diz respeito. A verdade, porm, que o legislador procurou garantir, e quanto a ns bem, a todos aqueles que contassem com um mnimo de trs anos de servio no regime de tempo integral ou dedicao exclusiva, um lugar de efectivo numa das categoria da carreira docente, mas no curou de dotar as instituies de ensino superior (IES) com as correspondentes dotaes oramentais que lhes permitam suportar os aumentos, que podero ser exponenciais, nos encargos com salrios derivados desta transio. Por estas razes, o regime transitrio constitui-se como um claro desafio capacidade de gesto das IES. At, pelo menos, 2015 tero de viver na incerteza quanto ao nmero de docentes que conseguiro acabar o seu doutoramento ou obter o ttulo de especialista, o mesmo dizer viver na incerteza quanto s verbas a afectar para pagar as remuneraes de todos estes, particularmente se os mesmos ainda estiverem contratados como assistentes ou equiparados a assistente. Por opo prpria optamos por escrever na forma antiga, ou seja, no adoptamos o Acordo Ortogrfico.

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Mestrado em Interveno Scio-Organizaional na Sade - Ramo de especializao: Interveno Comunitria

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A educao e a formao constituem um dos maiores desafios do nosso tempo, interpelando no s professores, mas tambm gestores e polticos. Partindo desse desejo, desenvolvemos um trabalho que teve como ponto de partida a seguinte questo de investigao: como percepcionam os professores adjuntos do ensino superior politcnico de enfermagem as exigncias e necessidades de formao emergentes dos actuais desafios do sistema educativo? O mbito desta investigao circunscreve-se formao e tem por objectivos: compreender a problemtica da formao de professores do ensino superior politcnico de enfermagem luz das actuais polticas educativas, numa perspectiva de mudana e desenvolvimento pessoal e profissional; compreender se a formao constitui uma prioridade e que importncia lhe atribuem os professores; compreender o papel das escolas superiores de enfermagem face formao dos seus docentes; conhecer os constrangimentos vivenciados pelos professores na vertente formao e como interferem na mudana das prticas de ensino; analisar a relao entre concepes da formao dos professores de enfermagem e a histria pessoal e familiar, institucional e a realizao de projectos pessoais; compreender a importncia atribuda aos valores na formao de estudantes do curso de licenciatura em enfermagem e na formao de professores; contribuir com sugestes para a mudana das prticas de formao dos professores de enfermagem. Para se atingir estes objectivos construiu-se um quadro terico onde se cruzam diferentes concepes, modelos e paradigmas, competncias, dimenso tica, deontologia e valores, apoiados numa abordagem diacrnica de formao de professores com especial incidncia na rea de enfermagem. O processo metodolgico recai sobre o paradigma qualitativo, compreensivo e interpretativo, que inclui uma fase de trabalho mais extensivo, com recurso ao inqurito por questionrio. E, na segunda fase de trabalho, mais em profundidade, optmos pela realizao de inqurito por entrevista, narrativa e anlise documental recorrendo-se anlise temtica de contedo. A 1 fase do estudo desenvolveu-se em sete escolas superiores de enfermagem oficiais pblicas do pas incluindo as Regies Autnomas dos Aores e Madeira. Decorreu num contexto de grande interesse manifestado pelos sessenta e quatro professores adjuntos que nele participaram. A 2 fase desenvolveu-se em trs escolas superiores de enfermagem oficiais pblicas e com a participao de trs professores adjuntos. Os resultados obtidos na investigao permitem concluir que a formao merece todo o interesse pelos professores no sentido de mudana de paradigma dessa formao como contributo para a melhoria da qualidade do ensino e resposta aos actuais desafios da sociedade. Salienta-se, ainda, a necessidade de uma maior autonomia e participao dos professores no processo de formao e a criao de parcerias nacionais e internacionais entre escolas superiores de enfermagem, universidades e outros pases da Europa. So, tambm, relevantes os constrangimentos vivenciados pelos professores no que concerne a formao, salientando-se, nomeadamente a falta de tempo, demasiadas actividades a desenvolver, horrios rgidos, turmas demasiado numerosas, a escassez de recursos humanos e financeiros, falta de incentivos por parte das direces de escolas e a inexistncia de planos de formao. Sugere-se que: as escolas dem mais ateno formao de professores; se definam critrios de formao coerentes e de acordo com o interesse e necessidade de formao dos docentes e a criao de planos de formao conducentes ao estabelecimento de uma poltica educativa de formao.

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OBJETIVO : Realizar metassíntese da literatura sobre os principais conceitos e práticas relacionados à educação permanente em saúde. MÉTODOS : Foi realizada busca bibliográfica de artigos originais nas bases de dados PubMed, Web of Science, Lilacs, IBECS e SciELO, utilizando os seguintes descritores: “ public health professional education ”, “ permanent education”, “continuing education ”, “ permanent education health ”. De um total de 590 artigos identificados, após os critérios de inclusão e exclusão, foram selecionados 48 para análise, os quais foram submetidos à análise individual, análise comparativa, análise com critérios de agrupamentos de elementos-chave e submetidos à metassíntese. RESULTADOS : Os 48 artigos originais foram classificados como elementos-chave em quatro unidades temáticas: 1) Concepções; 2) Estratégias e dificuldades; 3) Políticas públicas; e 4) Instituições formadoras. Foram encontradas três concepções principais de educação permanente em saúde: problematizadora e focada no trabalho em equipe, diretamente relacionada à educação continuada e educação que se dá ao longo da vida. As principais estratégias para efetivação da educação permanente foram a problematização, manutenção de espaços para a educação permanente e polos de educação permanente. O maior fator limitante foi relacionado à gerência direta ou indireta. Foram indicadas a necessidade de implementação e manutenção de políticas públicas, além de disponibilidade de recursos financeiros e de recursos humanos. As instituições formadoras teriam necessidade de articular ensino e serviço para a formação de egressos críticos-reflexivos. CONCLUSÕES : A articulação educação e saúde encontra-se pautada tanto nas ações dos serviços de saúde, quanto de gestão e de instituições formadoras. Assim, torna-se um desafio implementar processos de ensino-aprendizagem que sejam respaldados por ações crítico-reflexivas. É necessário realizar propostas de educação permanente em saúde com a participação de profissionais dos serviços, professores e profissionais das instituições de ensino.