819 resultados para Cardiovascular-disease Mortality
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Endothelial-selective delivery of therapeutic agents, such as drugs or genes, would provide a useful tool for modifying vascular function in various disease states. A potential molecular target for such delivery is E-selectin, an endothelial-specific cell surface molecule expressed at sites of activation in vivo and inducible in cultured human umbilical vein endothelial cells (HUVEC) by treatment with cytokines such as recombinant human interleukin 1β (IL-1β). Liposomes of various types (classical, sterically stabilized, cationic, pH-sensitive), each conjugated with mAb H18/7, a murine monoclonal antibody that recognizes the extracellular domain of E-selectin, bound selectively and specifically to IL-1β-activated HUVEC at levels up to 275-fold higher than to unactivated HUVEC. E-selectin-targeted immunoliposomes appeared in acidic, perinuclear vesicles 2–4 hr after binding to the cell surface, consistent with internalization via the endosome/lysosome pathway. Activated HUVEC incubated with E-selectin-targeted immunoliposomes, loaded with the cytotoxic agent doxorubicin, exhibited significantly decreased cell survival, whereas unactivated HUVEC were unaffected by such treatment. These results demonstrate the feasibility of exploiting cell surface activation markers for the endothelial-selective delivery of biologically active agents via immunoliposomes. Application of this targeting approach in vivo may lead to novel therapeutic strategies in the treatment of cardiovascular disease.
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In the last decade, a number of quantitative epidemiological studies of specific diseases have been done in developing countries that for the first time allow estimation of the total burden of disease (mortality and morbidity) attributable to use of solid fuels in adult women and young children, who jointly receive the highest exposures because of their household roles. Few such studies are available as yet for adult men or children over 5 years. This paper evaluates the existing epidemiological studies and applies the resulting risks to the more than three-quarters of all Indian households dependent on such fuels. Allowance is made for the existence of improved stoves with chimneys and other factors that may lower exposures. Attributable risks are calculated in reference to the demographic conditions and patterns of each disease in India. Sufficient evidence is available to estimate risks most confidently for acute respiratory infections (ARI), chronic obstructive pulmonary disease (COPD), and lung cancer. Estimates for tuberculosis (TB), asthma, and blindness are of intermediate confidence. Estimates for heart disease have the lowest confidence. Insufficient quantitative evidence is currently available to estimate the impact of adverse pregnancy outcomes (e.g., low birthweight and stillbirth). The resulting conservative estimates indicate that some 400–550 thousand premature deaths can be attributed annually to use of biomass fuels in these population groups. Using a disability-adjusted lost life-year approach, the total is 4–6% of the Indian national burden of disease, placing indoor air pollution as a major risk factor in the country.
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Allostatic load (AL) has been proposed as a new conceptualization of cumulative biological burden exacted on the body through attempts to adapt to life's demands. Using a multisystem summary measure of AL, we evaluated its capacity to predict four categories of health outcomes, 7 years after a baseline survey of 1,189 men and women age 70–79. Higher baseline AL scores were associated with significantly increased risk for 7-year mortality as well as declines in cognitive and physical functioning and were marginally associated with incident cardiovascular disease events, independent of standard socio-demographic characteristics and baseline health status. The summary AL measure was based on 10 parameters of biological functioning, four of which are primary mediators in the cascade from perceived challenges to downstream health outcomes. Six of the components are secondary mediators reflecting primarily components of the metabolic syndrome (syndrome X). AL was a better predictor of mortality and decline in physical functioning than either the syndrome X or primary mediator components alone. The findings support the concept of AL as a measure of cumulative biological burden.
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Human aging is impacted severely by cardiovascular disease and significantly but less overtly by renal dysfunction. Advanced glycation endproducts (AGEs) have been linked to tissue damage in diabetes and aging, and the AGE inhibitor aminoguanidine (AG) has been shown to inhibit renal and vascular pathology in diabetic animals. In the present study, the effects of AG on aging-related renal and vascular changes and AGE accumulation were studied in nondiabetic female Sprague-Dawley (S-D) and Fischer 344 (F344) rats treated with AG (0.1% in drinking water) for 18 mo. Significant increases in the AGE content in aged cardiac (P < 0.05), aortic (P < 0.005), and renal (P < 0.05) tissues were prevented by AG treatment (P < 0.05 for each tissue). A marked age-linked vasodilatory impairment in response to acetylcholine and nitroglycerine was prevented by AG treatment (P < 0.005), as was an age-related cardiac hypertrophy evident in both strains (P < 0.05). While creatinine clearance was unaffected by aging in these studies, the AGE/ creatinine clearance ratio declined 3-fold in old rats vs. young rats (S-D, P < 0.05; F344, P < 0.01), while it declined significantly less in AG-treated old rats (P < 0.05). In S-D but not in F344 rats, a significant (P < 0.05) age-linked 24% nephron loss was completely prevented by AG treatment, and glomerular sclerosis was markedly suppressed (P < 0.01). Age-related albuminuria and proteinuria were markedly inhibited by AG in both strains (S-D, P < 0.01; F344, P < 0.01). These data suggest that early interference with AGE accumulation by AG treatment may impart significant protection against the progressive cardiovascular and renal decline afflicting the last decades of life.
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Introdução: As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no Brasil e no mundo e apresentam importante contribuição para a carga global de doenças. A dieta tem sido considerada um dos determinantes primários do estado de saúde dos indivíduos, atuando na modulação dos fatores de risco metabólicos para doença cardiovascular. Objetivos: Desenvolver um modelo conceitual para a relação entre fatores de risco metabólicos e investigar sua associação com padrões de dieta de adultos e idosos residentes no município de São Paulo. Métodos: Estudo transversal de base populacional com amostra probabilística de adultos e idosos, residentes em área urbana do município de São Paulo, que participaram do Inquérito de Saúde do Município de São Paulo, realizado em duas fases entre os anos de 2008 e 2011 (estudo ISA Capital 2008). Na primeira fase do estudo, 1.102 adultos e idosos, de ambos os sexos, foram entrevistados no domicílio, por meio da aplicação de questionário estruturado e do recordatório alimentar de 24 horas. Na segunda fase, 642 indivíduos adultos e idosos foram reavaliados quanto ao consumo alimentar por meio da aplicação, por telefone, do segundo recordatório alimentar, e, destes, 592 participaram da coleta domiciliar de amostras de sangue venoso, da medição antropométrica e da aferição da pressão arterial por técnico de enfermagem. Os alimentos relatados em ambos os recordatórios foram agrupados segundo a similaridade do valor nutricional e hábitos alimentares da população, e corrigidos pela variância intrapessoal da ingestão por procedimentos estatísticos da plataforma online Multiple Source Method. Os grupos de alimentos foram analisados por meio de análise fatorial exploratória e confirmatória (manuscrito 1) e por modelos de equações estruturais exploratórios (manuscrito 3), a fim de obter os padrões de dieta. O modelo conceitual da relação entre os fatores de risco metabólicos (leptina sérica, proteína C-reativa de alta sensibilidade sérica, pressão arterial sistólica e diastólica, razão colesterol total/lipoproteína de alta densidade, razão triacilglicerol/lipoproteína de alta densidade, glicemia de jejum plasmática, circunferência da cintura e peso corporal) foi obtido por modelos de equações estruturais estratificados por sexo (manuscrito 2). Por fim, a associação dos padrões de dieta com o modelo conceitual proposto (manuscrito 3) foi investigada por modelos de equações estruturais exploratórios. Índices de qualidade de ajuste foram estimados para avaliar a adequação de todos os modelos. As análises foram realizadas no programa Mplus versão 6.12. Resultados: No manuscrito 1, a análise fatorial exploratória revelou a existência de dois padrões de dieta, os quais apresentaram boa qualidade de ajuste na análise fatorial confirmatória quando aplicados os pontos de corte de cargas fatoriais |0,25| na rotação oblíqua Promax. No manuscrito 2, a relação entre os fatores de risco metabólicos foi diferente entre os sexos. Nas mulheres, a leptina sérica apresentou efeitos indiretos e positivos, mediados pelo peso corporal e pela circunferência da cintura, em todos os fatores de risco avaliados. Já nos homens, a leptina sérica apresentou efeitos diretos e positivos sobre a proteína C-reativa de alta sensibilidade e efeitos indiretos e positivos (mediados pelo peso corporal e pela circunferência da cintura) sobre a razão triacilglicerol/lipoproteína de alta densidade, colesterol total/lipoproteína de alta densidade e glicemia de jejum plasmática. No manuscrito 3, foram obtidos três padrões de dieta, dos quais o Tradicional apresentou relação direta e negativa com a leptina sérica e relação indireta e negativa com o peso corporal e a circunferência da cintura, bem como com os demais fatores de risco metabólicos. Já o padrão Prudente apresentou relação direta e negativa com a pressão arterial sistólica, enquanto o padrão Moderno não se associou aos fatores de risco metabólicos investigados. Conclusão: Diferenças nos padrões de dieta de acordo com o tipo de rotação fatorial empregada foram observadas. A relação entre os fatores de risco metabólicos para doença cardiovascular foi distinta entre homens e mulheres, sendo a leptina um dos possíveis hormônios envolvidos. Os padrões de dieta Tradicional e Prudente associaram-se inversamente com os fatores de risco metabólicos, desempenhando uma importante estratégia de prevenção e controle às doenças cardiovasculares no país.
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A adesão ao tratamento ocorre quando o conselho médico ou de saúde coincide com o comportamento do indivíduo, ao uso de medicamentos, cumprimento da dieta e mudanças no estilo de vida, não sendo, portanto, um ato não passivo do paciente. Em pacientes com hipertensão arterial sistêmica a adesão ao tratamento pode ser definida como o grau de cumprimento das medidas terapêuticas indicadas, sejam elas medicamentosas ou não, com o objetivo de manter a pressão arterial em níveis pressóricos normais. A não adesão em pacientes com doenças crônicas em tratamento a longo prazo em países desenvolvidos é em média de 50%, revelando a importância de serem avaliados os motivos que levam a esse comportamento. O estudo teve como objetivo avaliar a não adesão em idosos hipertensos de uma unidade pública de saúde de Ribeirão Preto - SP. Trata-se de um estudo de corte transversal, desenvolvido com uma amostra de 196 pessoas. A coleta de dados ocorreu entre agosto de 2014 até junho de 2015, após aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa. Para essa etapa foram utilizados os instrumentos Brief Medication Questionnaire, Medical Outcomes Studies 36-item Short Form Survey, Escore de Risco Global e Escore de Risco pelo Tempo de Vida. Após a coleta dos dados, as entrevistas foram codificadas, os dados foram tabulados e foi realizada a análise estatística descritiva e de correlação. Como resultado, constatou-se que houve predomínio de mulheres, com idade média de 69,4 anos, casados/união estável, não moravam sozinhos, com 1,85 pessoas na casa em média, de cor branca, com ensino fundamental incompleto, renda de até dois salários mínimos e aposentados/pensionistas, atendidos pelo SUS. Apresentaram hábitos de vida razoáveis, sem predomínio de consumo de bebidas alcoólicas, tabagismo, uso excessivo de sal e sedentarismo. A mais frequente comorbidade associada à HAS foi a dislipidemia. Foi observado elevado predomínio de fatores de risco cardiovasculares como obesidade abdominal, obesidade geral, comorbidades, razão de lipídeos e fatores agravantes como proteína c reativa ultrassensível, microalbuminúria e síndrome metabólica. A maioria da amostra foi classificada como sendo portador de risco cardiovascular alto após estratificação do risco. A percepção da qualidade de vida relacionada à saúde foi considerada baixa na maioria principalmente devido a limitações emocionais. A não adesão esteve presente em quase metade dos idosos, relacionada principalmente à complexidade da farmacoterapia e dificuldade em lembrar sobre o uso de seus medicamentos. Não foi observada correlação entre a não adesão e as variáveis estudadas. Conclui-se que o comportamento de não adesão observado não esteve relacionada às variáveis estudadas nessa amostra e que são necessárias intervenções urgentes para reduzir o risco cardiovascular e prevenir doenças cardiovasculares e mortalidade, bem como melhora da percepção da qualidade de vida relacionada à saúde.
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Trabalho Final do Curso de Mestrado Integrado em Medicina, Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, 2014
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Enquadramento: As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte, cuja etiologia surge da conjugação de fatores de risco, causando uma patogenia complexa. Objetivos: identificar quais os fatores de risco, em presença, nos profissionais de saúde do Centro Hospitalar Tondela-Viseu; analisar a relação das variáveis sociodemográficas (sexo e idade) com o risco cardiovascular. Métodos: Estudo quantitativo e não experimental, transversal, descritivo e correlacional. Recorreu-se ao Questionário de Nível de Risco Cardiovascular (QNRC) (Cunha & Macário, 2012). A amostragem é não probabilística por conveniência, constituída por 1000 profissionais de saúde do Centro Hospitalar Tondela-Viseu. Resultados: Amostra maioritariamente feminina (71.3%), na faixa etária dos 36-45 anos (35.8%), a exercerem em serviços médicos (40.1%), destacando-se os enfermeiros (42.7%). Quanto à presença de fatores de risco cardiovascular, 5.2% são hipertensos; 3.5% são obesos; 1.6% sofrem de doença cardíaca; 1.6% sofrem de diabetes mellitus; verificou-se a presença de história familiar de hipertensão arterial (40.6%), obesidade (7.8%), doença cardíaca (15.9%), diabetes mellitus (23.4%); 69.9% apresentavam pressão arterial normal; 37.3% relataram hábitos tabágicos; 80.7% não apresentavam situação sem riso em relação aos triglicerídeos, mas em 19.3% esse estava presente; 61.9% não revelaram risco no parâmetro colesterol total, contudo, 38.1% patenteavam; 88.8% não apresentam risco quanto ao colesterol HDL, porém, 11.2% enquadravam-se no grupo de risco face ao colesterol HDL; 64.0% não apresentam valores de colesterol LDL considerados de risco, todavia, 36.0% revelaram valores de colesterol LDL considerados de risco. Conclusão: Os resultados apontam para a realização de sessões de esclarecimento na promoção da saúde e prevenção das doenças cardiovasculares para profissionais de saúde. Palavras-chave: Fatores de Risco Cardiovascular; Profissionais de Saúde.
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A doença cardiovascular constitui a causa de morte mais relevante em toda a Europa, incluindo Portugal, e é atualmente considerada como uma junção de doença arterial coronária nas suas diversas apresentações clínicas, eventos cerebrovasculares, doença arterial periférica e insuficiência cardíaca. De modo a contribuir para o estudo da importância de uma intervenção baseada numa estratégia populacional integrada na promoção de estilos de vida saudáveis, a principal finalidade deste estudo consistiu em definir o perfil de risco cardiovascular tendo por base os dados de prevalência de alguns fatores de risco, numa amostra de adultos (792 de ambos os sexos), em várias regiões de Portugal Continental. Para tal foram: caraterizados os hábitos alimentares, o contexto sociodemográfico dos adultos; analisadas as correlações entre o peso, perímetro da cintura, índice de massa corporal e a pressão arterial para ambos os sexos. Os resultados revelaram uma prevalência do excesso de peso, de obesidade e das respetivas caraterísticas, como o aumento do perímetro abdominal, e do IMC, sugerindo um contínuo de risco de doença cardiovascular. Verificou-se também uma elevada prevalência de hipertensão nos sujeitos com excesso de peso, sugerindo a existência de um risco cardiovascular acrescido. Os resultados obtidos neste estudo sustentam a necessidade de serem desenvolvidos planos de intervenção que contribuam para a redução do risco cardiovascular nos adultos. Palavras-chave: Estilos de vida; Hipertensão arterial; Índice de Massa Corporal; Obesidade; Risco Cardiovascular.
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AIM: Cardiovascular disease (CVD), particularly coronary heart disease and stroke, are the leading cause of morbidity and mortality worldwide. The common forms of CVD have a complex etiology in which interactions between multiple genetic and environmental factors play an important role. Dyslipidaemia is one of many independent cardiovascular risk factors that have been identified for CVD, and its correct identification is of great importance in order to implement specific interventions, especially for CVD prevention. The aim of this study was the construction of population specific lipid percentiles and the to present the characterization of the dyslipidaemia in the Portuguese population.
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OBJECTIVES Secretoneurin is produced in neuroendocrine cells, and the myocardium and circulating secretoneurin levels provide incremental prognostic information to established risk indices in cardiovascular disease. As myocardial dysfunction contributes to poor outcome in critically ill patients, we wanted to assess the prognostic value of secretoneurin in two cohorts of critically ill patients with infections. DESIGN Two prospective, observational studies. SETTING Twenty-four and twenty-five ICUs in Finland. PATIENTS A total of 232 patients with severe sepsis (cohort #1) and 94 patients with infections and respiratory failure (cohort #2). INTERVENTIONS None. MEASUREMENTS AND MAIN RESULTS We measured secretoneurin levels by radioimmunoassay in samples obtained early after ICU admission and compared secretoneurin with other risk indices. In patients with severe sepsis, admission secretoneurin levels (logarithmically transformed) were associated with hospital mortality (odds ratio, 3.17 [95% CI, 1.12-9.00]; p = 0.030) and shock during the hospitalization (odds ratio, 2.17 [1.06-4.46]; p = 0.034) in analyses that adjusted for other risk factors available on ICU admission. Adding secretoneurin levels to age, which was also associated with hospital mortality in the multivariate model, improved the risk prediction as assessed by the category-free net reclassification index: 0.35 (95% CI, 0.06-0.64) (p = 0.02). In contrast, N-terminal pro-B-type natriuretic peptide levels were not associated with mortality in the multivariate model that included secretoneurin measurements, and N-terminal pro-B-type natriuretic peptide did not improve patient classification on top of age. Secretoneurin levels were also associated with hospital mortality after adjusting for other risk factors and improved patient classification in cohort #2. In both cohorts, the optimal cutoff for secretoneurin levels at ICU admission to predict hospital mortality was ≈ 175 pmol/L, and higher levels were associated with mortality also when adjusting for Simplified Acute Physiology Score II and Sequential Organ Failure Assessment scores. CONCLUSIONS Secretoneurin levels provide incremental information to established risk indices for the prediction of mortality and shock in critically ill patients with severe infections.
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S/N 037017-024-01504-1 (GPO).
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Hyperhomocysteinemia is a potential risk factor for vascular disease and is associated with endothelial dysfunction, a predictor of adverse cardiovascular events. Renal patients (end-stage renal failure (ESRF) and transplant recipients (RTR)) exhibit both hyperhomocysteinemia and endothelial dysfunction with increasing evidence of a causative link between the 2 conditions. The elevated homocysteine appears to be due to altered metabolism in the kidney (intrarenal) and in the uremic circulation ( extrarenal). This review will discuss 18 supplementation studies conducted in ESRF and 6 in RTR investigating the effects of nutritional therapy to lower homocysteine. The clinical significance of lowering homocysteine in renal patients will be discussed with data on the effects of B vitamin supplementation on cardiovascular outcomes such as endothelial function presented. Folic acid is the most effective nutritional therapy to lower homocysteine. In ESRF patients, supplementation with folic acid over a wide dose range ( 2 - 20 mg/day) either individually or in combination with other B vitamins will decrease but not normalize homocysteine. In contrast, in RTR similar doses of folic acid normalizes homocysteine. Folic acid improves endothelial function in ESRF patients, however this has yet to be investigated in RTR. Homocysteine-lowering therapy is more effective in ESRF patients than RTR.
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Background: Rates of cardiovascular disease and renal disease in Australian Aboriginal communities are high, as is the prevalence of some 'traditional' cardiovascular (CV) risk factors, such as diabetes and cigarette smoking. Recent work has highlighted the importance of markers of inflammation, such as C-reactive protein (CRP), homocysteine and albuminuria as predictors of cardiovascular risk in urban westernised settings. It is not clear how these factors relate to outcome in the setting of these remote communities, but very high CRP concentrations have been shown in this and other Aboriginal communities. Methods and results: In a cross-sectional survey including 237 adults in a remote Aboriginal community in the Northern Territory of Australia, we measured carotid intima-media thickness (IMT), together with blood pressure, diabetes, lipid levels, smoking and albuminuria, CRP and fibrinogen, serum homocysteine concentration, and IgG titres for Chlamydia pneumoniae, Helicobacter pylori and cytomegalovirus. Median carotid IMT was 0.63 [interquartile range 0.54-0.71] mm. As a categorical outcome, the prevalence of the highest IMT quartile ('increased IMT', greater than or equal to0.72 mm) was compared with the lower three quartiles. Increased IMT was associated in univariate analyses with greater waist circumference, systolic BP, fibrinogen and serum albumin concentrations, urine albumin/creatinine ratio and older age as continuous variables. Associations of increased IMT with some continuous variables were not linear; univariate associations were seen with the highest quartile (versus all other quartiles) of CRP and homocysteine concentration and CMV IgG titre. In a multivariate model age, smoking, waist circumference and the highest quartile of CRP concentrations (greater than or equal to14 mg/l) remained significant predictors of IMT greater than or equal to0.72 mm. Conclusions: Measurement of carotid IMT was possible in this remote setting. Increased IMT (greater than or equal to0.72 mm) was associated with increased CRP concentrations over a range that suggests infection/inflammation may be important determinants of cardiovascular risk in this setting. The associations of IMT with markers of renal disease seen in univariate analyses were explained in this analysis by confounding due to the associations of urine ACR with other risk factors. (C) 2004 Published by Elsevier Ireland Ltd.