1000 resultados para Caprinovinocultura Rio Grande do Norte


Relevância:

100.00% 100.00%

Publicador:

Resumo:

Os nveis de sade foram estudados atravs de uma srie histrica (1956-1965), para a Regio Taquari-Antas, composta de 50 municpios, com uma populao aproximada de 1.300.000 habitantes e cerca de 20% da populao do Estado do Rio Grande do Sul, Brasil. A diminuio do coeficiente de mortalidade geral observada e o aumento da mortalidade proporcional, sugere uma melhora do nvel de sade e isto se observou para as trs reas comparadas (Regio Taquari-Antas, Estado do Rio Grande do Sul e Prto Alegre, capital do Estado). A curva de mortalidade proporcional - curva de NELSON DE MORAES - apresentou a forma de um "J" normal, caracterizando um nvel de sade regular. Observou-se queda da natalidade para o perodo de estudo, fato que se deve levar em considerao no planejamento da assistncia materno-infantil. A mortalidade infantil apresentou decrscimo considervel somente no perodo 1959-1960 e, a partir desse ano, at 1965, houve flutuaes, no se observando, entretanto, queda ou melhora significativa. As principais causas de bitos foram as doenas do aparelho circulatrio, dos sistemas nervoso, respiratrio e digestivo. A proporo de 35% de bitos classificados como mal definidos, reflete a precariedade da assistncia mdica na Regio. Do total de bitos, 3,3% foram por molstias transmissveis, sendo que a tuberculose foi responsvel por aproximadamente 50% das mortes por estas causas. A menor proporo de bitos por molstias transmissveis na Regio, quando comparada com a de Porto Alegre, municpio mais rico do Estado, pode ser explicada, em parte, pela grande proporo de bitos mal definidos e pela migrao de pacientes, uma vez que os recursos sanitrios disponveis na regio so bastante inferiores aos da Capital do Estado.

Relevância:

100.00% 100.00%

Publicador:

Resumo:

A assistncia mdico-sanitria foi estudada para a Regio Taquari-Antas, composta de 50 municpios, com uma populao aproximada de 1.300.000 habitantes e cerca de 20% da populao do Estado do Rio Grande do Sul. A rede sanitria da regio composta de 47 unidades no havendo homogeneidade na sua distribuio, pois a 13. Regio Sanitria a que se encontra em condies mais favorveis, apresenta uma unidade sanitria para cada 22.300 habitantes, enquanto que, em outras regies, esta proporo varia de 53.500 a 73.500 habitantes. O atendimento mdico foi bastante baixo, de 0,4 consultas por hora, por mdico, enquanto que em Porto Alegre, embora tenha sido tambm baixo, foi de 1,5. A rede estadual de dispensrios de tuberculose conta com 27 unidades e exceto num nico caso funciona junto a centros de sade, integrando a unidade polivalente. A proporo da populao por cada dispensrio de 631.450 habitantes enquanto que para Porto Alegre e para o Estado de respectivamente 238.060 e 255.220 habitantes. A rede de dispensrios de hansenase composta de 37 unidades, havendo uma proporo de 123.900 habitantes por unidade. A Regio Taquari-Antas apresenta melhor proporo que o Estado e Porto Alegre uma vez que o nmero de habitantes por unidade de respectivamente 186.243 e 315.530 habitantes. Os servios de sade mental funcionam integrados s unidades sanitrias, atravs de seus 10 ambulatrios contando cada um deles com um mdico psiquiatra. Para a Regio verifica-se a relao de um ambulatrio para 681.454 habitantes, enquanto no Estado de um para 689.100 e em Porto Alegre de um para 233.250 habitantes. Em relao aos recursos humanos existe um mdico para cada 2.655 habitantes, variando esta proporo, por regio sanitria, de 1.778 e 4.528 habitantes por mdico. Esta proporo bastante baixa quando comparada com o padro proposto pela OMS de um mdico para cada 1.000 habitantes. Na rede das unidades sanitrias existem apenas 10 profissionais de enfermagem concentrados em 5 municpios, ou seja, 45 municpios no contam com este tipo de profissional em seus Centros de Sade. Portanto, existe uma proporo bem maior de mdicos que de enfermagem, embora o padro daquele esteja tambm baixo.

Relevância:

100.00% 100.00%

Publicador:

Resumo:

Descreve-se o comportamento epidemiolgico do ttano no Rio Grande do Sul, atravs da anlise de 136 fichas epidemiolgicas de pacientes acometidos pela doena em todo o Estado. As gestantes e os escolares foram detectados como os principais grupos populacionais a serem vacinados, reduzindo-se com esta medida, a longo prazo, 80% do problema.

Relevância:

100.00% 100.00%

Publicador:

Resumo:

Apresenta-se estudo dos casos e bitos de cncer notificados Unidade de Informtica da Secretaria da Sade e do Meio Ambiente do do Rio Grande do Sul, Brasil no ano de 1979. A distribuio etria da morbimortalidade apresentou tendncia, acentuadamente crescente com a idade. No sexo masculino, as localizaes anatmicas de maior mortalidade, em ordem decrescente, foram: traquia, brnquios e pulmo; estmago; esfago; prstata e leucemias. Na incidncia repetiram-se as mesmas localizaes com introduo da pele em segundo lugar e sada das leucemias. No sexo feminino, mama; estmago; tero, outras localizaes especificadas e as no especificadas; traquia, brnquios e pulmo; e colo do tero, foram as cinco primeiras localizaes de maior mortalidade. As neoplasias malignas da mama foram as que apresentaram maior incidncia. Seguiram-se as neoplasias malignas da pele, do colo do tero, das outras localizaes especificadas e as no especificadas do tero e do estmago. A distribuio geogrfica mostrou uma morbimortalidade maior na 1ª, 3ª, 7ª, 10ª e 13ª Delegacia Regional de Sade, em regies caracterizadas ou por um elevado ndice de industrializao ou pela existncia de grandes propriedades rurais onde praticada a pecuria extensiva. Uma vez feita a padronizao, as neoplasias malignas de esfago e laringe, apresentaram-se com coeficientes elevados, superando, no caso do esfago, os coeficientes de outros pases.

Relevância:

100.00% 100.00%

Publicador:

Resumo:

Estudou-se a estrutura de correlao de variveis da rea de Sade Pblica para a obteno de um "ndice do Nvel de Sade" para os municpios do Rio Grande do Sul. Utilizando o valor deste ndice para cada municpio formamos 18 grupos homogneos ("clusters") ordenados de forma decrescente de carncia quanto ao nvel de sade. Outros ndices foram encontrados: "ndice de Imunizao" e "ndice de No-Assistncia Mdico-Hospitalar". A varivel mortalidade proporcional para menores de 5 anos, do conjunto total das variveis trabalhadas, foi a que apresentou maior poder discriminativo e de diagnstico; o peso ao nascer com menos de 2.700g, foi de menor poder diagnstico.

Relevância:

100.00% 100.00%

Publicador:

Resumo:

Por meio de um conjunto de indicadores de sade, pretendeu-se hierarquizar as delegacias regionais de sade do Estado do Rio Grande do Sul (Brasil), no perodo de 1979 a 1982. Selecionaram-se cinco indicadores clssicos: mortalidade proporcional em menores de cinco anos, coeficiente de Swaroop-Uemura, coeficiente de mortalidade infantil, mortalidade proporcional por doenas infecciosas e percentual de bitos mal definidos que apresentaram maior peso relativo usando metodologia de anlise fatorial. Estes indicadores foram padronizados, utilizando a varivel Z, ponderados, utilizando coeficiente de escore fatorial, e as regies administrativas foram classificadas em sete grupos. Todos os grupos apresentaram melhora no nvel de sade, no perodo observado. Atravs do conceito de risco foram sugeridos alguns indicadores para integrarem a vigilncia epidemiolgica de sade que permitiram hierarquizar as delegacias regionais de sade, com vistas a estabelecer prioridades em termos de aes de sade e aplicao de recursos.

Relevância:

100.00% 100.00%

Publicador:

Resumo:

A partir de dados coletados para um estudo de casos e controles sobre mortalidade infantil por doenas infecciosas e desnutrio realizado em Porto Alegre e Pelotas, RS (Brasil), comparou-se as causas de bito constantes do atestado mdico com as causas obtidas atravs de uma reviso detalhada, realizada pela equipe da investigao. Concluiu-se que as estatsticas oficiais no so fidedignas, tendo havido sobre-registro de broncopneumonias (CID 485X) e de septicemias (CID 038.9), e sub-registro de gastroenterites (CID 009.1) e de mortes sbitas (CID 798.0). A concordncia entre os atestados refeitos e os oficiais, em termos de grupos de causas de bito, foi de apenas 27.9%.

Relevância:

100.00% 100.00%

Publicador:

Resumo:

analisado o preenchimento dos itens existentes nas declaraes de bito registradas para o Municpio de Viamo, Rio Grande do Sul, Brasil, durante 1987. Os itens foram sistematizados segundo as informaes em branco, ignoradas ou incorretas. Observou-se uma pequena omisso no preenchimento dos dados de identificao do falecido, sendo maior no tocante aos antecedentes sociais e obsttricos, assistncia mdica e casos de morte violenta. Para melhorar o preenchimento das declaraes de bito sugere-se processo de sensibilizao contnua do mdico para a importncia dos dados por ele assinalados, capacitao de funcionrios administrativos que lidam com as declaraes e realizao de estudos de mortalidade setorizados por servios de sade.

Relevância:

100.00% 100.00%

Publicador:

Resumo:

apresentada anlise dos conhecimentos sobre a biogeografia das espcies de Biomphalaria transmissoras de Schistosoma mansoni, abrangendo os Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina (Brasil) bem como o relato do encontro de novas localidades colonizadas pelos planorbdeos. Comenta possibilidade da expanso da esquistossomose ao sul do Brasil.

Relevância:

100.00% 100.00%

Publicador:

Resumo:

Relata-se o primeiro caso de acidente por escorpio Tityus serrulatus ocorrido em Maro de 2001, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. Um paciente masculino de 21 anos, ao manipular produtos hortifrutigranjeiros provenientes de outros estados do Brasil, foi picado na mo por um escorpio Tityus serrulatus com repercusses locais e sistmicas, necessitando usar soro anti-escorpinico. O caso foi considerado relevante em termos epidemiolgicos, no sul do Brasil.

Relevância:

100.00% 100.00%

Publicador:

Resumo:

OBJETIVO: Descrever as caractersticas epidemiolgicas de mortalidade por suicdio em uma srie histrica de dez anos. MTODOS: Foram construdas sries histricas de mortalidade por suicdio no Rio Grande do Sul a partir de dados do Sistema de Notificao de Mortalidade do Ministrio da Sade, para o perodo 1980 a 1999. Os dados foram padronizados de acordo com os critrios da Organizao Mundial de Sade e analisados segundo variveis demogrficas clssicas. RESULTADOS: As taxas de suicdios durante todo o perodo estudado (coeficientes e mortalidade proporcional) configuraram-se como as maiores do Pas. Os coeficientes padronizados passaram de nveis em torno de 9/100.000 nos anos 80 para 11/100.000 em 1999. Esse alto nvel de mortalidade deveu-se principalmente ao aumento da mortalidade masculina, cujos coeficientes passaram de 14/100.000 para os atuais 20/100.000. A razo homemmulher aumentou de trs para cinco. Os maiores coeficientes correspondiam aos idosos, embora as taxas estejam aumentando na populao de adultos jovens. Pessoas vivas e aquelas ocupadas na agropecuria e pesca apresentaram coeficientes de mortalidade mais elevados. CONCLUSES: O estudo destaca o suicdio como um problema de sade coletiva no Rio Grande do Sul e revela caractersticas que contribuem para aes preventivas.

Relevância:

100.00% 100.00%

Publicador:

Resumo:

OBJETIVO: Investigar o efeito das desigualdades sociais nas taxas de cesariana em primparas, com gravidez nica e parto hospitalar. MTODOS: Estudo realizado no Estado do Rio Grande do Sul em 1996, 1998 e 2000. Foram utilizados dados do Sistema de Informao de Nascidos Vivos no clculo das taxas anuais e das razes de chance de cesariana (RC) brutas e ajustadas para condies sociais (escolaridade e idade maternas, etnia/cor da pele e macro-regional de sade), durao da gestao e nmero de consultas pr-natal. RESULTADOS: A taxa de cesarianas foi de 45%, e acima de 37% para todas as macro-regionais. As taxas aumentaram entre: mulheres de etnia indgena e negra, mulheres com mais de 30 anos, residentes nas macro-regies Metropolitana, Vales e Serra, e com mais de seis consultas no pr-natal. Razes brutas e ajustadas indicaram taxas negativamente associadas para todas as categorias de etnia/cor, quando comparadas cor branca da pele do recm-nascido, em especial para etnia indgena (RCaj=0,43; IC 95%: 0,31-0,59), positivamente associadas escolaridade (RCaj=3,52; IC 95%: 3,11-3,99) e idade maternas mais elevadas (RCaj=6,87; IC 95%: 5,90-8,00), e maior nmero de consultas pr-natal (RCaj=2,16; IC 95%: 1,99-2,35). Os efeitos de idade e escolaridade mostraram estar parcialmente mediados pelo maior nmero de consultas pr-natal nas mulheres com idade e escolaridade mais elevadas. As taxas variaram entre as macro-regionais, sendo maiores na regio da Serra, economicamente mais rica. CONCLUSES: Altas taxas de cesariana no sul do Brasil constituem problema de sade pblica e esto associadas a fatores sociais, econmicos e culturais, os quais podem levar ao mau-uso da tecnologia mdica na ateno ao parto.

Relevância:

100.00% 100.00%

Publicador:

Resumo:

OBJETIVO: Descrever a construo e o teste de rotina para anlise das interna-es psiquitricas pelo Sistema nico de Sade, a partir de seu banco de dados (Datasus), e analisar as caractersticas e tendncias dessas internaes. MTODOS: Foram extrados dados das autorizaes de internao hospitalar dos anos de 2000 a 2004, no Rio Grande do Sul. Os dados referentes a 91.233 internaes foram processados por meio de sintaxes pelo programa SPSS, tendo sido testada a confiabilidade das rotinas. Foram descritas as freqncias das internaes em hospitais gerais e psiquitricos, e os principais diagnsticos, com anlise de tendncias por modelos de regresso polinomial. RESULTADOS: As confiabilidades intra e interavaliador foram de 100%. Observou-se tendncia de crescimento na proporo das internaes por transtornos de humor e de diminuio naquelas por esquizofrenia e por transtornos orgnicos. A proporo de internaes por transtorno por uso de substncias manteve-se estvel. Houve tendncia crescente na proporo do nmero de internaes psiquitricas em hospitais gerais, apresentando um crescimento de 97,7% no perodo. CONCLUSES: Foram evidenciadas a confiabilidade e a viabilidade das rotinas apresentadas, sugerindo o uso dos arquivos do Sistema de Informaes Hospitalares como fonte de dados para a avaliao contnua das internaes psiquitricas pelo Sistema nico de Sade. As alteraes observadas nas propores de internaes psiquitricas podem ter sido devido s mudanas: no tipo de pacientes; no padro de diagnsticos, conhecido como vis de diagnstico orientado pelo tratamento; e na legislao.

Relevância:

100.00% 100.00%

Publicador:

Resumo:

OBJETIVO: O aumento da expectativa de vida nos pases em desenvolvimento tem provocado preocupao com a qualidade de vida e o bem-estar dos idosos, principalmente a ocorrncia de quedas. Nesse sentido, o objetivo do estudo foi descrever a prevalncia de quedas em idosos que vivem em asilos e fatores associados. MTODOS: Estudo de delineamento transversal na cidade de Rio Grande (RS), em 2007. Participaram 180 indivduos idosos (65 anos ou mais) residentes em asilos para acolhimento. Em entrevista, os idosos responderam a questes de instrumento pr-testado sobre a ocorrncia de quedas. Alm de anlise bivariada (Wald), foi realizada anlise por regresso de Poisson com clculo de razes de prevalncia e intervalos de confiana de 95%, ajustada para as variveis de confuso. RESULTADOS: A prevalncia de quedas entre os idosos asilados estudados foi de 38,3%. As quedas foram mais comuns no ambiente do asilo (62,3%), sendo o quarto o ambiente onde ocorreu o maior nmero de quedas (23%). Na anlise ajustada, as quedas se mantiveram associadas com cor da pele branca, com os idosos separados e divorciados, com depresso, e maior quantidade referida de medicamentos para uso contnuo. CONCLUSES: O estudo mostra que a prevalncia de quedas entre idosos asilados alta. Embora alguns dos possveis fatores associados sejam passveis de preveno, ainda ocorrem quedas em locais que deveriam ser considerados seguros, como o quarto do idoso.

Relevância:

100.00% 100.00%

Publicador:

Resumo:

OBJETIVO: Analisar os determinantes da mortalidade neonatal, segundo modelo de regresso logstica multinvel e modelo hierrquico clssico. MTODOS: Estudo de coorte com 138.407 nascidos vivos com declarao de nascimento e 1.134 bitos neonatais registrados em 2003 no estado do Rio Grande do Sul. Foram vinculados os registros do Sistema de Informaes sobre Nascidos Vivos e Mortalidade para o levantamento das informaes sobre exposio no nvel individual. As variveis independentes incluram caractersticas da criana ao nascer, da gestao, da assistncia sade e fatores sociodemogrficos. Fatores associados foram estimados e comparados por meio da anlise de regresso logstica clssica e multinvel. RESULTADOS: O coeficiente de mortalidade neonatal foi 8,19 por mil nascidos vivos. As variveis que se mostraram associadas ao bito neonatal no modelo hierrquico foram: baixo peso ao nascer, Apgar no 1 e 5 minutos inferiores a oito, presena de anomalia congnita, prematuridade e perda fetal anterior. Cesariana apresentou efeito protetor. No modelo multinvel, a perda fetal anterior no se manteve significativa, mas a incluso da varivel contextual (taxa de pobreza) indicou que 15% da variao da mortalidade neonatal podem ser explicados pela variabilidade nas taxas de pobreza em cada microrregio. CONCLUSES: O uso de modelos multinveis foi capaz de mostrar pequeno efeito dos determinantes contextuais na mortalidade neonatal. Foi observada associao positiva com a taxa de pobreza, no modelo geral, e com o percentual de domiclios com abastecimento de gua entre os nascidos pr-termos.