962 resultados para inhibitory assays
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One of the more intriguing aspects of transforming growth factor beta 1 (TGF beta 1) is its ability to function as both a mitogenic factor for certain mesenchymal cells and a potent growth inhibitor of lymphoid, endothelial, and epithelial cells. Data are presented indicating that c-myc may play a pivotal role in both the mitogenic and antiproliferative actions of TGF beta 1. In agreement with previous studies using C3H/10T1/2 fibroblasts constitutively expressing an exogenous c-myc cDNA, we show that AKR-2B fibroblasts expressing a chimeric estrogen-inducible form of c-myc (mycER) are able to form colonies in soft agar in the presence of TGF beta 1 only when c-myc is activated by hormone. Whereas these findings support a synergistic role for c-myc in mitogenic responses to TGF beta 1, we also find that c-myc can antagonize the growth-inhibitory response to TGF beta 1. Mouse keratinocytes (BALB/MK), which are normally growth-arrested by TGF beta 1, are rendered insensitive to the growth-inhibitory effects of TGF beta 1 upon mycER activation. This ability of mycER activation to block TGF beta 1-induced growth arrest was found to occur only when the fusion protein was induced with hormone in the early part of G1. Addition of estradiol late in G1 had no suppressive effect on TGF beta 1-induced growth inhibition.
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The acyclic nucleoside phosphonate analog 9-(2-phosphonylmethoxyethyl)adenine (PMEA) was recently found to be effective as an inhibitor of visna virus replication and cytopathic effect in sheep choroid plexus cultures. To study whether PMEA also affects visna virus infection in sheep, two groups of four lambs each were inoculated intracerebrally with 10(6.3) TCID50 of visna virus strain KV1772 and treated subcutaneously three times a week with PMEA at 10 and 25 mg/kg, respectively. The treatment was begun on the day of virus inoculation and continued for 6 weeks. A group of four lambs were infected in the same way but were not treated. The lambs were bled weekly or biweekly and the leukocytes were tested for virus. At 7 weeks after infection, the animals were sacrificed, and cerebrospinal fluid (CSF) and samples of tissue from various areas of the brain and from lungs, spleen, and lymph nodes were collected for isolation of virus and for histopathologic examination. The PMEA treatment had a striking effect on visna virus infection, which was similar for both doses of the drug. Thus, the frequency of virus isolations was much lower in PMEA-treated than in untreated lambs. The difference was particularly pronounced in the blood, CSF, and brain tissue. Furthermore, CSF cell counts were much lower and inflammatory lesions in the brain were much less severe in the treated lambs than in the untreated controls. The results indicate that PMEA inhibits the propagation and spread of visna virus in infected lambs and prevents brain lesions, at least during early infection. The drug caused no noticeable side effects during the 6 weeks of treatment.
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In the present study, we define a group of natural killer (NK) clones (group 0) that fails to lyse all of the normal allogeneic target cells analyzed. Their specificity for HLA class I molecules was suggested by their ability to lyse class I-negative target cells and by the fact that they could lyse resistant target cells in the presence of selected anti-class I monoclonal antibodies. The use of appropriate target cells represented by either HLA-homozygous cell lines or cell transfectants revealed that these clones recognized all the HLA-C alleles. By the use of monoclonal antibodies directed to either GL183 or EB6 molecules, we showed that the EB6 molecules were responsible for the recognition of Cw4 and related alleles, while the GL183 molecules recognized Cw3 (and related C alleles). These data suggest that the GL183 and the EB6 molecules can function, in individual NK clones, as independent receptors for two different groups of HLA-C alleles, (which include all known alleles for locus C), thus resulting in their inability to lyse all normal HLA-C+ target cells. Indirect immunofluorescence and fluorescence-activated cell sorting analysis revealed that the presently defined GL183+EB6+ group 0 NK clones brightly express EB6 molecules (EB6bright) while the GL183+EB6+ group 2 clones (unable to recognize Cw4) express an EB6dull phenotype. These data also imply that the density of EB6 receptors may be critical for the generation of an optimal negative signal upon interaction with appropriate HLA-C alleles.
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As doenças tropicais negligenciadas (DTNs) causam um imenso sofrimento para a pessoa acometida e em muitos casos podem levar o indivíduo a morte. Elas representam um obstáculo devastador para a saúde e continuam a ser um sério impedimento para a redução da pobreza e desenvolvimento socioeconômico. Das 17 doenças desse grupo, a leishmaniose, incluindo a leishmaniose cutânea, tem grande destaque devido sua alta incidência, os gastos para o tratamento e as complicações geradas em processos de coinfecção. Ainda mais agravante, os investimentos direcionados ao controle, combate e principalmente a inovação em novos produtos é ainda muito limitado. Atualmente, a academia tem um importante papel na luta contra essas doenças através da busca de novos alvos terapêuticos e também de novas moléculas com potencial terapêutico. É nesse contexto que esse projeto teve como meta a implantação de uma plataforma para a identificação de moléculas com atividade leishmanicida. Como alvo terapêutico, optamos pela utilização da enzima diidroorotato desidrogenase de Leishmania Viannia braziliensis (LbDHODH), enzima de extrema importância na síntese de novo de nucleotídeos de pirimidina, cuja principal função é converter o diidroorotato em orotato. Esta enzima foi clonada, expressa e purificada com sucesso em nosso laboratório. Os estudos permitiram que a enzima fosse caracterizada cineticamente e estruturalmente via cristalografia de raios- X. Os primeiros ensaios inibitórios foram realizados com o orotato, produto da catálise e inibidor natural da enzima. O potencial inibitório do orotato foi mensurado através da estimativa do IC50 e a interação proteína-ligante foi caracterizada através de estudos cristalográficos. Estratégias in silico e in vitro foram utilizadas na busca de ligantes, através das quais foram identificados inibidores para a enzima LbDHODH. Ensaios de validação cruzada, utilizando a enzima homóloga humana, permitiram identificar os ligantes com maior índice de seletividade que tiveram seu potencial leishmanicida avaliado in vitro contra as formas promastigota e amastigota de Leishmania braziliensis. A realização do presente projeto permitiu a identificação de uma classe de ligantes que apresentam atividade seletiva contra LbDHODH e que será utilizada no planejamento de futuras gerações de moléculas com atividade terapêutica para o tratamento da leishmaniose. Além disso, a plataforma de ensaios otimizada permitirá a avaliação de novos grupos de moléculas como uma importante estratégia na busca por novos tratamentos contra a leishmaniose
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Atualmente, a produtividade do feijoeiro comum (Phaseolus vulgaris L.) pode ser reduzida devido à ocorrência de doenças em todo o território nacional, destacando-se a murcha de fusário, causada por Fusarium oxysporum f. sp. phaseoli (Fop). No campo, o patógeno é disseminado a longas distâncias através das sementes infectadas e/ou contaminadas e a sua sobrevivência ocorre, principalmente, no solo. Os objetivos deste trabalho foram: avaliar a inibição do crescimento micelial de Fop por Trichoderma spp.; classificar a sensibilidade in vitro de Fop e Trichoderma spp., separadamente, a fungicidas e verificar a compatibilidade entre fungicidas químicos e biológicos para controle de Fop, presente nas sementes e no solo. Para avaliar a inibição do crescimento micelial de Fop, foram utilizados três isolados do patógeno, os quais foram confrontados, in vitro, com três isolados de Trichoderma spp. em testes de cultura pareada e produção de metabólitos voláteis a 20-22°C. Os experimentos foram conduzidos em delineamento inteiramente casualizado, com cinco repetições para cada isolado de Trichoderma. Para a classificação da sensibilidade in vitro de Fop e Trichoderma a fungicidas, foram avaliados os mesmos isolados anteriormente utilizados. Foram comparados dez fungicidas, em doses entre 0 a 100 mg L-1 que foram ajustadas de acordo com a CI50 de cada fungicida. Com base na percentagem de inibição do crescimento micelial, foram estimados os valores da concentração inibitória de 50% (CI50) e 100% (CI100) e selecionaram-se os fungicidas compatíveis com Trichoderma spp. A compatibilidade entre tratamentos químico e biológico foi avaliada através da inoculação artificial de sementes de feijão com um isolado de Fop (IAC 11.299-1) e infestação do mesmo no solo. As sementes foram tratadas com os fungicidas fludioxonil, flutriafol e tiofanato metílico, e com os três produtos biológicos, separadamente e em misturas. Avaliou-se o efeito dos tratamentos por meio dos testes de sanidade, germinação, comprimento de plântulas, massa da matéria seca em laboratório e índice de velocidade de emergência e porcentagem de emergência em estufa não climatizada. O efeito protetor dos tratamentos foi verificado através do teste de transmissão do patógeno solo-planta. Todos os isolados de Trichoderma apresentaram antagonismo in vitro contra Fop. No teste de cultura pareada foi observada uma redução de 15 a 20% no crescimento micelial do patógeno. No teste de produção de metabólitos voláteis, o isolado T12-1086G05 foi responsável pela maior inibição do crescimento micelial de Fop (10 a 48%). Os testes de sensibilidade in vitro mostraram que tiofanato metílico, flutriafol e fludioxonil foram compatíveis com Trichoderma (CI50 > 2 mg L-1). Com exceção do flutriafol e do GF 422 isolados e em mistura, todos os tratamentos foram eficientes na erradicação de Fop nas sementes, sem afetar a sua qualidade fisiológica. No teste de transmissão, verificou-se que a incidência de Fop foi de 5 a 40% no hipocótilo e de 5 a 30% nas raízes de feijoeiro provenientes de sementes tratadas com os produtos.
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Este estudo avaliou a eficiência da oleuropeína (OLE) (composto fenólico extraído das folhas de Oliveira) isolada e associada aos sanitizantes comerciais ácido peracético 2% (APA), hipoclorito de sódio 2% (HS), peróxido de hidrogênio 3% (PH), digluconato de clorexidina 2% (DC), cloreto de benzalcônio 1% (CB) e iodofor 2% (IO), para inativação de células em suspensão e biofilmes monoespécie e multiespécie formados em superfícies de aço inoxidável ou microplaca de poliestireno por Listeria monocytogenes (ATCC 7644), Staphylococcus aureus (ATCC 25923) e Escherichia coli (ATCC 25922), todas classificadas como fortes produtores de biofilmes. Os isolados foram semeados em caldo TSB (caldo tripticase soja), incubados (37°C/24h) e corrigidos a ~108células/mL (escala 0,5 McFarland). Para bactérias em suspensão, a resistência a sanitizantes foi determinada pela Concentração Inibitória Mínima (CIM) em tubos e pelo método de Disco Difusão em Ágar (DDA), no qual as bactérias foram plaqueadas em ágar TSA contendo discos de 6mm de papel filtro embebidos nos sanitizantes. Após a incubação, a medição dos halos de inibição foi feita com paquímetro. Para os ensaios de resistência dos biofilmes aos compostos sanitizantes, foram utilizadas microplacas de poliestireno 96 poços, as quais foram preparadas para incubação-fixação dos biofilmes e submetidas à leitura em espectrofotômetro de ELISA (600 nm). Em seguida, as placas foram lavadas com solução salina tamponada (PBS, pH 7.4) e os sanitizantes inseridos por 1 minuto. Após neutralização com tiossulfato de sódio (5 minutos), as placas foram lavadas com PBS e metanol, coradas com cristal violeta 1% e coradas com ácido acético glacial (33%) para nova leitura a 570nm. A eficácia da remoção do biofilme pelos sanitizantes foi comparada pelo índice de formação de biofilme (IFB). As imagens do aço inoxidável após tratamento com sanitizante foram feitas através de Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV) e Microscopia Confocal, para visualizar a persistência dos biofilmes. Os valores de CIM (diluição 1:2) mostraram que OLE não teve atividade bactericida. No método DDA, L. monocytogenes, foi resistente à OLE, enquanto E. coli e S. aureus apresentaram resistência intermediária. Os sanitizantes comerciais apresentaram boa atividade bactericida nos ensaios de CIM e DDA, sendo que as associações de OLE aos sanitizantes comerciais aumentaram o efeito germicida. Nos ensaios com biofilmes em monoespécie, somente os sanitizantes comerciais, isolados ou associados com OLE, foram eficazes de reduzir o valor de BFI em microplaca de poliestireno. Em biofilmes multiespécie, OLE apresentou efeito antimicrobiano, sobretudo sobre a associação de L. monocytogenes + E. coli + S. aureus (redução: 91,49%). Nenhum dos compostos avaliados foi capaz de inativar completamente os biofilmes nas superfícies de aço inoxidável, uma vez que células viáveis foram observadas após os tratamentos com os sanitizantes, indicando persistência dos biofilmes. Os resultados indicam que a oleuropeína apresentou potencial para incrementar o efeito bactericida de sanitizantes comerciais para eliminação de biofilmes em superfícies inertes, sendo necessários estudos para compreender os mecanismos de ação dessas combinações.
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Lidocaine bears in its structure both an aromatic ring and a terminal amine, which can be protonated at physiological pH, linked by an amide group. Since lidocaine causes multiple inhibitory actions on nicotinic acetylcholine receptors (nAChRs), this work was aimed to determine the inhibitory effects of diethylamine (DEA), a small molecule resembling the hydrophilic moiety of lidocaine, on Torpedo marmorata nAChRs microtransplanted to Xenopus oocytes. Similarly to lidocaine, DEA reversibly blocked acetylcholine-elicited currents (IACh) in a dose-dependent manner (IC50 close to 70 μM), but unlike lidocaine, DEA did not affect IACh desensitization. IACh inhibition by DEA was more pronounced at negative potentials, suggesting an open-channel blockade of nAChRs, although roughly 30% inhibition persisted at positive potentials, indicating additional binding sites outside the pore. DEA block of nAChRs in the resting state (closed channel) was confirmed by the enhanced IACh inhibition when pre-applying DEA before its co-application with ACh, as compared with solely DEA and ACh co-application. Virtual docking assays provide a plausible explanation to the experimental observations in terms of the involvement of different sets of drug binding sites. So, at the nAChR transmembrane (TM) domain, DEA and lidocaine shared binding sites within the channel pore, giving support to their open-channel blockade; besides, lidocaine, but not DEA, interacted with residues at cavities among the M1, M2, M3, and M4 segments of each subunit and also at intersubunit crevices. At the extracellular (EC) domain, DEA and lidocaine binding sites were broadly distributed, which aids to explain the closed channel blockade observed. Interestingly, some DEA clusters were located at the α-γ interphase of the EC domain, in a cavity near the orthosteric binding site pocket; by contrast, lidocaine contacted with all α-subunit loops conforming the ACh binding site, both in α-γ and α-δ and interphases, likely because of its larger size. Together, these results indicate that DEA mimics some, but not all, inhibitory actions of lidocaine on nAChRs and that even this small polar molecule acts by different mechanisms on this receptor. The presented results contribute to a better understanding of the structural determinants of nAChR modulation.
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We investigated whether children’s inhibitory control is associated with their ability to produce irregular verb forms as well as learn from corrective feedback following their use of an over-regularized form. Forty-eight 3.5 to 4.5 year old children were tested on the irregular past tense and provided with adult corrective input via models of correct use or recasts of errors following ungrammatical responses. Inhibitory control was assessed with a three-item battery of tasks that required suppressing a prepotent response in favor of a non-canonical one. Results showed that inhibitory control was predictive of children’s initial production of irregular forms and not associated with their post-feedback production of irregulars. These findings show that children’s executive functioning skills may be a rate-limiting factor on their ability to produce correct forms, but might not interact with their ability to learn from input in this domain. Findings are discussed in terms of current theories of past-tense acquisition and learning from input more broadly.
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Nuclear factor kappa B (NF-kB) is one of the most important transcription factors whose modulation triggers a cascade of signaling events, namely the expression of many cytokines, enzymes, chemokines, and adhesion molecules, some of which being potential key targets for intervention in the treatment of inflammatory conditions. The 2-styrylchromones (2-SC) designation represents a well-recognized group of natural and synthetic chromones, vinylogues of flavones (2-phenylchromones). Several 2-SC were recently tested for their anti-inflammatory potential, regarding the arachidonic acid metabolic cascade, showing some motivating results. In addition, several flavones with structural similarities to 2-SC have shown NF-kB inhibitory properties. Hence, the aim of the present work was to continue the investigation on the interference of 2-SC in inflammatory pathways. Herein we report their effects on lipopolysaccharide (LPS)-induced NF-kB activation and consequent production of proinflammatory cytokines/chemokine, using a human monocytic cell line (THP-1). From the twelve 2-SC tested, three of them were able to significantly inhibit the NF-kB activation and to reduce the production of the proinflammatory cytokines/chemokine. The compound 3',4',5-trihydroxy-2- styrylchromone stood up as the most active in both assays, being a promising candidate for an anti-inflammatory drug.
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Trabalho Final do Curso de Mestrado Integrado em Medicina, Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, 2014
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Mode of access: Internet.
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Catalogue of practical and scientific books, published by Henry Carey Baird ... [24 p.] at end.
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Thesis (Master's)--University of Washington, 2016-06