1000 resultados para Perfil do Profissional de Recursos Humanos
Resumo:
O presente trabalho visa apresentar um retrato da carreira de Especialista em Pol??ticas P??blicas e Gest??o Governamental (EPPGG) inseridas em dez Administra????es Estaduais e no Governo Federal, por meio da explora????o das seguintes dimens??es: gest??o da carreira, desenvolvimento funcional, pol??tica remunerat??ria, avalia????o de desempenho e capacita????o. Para tal, foram analisadas as legisla????es pertinentes e realizadas entrevistas semi-estruturadas com t??cnicos que integram a rede de gest??o de recursos humanos de cada governo abarcado. Ap??s o mapeamento, foi feita uma an??lise comparativa das carreiras segundo cada dimens??o considerada, por meio da qual foi poss??vel identificar, dentre outras constata????es, a influ??ncia do v??nculo remunerat??rio resultante da descentraliza????o sobre a garantia da atua????o horizontal; a import??ncia da avalia????o de desempenho para a gest??o da carreira; a influ??ncia da remunera????o sobre a taxa de evas??o; a distor????o salarial das carreiras estaduais em rela????o ?? federal; e a tend??ncia de institucionaliza????o da gest??o da carreira de EPPGG.
Resumo:
A Escola Nacional de Administra????o P??blica (Enap) lan??ou o quinto folder da s??rie Enap Estudos. A pesquisa possui o seguinte t??tulo: ???Servidores P??blicos Federais ??? Ra??a/Cor???. Os dados foram extra??dos do Sistema Integrado de Recursos Humanos (Siape), cedidos pelo Minist??rio do Planejamento, Or??amento e Gest??o, e do Censo Demogr??fico de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat??stica (IBGE). O folder apresenta informa????es sobre o perfil dos servidores do Poder Executivo, segundo a ra??a ou cor.
Resumo:
Na seqncia do artigo, o autor mostra que atualmente, com a diminuio das ofertas de empregos, o desenvolvimento de carreira encontra-se frente a diversos paradoxos. Entre estes pode-se apontar a falta de formao dos estudantes de administrao, as dificuldades de mercado, o avano dos trabalhos temporrios. Para que hajam mudanas no cenrio futuro necessrio pensar sobre transformaes substantivas na tica do trabalho, na formao dos jovens, na preocupao exclusivamente financeira que limita cada vez mais o horizonte profissional. Dando continuidade primeira parte, o artigo aponta para os paradoxos e desafios a serem enfrentados atualmente pelos que desejam fazer carreira, face diminuio dos empregos disponveis.
Resumo:
Este artigo corresponde segunda parte de uma pesquisa que investiga a evoluo da funo e da carreira de Organizao e Mtodos (O&M) nas empresas no Brasil desde 1985. Este estudo procura verificar empiricamente at que ponto a carreira e o profissional de O&M sofreram ou no, como sugerem alguns autores, um declnio em relao a outras reas afins, tais como recursos humanos, informtica ou qualidade. Para tanto, levantou-se a oferta de posies em O&M (comparada com essas outras reas), via evoluo da quantidade, da qualidade e do prestgio de anncios de empregos em um jornal paulista, entre 1985 e 1996. Os resultados desse levantamento foram cruzados com a outra parte da pesquisa, realizada por meio de questionrios, sobre o destino da funo de O&M em 60 organizaes no estado de So Paulo. O artigo tambm sugere como o processo de transformao da carreira de O&M pode ser relevante para o entendimento das mudanas pelas quais outras carreiras administrativas passam nos dias de hoje.
Resumo:
A abordagem VBR, viso baseada em recursos da empresa (resource-based view of the fi rm), para desenvolver e explorar os benefcios que os recursos internos podem oferecer s empresas, tem sido um tema de impacto na literatura da rea de Administrao Estratgica. Tem havido grande interesse no papel que os recursos internos da empresa podem assumir na criao de vantagem competitiva, em especial no seu impacto na performance de inovao. Visando um aprofundamento desse tema, este artigo teve como objetivo principal a avaliao da relao de recursos da empresa com a performance de inovao, com nfase em recursos como a orientao para o mercado, as capacidades gerenciais, a capacidade de conexo com os clientes, os ativos de recursos humanos e a capacidade de inovao. Para tanto, um modelo terico foi desenvolvido e testado pela aplicao da tcnica de modelagem de equaes estruturais, em um estudo que envolveu empresas de diversos setores econmicos do Brasil. Os resultados do estudo expem alguns caminhos pelos quais os recursos, ativos e habilidades empresariais infl uenciam a performance da inovao nas organizaes.
Resumo:
A temtica da incluso uma das mais pertinentes da actualidade educativa. Inserir alunos com necessidades educativas especiais, principalmente os portadores de deficincia, nas turmas regulares e facultar-lhes os recursos humanos e materiais necessrios para um pleno desenvolvimento e aproveitamento das suas capacidades, nem sempre tarefa fcil, pois as escolas muitas vezes no esto ainda preparadas para dar resposta a essa heterogeneidade. Neste estudo pretendemos perceber o tema da incluso nas necessidades educativas especiais, mais concretamente no Sndrome de Down. Para tal pesquisamos diversos autores para encontrar uma linha de pensamento til e aplicvel na realidade escolar. Algumas estratgias que promovem a incluso destas crianas no ensino regular iro ser analisadas no presente trabalho.A Presente investigao resulta de uma preocupao pessoal e profissional relativa integrao de crianas com necessidades educativas especiais no ensino regular, partindo da seguinte questo: Como que a escola pode ser inclusiva para crianas com Trissonomia 21? Segundo a legislao portuguesa, a escola deve ser inclusiva e universal, uma escola para todos, embora por vezes isto no se verifique e continua a existir alguma excluso. Pretendemos perceber e analisar melhor esta temtica colocando como hipteses de trabalho: A escola est preparada para educar e incluir crianas com sndrome de Down e as metodologias usadas pelos docentes so eficazes nesta incluso.
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A assistncia mdico-sanitria foi estudada para a Regio Taquari-Antas, composta de 50 municpios, com uma populao aproximada de 1.300.000 habitantes e cerca de 20% da populao do Estado do Rio Grande do Sul. A rede sanitria da regio composta de 47 unidades no havendo homogeneidade na sua distribuio, pois a 13. Regio Sanitria a que se encontra em condies mais favorveis, apresenta uma unidade sanitria para cada 22.300 habitantes, enquanto que, em outras regies, esta proporo varia de 53.500 a 73.500 habitantes. O atendimento mdico foi bastante baixo, de 0,4 consultas por hora, por mdico, enquanto que em Porto Alegre, embora tenha sido tambm baixo, foi de 1,5. A rede estadual de dispensrios de tuberculose conta com 27 unidades e exceto num nico caso funciona junto a centros de sade, integrando a unidade polivalente. A proporo da populao por cada dispensrio de 631.450 habitantes enquanto que para Porto Alegre e para o Estado de respectivamente 238.060 e 255.220 habitantes. A rede de dispensrios de hansenase composta de 37 unidades, havendo uma proporo de 123.900 habitantes por unidade. A Regio Taquari-Antas apresenta melhor proporo que o Estado e Porto Alegre uma vez que o nmero de habitantes por unidade de respectivamente 186.243 e 315.530 habitantes. Os servios de sade mental funcionam integrados s unidades sanitrias, atravs de seus 10 ambulatrios contando cada um deles com um mdico psiquiatra. Para a Regio verifica-se a relao de um ambulatrio para 681.454 habitantes, enquanto no Estado de um para 689.100 e em Porto Alegre de um para 233.250 habitantes. Em relao aos recursos humanos existe um mdico para cada 2.655 habitantes, variando esta proporo, por regio sanitria, de 1.778 e 4.528 habitantes por mdico. Esta proporo bastante baixa quando comparada com o padro proposto pela OMS de um mdico para cada 1.000 habitantes. Na rede das unidades sanitrias existem apenas 10 profissionais de enfermagem concentrados em 5 municpios, ou seja, 45 municpios no contam com este tipo de profissional em seus Centros de Sade. Portanto, existe uma proporo bem maior de mdicos que de enfermagem, embora o padro daquele esteja tambm baixo.
Resumo:
Foi examinada a situao da assistncia mdico-sanitria e hospitalar no Estado do Cear (Brasil), atravs da anlise da oferta dos servios oficiais de sade pblica, da assistncia hospitalar e para-hospitalar, bem como dos recursos humanos existentes. Este Estado conta com 141 municpios e com uma populao aproximada de 4.000.000 de habitantes. Os servios oficiais de Sade Pblica so de responsabilidade do poder pblico Estadual em 59,6% das unidades sanitrias, o poder pblico Federal participa em 26,9% e o Municipal em 13,5%. O padro quantitativo observado foi considerado satisfatrio, pois encontrou-se em mdia uma unidade sanitria para cada 23.002 habitantes, aproximando-se do recomendado de um para cada 50.000 habitantes. A avaliao qualitativa, medida indiretamente atravs dos recursos laboratoriais e humanos existentes, apresentou-se deficitria uma vez que somente 16,7% das unidades sanitrias contam com laboratrio e 12,3% no possuem mdico, sendo que 21,7% (39) dos centros de sade encontram-se fechados por carncia deste tipo de profissional. Dos 141 municpios que compem o Estado, 31 (22,4%) no possuem unidade sanitria e 25 (17,71%) no contam com nenhum recurso de sade. No primeiro caso a populao teoricamente descoberta de assistncia mdica de 378.449 habitantes e no segundo de 232.900 habitantes. Dos 103 hospitais existentes no Estado 77,7% de responsabilidade do setor privado e 25% encontram-se concentrados na Capital do Estado. O padro quantitativo encontrado de 1,84 leitos/1000 habitantes (7047 leitos), baixo quando comparado com a mdia brasileira de 3,6 leitos, quando o teoricamente recomendado em mdia de 4,5. Da total de leitos, 1,10/1000 so considerados gerais e 0,74/1000 especializados (tuberculose, lepra e psiquiatria). O padro qualitativo de atendimento hospitalar comprometido, uma vez que somente 22,3% dos estabelecimentos contam com laboratrios, 31,1% com aparelhos de Raios X e 11,6% com eletrocardiografia. A maior carncia destes recursos encontram-se no Interior do Estado. Mais de 50% dos hospitais no contam com profissionais de sade tais como enfermagem, nutricionistas, assistente social e tcnicos. Dos 141 municpios, 62,7% (89) no possuem nenhum hospital, fazendo com que cerca de 1.300.000 habitantes estejam teoricamente descobertos da assistncia hospitalar. Em relao s 86 unidades para-hospitalares existentes, embora a carncia de dados seja maior, a situao bastante semelhante da assistncia hospitalar. No Estado existem 1.207 mdicos que proporcionam um padro somente de 0,3/1000 habitantes quando o teoricamente recomendado em mdia de 1/1000 habitantes. Alm do nmero ser insuficiente h m distribuio, pois 77,7% destes profissionais esto concentrados na Capital do Estado (1,1/1000 habitantes). Somente 45,4% dos municpios contam com mdicos residentes. Em relao a dentistas encontra-se um padro quantitativo baixo de 0,28 profissionais por 2000 habitantes quando o geralmente aceito de 1/2000 habitantes. Em relao ao pessoal paramdico, predominam, nos servios oficiais de Sade Pblica, as atendentes e nos hospitais, como j foi mencionado mais de 50% no possue pessoal qualificado.
Resumo:
Aps estabelecer relaes entre necessidades e recursos na rea da odontologia sanitria, prope-se a utilizao de um tipo de pessoal auxiliar - assistente odontolgico - visando aumentar a produtividade da equipe de prestao de servios, no campo de ao da dentstica restauradora. Este profissional seria absorvido pelo setor pblico, para trabalhar sob superviso do dentista.
Resumo:
So analisadas informaes sobre a oferta dos servios de sade do Municpio de Cceres, MT (Brasil), que permitir fomentar discusses com os rgos gerenciadores do setor, tendo em vista a reformulao dos planos e programas de sade. Com a utilizao do instrumento da tcnica CENDES/OPS, foram coletados dados referentes estrutura nosolgica da demanda atendida, distribuio e utilizao dos recursos humanos e capacidade fsica dos servios de sade do Municpio, no perodo de 1981 a 1984. Verificou-se que o perfil da morbidade registrado manteve-se constante, com predomnio das Demais Doenas Infecciosas e Parasitrias e Doenas Agudas do Aparelho Respiratrio. Constatou-se melhora quantitativa quanto capacidade fsica e recursos humanos para o setor sade, especialmente na rede pblica. Acredita-se que estas no foram acompanhadas por alteraes significativas na qualidade dos servios oferecidos.
Resumo:
Objetivou-se identificar o enfermeiro na fora de trabalho de Enfermagem em Sade Pblica, no Departamento Regional de Sade - 6 de Ribeiro Preto da Secretaria de Estado da Sade, destacando e analisando alguns aspectos que o caracterizam. Utilizou-se, como fonte primria e direta de coleta de dados, questionrio contendo dados de identificao, nvel de formao, progresso funcional, funes, expectativas futuras quanto ao exerccio profissional e filiao a rgos de classe. O total do grupo estudado foi de 35 indivduos do sexo feminino, predominando: grupo etrio de 20 a 30 anos (40,0%); casados (51,5%); tempo de servio entre zero e 15 anos (77,2%). Com referncia sua interproporcionalidade com as demais categorias, as enfermeiras se distribuam nas seguintes relaes: 1 enfermeira/13,5 pessoal auxiliar e 1 enfermeira/9,1 mdicos. Quanto formao profissional, 71,5% realizaram habilitao em Enfermagem em Sade Pblica e 8,6% Especializao em Sade Pblica. No havia para as enfermeiras carreira nem quadro e seus vencimentos estavam entre 2 e 7 salrios mnimos e apenas uma com 10. A funo administrativa exercida por todas as enfermeiras com predomnio de freqncia entre as inspetoras e de CS, 68,5%. As enfermeiras sentem-se preparadas para participar dos programas de assistncia primria e 84,3% delas pretendem permanecer em exerccio at sua aposentadoria.
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Numa escola para todos, o grande desafio, passa pela qualidade educativa, sendo necessria uma adaptao do ensino s caractersticas pessoais dos alunos, num ambiente o menos restritivo possvel. Uma abordagem inclusiva do aluno com NEE assenta em solues exequveis, emergindo, entre outras a utilizao de estratgias diversificadas e a rentabilizao de recursos disponveis, como prticas de diferenciao pedaggica positiva. Neste sentido, o problema central deste estudo prende-se com o tipo de uso que fazem das TIC os professores e alunos de salas de aula do 1 CEB, quando nessas salas de aula existem alunos com NEE que necessitam das tecnologias para aprender e para comunicar. Assim, o estudo visa conhecer as concepes e prticas dos professores do 1 CEB sobre o uso das TIC em salas de aula inclusivas, procurando saber: i) as percepes dos professores sobre as necessidades educativas especiais dos alunos em turmas inclusivas e as suas expectativas relativamente s aprendizagens destes alunos; ii) o papel atribudo pelos professores s TIC no processo de aprendizagem dos alunos em geral e dos alunos NEE em particular; assim como identificar: iii) o uso das TIC que os professores planeiam e desenvolvem efectivamente em sala de aula com a turma e, em particular com os alunos com NEE. O trabalho desenvolveu-se atravs de um estudo de caso de uma escola do 1 CEB, centrando-se em oito professores, responsveis por turmas inclusivas. Como processo de recolha de dados utilizmos as tcnicas da entrevista e da observao directa naturalista em sala de aula. Conclumos que os professores aceitam a incluso, por razes diversas, mas sobretudo por a considerarem benfica para o aluno com NEE. Consideram que os alunos com NEE tm necessidade de um bom clima scio-emocional na sala de aula e assumem a necessidade de adequar actividades diferenciadas ao perfil de funcionalidade desses alunos, evidenciando a preocupao de fazer aprender estes alunos no sentido de os tornarem competentes. Quanto abordagem curricular para os alunos com NEE, os professores revelam ateno evoluo dos alunos e diferenciam o currculo de forma a corresponder s suas necessidades. As inquietaes dos professores vo, em parte, para factores de ordem estrutural e/ou ambiental, exteriores ao aluno, manifestando preocupaes ligadas falta de recursos humanos e materiais. A articulao com o professor de Educao Especial pressupe uma dade cooperativa, que ao regular o percurso do aluno com NEE, promove tambm uma educao inclusiva. Quanto ao papel atribudo s TIC os professores, recorrem ao seu uso quando sentem necessidade de motivar os alunos, pois as mesmas permitem a obteno de resultados mais positivos na aprendizagem, adaptando-se s exigncias dos alunos em geral, assim como especificidade dos alunos com NEE. Quanto prtica no uso das TIC, em dinmicas de ensino e de aprendizagem, foi possvel observar, que o recurso a equipamentos e programas adequados s necessidades dos alunos com NEE, no apenas promove a motivao e a aprendizagem destes alunos, como ajuda o professor a assegurar um clima de estabilidade e trabalho na sala de aula inclusiva.
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INTRODUCCIN: Un curriculo de formacin en fonoaudiologa, idealmente, contempla fundamentacin terica-prtica para el abordaje preventivo de desordenes de comunicacin humana presentes en usuarios de servios profesionales. Para explorar la coherencia de lo propuesto por un plan de estudios y las prcticas preventivas en el ejercicio profesional, se vincul a los graduados del programa de estudios en fonoaudiologia de la Universidad del Valle con sede en la ciudad de Cali - Colombia. METODOLOGA: Se formul un estudio descriptivo; 45 profisionales que cumplieron criterios de graduacin, residencia y con ejercicio comprobado en la ciudad al momento del estudio, respondieron entre enero y abril de 1995 a un cuestionario autoadministrado de 13 items, formulados y validados segn objetivos del estudio; referidos a variable laborales, ocupacionales y profesionales para describir y analizar la distribucin del grupo segn campo de ocupacin, lugar de trabajo, tipo de institucin a la que estam vinculados, grupo etreo y rea de comunicacin humana en la que ejercan su prtica professional; abordar el origen intra o extracurricular de sus conocimientos en prevencin y la utilizacin-frequencia de estrategias y acciones especficas de prevencin en las reas de voz-habla, audicin, lenguaje y aprendizaje. RESULTADOS: El 67% reconoci el plan de estudios como fuente relevante de sus conocimientos preventivos. Un 47% de profesionales usaba solo una entre nueve estrategias preventivas viables; un 29% afirm haber usado maximo dos de tales alternativas de intervencon. Para todas las areas de comunicacin, en media, cerca del 60% de fonoaudilogos nunca incorpor acciones preventivas de ninguna categora. CONCLUSIN: La mayora del grupo estudiado no incorpora en su ejercicio profesional estrategias ni acciones preventivas de desordenes de comunicacin del modo propuesto en el perfil curricular, como es socialmente esperado, a pesar de reconocer los aportes teorico-praticos preventivos recibidos durante su formacin acadmica. Se sugiere que determinantes del mercado laboral y de la demanda de servicios fonoaudiolgicos impiden la incorporacin de prticas preventivas habituales.
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Apresenta-se um conceito e uma tipologia de trabalho em equipe, bem como os critrios de reconhecimento dos tipos de equipe. O conceito e a tipologia foram elaborados com base na literatura sobre o tema e em uma pesquisa emprica sobre trabalho multiprofissional em sade, fundamentada teoricamente nos estudos do processo de trabalho em sade e na teoria do agir comunicativo. Segundo essa formulao terica, o trabalho em equipe consiste numa modalidade de trabalho coletivo que se configura na relao recproca entre as intervenes tcnicas e a interao dos agentes. A tipologia proposta refere-se a duas modalidades de equipe: equipe integrao e equipe agrupamento, e os critrios de reconhecimento dos tipos de equipe dizem respeito a comunicao entre os agentes do trabalho; diferenas tcnicas e desigual valorao social dos trabalhos especializados; formulao de um projeto assistencial comum; especificidade de cada rea profissional; e flexibilidade da diviso do trabalho e autonomia tcnica.
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OBJETIVO: Para prevenir a aquisio de infeces sangneas (Aids, hepatites B e C) por profissionais de sade, recomenda-se no reencapar agulhas. Entretanto, esses profissionais no adotam essa recomendao com freqncia. O objetivo do estudo foi aplicar o modelo de crenas em sade (MCS) para explicar este problema, relacionando o comportamento individual s crenas de suscetibilidade, severidade, benefcios e barreiras, e aos estmulos recebidos para adotar a recomendao. MTODOS: Por meio de questionrio respondido por profissionais de enfermagem de um hospital, foram identificados: a freqncia com que reencaparam agulhas (ms anterior) e as crenas do MCS. Para mensurar as crenas, foram construdas escalas tipo Likert, submetidas validao de contedo (juzes) e de constructo (anlise fatorial exploratria) e anlise da confiabilidade (coeficientes alfa de Cronbach e de correlao de duas metades). A relao entre crenas e adeso recomendao de no reencapar agulhas foi obtida pela anlise de regresso. RESULTADOS: Da amostra de profissionais de enfermagem obtida por adeso (n=319), cerca de 75% relataram reencapar agulhas pelo menos alguma vez. Os profissionais de enfermagem que aderiram mais freqentemente recomendao de no reencapar agulhas tinham menos de dois anos de experincia profissional, percebiam menor nmero de barreiras e maior nmero de benefcios para adotar a recomendao. Esses resultados possibilitaram discutir a reformulao do treinamento oferecido pela instituio hospitalar.