382 resultados para Nervo Isquiático
Resumo:
BACKGROUND AND OBJECTIVES: The laryngeal mask has been frequently used in Anesthesiology. Although the rate of complications with this technique is smaller than that of the endotracheal tube, it is not devoid of risks, especially in cases of difficult airways. The objective of this study was to report a case of unilateral lingual nerve damage after the use of the laryngeal mask airway. CASE REPORT: A female patient underwent a surgical procedure for removal of bilateral breast prosthesis under general, balanced anesthesia, with a size three laryngeal mask. The balloon was inflated with 30 mL of air. After the first postoperative hour, she developed decreased sensation and pain in the oropharynx and posterior two thirds of the tongue, which evolved for loss of taste in the next 24 hours. A tentative diagnosis of lingual nerve neuropraxis secondary to the use of the laryngeal mask was made. After three weeks, her symptoms subsided. CONCLUSION: Although complications after the use of the laryngeal mask airway are rare, they do occur, and neuropraxis of the lingual nerve is one of them. The diagnosis is clinical and it has a good outcome, with resolution of the symptoms within a few weeks or months. © Sociedade Brasileira de Anestesiologia, 2007.
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18 rabbits, New Zealand, males, adults were used for clinical and histological evaluation of repair dorsal buccal branch of facial nerve after 15, 30 and 60 days postoperatively (PO). The animals were divided into two groups for transection and 10-0 nylon monofilament epineural suture of buccal branch. In animals in Group I, the nerve was coated with protection of jejunum allograft preserved in glycerin 98% and in group II was applied epineural suture. Both groups occurred the return of movement of the upper lip from the eighth week. There was infiltrated cellular and giant cells with fibrosis unsystematic and collagen fibers of the allograft jejunum joing to the connective tissue. At 15 and 30 days of PO, the distal nerve stumps of both groups were found with degeneration wallerian and in 60 days, regenerated fibers. The repair of the dorsal buccal branch of facial nerve with the allograft wasn't significantly different between the control rabbits as to the assessment of histological and functional recovery.
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Malignant peripheral nerve sheath tumors (MPNST) involving spinal nerve roots are uncommon in dogs. A nine-year old, intact, mixed-breed dog, demonstrated clinical signs of incoordination in the pelvic limbs and micturition for approximately one week. Clinical examination revealed proprioceptive deficits and bilateral patellar hyperreflexia. During exploratory celiotomy a mass was observed adhered to the lumbar vertebral segments. Medical therapy was initiated, but neurological signs were progressive, and the owner opted for euthanasia. Gross examination showed that the mass in the abdominal cavity was attached to the lumbar segments L3 and L4, causing bone lysis in L3, but showed no tumor invasion into the spinal canal. Microscopic features were characterized by prominent proliferation of ovoid and fusiform cells with poorly defined cytoplasm arranged in interlacing bundles and concentric whorls. The cells were embedded in a delicate to moderate collagenous stroma and moderate anisokariose and high mitotic activity were noted. The immunohistochemical assay showed positive staining for GFAP, S-100 protein and vimentin, and negative staining for factor VIII, α-actin and citokeratine. The definitive diagnosis of malignant peripheral nerve sheath tumor was made on the basis of the histological and immunohistochemical findings.
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
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Pós-graduação em Medicina Veterinária - FMVZ
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Pós-graduação em Bases Gerais da Cirurgia - FMB
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Enxertos venosos ao avesso e normal, preenchidos com plasma rico em plaquetas em nervo misto de rato
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
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Pós-graduação em Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia - FMB
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O fator de crescimento do nervo (NGF) pode retardar a degeneração celular na retina de ratos em diferentes injúrias retinianas. O acúmulo de água em células da retina contribui para o desenvolvimento de edema retiniano e degeneração neuronal. Em atribuição ao seu efeito protetor, este trabalho teve por objetivo avaliar se o NGF influencia o edema celular osmótico em células de Müller e células bipolares. Assim, montagens planas, fatias de retina e células isoladas da retina de ratos foram superfundidas com solução hipo-osmótica na presença de BaCl2. Secções retinianas foram utilizadas para imunomarcações, e a liberação de adenosina foi medida por cromatografia líquida de alta eficácia, em montagens planas. A área de secção transversal celular foi medida antes e após a superfusão em meio hipo-osmótico, em fatias de retina e suspensões celulares. Tanto células de Müller quanto células bipolares foram imunopositivas para TrkA, mas somente células de Müller foram marcadas contra p75NTR e NGF. A hipo-osmolaridade induziu um rápido e significativo aumento da liberação de adenosina endógena em retinas controle, mas não em retinas perfundidas com BaCl2. O NGF inibiu o edema citotóxico em células de Müller e em células bipolares em fatias de retina controle e retinas pós-isquêmicas submetidas a condições hipo-osmóticas. Por outro lado, NGF impediu o edema citotóxico da célula de Müller isolada, mas não da célula bipolar isolada (em meio hipo-osmótico contendo íons Ba2+). Isto sugere que NGF induz a liberação de fatores por células de Müller, os quais inibem o edema citotóxico de células bipolares em fatias de retina. O efeito inibitório do NGF sobre o edema citotóxico de células de Müller foi mediado pela ativação do receptor TrkA, mas não de p75NTR, e foi anulado por bloqueadores de receptores metabotrópicos de glutamato, receptores de adenosina A1, e receptores do fator de crescimento de fibroblasto (FGF). O bFGF evitou o edema citotóxico de células de Müller isoladas, mas inibiu somente em parte o edema citotóxico de células bipolares isoladas. O bloqueio de FGFR impediu o efeito inibidor de edema celular da adenosina, sugerindo que a liberação de bFGF ocorre após à ativação autócrina/parácrina de receptores Al. Além de bFGF, GDNF e TGF431 reduziram em parte o edema citotóxico da célula bipolar. Estes dados sugerem que o efeito neuroprotetor do NGF é em parte mediado pela prevenção de edema citotóxico de células gliais e bipolares da retina.
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Pós-graduação em Bases Gerais da Cirurgia - FMB