1000 resultados para Fragaria X ananassa Duch
Resumo:
Vinte e nove culturas monospóricas de Colletotrichum, isoladas de frutos e pecíolos de mamoeiro (Carica papaya), foram caracterizadas quanto à morfologia dos conídios e apressórios, coloração e crescimento das colônias, sensibilidade ao benomyl, presença de setas e do teleomorfo, PCR com primers taxon-específicos e análise de PCR-RFLP da região ITS. Os 29 isolados foram identificados como C. gloeosporioides com base na morfologia dos conídios e apressórios, tendo a maioria dos isolados conídios cilíndricos e/ou obclavados e apressórios lobados ou fracamente lobados, em contraste com C. acutatum, isolado de morango (Fragaria x ananassa), que apresentou conídios fusiformes e apressórios circulares e lisos. Presença de setas e do teleomorfo, cor de colônia, sensibilidade ao benomyl e velocidade de crescimento variaram conforme o isolado e sofreram influência do meio de cultura usado. Todos os isolados de mamão e quatro de outras hospedeiras, manga (Mangifera indica), morango e maçã (Malus domestica), foram patogênicos a frutos de mamão cv. Sunrise Solo, mas com variabilidade em agressividade. PCR com o primer específico para C. gloeosporioides, CgInt, confirmou a identidade de apenas quatro isolados de mamão e dois isolados apresentaram reação positiva com o primer CaInt2, específico para C. acutatum. A maioria dos isolados de mamão (23) não reagiu com nenhum dos primers. Por outro lado, a análise de restrição da região ITS do rDNA, com RsaI, gerou perfis distintos entre C. gloeosporioides e C. acutatum e mostrou uniformidade entre os isolados de mamão.
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Nos últimos anos, os estudos sobre a composição química do fruto do morangueiro vêm ganhando destaque devido ao seu elevado consumo e às atividades biológicas atribuídas a ele. Além disso, os principais metabólitos secundários encontrados nesses frutos são as antocianinas, compostos responsáveis pela intensa coloração vermelha e amplamente utilizados como corantes naturais pela indústria alimentícia. Neste trabalho, foram preparados diferentes extratos de frutos de morango com a cultivar Oso Grande, com o intuito de verificar a influência do pH no perfil espectroscópico do extrato e no teor de antocianos. O extrato em pH 1,0 forneceu um perfil clássico para antocianinas na análise por espectroscopia no ultravioleta, assim como um maior teor de antocianinas nos frutos frescos devido a uma extração mais eficiente das substâncias de interesse.
Resumo:
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
Resumo:
This study investigated the postprandial plasma responses of carotenoids for 24 h after feeding five specific breakfast beverages; four of which had low or no carotenoid content. In seven fasting healthy elderly female subjects a blood sample (baseline) was obtained, after which they were given a breakfast beverage, containing one of the following: 1) strawberries (240 g); 2) ascorbic acid (1250 mg); 3) spinach (294 g); 4) red wine (300 mL); and 5) control (breakfast beverage only). Blood samples were collected at 0.5, 1, 4, 7, 11, 15 and 24 h. Plasma carotenoids were measured using HPLC. No significant differences were found in the levels of the plasma carotenoids measured among the various treatments at baseline. In the spinach treatment, plasma lutein, zeaxanthin and β-carotene levels at 7, 11, 15 and 24 h were significantly higher than those at baseline, as expected. All of the carotenoids measured in the control and vitamin C treatments, at subsequent sampling times were not significantly different from those at baseline. However, for most carotenoids, strawberry and red wine feeding resulted in significantly lower carotenoids values from baseline at 11 and 15 h. Subjects who received a diet with low levels of carotenoids, but whose postprandial plasma levels of carotenoids remain steady, might be explained by a mechanism that promotes secretion of carotenoids into the circulation. Assuming that plasma carotenoids are being used over time, we hypothesize that strawberries and red wine contain some substances that interfere with the secretion of carotenoids into the circulation.
Resumo:
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Resumo:
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
Resumo:
Resumo – O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de diferentes tipos de polinização sobre a qualidade de frutos de cultivares de morangueiro e sua contribuição isolada para a massa dos frutos, bem como determinar o potencial de Plebeia nigriceps (Hymenoptera: Apidae, Meliponini) como agente polinizador em ambiente protegido. As cultivares Aromas, Diamante e Cegnidarem foram submetidas a tratamentos com autopolinização, polinização por P. nigriceps e polinização livre. Os experimentos foram conduzidos em estufa tipo pampeana, coberta com polietileno transparente e desprovida de telas anti-insetos nas laterais, com 1.344 plantas. Para as avaliações, foram marcadas 56 flores primárias em botão, de cada cultivar, e considerou-se cada planta uma repetição. Avaliaram-se massa de matéria fresca, peso, diâmetro, comprimento e presença de deformação nos frutos. A polinização entomófila tem contribuição variada à massa dos frutos, de acordo com a cultivar. As cultivares apresentam sensibilidade variada à autopolinização, no que se refere à incidência de frutos deformados. Ainterferência da polinização entomófila na produtividade do morangueiro está mais relacionada à redução do percentual de frutos deformados do que ao aumento da massa dos frutos em si. O comportamento de P. nigriceps indica que a espécie apresenta potencial para polinização da cultura do morangueiro em ambiente protegido.
Resumo:
O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de diferentes tipos de polinização sobre a qualidade de frutos de cultivares de morangueiro e sua contribuição isolada para a massa dos frutos, bem como determinar o potencial de Plebeia nigriceps (Hymenoptera: Apidae, Meliponini) como agente polinizador em ambiente protegido. As cultivares Aromas, Diamante e Cegnidarem foram submetidas a tratamentos com autopolinização, polinização por P. nigriceps e polinização livre. Os experimentos foram conduzidos em estufa tipo pampeana, coberta com polietileno transparente e desprovida de telas anti-insetos nas laterais, com 1.344 plantas. Para as avaliações, foram marcadas 56 flores primárias em botão, de cada cultivar, e considerou-se cada planta uma repetição. Avaliaram-se massa de matéria fresca, peso, diâmetro, comprimento e presença de deformação nos frutos. A polinização entomófila tem contribuição variada à massa dos frutos, de acordo com a cultivar. As cultivares apresentam sensibilidade variada à autopolinização, no que se refere à incidência de frutos deformados. A interferência da polinização entomófila na produtividade do morangueiro está mais relacionada à redução do percentual de frutos deformados do que ao aumento da massa dos frutos em si. O comportamento de P. nigriceps indica que a espécie apresenta potencial para polinização da cultura do morangueiro em ambiente protegido.
Resumo:
Temperatura de 0ºC associada a atmosferas com 12 a 20% de CO2 têm sido recomendadas como condição ideal para o armazenamento de morango. Entretanto, as redes de distribuição e comercialização de produtos hortícolas no Brasil geralmente não possuem cadeia de frio, ou a possuem em temperatura entre 10 e 15ºC. Este trabalho teve como objetivo avaliar a qualidade e conservação do morango 'Oso Grande' sob temperatura de 10ºC associada com altas concentrações de dióxido de carbono. Os morangos foram selecionados, resfriados e armazenados a 10ºC em mini-câmaras herméticas, onde foram aplicadas as distintas concentrações de CO2 (0,03, 10, 20, 40 e 80%) combinadas com 20% de O2. Os morangos foram avaliados a cada 2 dias até se tornarem impróprios para o consumo. As concentrações de 20 e 40% de CO2 permitiram a conservação dos morangos por até 8 dias; já aqueles com 0,03% de CO2 duraram apenas 2 dias. Os morangos a 80% de CO2 mantiveram ótima aparência por 6 dias, porém foram considerados inadequados para o consumo por apresentarem elevados teores de acetaldeído (40,92 µg g-1) e de etanol (1.053 µg g-1), provenientes do processo fermentativo. A perda de massa fresca dos morangos foi inferior a 2%, demonstrando a eficiência da técnica utilizada para o controle da umidade relativa no armazenamento. Os frutos acondicionados com 0,03 e 80% de CO2 apresentaram a maior perda de firmeza, sendo que ao final do armazenamento esta foi de 40% em relação à firmeza inicial. Já os morangos armazenados com 20 e 40% de CO2 perderam apenas 28% da firmeza inicial. Apesar da diferença estatística na coloração externa do morango, essa foi visualmente imperceptível. Os morangos 'Oso Grande' armazenados a 10ºC sob atmosfera controlada com 40% de CO2 associado com 20% de O2 mantiveram suas características comerciais por 8 dias.
Resumo:
2016
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The strawberry is as non-climacteric fruit, but has a high post-harvest respiration rate, which leads to a rapid deterioration at room temperature. This study aimed to evaluate the application of biodegradable coating on postharvest conservation of organic strawberries, cv. Camarosa, packed in plastic hinged boxes and stored at 10ºC. The treatments consisted of: a) control; b) 2% cassava starch; c) 1% chitosan; and d) 2% cassava starch + 1% chitosan. Physical and chemical characteristics of fruits were evaluated at 3, 6 and 9 days of storage, and microbiological and sensory analyses were carried out at the end of the storage period. The treatments influenced positively the post-harvest quality of organic strawberries. The coating cassava starch + chitosan provided the best results, with less than 6% of loss in fruit mass, lower counts of yeast and psychrophilic microorganisms and the best appearance according to the sensory analysis.
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Realizaram-se experimentos na Faculdade de Engenharia Agrícola na Universidade Estadual de Campinas, com quatro variedades de morangueiro (Campinas, Seascape, Sweet Charlie e Tudla), em quatro sistemas de produção hidropônica (canal de 100mm, canal de 150mm, canal de 150mm com vaso contendo fibra de coco e tubo vertical contendo casca de arroz carbonizada), em três ambientes protegidos com níveis tecnológicos diferenciados (casa de vegetação sem resfriamento evaporativo do ar e sem injeção aérea de CO2, casa de vegetação com injeção aérea de CO2 e sem resfriamento evaporativo do ar, e casa de vegetação com injeção aérea de CO2 e resfriamento evaporativo do ar). Foram analisadas as produtividades em gramas por planta (P) e o número de frutos por planta (NF). Destacou-se como melhor variedade a Campinas. O melhor sistema de cultivo foi o de canais de 150mm com vaso contendo fibra de coco.
Resumo:
Peer reviewed
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Plant losses due to fungal diseases in strawberry (Fragaria × ananassa Duch.) can potentially cause total loss of production. Three fungal pathogens, Fusarium oxysporum f. sp. fragariae, Colletotrichum gloeosporioides and Macrophomina phaseolina, cause similar crown rot and wilt symptoms in strawberries in Queensland. Since the withdrawal of methyl bromide in 2005, no effective chemical control of any of the three pathogens has been available. This study aims at identifying sources of plant genetic resistance that can be used in the breeding program to develop resistant cultivars for use as part of an integrated disease management plan in commercial strawberry production. Results from glasshouse pathogenicity and screening trials on the three pathogens showed that when breeding for resistance against a pathogen, resistance to other pathogens also needs to be considered, e.g., cultivar 'Festival' is resistant to F. oxysporum f. sp. fragariae, but is highly susceptible to C. gloeosporioides. The cultivars 'Earlisweet', 'Kabarla' and 'Phenomenal', two seedling clones and four DAFF breeding lines were resistant to C. gloeosporioides. Cultivar 'Suncoast Delight' showed the most promising level of resistance to M. phaseolina. These cultivars, breeding lines and seedling selections have been made available for incorporation into the crossing program to support the Queensland strawberry breeding program.
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Genome editing is becoming an important biotechnological tool for gene function analysis and crop improvement, being the CRISPR-Cas9 (Clustered Regularly Interspaced Short Palindromic Repeat-CRISPR associated protein 9) system the most widely used. The natural CRISPR/Cas9 system has been reduced to two components: a single-guide RNA (sgRNA) for target recognition via RNA-DNA base pairing, which is commonly expressed using a promoter for small-RNAs (U6 promoter), and the Cas9 endonuclease for DNA cleavage (1). To validate the CRISPR/Cas9 system in strawberry plants, we designed two sgRNAs directed against the floral homeotic gene APETALA3 (sgRNA-AP3#1 and sgRNA-AP3#2). This gene was selected because ap3 mutations induce clear developmental phenotypes in which petals and stamens are missing or partially converted to sepals and carpels respectively (2). In this work, we used two different U6 promoters to drive the sgRNA-AP3s expression: AtU6-26 from Arabidopsis (4), and a U6 promoter from Fragaria vesca (FvU6) (this work). We also tested two different coding sequences of Cas9: a human- (hSpCas9) (3) and a plant-codon optimized (pSpCas9) (this work). Transient expression experiments using both CRISPR/Cas9 systems (AtU6-26:sgRNA-AP3#1_35S:hSpCas9_AtU6-26:sgRNA-AP3#2 and FvU6:sgRNA-AP3#1_35S:pSpCas9_FvU6:sgRNA-AP3#2) were performed infiltrating Agrobacterium tumefaciens into F. vesca fruits. PCR amplification and sequencing analyses across the target sites showed a deletion of 188-189 bp corresponding to the region comprised between the two cutting sites of Cas9, confirming that the CRISPR/Cas9 system is functional in F. vesca. Remarkably, the two systems showed different mutagenic efficiency that could be related to differences in expression of the U6 promoters as well as differences in the Cas9 transcripts stability and translation. Stable transformants for both F. vesca (2n) and Fragaria X anannassa (8n) are currently being established to test whether is possible to obtain heritable homozygous mutants derived from CRISPR/Cas9 strategies in strawberry. Thus, our work offers a promising tool for genome editing and gene functional analysis in strawberry. This tool might represent a more efficient alternative to the sometimes inefficient RNAi silencing methods commonly used in this species.