938 resultados para First Cohomology Group


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Mittels eines Methodenexperiments mit zwei randomisierten Versuchsgruppen (N jeweils 200) und einer Kontrollgruppe (N=200) wird untersucht, ob und in welchem Ausmaß Geschenke bei einer postalischen Befragung zur Erhöhung der Ausschöpfungsquote beitragen. Es zeigt sich, dass ein versprochenes Geschenk (Telefonkarte im Wert von 10 Schweizer Franken) die Ausschöpfungsquote nicht erhöht, während ein dem Fragebogen beigelegtes Geschenk zu einem Anstieg der Quote um zirka 10 Prozentpunkte führt. Die Befunde stehen in Einklang mit der Reziprozitätshypothese, derzufolge Vorleistungen von vielen Personen auch dann honoriert werden, wenn die reziproke Handlung nicht dem unmittelbaren Eigeninteresse eines Akteurs entspricht.

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The purpose of this article is to describe certain results and conjectures concerning the structure of Galois cohomology groups and Selmer groups, especially for abelian varieties. These results are analogues of a classical theorem of Iwasawa. We formulate a very general version of the Weak Leopoldt Conjecture. One consequence of this conjecture is the nonexistence of proper Λ-submodules of finite index in a certain Galois cohomology group. Under certain hypotheses, one can prove the nonexistence of proper Λ-submodules of finite index in Selmer groups. An example shows that some hypotheses are needed.

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We discuss the relationship among certain generalizations of results of Hida, Ribet, and Wiles on congruences between modular forms. Hida’s result accounts for congruences in terms of the value of an L-function, and Ribet’s result is related to the behavior of the period that appears there. Wiles’ theory leads to a class number formula relating the value of the L-function to the size of a Galois cohomology group. The behavior of the period is used to deduce that a formula at “nonminimal level” is obtained from one at “minimal level” by dropping Euler factors from the L-function.

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INTRODUÇÃO: Pré-condicionamento isquêmico remoto (PCIR) é o fenômeno pelo qual curtos períodos de isquemia sub-letal sobre um órgão ou tecido, intercalados com reperfusão do mesmo, conferem a outros órgãos ou tecidos distantes deste, um aumento na capacidade da resistir a episódios subsequentes de isquemia, a qual os mesmos possam ser expostos. Com base nesse fato, testamos a hipótese de que o pré-condicionamento isquêmico remoto em pacientes portadores de claudicação intermitente de membros inferiores poderia aumentar a capacidade de deambulação desses pacientes, extrapolando o conceito do PCIR de aumento da capacidade de preservação da integridade celular frente à isquemia, para a manutenção da função celular, tornando a célula mais apta ao trabalho em situações de privação de oxigênio, geradas pela restrição do fluxo sanguíneo, como ocorre nos pacientes com claudicação intermitente de membros inferiores, durante o exercício. OBJETIVOS: Avaliar se o PCIR aumenta a distância de início de claudicação e/ou a distância total de claudicação em pacientes com doença arterial obstrutiva periférica. MÉTODOS: Foram estudados 52 pacientes ambulatoriais que apresentavam queixa de claudicação intermitente dos membros inferiores, associada a um pulso arterial ausente ou reduzido no membro sintomático e/ou um índice tornozelo-braço <0,90. Estes pacientes foram randomizados em três grupos (A, B e C). Todos os pacientes foram submetidos a dois testes de caminhada em esteira de acordo com o protocolo de Gardner. O grupo A fez o primeiro teste de esteira sem o pré-condicionamento isquêmico remoto e, após 7 dias, foi submetido a um novo teste de esteira, agora precedido pelo pré-condicionamento isquêmico remoto. O grupo B foi submetido ao pré-condicionamento isquêmico remoto antes do primeiro teste de esteira e, após 7 dias, realizou novo teste de esteira, agora sem o pré-condicionamento isquêmico remoto. Já no Grupo C (grupo controle), ambos os testes de esteira foram realizados sem pré-condicionamento isquêmico remoto, também com 7 dias de intervalo. RESULTADOS: Os grupos A e C mostraram um aumento na distância de início de claudicação, no segundo teste, em comparação com o primeiro teste. O grupo A teve um aumento estatisticamente significativo, em relação ao grupo C (grupo controle). Com relação à distância total de claudicação, todos os grupos (A, B e C), mostraram um aumento estatisticamente significativo a favor do segundo teste, porém não foi observada diferença entre os grupos (A, B e C). CONCLUSÕES: O pré-condicionamento isquêmico remoto aumentou a distância inicial de claudicação em pacientes com claudicação intermitente, no entanto, ele não afetou a distância total de claudicação dos pacientes portadores de claudicação intermitente de membros inferiores

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AIMS Hyperinsulinism of infancy (HI) is characterized by unregulated insulin secretion in the presence of hypoglycaemia, often resulting in brain damage. Pancreatic resection for control of hypoglycaemia is frequently resisted because of the risk of diabetes mellitus (DM). We investigated retrospectively 62 children with HI from nine Australian treatment centres born between 1972 and 1998, comparing endocrine and neurological outcome in 28 patients receiving medical therapy alone with 34 who required pancreatic resection to control their hypoglycaemia. METHODS History, treatment and clinical course were ascertained from file audit and interview. Risk of DM (hazard ratio) attributable to age at surgery (< vs. greater than or equal to 100 days at last pancreatectomy) and extent of resection (< vs. greater than or equal to 95%) were calculated using Cox proportional hazards regression and categorical variables compared by the chi(2) -test. Neurological outcome (normal, mild deficit or severe deficit) was derived from the most authoritative source. RESULTS Surgically treated patients had a greater birthweight, earlier presentation and higher plasma insulin levels. Of 18 infants < 100 days and 16 greater than or equal to 100 days of age at surgery, four (all greater than or equal to 100 days) became diabetic as an immediate consequence of surgery and five (two < 100 days and three greater than or equal to 100 days) became diabetic 7-18 years later. Surgery greater than or equal to 100 days and pancreatectomy greater than or equal to 95% were associated with development of diabetes (HR = 12.61, CI 1.53-104.07 and HR = 7.03, CI 1.43-34.58, respectively). Neurodevelopmental outcome was no different between the surgical and medical groups with 44% overall with neurological deficits. Patients euglycaemic within 35 days of the first symptom of hypoglycaemia (Group A) had a better neurodevelopmental outcome than those still hypoglycaemic > 35 days from first presentation (Group B) (P = 0.007). Prolonged hypoglycaemia in Group B was due either to delayed diagnosis or to need for repeat surgery because of continued hypoglycaemia. Within Group A, medically treated patients (who presented later with apparently milder disease) had a higher incidence of neurodevelopmental deficit (n = 15, four mild, three severe deficit) compared with surgically treated patients (n = 18, two mild, none severe deficit) (P < 0.025). CONCLUSIONS Poor neurodevelopmental outcome remains a major problem in hyperinsulinism of infancy. Risk of diabetes mellitus with pancreatectomy varies according to age at surgery and extent of resection. Patients presenting early with severe disease have a better neurodevelopmental outcome and lower risk of diabetes if they are treated with early extensive surgery.

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Aims: To evaluate the thermal responses and weight gain in preterm infants nursed in a cot on a heated, water-filled mattress (HWM) compared with infants receiving care in an air-heated incubator and to compare mothers' stress, anxiety levels and perceptions of their infants in the two groups. Methods: Stable preterm infants weighing 1300 to 1500 g were enrolled, being randomly allocated to either the study group (n = 41) receiving care in a cot on an HWM, or the control group ( n = 33) receiving incubator care. The mean daily body temperature and episodes of cold stress and hyperthermia were recorded. Weight gain (g kg(-1) body weight d(-1)) was also calculated. The mothers completed questionnaires on their perceptions of their infants, and their anxiety and stress levels before randomization, and 2 - 3 wk later during the trial. Results: The mean body temperature was similar for the first week of the trial ( study group 36.9degreesC vs controls 36.9degreesC). There were no significant differences in the incidence of cold stress, while more hyperthermic episodes were seen in the study group ( p = 0.03). There were no significant differences in weight gain during the first ( study group 21.4 g vs controls 19.6 g) or second weeks of the trial ( study group 20.5 g vs controls 19.2 g). Neonatal morbidity did not differ between the groups. There were no differences in mothers' perceptions of their babies, or feelings of stress or anxiety. Conclusion: There were no differences between infants cot-nursed on an HWM and those receiving incubator care, with the exception of episodes of high temperature. The results suggest that the HWM may be used safely for low-weight preterm infants.

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A família é o primeiro grupo social ao qual o individuo pertence e exerce importante função no desenvolvimento dos seres humanos. Levando-se em consideração o fato da adolescência ser considerada um período do desenvolvimento, marcada por diversas transformações, tanto do individuo quanto do meio familiar, assim como a importância que a família exerce na constituição desses adolescentes, faz-se necessário pensar na qualidade das relações que são estabelecidas. Diante disso, a presente pesquisa teve como objetivo identificar possíveis relações entre a percepção de suporte familiar e qualidade de vida relacionada à saúde de adolescentes e seus responsáveis. Para tanto, buscou-se identificar a percepção dos adolescentes sobre sua qualidade de vida e suporte familiar, bem como a percepção de seus responsáveis sobre os mesmos. Trata-se de um estudo descritivo, quantitativo e de delineamento transversal. Participaram desse estudo 348 sujeitos, sendo 174 adolescentes e 174 responsáveis, escolhidos por conveniência. Dentre os resultados pode-se salientar que os adolescentes possuem percepção de melhor qualidade de vida relacionada à saúde do que seus responsáveis, porém ambos revelam que possuem visão positiva acerca da adolescência. No que se refere à percepção de suporte familiar os dados revelaram que os homens (independente de serem responsáveis ou adolescentes) apresentam melhor percepção acerca da expressão afetiva entre os membros da família e os responsáveis possuem melhor percepção acerca do fator autonomia do que os adolescentes. Conclui se que os objetivos do presente estudo foram atingidos na medida em que foram identificadas inúmeras correlações entre os fatores de percepção de suporte familiar e as dimensões de qualidade de vida relacionada à saúde. Os resultados obtidos sugerem a necessidade de ações que favoreçam o dialogo entre responsáveis e adolescentes favorecendo a aproximação e, consequentemente favorecendo a promoção da saúde.

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The purpose of this experiment was to investigate whether older adults conform more than young and middle-aged adults on a juror decision making task. Degree of group pressure, personality characteristics, gender, and social influence processes were also examined.^ Registered voters (208 participants) completed a personality questionnaire. Several weeks later, groups of six participants listened to a robbery case that portrayed the defendant as guilty. Afterwards, participants completed the first of two ballots. On the first, participants rated the defendant's degree of guilt and scored their degree of certainty in this verdict rating. They also indicated in writing which piece of information (a statement of evidence) from the robbery case supported their verdict ratings. Next, participants reviewed photocopies of five contrived first ballots. Then participants completed second ballots, in which they again rated the defendant's degree of guilt and scored their degree of certainty in this verdict rating. Finally, participants rated the importance of the five contrived first ballot verdict ratings (normative social influence) and statements of evidence (informational social influence) in reaching their second ballot verdict ratings.^ The results demonstrated that not only did older adults conform as expected, but all age groups conformed; that is, all age groups changed their verdict ratings. After reviewing the other jurors' contrived first ballots (group pressure), participants rated the defendant as less guilty on their second ballot than on their first. However, only older adults significantly changed their level of certainty in their verdict ratings from first to second ballot compared to young and middle-aged adults. With regard to personality characteristics, only rigidity predicted conformity in young and middle-aged adults but not in older adults. It was also found that females conformed more than males. Finally, all three age groups reported that different social influence processes (normative vs. informational) were important in reaching their second ballot verdict ratings. The results of this research indicate that various factors can influence young, middle-aged, and older adults as they reach verdicts. Knowledge of these factors may help alter stereotypes of older adults in terms of conformity, rigidity, and desirability as jurors. ^

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This study investigated the use of music listening maps to help learning and the preferences of second graders for orchestral music. Subjects were a population of four 2nd grade classes, and were randomly divided into two groups. The investigation was a counterbalanced, post-test only design, lasting for three consecutive classes. Two treatments/lessons were presented and a third lesson was a review. In Treatment 1 Group I used listening maps first, while Group II received instruction without listening maps. In Treatment 2, the order was reversed. Two post-tests and a comprehensive test were administered. An affective survey was administered after the treatments, measuring student preference and attitude. When listening maps were presented, scores were significantly higher. It did not matter whether the listening maps were presented first or not. Results of the survey show student preference will increase with music listening maps.

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The present study aimed to understand the experience of being a family caregiver of a patient with Cerebrovascular Accident (CVA). The relevance of the study is to prove existence of a large number of caregivers of incapacitated patients, due to the CVA and it is not an academic research object, according to the literature. It is a qualitative research, which the guiding principle is the oral history of life, according to the theoretical foundation and operating of Meihy. Therefore, the following steps were highlighted: the target community, composed of all family caregivers of CVA patients; the colony, composed by family caregivers of CVA patients assisted by Home Care Service (HCS) of the Hospital José Pedro Bezerra (HJPB), in the city of Natal/RN; the network was composed of six caregivers who met the criteria for inclusion, and as zero point the first volunteer group. The population was composed of all family caregivers of patients attended by the HCS, of the HJPB having been addressed through interviews. For the empirical research there was the consent of that institution and approval by the Ethics Committee in Research of the Federal University of Rio Grande do Norte as CAAE 24569413.0.0000.5537 and, above all, with the acquiescence of employees in participating in the investigation, signing an informed consent. Of the empirical material, five categories of analysis were identified: the sense of being a caregiver; what has changed in the life of the caregiver; the feelings emerge in the relationship of care; the distance from family and friends; difficulties faced by the caregiver. The results show that the caregiver's life goes through profound transformations within the family as well as in all spheres of life. For the caregivers, assuming the care of a relative with CVA means renunciation and donation, compromising sometimes the individual projects and the family as a whole. In addition, they point out the confrontation of difficulties within the the assistance and humanization in healthcare, information, physical and emotional overload, as well as financial problems. Despite all the adversities that compromise the caregiver's life, it was possible to identify attitudes of resilience among caregivers, making them their daily life less strenuous and with more lightness. It is expected, therefore, that this research can contribute to a better orientation of professionals with the caregivers

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Grey seal, Halichoerus grypus, pups in the breeding colony at Froan, Norway, have a bimodal pattern of early aquatic behaviour. About 40% of the pups spend their time ashore to save energy, which can be allocated to growth or deposition of energy-rich adipose tissue. The other 60% of the pups enter the sea during suckling and the early postweaning period, and disperse to other locations within the breeding colony. Pups may swim distances up to 12 km. Neonatal aquatic dispersal behaviour may lead to increased energy expenditure for thermoregulation and swimming, and thus lead to a low rate of body mass gain during suckling and a high rate of body mass loss after weaning. Thus, we examined relationships between natal aquatic dispersal behaviour and change in body mass (DeltaBM) in suckling and weaned pups. Suckling pups that had dispersed >2000 m had a significantly lower DBM than suckling pups that dispersed <2000 m or that did not disperse. In weaned pups, there were no effects of aquatic dispersal behaviour on DBM. We suggest that the bimodal natal aquatic dispersal behaviour in grey seals at the study site reflects two different strategies for postweaning survival: to stay ashore and get fat, or to take a swim and acquire diving and feeding skills.

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Dans cette thèse, nous abordons le contrôle moteur du mouvement du coude à travers deux approches expérimentales : une première étude psychophysique a été effectuée chez les sujets humains, et une seconde implique des enregistrements neurophysiologiques chez le singe. Nous avons recensé plusieurs aspects non résolus jusqu’à présent dans l’apprentissage moteur, particulièrement concernant l’interférence survenant lors de l’adaptation à deux ou plusieurs champs de force anti-corrélés. Nous avons conçu un paradigme où des stimuli de couleur aident les sujets à prédire la nature du champ de force externe actuel avant qu’ils ne l’expérimentent physiquement durant des mouvements d’atteinte. Ces connaissances contextuelles faciliteraient l’adaptation à des champs de forces en diminuant l’interférence. Selon le modèle computationnel de l’apprentissage moteur MOSAIC (MOdular Selection And Identification model for Control), les stimuli de couleur aident les sujets à former « un modèle interne » de chaque champ de forces, à s’en rappeler et à faire la transition entre deux champs de force différents, sans interférence. Dans l’expérience psychophysique, quatre groupes de sujets humains ont exécuté des mouvements de flexion/extension du coude contre deux champs de forces. Chaque force visqueuse était associée à une couleur de l’écran de l’ordinateur et les deux forces étaient anti-corrélées : une force résistante (Vr) a été associée à la couleur rouge de l’écran et l’autre, assistante (Va), à la couleur verte de l’écran. Les deux premiers groupes de sujets étaient des groupes témoins : la couleur de l’écran changeait à chaque bloc de 4 essais, tandis que le champ de force ne changeait pas. Les sujets du groupe témoin Va ne rencontraient que la force assistante Va et les sujets du groupe témoin Vr performaient leurs mouvements uniquement contre une force résistante Vr. Ainsi, dans ces deux groupes témoins, les stimuli de couleur n’étaient pas pertinents pour adapter le mouvement et les sujets ne s’adaptaient qu’à une seule force (Va ou Vr). Dans les deux groupes expérimentaux, cependant, les sujets expérimentaient deux champs de forces différents dans les différents blocs d’essais (4 par bloc), associés à ces couleurs. Dans le premier groupe expérimental (groupe « indice certain », IC), la relation entre le champ de force et le stimulus (couleur de l’écran) était constante. La couleur rouge signalait toujours la force Vr tandis que la force Va était signalée par la couleur verte. L’adaptation aux deux forces anti-corrélées pour le groupe IC s’est avérée significative au cours des 10 jours d’entraînement et leurs mouvements étaient presque aussi bien ajustés que ceux des deux groupes témoins qui n’avaient expérimenté qu’une seule des deux forces. De plus, les sujets du groupe IC ont rapidement démontré des changements adaptatifs prédictifs dans leurs sorties motrices à chaque changement de couleur de l’écran, et ceci même durant leur première journée d’entraînement. Ceci démontre qu’ils pouvaient utiliser les stimuli de couleur afin de se rappeler de la commande motrice adéquate. Dans le deuxième groupe expérimental, la couleur de l’écran changeait régulièrement de vert à rouge à chaque transition de blocs d’essais, mais le changement des champs de forces était randomisé par rapport aux changements de couleur (groupe « indice-incertain », II). Ces sujets ont pris plus de temps à s’adapter aux champs de forces que les 3 autres groupes et ne pouvaient pas utiliser les stimuli de couleurs, qui n’étaient pas fiables puisque non systématiquement reliés aux champs de forces, pour faire des changements prédictifs dans leurs sorties motrices. Toutefois, tous les sujets de ce groupe ont développé une stratégie ingénieuse leur permettant d’émettre une réponse motrice « par défaut » afin de palper ou de sentir le type de la force qu’ils allaient rencontrer dans le premier essai de chaque bloc, à chaque changement de couleur. En effet, ils utilisaient la rétroaction proprioceptive liée à la nature du champ de force afin de prédire la sortie motrice appropriée pour les essais qui suivent, jusqu’au prochain changement de couleur d’écran qui signifiait la possibilité de changement de force. Cette stratégie était efficace puisque la force demeurait la même dans chaque bloc, pendant lequel la couleur de l’écran restait inchangée. Cette étude a démontré que les sujets du groupe II étaient capables d’utiliser les stimuli de couleur pour extraire des informations implicites et explicites nécessaires à la réalisation des mouvements, et qu’ils pouvaient utiliser ces informations pour diminuer l’interférence lors de l’adaptation aux forces anti-corrélées. Les résultats de cette première étude nous ont encouragés à étudier les mécanismes permettant aux sujets de se rappeler d’habiletés motrices multiples jumelées à des stimuli contextuels de couleur. Dans le cadre de notre deuxième étude, nos expériences ont été effectuées au niveau neuronal chez le singe. Notre but était alors d’élucider à quel point les neurones du cortex moteur primaire (M1) peuvent contribuer à la compensation d’un large éventail de différentes forces externes durant un mouvement de flexion/extension du coude. Par cette étude, nous avons testé l’hypothèse liée au modèle MOSAIC, selon laquelle il existe plusieurs modules contrôleurs dans le cervelet qui peuvent prédire chaque contexte et produire un signal de sortie motrice approprié pour un nombre restreint de conditions. Selon ce modèle, les neurones de M1 recevraient des entrées de la part de plusieurs contrôleurs cérébelleux spécialisés et montreraient ensuite une modulation appropriée de la réponse pour une large variété de conditions. Nous avons entraîné deux singes à adapter leurs mouvements de flexion/extension du coude dans le cadre de 5 champs de force différents : un champ nul ne présentant aucune perturbation, deux forces visqueuses anti-corrélées (assistante et résistante) qui dépendaient de la vitesse du mouvement et qui ressemblaient à celles utilisées dans notre étude psychophysique chez l’homme, une force élastique résistante qui dépendait de la position de l’articulation du coude et, finalement, un champ viscoélastique comportant une sommation linéaire de la force élastique et de la force visqueuse. Chaque champ de force était couplé à une couleur d’écran de l’ordinateur, donc nous avions un total de 5 couleurs différentes associées chacune à un champ de force (relation fixe). Les singes étaient bien adaptés aux 5 conditions de champs de forces et utilisaient les stimuli contextuels de couleur pour se rappeler de la sortie motrice appropriée au contexte de forces associé à chaque couleur, prédisant ainsi leur sortie motrice avant de sentir les effets du champ de force. Les enregistrements d’EMG ont permis d’éliminer la possibilité de co-contractions sous-tendant ces adaptations, étant donné que le patron des EMG était approprié pour compenser chaque condition de champ de force. En parallèle, les neurones de M1 ont montré des changements systématiques dans leurs activités, sur le plan unitaire et populationnel, dans chaque condition de champ de force, signalant les changements requis dans la direction, l’amplitude et le décours temporel de la sortie de force musculaire nécessaire pour compenser les 5 conditions de champs de force. Les changements dans le patron de réponse pour chaque champ de force étaient assez cohérents entre les divers neurones de M1, ce qui suggère que la plupart des neurones de M1 contribuent à la compensation de toutes les conditions de champs de force, conformément aux prédictions du modèle MOSAIC. Aussi, cette modulation de l’activité neuronale ne supporte pas l’hypothèse d’une organisation fortement modulaire de M1.

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This paper aims at studying UFRN Parafolclórico Group, whose aesthetic formation is subjected to our analysis, specially at its two last performances, that is, Flor do Lírio (Lily Flower), 2004, and Debaixo do Barro do Chão (Under the Mud of the Ground), 2008. Three targets are envisaged here: to analyze the aesthetic ideas backing Parafolclórico Group exhibitions; to evaluate how their many folk elements interact with different artist languages in order to compose a certain choreography; and finally, to identify the aesthetic conformation placed behind the two different choreographs of the last performances, their trends and innermost features that differentiate them. In accordance with the Analysis of Contents (BARDIN, 2006), interviews have been made with the choreographers and the staff of the spectacles, resulting in elucidating answers to the understanding of their thematic axis. On the first chapter we called attention to motivating subjects as recollection, personal experiences, bibliography research, research in loco regarded as propelling forces of the creative works. Herein, folk culture is depicted as a dynamic process opening a frank dialogue with contemporary events and reinforcing their continuity. On the second chapter, we approached the aesthetic conformation and the scenic elements (costumes, light, scenario, make-up), integrating the studied spectacles and disseminating folk songs in various ways. As what concerns the subjects discourse, we have obtained support in authors like Robatto (1994); Lobo; Navas (2008); Burke (1989); Canclini (2006); Dufrenne (2005); Medeiros (2005); Pavis (2005); Silva (2005), among others. Those authors have provided us with an indispensable theoretic support which, added to the interviews, convinced us that the Parafolclórico Group s aesthetic conception tends to identify itself with the artist languages and other techniques of that Group. It also made sure that the Group s course aims at an aesthetic conception which is not limited to popular culture manifestations, like dance, but admits to play with other media in order to communicate its art. In view of this situation, we arrived to two conclusions: first: the group s interchanges emphasize the dynamic character of popular culture which, by establishing contacts with different realities, receives influences capable of extending its own continuity; second: the contemporary state of arts also improves multiple interchanges opening way, so, for many accomplishments in their field. Therefore, UFRN Parafolclórico Group inserts itself in the contemporary scenery by performing new evaluations of the popular dances as long as it puts them in contact with different technical, aesthetic, artist and culture combinations

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Dans cette thèse, nous abordons le contrôle moteur du mouvement du coude à travers deux approches expérimentales : une première étude psychophysique a été effectuée chez les sujets humains, et une seconde implique des enregistrements neurophysiologiques chez le singe. Nous avons recensé plusieurs aspects non résolus jusqu’à présent dans l’apprentissage moteur, particulièrement concernant l’interférence survenant lors de l’adaptation à deux ou plusieurs champs de force anti-corrélés. Nous avons conçu un paradigme où des stimuli de couleur aident les sujets à prédire la nature du champ de force externe actuel avant qu’ils ne l’expérimentent physiquement durant des mouvements d’atteinte. Ces connaissances contextuelles faciliteraient l’adaptation à des champs de forces en diminuant l’interférence. Selon le modèle computationnel de l’apprentissage moteur MOSAIC (MOdular Selection And Identification model for Control), les stimuli de couleur aident les sujets à former « un modèle interne » de chaque champ de forces, à s’en rappeler et à faire la transition entre deux champs de force différents, sans interférence. Dans l’expérience psychophysique, quatre groupes de sujets humains ont exécuté des mouvements de flexion/extension du coude contre deux champs de forces. Chaque force visqueuse était associée à une couleur de l’écran de l’ordinateur et les deux forces étaient anti-corrélées : une force résistante (Vr) a été associée à la couleur rouge de l’écran et l’autre, assistante (Va), à la couleur verte de l’écran. Les deux premiers groupes de sujets étaient des groupes témoins : la couleur de l’écran changeait à chaque bloc de 4 essais, tandis que le champ de force ne changeait pas. Les sujets du groupe témoin Va ne rencontraient que la force assistante Va et les sujets du groupe témoin Vr performaient leurs mouvements uniquement contre une force résistante Vr. Ainsi, dans ces deux groupes témoins, les stimuli de couleur n’étaient pas pertinents pour adapter le mouvement et les sujets ne s’adaptaient qu’à une seule force (Va ou Vr). Dans les deux groupes expérimentaux, cependant, les sujets expérimentaient deux champs de forces différents dans les différents blocs d’essais (4 par bloc), associés à ces couleurs. Dans le premier groupe expérimental (groupe « indice certain », IC), la relation entre le champ de force et le stimulus (couleur de l’écran) était constante. La couleur rouge signalait toujours la force Vr tandis que la force Va était signalée par la couleur verte. L’adaptation aux deux forces anti-corrélées pour le groupe IC s’est avérée significative au cours des 10 jours d’entraînement et leurs mouvements étaient presque aussi bien ajustés que ceux des deux groupes témoins qui n’avaient expérimenté qu’une seule des deux forces. De plus, les sujets du groupe IC ont rapidement démontré des changements adaptatifs prédictifs dans leurs sorties motrices à chaque changement de couleur de l’écran, et ceci même durant leur première journée d’entraînement. Ceci démontre qu’ils pouvaient utiliser les stimuli de couleur afin de se rappeler de la commande motrice adéquate. Dans le deuxième groupe expérimental, la couleur de l’écran changeait régulièrement de vert à rouge à chaque transition de blocs d’essais, mais le changement des champs de forces était randomisé par rapport aux changements de couleur (groupe « indice-incertain », II). Ces sujets ont pris plus de temps à s’adapter aux champs de forces que les 3 autres groupes et ne pouvaient pas utiliser les stimuli de couleurs, qui n’étaient pas fiables puisque non systématiquement reliés aux champs de forces, pour faire des changements prédictifs dans leurs sorties motrices. Toutefois, tous les sujets de ce groupe ont développé une stratégie ingénieuse leur permettant d’émettre une réponse motrice « par défaut » afin de palper ou de sentir le type de la force qu’ils allaient rencontrer dans le premier essai de chaque bloc, à chaque changement de couleur. En effet, ils utilisaient la rétroaction proprioceptive liée à la nature du champ de force afin de prédire la sortie motrice appropriée pour les essais qui suivent, jusqu’au prochain changement de couleur d’écran qui signifiait la possibilité de changement de force. Cette stratégie était efficace puisque la force demeurait la même dans chaque bloc, pendant lequel la couleur de l’écran restait inchangée. Cette étude a démontré que les sujets du groupe II étaient capables d’utiliser les stimuli de couleur pour extraire des informations implicites et explicites nécessaires à la réalisation des mouvements, et qu’ils pouvaient utiliser ces informations pour diminuer l’interférence lors de l’adaptation aux forces anti-corrélées. Les résultats de cette première étude nous ont encouragés à étudier les mécanismes permettant aux sujets de se rappeler d’habiletés motrices multiples jumelées à des stimuli contextuels de couleur. Dans le cadre de notre deuxième étude, nos expériences ont été effectuées au niveau neuronal chez le singe. Notre but était alors d’élucider à quel point les neurones du cortex moteur primaire (M1) peuvent contribuer à la compensation d’un large éventail de différentes forces externes durant un mouvement de flexion/extension du coude. Par cette étude, nous avons testé l’hypothèse liée au modèle MOSAIC, selon laquelle il existe plusieurs modules contrôleurs dans le cervelet qui peuvent prédire chaque contexte et produire un signal de sortie motrice approprié pour un nombre restreint de conditions. Selon ce modèle, les neurones de M1 recevraient des entrées de la part de plusieurs contrôleurs cérébelleux spécialisés et montreraient ensuite une modulation appropriée de la réponse pour une large variété de conditions. Nous avons entraîné deux singes à adapter leurs mouvements de flexion/extension du coude dans le cadre de 5 champs de force différents : un champ nul ne présentant aucune perturbation, deux forces visqueuses anti-corrélées (assistante et résistante) qui dépendaient de la vitesse du mouvement et qui ressemblaient à celles utilisées dans notre étude psychophysique chez l’homme, une force élastique résistante qui dépendait de la position de l’articulation du coude et, finalement, un champ viscoélastique comportant une sommation linéaire de la force élastique et de la force visqueuse. Chaque champ de force était couplé à une couleur d’écran de l’ordinateur, donc nous avions un total de 5 couleurs différentes associées chacune à un champ de force (relation fixe). Les singes étaient bien adaptés aux 5 conditions de champs de forces et utilisaient les stimuli contextuels de couleur pour se rappeler de la sortie motrice appropriée au contexte de forces associé à chaque couleur, prédisant ainsi leur sortie motrice avant de sentir les effets du champ de force. Les enregistrements d’EMG ont permis d’éliminer la possibilité de co-contractions sous-tendant ces adaptations, étant donné que le patron des EMG était approprié pour compenser chaque condition de champ de force. En parallèle, les neurones de M1 ont montré des changements systématiques dans leurs activités, sur le plan unitaire et populationnel, dans chaque condition de champ de force, signalant les changements requis dans la direction, l’amplitude et le décours temporel de la sortie de force musculaire nécessaire pour compenser les 5 conditions de champs de force. Les changements dans le patron de réponse pour chaque champ de force étaient assez cohérents entre les divers neurones de M1, ce qui suggère que la plupart des neurones de M1 contribuent à la compensation de toutes les conditions de champs de force, conformément aux prédictions du modèle MOSAIC. Aussi, cette modulation de l’activité neuronale ne supporte pas l’hypothèse d’une organisation fortement modulaire de M1.

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Background: Premature infants, who have to spend the first week of their lives in neonatal intensive care units (NICUs), experience pain and stress in numerous cases, and they are exposed to many invasive interventions. The studies have shown that uncontrolled pain experienced during early life has negative and long-term side effects, such as distress, and such experiences negatively affect the development of the central nervous system Objectives: The purpose of the study was to examine the effects of touching on infant pain perception and the effects of eutectic mixture of local anesthetic (EMLA) on the reduction of pain. Patients and Methods: Data for the study were collected between March and August 2012 from the neonatal clinic of a university hospital located in eastern Turkey. The population of the study consisted of premature infants who were undergoing treatment, completed the first month and who were approved for Hepatitis B vaccine. The study consisted of two experimental groups and one control group. Information forms, intervention follow-up forms, and Premature Infant Pain Profile (PIPP) were used to collect the data. EMLA cream was applied on the vastus lateralis muscles of the first experimental group before the vaccination. The second experimental group was vaccinated by imitation (placebo), without a needle tip or medicine. Vaccination was carried out using instrumental touch in this group. A routine vaccination was applied in the control group. Results: Mean pain scores of the group to which EMLA was applied were lower in a statistically significant way (P < 0.05) compared to the pain scores of the other groups. Moreover, it was determined that even though invasive intervention was not applied to the newborns, the touching caused them to feel pain just as in the placebo group (P < 0.005). Conclusions: The results demonstrated that EMLA was an effective method for reducing pain in premature newborns, and the use of instrumental touch for invasive intervention stimulated the pain perception in the newborns.