885 resultados para Bone densitometry


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Eqüinos da raça Quarto de Milha, 30 machos e 30 fêmeas com idade entre 42 e 48 meses, apresentando a epífise distal do rádio fechada, em plena atividade esportiva, foram analisados quanto à densidade mineral óssea (DMO) do acessório do carpo, tendo os valores expressos em milímetros de alumínio (mmAl). As radiografias da estrutura óssea, juntamente com uma escala de alumínio (penetrômetro) foram analisadas por meio de um programa computacional, especialmente desenvolvido para medida da densidade óptica em imagem radiográfica. O valor médio encontrado para as fêmeas foi de 4,49±0,69mmAl, com idade média de 43±2 meses e, para os machos, de 4,43 ± 0,81mmAl, com idade média de 45±2 meses, não havendo diferença significativa na DMO entre os sexos.

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In this study, 14 post mortem equine metacarpal bones were evaluated to correlate the medial III metacarpus perimeter to dorsal bone density of the same region using Computed Tomography and Quantitative Ultrasound (QUS). According to Pearson's test, there were not correlations between these variables. Considering there are few bone densitometry studies in horses and there are many variables that can interfere with bone mineralization, new studies on equine bone density applying standard variables are recommended.

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O trabalho teve por objetivos verificar as alterações da densidade mineral óssea e as alterações bioquímicas, no hiperparatireoidismo secundário nutricional. Foram utilizados 10 gatos, sem raça definida, com idade inicial entre 2 e 3 meses e peso médio de 820 gramas. Após um período de adaptação de 10 dias, eles foram submetidos a uma dieta composta por coração bovino moído e cru durante 60 dias, sendo os exames efetuados no final do período de adaptação e a cada 15 dias. Empregou-se o método de densitometria óptica em imagens radiográficas, do rádio e ulna direitos. Não foi observada diferença estatística na densidade mineral óssea entre o final do período de adaptação e com 15 dias de alimentação com carne de coração. Aos 30 dias, houve uma diminuição significante estatisticamente, que se manteve no mesmo patamar aos 45 e 60 dias. em nenhum momento de observação ocorreu diferença estatística nos níveis séricos de cálcio e fósforo. Os níveis séricos de fosfatase alcalina variaram e estavam acima dos valores normais no 45º e 60º dia da dieta. Foi possível concluir que a densitometria óptica em imagens radiográficas é um método eficiente de avaliação da desmineralização óssea, ao passo que as análises bioquímicas séricas de cálcio, fósforo e fosfatase alcalina são de valor limitado.

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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)

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As lesões tendíneas nas extremidades distais dos membros estão entre as mais freqüentes alterações do aparelho locomotor na rotina clínico-cirúrgica humana e animal e, não raro, necessitam de terapias adjuvantes para seu completo retorno às funções fisiológicas. O ultra-som terapêutico (UST) é a modalidade mais utilizada nas clínicas de reabilitação para tratar lesões tendíneas, mas devido à falta ou a divergências de estudos específicos sobre seus efeitos no tecido ósseo, sua utilização sobre as regiões distais dos membros, ricas em protuberâncias ósseas e áreas desprovidas de cobertura muscular, sempre preocuparam os profissionais da área médica. No intuito de esclarecer os efeitos do UST sobre o tecido ósseo, seis cães receberam tratamento ultra-sônico contínuo, de 1MHz, durante cinco minutos diários, por um período de 20 dias sobre a região craniodistal do rádio e da ulna. A intensidade do UST aplicada foi de 0,5W cm-2 no membro torácico direito, ficando o membro contralateral como controle. A região distal de ambos os membros torácicos foi radiografada para análise de densitometria óssea em imagens radiográficas, antes do início da terapia e ao final do tratamento. Não houve alterações significativas de densidade mineral óssea entre os membros tratados e os controles. Conclui-se que dentro dos parâmetros utilizados no experimento a utilização do UST em regiões ósseas protuberantes ou desprovidas de cobertura muscular pode ser feita com segurança.

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Background: Calcaneal apophysitis in children is a self-limited condition that may interfere with walking and physical performance in sports, thus causing concern to the patient and parents. There is still controversy about the significance of the radiographic changes in children with heel pain, since the report of Sever in 1912. One of the reasons is that normal children may display a considerable variation in the radiographic aspects of the secondary ossification center of the calcaneus at different ages. Methods: In this investigation, the developmental aspects of primary and secondary ossification centers of the calcaneus were studied in radiographs obtained from healthy boys and from boys with calcaneal apophysitis. The normal population comprised 392 children and adolescents ranging in age from 6 to 15 years. There were 69 individuals with calcaneal apophysitis ranging in age from 8 to 14 years. Lateral standard radiographs were obtained of both heels, and a copper step wedge was used as a calibration to determine bone density. The following parameters were analyzed on the plain films: time of appearance, fusion and number of fragments of the secondary nucleus, area and bone densitometry of the primary and secondary ossification centers of the calcaneus. Results: In the normal population, the ossification of the secondary nucleus began at 7 years of age, and at 15 years of age, the nucleus was fused in all individuals. In the apophysitis group, the secondary ossification center was present and not fused in all individuals. Both secondary nuclei increased in size with age with no difference between the two groups. Regarding bone density, both the primary and secondary nuclei were less dense in the apophysitis group than their counterparts in the normal population. The most significant difference between the two populations referred to the degree of fragmentation, which was greater in the apophysitis group. Conclusion: Our data showed that the sclerotic aspect of the secondary nucleus of the calcaneus is a normal feature and, therefore, should not be used to establish the diagnosis of Sever's disease. The most consistent difference between the normal and apophysitis group was related to the more fragmented aspect of the secondary nucleus in the latter individuals, which may suggest a mechanical etiology for that condition.

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The aim of this study was to evaluate the effects of the autogenous demineralized dentin matrix (ADDM) on the third molar socket wound healing process in humans, using the guided bone regeneration technique and a polytetrafluoroethylene barrier (PTFE). Twenty-seven dental sockets were divided into three groups: dental socket (Control), dental socket with PTFE barrier (PTFE), and dental socket with ADDM slices associated to PTFE banier (ADDM + PTFE). The dental sockets were submitted to radiographic bone densitometry analysis and statistical analysis on the 15th, 30th, 60th and 90th days using analysis of variance (ANOVA) and Tukey's test (p ≤ 0.05). The radiographic analysis of the ADDM + PTFE group showed greater homogeneity of bone radiopacity than the Control group and the PTFE group, during all the observation times. The dentin matrix gradually disappeared from the dental socket during the course of the repair process, suggesting its resorption during the bone remodeling process. It was concluded that the radiographic bone density of the dental sockets treated with ADDM was similar to that of the surrounding normal bone on the 90th day. The ADDM was biocompatible with the bone tissue of the surgical wounds of human dental sockets. The radiographic analysis revealed that the repair process was discreetly faster in the ADDM + PTFE group than in the Control and PTFE groups, although the difference was not statistically significant. In addition, the radiographic image of the ADDM + PTFE group suggested that its bone architecture was better than that of the Control and PFTE groups.

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Background: Osteoporosis is a disease of bone metabolism in which bisphosphonates (BPS) are the most common medications used in its treatment, whose main objective is to reduce the risk of fractures. The aim of this study was to conduct a systematic review on BPs adherence for treatment of osteoporosis. Methods. Systematic review of articles on BPs adherence for treatment of osteoporosis, indexed on MEDLINE (via PubMed) databases, from inception of databases until January 2013. Search terms were Adherence, Medication (MeSH term), Bisphosphonates (MeSH term), and Osteoporosis (MeSH term). Results: Of the 78 identified studies, 27 met the eligibility criteria. Identified studies covered a wide range of aspects regarding adherence and associated factors, adherence and fracture, adherence and BPs dosage. The studies are mostly observational, conducted with women over 45 years old, showing low rates of adherence to treatment. Several factors may influence adherence: socio-economic and cultural, participation of physicians when guidance is given to the patient, the use of bone turnover markers, and use of generic drugs. The monthly dosage is associated with greater adherence compared to weekly dosage. Conclusions: Considering the methodological differences between the studies, the results converge to show that adherence to treatment of osteoporosis with BPs is still inadequate. Further experimental studies are needed to evaluate the adherence and suggest new treatment options. © 2013 Vieira et al.; licensee BioMed Central Ltd.

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Pós-graduação em Ciência Animal - FMVA

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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)

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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)

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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)

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Pós-graduação em Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia - FMB