346 resultados para Acupunctura - Músicos


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La Banda de Alabarderos tiene su origen en 1746 dentro del cuerpo homónimo que fue creado por el cronista Gonzalo de Ayora en 1504 para la seguridad del católico rey Fernando. Con el transcurso del tiempo la agrupación musical presenta varios cambios de denominación, así pues, a mediados del XVIII se convierte en la Banda de música del Cuerpo de Guardias de la Reina. Algunos años después se reinstaura nuevamente el cuerpo de Alabarderos hasta llegar a 1868 en el que es disuelto durante el inicio del Sexenio Revolucionario y con él, su banda de música. Con la Restauración Alfonsina en 1875 se reconstruye la Banda de Alabarderos con muchos de los profesores que tenía anteriormente, hasta llegar al siguiente cambio de régimen político durante la primavera de 1931, en el que, tras unos días de incertidumbre por su desintegración como agrupación musical, se decide su continuidad con la nueva denominación de Banda Republicana. Tras la finalización de la Guerra Civil, resurge compuesta por nuevo profesorado, con el nombre de Banda de música del Regimiento del Jefe del Estado y Generalísimo de los Ejércitos, la cual, hereda de la anterior Banda Republicana, su archivo musical, parte de su instrumental y la mayoría de las funciones oficiales. Con el inicio del periodo democrático a partir de 1975, esta misma formación musical, con los mismos músicos y la misma plantilla instrumental, pasa a formar parte de la nueva Guardia Real, llegando hasta la actualidad con la nueva designación de Unidad de Música de la Guardia Real. Podemos afirmar que las bandas de Alabarderos, del Cuerpo de Guardias de la Reina, Nacional Republicana, del Regimiento de la Jefatura del Estado o de la Guardia Real, son una única banda de música con diferentes denominaciones, siempre ligada a la Jefatura del Estado, que desde su creación y a excepción del Sexenio Revolucionario, ha perdurado en el tiempo hasta la actualidad...

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Primera Banda de Músicos del Municipio a la cual pertenecieron los señores Pastor Rendón y Carlos Tirado. Restepo, 1949.

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Fondo Margaritainés Restrepo

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Los músicos constituyen un colectivo profesional en los que la demanda constante del perfeccionamiento de la técnica instrumental, la elevada competitividad y los altos niveles de angustia, son condicionantes, que pueden originar una situación de riesgo para su salud. En los últimos años la comunidad científica se ha interesado por los efectos de la música derivados tanto de su uso como de su praxis. Es muy limitada la evidencia disponible sobre la adaptación fisiológica durante los conciertos, momento culminante de la práctica profesional, resultando interesante ahondar en este sentido, para llegar a una excelencia en los cuidados. OBJETIVOS Conocer determinados parámetros relacionados con el estado nutricional y la actividad física, con el fin de establecer recomendaciones específicas que puedan contribuir a mejorar el estado de salud de los profesionales de la música. POBLACIÓN Y METODOLOGÍA Estudio descriptivo transversal, realizado entre 2010-2014 y cuya la población diana son músicos profesionales miembros de orquestas y grupos de cámara. Las muestras son de conveniencia. Consta de dos partes: una donde se analizan ciertos parámetros antropométricos, (talla, peso, así como otros relacionados con el riesgo de sufrir alteraciones cardiometabólicas) y de la actividad física; la otra parte relativa a los hábitos alimentarios. Para valorar la actividad física y la carga de trabajo, se utilizan métodos combinados así como la frecuencia cardiaca, medida durante los ensayos generales/conciertos. Por su parte, la tasa de sudoración se obtuvo por la diferencia de peso antes y después de la actuación. Para obtener información sobre los hábitos alimentarios, se utiliza el llamado “recuerdo de 24-horas” aplicado a cada participante...

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O conhecimento dos problemas de saúde relacionados à voz ocupacional torna-se cada vez mais importante à medida que mais indivíduos usam a voz como instrumento de trabalho. Os músicos tocadores de instrumento de sopro são um grupo bastante específico de indivíduos que usa o trato vocal intensamente no exercício de suas atividades profissionais. Curiosamente, pouco ou nada temos relatado sobre a atuação direta da laringe nesta modalidade profissional. OBJETIVO: O objetivo do atual estudo foi avaliar o comportamento da laringe e do trato vocal de músicos tocadores de instrumento de sopro. MATERIAL E MÉTODO: Foram estudados 10 indivíduos tocadores profissionais de instrumento de sopro através de videonasofibrolaringoscopia, sendo observados o comportamento da laringe, faringe e língua durante o tocar do instrumento. RESULTADOS: Em todos os participantes deste estudo observamos que os tons musicais foram produzidos durante a adução das pregas vocais. O relato de maior dificuldade técnica de tocar determinada peça musical estava relacionado a uma maior tensão glótica (constricção látero-lateral) e supraglótica. CONCLUSÕES: A glote participa ativamente da produção sonora do instrumento de sopro e que alterações na configuração glótica podem interferir na produção sonora musical final. Estes conhecimentos sugerem a necessidade de incluir os músicos tocadores de instrumento de sopro no grupo dos chamados profissionais da voz.

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Existem barreiras para a efetiva proteção auditiva entre músicos. OBJETIVO: Verificar a aceitação de protetor auditivo pelos componentes de banda instrumental e vocal. MATERIAL E MÉTODO: Estudo prospectivo realizado com a Banda Municipal de Indaial, em 2005. O grupo de estudo consistiu de 34 componentes. Os níveis de pressão sonora foram mensurados durante um ensaio. Os sujeitos responderam questionários e realizaram audiometria tonal. Os limiares tonais dos componentes da banda foram comparados a um grupo controle. Ministrado palestra e distribuído protetores auditivos por 3 meses. RESULTADOS: Os níveis de pressão sonora variaram de 96,4 dB(A) a 106,9 dB(A). As maiores queixas foram: incômodo a sons 58,8% e zumbido 47%. Ao compararmos a mediana dos limiares auditivos dos músicos com o grupo controle observou-se diferença significativa à direita nas freqüências de 4 e 6 kHz, e à esquerda nas freqüências de 3, 4 e 6 kHz. 77,1% referiram que a música pode ocasionar prejuízo auditivo. 56,2% referiram não ter gostado do protetor, 43,7% referiram ter gostado. CONCLUSÃO: Os sujeitos têm a informação sobre o risco, mas não há prevenção em relação aos efeitos auditivos, sugerindo a necessidade de campanhas periódicas e legislação específica aos profissionais ligados à música.

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O professor de educação especial, guiando os seus alunos, incluindo os que têm necessidades educativas especiais, deve ser como o maestro a dirigir os músicos numa orquestra, cada qual tocando o seu instrumento. Sempre que haja diferentes estilos de aprendizagem e ritmos de trabalho, a diferenciação inclusiva deve ocorrer inevitavelmente na sala de aula. Assim, cada tarefa deve ser executada por todos os alunos, cada um trabalhando de acordo com as suas capacidades. Em conjunto, o aluno aprende a partilhar tarefas, a respeitar o outro e a si próprio, ficando mais apto para a vivência na comunidade circundante. Os jovens com défice cognitivo são cidadãos que usufruem de direitos e cumprem deveres como qualquer outro jovem. Conhecedores deste facto, interviemos junto de uma aluna de 17 anos que frequenta um Centro Educacional e reside numa Instituição. A intervenção, fundamentada nos fundamentos conceptuais e nos procedimentos da investigação-acção, que teve lugar no seio de um grupo de sete alunos com problemáticas várias, decorreu no âmbito da área do desenvolvimento vocacional e numa perspectiva de transição para a vida activa. Orientámos a intervenção numa perspectiva dinâmica e circular de acção e reflexão, de acordo com os pressupostos que referimos. Traçámos os objectivos e estabelecemos um plano de acção. Procedemos ao registo semanal de todas as tarefas realizadas durante quatro meses, para que de um modo sistemático, pudéssemos agir de forma coerente, mediar a intervenção e reformular estratégias. Podemos concluir que a intervenção decorreu com sucesso, uma vez que atingimos os objectivos traçados relacionados com o desenvolvimento de tarefas de transição para a vida activa e a promoção do trabalho de grupo.

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Resumo Este artigo analisa a participação indígena na difusão da doutrina cristã nas missões jesuíticas instaladas na Amazônia Ocidental. Ao iniciar uma redução, os jesuítas geralmente treinavam alguns caciques para exercerem a tarefa de catequistas; com o tempo, educavam os filhos dos chefes destacados e algumas crianças escolhidas entre os índios comuns e cativos para formar, através deles, um grupo seleto de "fiscais da doutrina", sacristãos e músicos. Também estimulavam a constituição de confrarias, em que apenas os índios de comportamento exemplar e provada devoção religiosa podiam participar. O presente estudo estabelece uma análise de situações e casos relevantes sucedidos nas missões de Maynas, Mojos e Chiquitos. O argumento central consiste em demonstrar que, ao depender de agentes indígenas para viabilizar a tradução da doutrina cristã aos neófitos, os jesuítas não podiam desterrar completamente certas práticas e representações que asseguravam a legitimidade dos seus mediadores.

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Dissertação apresentada à Escola Superior de Comunicação Social como parte dos requisitos para obtenção de grau de mestre em Audiovisual e Multimédia.

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Os programas de gravação e edição de áudio em ambientes multi-faixa são populares entre os músicos, para desenvolverem o seu trabalho. Estes programas apresentam funcionalidades de gravação e edição, mas não promovem o trabalho colaborativo entre músicos. De forma a colaborar, os vários elementos de uma banda musical têm de se reunir no mesmo local físico. Com este trabalho pretende-se criar uma solução para a colaboração no contexto da gravação e edição de áudio. Tem-se como objectivo o desenvolvimento de uma aplicação distribuída que facilite a gravação e edição de áudio, estando os elementos de cada banda musical em localizações físicas distintas. A aplicação desenvolvida tem funcionalidades de manipulação de áudio, bem como mecanismos para a sincronização do trabalho entre os vários elementos da banda. A manipulação de áudio consiste em reprodução, gravação, codificação e edição de áudio. O áudio é manipulado no formato Microsoft WAV, resultante da digitalização do áudio em Pulse Code Modulation (PCM) e posteriormente codificado em FLAC (Free Lossless Audio Codec) ou MP3 (Mpeg-1 Layer 3) de forma a minimizar a dimensão do ficheiro, diminuindo assim o espaço que ocupa em disco e a largura de banda necessária à sua transmissão pela internet. A edição consiste na aplicação de operações como amplificação, ecos, entre outros. Os elementos da banda instalam no seu computador a aplicação cliente, com interface gráfica onde desenvolvem o seu trabalho. Esta aplicação cliente mantém a lógica de sincronização do trabalho colaborativo, inserindo-se como um dos peers da arquitectura peer-to-peer híbrida da aplicação distribuída. Estes peers comunicam entre si, enviando informação acerca das operações aplicadas e áudio gravado pelos membros da banda.

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Resumo biográfico da vida e obra do compositor.

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Fazer MÚSICA caracteriza-nos como espécie, faz parte da nossa essência. Gostamos de a fazer porque ela nos permite partilhar algo com os outros, fortalecendo e estabilizando a nossa personalidade. E todos somos capazes de a fazer. É verdade que quando nos comparamos com os instrumentistas poucos nos consideraremos músicos ou sequer “musicais”, no entanto todos já nos envolvemos em muitas e variadas atividades musicais. Na Escola, o debate sobre o que se deve aprender e a hierarquia dos saberes vem desde Platão, mas hoje sabemos que a MÚSICA dá contributos essenciais e únicos: o seu potencial criativo; é uma forma de comunicação emocional; as suas funções nas comunidades. Assim, o entendimento atual em vários Sistemas Educativos Ocidentais é o de ensinar MÚSICA a todos, de desenvolver as capacidades musicais de todas as crianças, numa perspetiva do desenvolvimento global das capacidades inatas do ser humano. Para isto, quem melhor que o professor da turma para integrar a MÚSICA com as outras áreas do saber.

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A rede temática POLIFONIA envolveu mais de 60 organizações de 32 países europeus, entre Outubro de 2004 e Outubro de 2007. Professores do ensino superior e músicos profissionais juntaram esforços para pesquisar, difundir informação e produzir documentação sobre a adaptação do nosso tipo de ensino aos desafios do Processo de Bolonha. Os grupos de trabalho dividiram-se entre os 3 ciclos do ensino superior, os estudos que lhes dão acesso, a inserção na vida profissional e as relações internacionais entre instituições. Resultados de Aprendizagem (Learning Outcomes), Créditos (ECTS), Desenvolvimento Curricular, Qualificação e a caracterização do nosso meio profissional foram alguns dos assuntos estudados e adaptados ao ensino especializado da música. As publicações já estão disponíveis (www.aecinfo.org) e o projecto concorreu a uma segunda fase de três anos já aprovada pela Comissão Europeia, que premiou a primeira fase do projecto pela qualidade e utilidade dos resultados apresentados.