1000 resultados para Vila Nova de Gaia
Resumo:
Theridiosoma chiripa sp. nov. dos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, Brasil, é descrita e ilustrada.
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Mischonyx poeta sp. nov. (Gonyleptidae, Gonyleptinae) é descrita de Casimiro de Abreu, Rio de Janeiro, Brasil. A nova espécie pode ser diagnosticada pela forma da apófise retrolateral do fêmur IV do macho, que possui faces anterior e posterior assimétricas. Mischonyx poeta sp. nov. é conhecida apenas da sua localidade tipo.
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Scolecura cambara sp. nov. dos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná é descrita e ilustrada.
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Theridiosoma caaguara sp. nov. do Estado do Rio Grande do Sul, Brasil, é descrita e ilustrada. Baalzebub baubo Coddington, 1986 é registrada pela primeira vez para o Brasil, ampliando-se a distribuição conhecida de Epilineutes globosus (O. P.-Cambridge, 1896), Naatlo splendida (Taczanowski, 1873) e Ogulnius obtectus O. P.-Cambridge, 1882.
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Napo Linnavuori & DeLong, 1976 é registrado pela primeira vez no Brasil. Uma nova espécie, Napo bellus sp. nov. é descrita e ilustrada.
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Pachytettix Linnavuori, 1959 é registrado pela primeira vez no Brasil e uma nova espécie, P. ikrajubus sp. nov., é descrita e ilustrada.
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Uma nova espécie de Euschistus Dallas, 1851, E. (M.) irroratus sp. nov. do Rio Grande do Sul, Brasil e Misiones, Argentina, é descrita e ilustrada.
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Pimelodus tetramerus sp. nov. difere das outras espécies de Pimelodus Lacepède por sua coloração típica, que consiste de quatro faixas escuras sobre os lados do corpo, a primeira, mais dorsal, iniciando logo após o final da placa pré-dorsal e terminando no final da base da nadadeira adiposa; a segunda, mais larga que a primeira, logo acima da linha lateral, percorre desde a borda lateral do processo supra-occipital até a base da nadadeira caudal. Ambas faixas estão fragmentadas em sua porção anterior, formando pontos escuros que, ocasionalmente, podem estar unidos, compondo um padrão vermiculado. Tais pontos escuros e/ou padrão vermiculado se distribui sobre a região pré-dorsal e cabeça. A terceira faixa, tão larga quanto a segunda, logo abaixo da linha lateral, inicia junto à região superior do processo pós-cleitral e estende-se até a base da nadadeira caudal e a quarta, de menor comprimento, podendo estar fraca ou ausente, inicia-se logo abaixo do processo pós-cleitral e finaliza até próximo à nadadeira pélvica. Além disso, constituem caracteres diagnósticos da nova espécie a presença de uma estreita faixa clara sobre a linha lateral, com aproximadamente 1/3 da largura da terceira faixa escura, e a presença de uma barra escura percorrendo longitudinalmente o lobo ventral da nadadeira caudal. A nova espécie compartilha o forâmen trigeminal tripartido com outras espécies de pimelodídeos.
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Schizomyia spherica sp. nov., que induz galhas esféricas em Sebastiania glandulosa, é descrita e ilustrada com base em larvas, pupas, machos e fêmeas de material coletado na restinga da Barra de Maricá (Rio de Janeiro, Brasil).
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Pseudotyphistes biriva sp. nov. do Estado do Rio Grande do Sul é descrita e ilustrada. Dados ecológicos da nova espécie são apresentados.
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Trichorhina tatianae sp. nov., encontrada em Araranguá, Morro dos Conventos, Estado de Santa Catarina, é descrita. A nova espécie pode ser facilmente identificada pela expansão lateral do ísquio do pereiópodo 7 do macho. Trichorhina tatianae sp.nov. é conhecida somente da localidade-tipo.
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Xestoblatta insularis sp. nov. é descrita com base nas placas genitais, estruturas genitais do macho e na modificação do sétimo tergito abdominal. Xestoblatta Hebard, 1916 é registrado pela primeira vez no sul do Brasil.
Resumo:
Um inventariamento dos sifídeos foi realizado em cinco áreas com situações florísticas diferentes dentro do Parque Estadual Vila Velha, Ponta Grossa, Paraná, sul do Brasil. As áreas foram classificadas como Borda, Araucária, estágio inicial de sucessão (Fase 1), estágio intermediário de sucessão (Fase 2) e estágio avançado de sucessão (Fase 3). As coletas foram semanais durante o período de Setembro/1999 a Agosto/2000 utilizando-se armadilha Malaise. Aproximadamente 300.000 dípteros foram capturados nas áreas (apresentadas em ordem de abundância): Araucária (n=74.331 indivíduos, 25% do total), Fase 1 (73.782; 25%), Fase 3 (59.339; 20%), Fase 2 (53.623; 18%) e borda (38.796; 13%). Um total de 1.345 indivíduos de Syrphidae, de 97 espécies, foram identificados. As maiores abundância e riqueza de espécies foram encontradas na Borda (n=684 espécimes em 54 espécies), seguida pela Fase 1 (250; 51), Araucária (162; 34), Fase 3 (146; 31) e Fase 2 (103; 27). A abundância de Syrphidae não se correlacionou à de Diptera em nenhuma área. Syrphidae foi mais abundante na Borda e Diptera na área de Araucária. Syrphinae (82% de todos os sirfídeos coletados), Microdontinae e Eristalinae foram registrados nas cinco áreas. Dos três estágios de sucessão vegetal, a subfamília Syrphinae foi mais representativa na Fase 1, ocorrendo de forma similar nas outras duas áreas. As maiores abundância e riqueza de espécies ocorreram nas áreas mais perturbadas antropicamente (Borda e Fase 1), enquanto que as menos perturbadas apresentaram menores abundância e riqueza (Fase 2 e Fase 3). A análise de agrupamento mostrou que as áreas em sucessão vegetal avançadas são mais similares e a de borda a mais diferenciada.
Descrição de uma espécie nova de Pimelodus (Siluriformes, Pimelodidae) da bacia do alto rio Paraguai
Resumo:
Uma espécie nova, correntemente identificada como P. maculatus La Cepède, 1803, é descrita. Ela difere das demais espécies do gênero, exceto de P. maculatus e P. mysteriosus Azpelicueta, 1998, pelo padrão de colorido com máculas escuras sobre os flancos. A nova espécie é morfometricamente similar a P. argenteus Perugia, 1891 e P. mysteriosus, mas difere destas, respectivamente, pelo padrão de colorido maculado e pelo menor comprimento do barbilhão maxilar. Difere de P. maculatus por apresentar o processo supra-occipital mais robusto, com a base quase tão larga quanto o comprimento (versus mais comprido do que largo); narinas anteriores a 25% da margem anterior do focinho, na distância entre o início do focinho até as narinas posteriores (versus 33% dessa distância); serrilhas do acúleo peitoral mais desenvolvidas e presentes em mais da metade da margem anterior do acúleo (versus serrilhas leves e presentes em menos da metade desta margem); pele que recobre a cabeça muito fina, tornando conspícuas as estrias da superfície dos ossos; 22-27 (moda=24) rastros no primeiro arco branquial [versus 19-24 (moda=21)]. Também foi discriminado de P. maculatus na análise morfométrica multivariada das variáveis canônicas livres do tamanho, por apresentar maiores valores da distância interorbital, largura da boca e comprimento do barbilhão maxilar e menor comprimento da base da nadadeira adiposa.
Resumo:
É descrita uma nova espécie de Tabanidae (Diptera), Chlorotabanus flagellatus sp. nov. , distribuída na região amazônica, Estados do Amazonas e Pará. Diagnose, discussão e ilustrações dos caracteres externos e internos são fornecidas.