999 resultados para sagittal sinus, superior


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Primary pelvic tumors are relatively rare, representing no more than 5% of primary bone tumors. We presented a case of a chondrosarcoma of the superior pubic ramus initially managed as an inguinal hernia and then operated under oncological principles. Special attention is attributed to the importance for the correct diagnosis and surgical treatment given the low efficacy of adjuvant treatments for this type of neoplasia.

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OBJETIVO: Construir um protocolo das relações anatômicas topográficas do ramo externo do nervo laríngeo superior (NLSE) com a artéria tireóidea superior, para minimizar as falhas das propostas descritas na literatura. MÉTODOS: Foram dissecadas bilateralmente as regiões cervicais de 57 cadáveres frescos, no Instituto Médico-Legal do Estado do Amazonas, com identificação fotográfica dos NLSE e respectivas relações com a artéria tireóidea superior. A partir dos dados obtidos elaborou-se classificação: Tipo1: NLSE não identificado; Tipo 2: NLSE cruza a artéria tireóidea superior a distância maior de 1,5cm do limite cranial do lobo da glândula tireóide; Tipo 3: NLSE cruza a artéria entre 1cm e 1,5cm do limite cranial do lobo da glândula tireóide; Tipo 4: NLSE cruza a artéria a menos de 1cm do limite cranial do lobo da glândula; Tipo 5: NLSE cruza, látero-medialmente, abaixo do limite cranial do lobo tireóideo. Como suplemento classificatório, os tipos 2, 3 e 4 receberam subclassificação: A - quando se encontrava parcial ou totalmente envolto no tecido conjuntivo superficial peri-muscular ou intra-muscular, no constritor inferior da faringe, em mais da metade de seu percurso, após cruzar a artéria tireóide superior; B - quando se encontrava fora destes tecidos. RESULTADOS: Tipo 1, 11,88%; Tipo 2, 13,86%; Tipo 3, 34,65%; Tipo 4, 38,61% e Tipo 5, 0,99%. CONCLUSÃO: Os NLSE mais próximos ao limite cranial (Tipos 3 e 4) percorriam, em sua maioria, o tecido frouxo peri-muscular ou intramuscular, no pólo superior da tireóide, o que neste estudo, desobrigam identificação sistemática do nervo nas tireoidectomias (p=0,075).

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OBJETIVO: comparar as características do trauma entre idosos e "superidosos". MÉTODOS: análise retrospectiva dos protocolos de vítimas de trauma fechado com idade igual ou superior a 70 anos. Os idosos de idade entre 70 e 79 anos foram incluídos no grupo I, os de idade igual ou maior de 80 anos no grupo II. Análise estatística foi realizada através dos testes t de Student, qui-quadrado e Fisher, considerando p<0,05 significativo. RESULTADOS: Foram incluídos no estudo 281 doentes (grupo I-149; grupo II-132). A idade variou de 70 a 99 anos (79,1 ± 6,7 anos), sendo 52,3% do sexo masculino. Os superidosos se caracterizaram por apresentar menor média de AIS em abdome (0,10 ± 0,59 vs. 0,00 ± 0,00; p=0,029), menor frequência de vítimas do sexo masculino (59,1% vs. 44,3%; p=0,013), maior frequência de queda da própria altura (44,3% vs. 65,2%; p=0,028) e menor frequência de fraturas de membros superiores (9,4% vs. 2,3%; p=0,010). Não observamos diferença significativa na comparação das demais variáveis entre os grupos. CONCLUSÃO: O trauma em idosos é um grave problema de saúde pública, com tendência à piora progressiva pelo envelhecimento da população. Os dados deste estudo nos auxiliam com uma visão mais clara do trauma nos superidosos, um subgrupo que merece atenção especial.

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OBJETIVO: avaliar a morbidade e a mortalidade neonatais relacionadas à idade materna igual ou superior a 35 anos. MÉTODOS: de 2.377 nascimentos em um ano, 316 (13,6%) eram de gestantes com idade igual ou superior a 35 anos. As gestantes selecionadas foram comparadas com mulheres entre 20 a 29 anos, randomicamente selecionadas entre 1170 delas (49,2%). Foram incluídas gestantes com idade gestacional acima de 22 semanas e recém nascido (RN) acima de 500 g. Foram excluídos 14 gemelares. Para avaliar a morbidade e a mortalidade foram consideradas as seguintes variáveis: índice de Apgar, peso ao nascer, malformações congênitas, adequação do peso ao nascer e a mortalidade neonatal até a alta hospitalar. RESULTADOS: quando avaliadas em conjunto nuliparas e multíparas, as gestantes com idade igual ou superior a 35 anos apresentaram uma proporção significativamente maior de resultados perinatais desfavoráveis, o que não se manteve quando foram excluídas as nulíparas. Multíparas com idade igual ou superior a 35 anos apresentaram maior proporção de índice de Apgar baixo no 1º minuto: 21,3 e 13,1% (p = 0,015); RN pequeno para a idade gestacional: 15,2 e 6,7% (p < 0,02); RN grande para a idade gestacional: 5,7 e 0,0% (p < 0,02); baixo peso ao nascer: 23,8 e 14,5% (p < 0,01) e prematuridade: 16,7 e 6,7% (p < 0,005), respectivamente. Não foram encontradas diferenças significativas para o índice Apgar baixo no 5º minuto, malformações congênitas, condições do recém-nascido no momento da alta hospitalar e mortalidade neonatal. CONCLUSÕES: ocorreu um aumento da morbidade neonatal nas gestantes com idade igual ou superior a 35 anos, porém sem aumento da mortalidade neonatal.

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OBJETIVOS: descrever técnica cirúrgica para tratamento da hipertrofia de pequenos lábios com a utilização do retalho labial superior. MÉTODOS: no período de maio de 1998 a julho de 2002, 10 pacientes com hipertrofia de pequenos lábios foram submetidas à redução do excesso pela ressecção do segmento inferior com incisão em "L". A incisão transversal vai da borda externa do lábio em direção à carúncula himenal e a incisão longitudinal parte dali até próximo à fúrcula. A borda do retalho superior é rebaixada para se fechar o defeito causado pela ressecção inferior. RESULTADOS: com período médio de 45 dias após a cirurgia as pacientes estavam satisfeitas com o aspecto estético e funcional. Não houve mudança na sensibilidade local. Apenas 2 casos apresentaram complicações: um caso de equimose perineal e outro com deiscência unilateral parcial precoce do retalho. Não foram observados casos de infecção, necrose e deiscência tardia. CONCLUSÃO: a utilização do retalho superior para correção de hipertrofia de pequenos lábios produz bom resultado estético e funcional, com poucas complicações e de fácil resolução.

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OBJETIVO: identificar a alteração de sensibilidade no trajeto do nervo intercostobraquial utilizando um estesiômetro e observar a repetição das medições efetuadas com esse aparelho. MÉTODOS: foi aplicado o estesiômetro de Semmes-Weinstein para a avaliação da sensibilidade no trajeto do nervo intercostobraquial. Participaram desse estudo 94 mulheres divididas em dois grupos: Grupo CA, composto por 47 mulheres submetidas à linfonodenectomia axilar por câncer de mama, e grupo comparativo, composto por 47 mulheres sem câncer de mama e que não foram submetidas a qualquer tipo de cirurgia nas axilas. Em cada participante, foram realizadas anamnese e aplicação do estesiômetro duas vezes consecutivas. As respostas ao teste com estesiômetro do Grupo Controle foram utilizadas como valores de referência de normalidade. RESULTADOS: a prevalência de alteração de sensibilidade, no Grupo CA, foi de 85,1%, com base nas repostas do Grupo Controle. Foi confirmada a repetição na aplicação do estesiômetro no Grupo CA por meio do teste de Kappa (p=0,8). CONCLUSÕES: na amostra desse estudo, as alterações de sensibilidade tiveram alta prevalência; as avaliações efetuadas com o uso do estesiômetro apresentaram repetição e, por isto, considerou-se o equipamento confiável para avaliação da sensibilidade no trajeto do nervo intercostobraquial.

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Foram estudados 30 bovinos com neoplasias no trato alimentar superior (TAS) associadas ao consumo espontâneo de samambaia (Pteridium aquilinum) provenientes de 27 propriedades rurais, sendo 23 no município de Jaguari e quatro em Nova Esperança do Sul, Rio Grande do Sul. A população bovina total das 27 propriedades em que ocorreram os casos era de 1.090 bovinos e havia quantidade abundante de samambaia nas áreas de pastoreio dos animais. Vinte e seis bovinos eram vacas e 4 eram machos castrados. A idade variou de 3 a 13 anos, sendo o maior número de casos entre 7 e 8 anos (46,6%). Os sinais clínicos observados incluíram emagrecimento progressivo, atonia ruminal, tosse, disfagia, regurgitação, halitose, diarréia e timpanismo. Outros sinais clínicos menos freqüentes foram apetite seletivo, dispnéia e salivação. Dois bovinos tiveram morte espontânea e 28 foram submetidos à eutanásia em estágios avançados da doença e necropsiados. Os principais achados macroscópicos e histológicos observados nos 30 bovinos localizavam-se nos mesmos locais do TAS e consistiram de papilomas, papilomas em transformação para carcinomas de células escamosas (CCEs) e CCEs. Metástases de CCEs para linfonodos regionais e outros órgãos (como fígado e pulmões) foram também observadas (18/30). Vinte e nove bovinos tinham papilomas de diversos tamanhos, sendo a quantidade variável entre leve (45%), moderada (38%) e acentuada (17%). Nos papilomas examinados microscopicamente, foram observadas três fases de desenvolvimento: a) fase de inicial de crescimento, b) fase de desenvolvimento, e c) fase de regressão. Em 16 bovinos, observou-se a transformação maligna de papilomas em CCEs. Os CCEs eram únicos (12/30) ou múltiplos (18/30) e variaram quanto ao grau de diferenciação celular entre bem, moderadamente ou pouco diferenciados. Quando a distribuição dos CCEs de maior extensão foi agrupada em regiões cranial (base da língua, faringe/orofaringe, epiglote), média (terços cranial, médio e caudal do esôfago) e caudal (entrada do rúmen e rúmen) do TAS, observou-se que a localização era cranial em 39% dos casos, média em 16%, e caudal em 45%. Utilizando-se esse mesmo critério de agrupamento, porém considerando o número total de vezes em que CCEs (de tamanhos variados) foram diagnosticados nas regiões cranial, média e caudal, os números alteraram-se para 34, 26 e 40%, respectivamente. As evidências epidemiológicas e histomorfológicas relatadas neste estudo reforçam as observações de uma estreita correlação entre a infecção pelo papiloma-vírus bovino tipo 4, causador da papilomatose digestiva, e a co-carcinogênese química dos princípios tóxicos da samambaia na patogênese dos CCEs do TAS de bovinos. Entretanto, a presença de alterações pré-neoplásicas (áreas de displasia), áreas de CCE in situ ou CCEs em estágios iniciais de desenvolvimento, independentemente da presença de papilomas no local, mostram claramente ser possível o desenvolvimento de CCEs diretamente do epitélio normal, possivelmente por uma ação direta dos carcinó-genos químicos da samambaia.

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This study characterized the normal musculoskeletal anatomy of the cervical segment of the spine of dogs by means of B-mode ultrasonography. The objective was to establish the role of B-mode ultrasonography for the anatomical evaluation of the cervical spine segment in dogs, by comparing the ultrasonographic findings with images by computed tomography and magnetic resonance imaging. The ultrasound examination, in transverse and median sagittal sections, allowed to identify a part of the epaxial cervical musculature, the bone surface of the cervical vertebrae and parts of the spinal cord through restricted areas with natural acoustic windows, such as between the atlanto-occipital joint, axis and atlas, and axis and the third cervical vertebra. The images, on transverse and sagittal planes, by low-field magnetic resonance imaging, were superior for the anatomical identification of the structures, due to higher contrast between the different tissues in this modality. Computed tomography showed superiority for bone detailing when compared with ultrasonography. As for magnetic resonance imaging, in addition to the muscles and cervical vertebrae, it is possible to identify the cerebrospinal fluid and differentiate between the nucleus pulposus and annulus fibrosus of the intervertebral discs. Although not the scope of this study, with knowledge of the ultrasonographic anatomy of this region, it is believed that some lesions can be identified, yet in a limited manner, when compared with the information obtained mainly with magnetic resonance imaging. The ultrasound examination presented lower morphology diagnostic value compared with the other modalities.

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Julkaisussa: Het vyfde deel des Grooten Atlas, vervattende de water-weerelt. Vol. V

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Julkaisussa: Cosmographia : hic finit cosmographia Ptolemei impressa opa dominici de lapis ciuis Bononiensis

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The aim of this study was to investigate the possible interactions between the nociceptive system, the sympathetic system and the inflammatory process. Thus, the superior cervical ganglion of rats was submitted to chronic inflammation and Fos expression was used as a marker for neuronal activity throughout central neurons following painful peripheral stimulation. The painful stimulus consisted of subcutaneously injected formalin applied to the supra-ocular region. Fos-positive neurons were identified by conventional immunohistochemical techniques, and analyzed from the obex through the cervical levels of the spinal cord. In the caudal sub-nucleus of the spinal trigeminal nuclear complex, the number of Fos-positive neurons was much higher in rats with inflammation of the superior cervical ganglion than in control rats, either sham-operated or with saline applied to the ganglion. There was a highly significant difference in the density of Fos-positive neurons between the inflamed and control groups. No significant difference was found between control groups. These results suggest that the inflammation of the superior cervical ganglion generated an increased responsiveness to painful stimuli, which may have been due to a diminished sympathetic influence upon the sensory peripheral innervation.

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Evidence has indicated that the sarcoplasmic reticulum (SR) might be involved in the generation of spontaneous electrical activity in atrial pacemaker cells. We report the effect of disabling the SR with ryanodine (0.1 µM) on the sinus node recovery time (SNRT) measured in isolated right atria from 4-6-month-old male Wistar rats. Electrogram and isometric force were recorded at 36.5oC. Two methods for sinus node resetting were used: a) pulse: a single stimulus pulse interpolated at coupling intervals of 50, 65 or 80% of the regular spontaneous cycle length (RCL), and b) train: a 2-min train of pulses at intervals of 50, 65 or 80% of RCL. Corrected SNRT (cSNRT) was calculated as the difference between SNRT (first spontaneous cycle length after stimulation interruption) and RCL. Ryanodine only slightly increased RCL (<10%), but decreased developed force by 90%. When the pulse method was used, cSNRT (~40 ms), which represents intranodal/atrial conduction time, was independent of the coupling interval and unaffected by ryanodine. However, cSNRT obtained by the train method was significantly higher for shorter intervals between pulses, indicating the occurrence of overdrive suppression. In this case, ryanodine prolonged cSNRT in a rate-dependent fashion, with a greater effect at shorter intervals. These results indicate that: a) a functional SR, albeit important for force development, does not seem to play a major role in atrial automaticity in the rat; b) disruption of cell Ca2+ homeostasis by inhibition of SR function does not appear to affect conduction; however, it enhances overdrive-induced depression of sinusal automaticity.

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We investigated the level of expression of neuronal nitric oxide synthase (nNOS) in the retinorecipient layers of the rat superior colliculus during early postnatal development. Male and female Lister rats ranging in age between the day of birth (P0) and the fourth postnatal week were used in the present study. Two biochemical methods were used, i.e., in vitro measurement of NOS specific activity by the conversion of [³H]-arginine to [³H]-citrulline, and analysis of Western blotting immunoreactive bands from superior colliculus homogenates. As revealed by Western blotting, very weak immunoreactive bands were observed as early as P0-2, and their intensity increased progressively at least until P21. The analysis of specific activity of NOS showed similar results. There was a progressive increase in enzymatic activity until near the end of the second postnatal week, and a nonsignificant tendency to an increase until the end of the third week was also observed. Thus, these results indicated an increase in the amount of nNOS during the first weeks after birth. Our results confirm and extend previous reports using histochemistry for NADPH-diaphorase and immunocytochemistry for nNOS, which showed a progressive increase in the number of stained cells in the superficial layers during the first two postnatal weeks, reaching an adult pattern at the end of the third week. Furthermore, our results suggested that nNOS is present in an active form in the rat superior colliculus during the period of refinement of the retinocollicular pathway.