999 resultados para Desnutrição - Fatores de risco


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A pesquisa realizada na rea de abrangncia da ESF "Caminhando Com a Sade" partiu do pressuposto que, apesar das vrias divulgaes a respeito da Hipertenso Arterial Sistmica (HAS), as pessoas com essa enfermidade ainda apresentam srias dificuldades em lidar com a mesma, sendo tais dificuldades decorrentes de questes culturais e sociais. Assim, o objetivo do presente estudo foi elaborar projeto de interveno para melhor adeso ao tratamento de hipertenso na equipe do Programa de Sade da Famlia do Municpio de Ipuiuna/MG. Para elaborao da proposta de interveno foram realizadas aes em trs etapas: diagnstico situacional, reviso bibliogrfica e elaborao do plano de ao. O presente estudo apresenta, em sua primeira parte, um histrico sobre a HAS, seus fatores de risco, o tratamento e a responsabilidade da equipe de sade; em sua segunda parte expe a metodologia da pesquisa e na terceira parte, situa a HAS dentro da rea de abrangncia da ESF "Caminhando Com a Sade". Atravs desta pesquisa, observamos ainda que o controle da presso arterial no se relaciona apenas aos hbitos de vida saudvel do paciente e seu tratamento medicamentoso, mas tambm com a conscientizao sobre a enfermidade e s morbidades relacionadas. Deve-se enfatizar o trabalho de conscientizao e de orientao do uso correto de medicaes conforme prescrio, desenvolvida pela ESF "Caminhando Com a Sade" e da importncia da consulta trimestral

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OBJETIVO: Descrever o dficit estatural de menores de cinco anos e identificar fatores associados. MTODOS: Estudo transversal de base populacional realizado em 1991, 1997 e 2006 no Estado de Pernambuco. A anlise da prevalncia e fatores associados ao dficit estatural (altura para idade < -2 escore Z) incluiu: condies socioeconmicas, caractersticas maternas e da criana e de assistncia sade. A regresso logstica mltipla utilizou o modelo hierarquizado, para avaliar o impacto das variveis explanatrias sobre o dficit de estatura das crianas. RESULTADOS: A prevalncia da desnutrição em crianas pelo ndice altura para idade diminuiu 65% entre 1991 e 2006. As variveis socioeconmicas (renda familiar per capita, escolaridade materna, nmero de pessoas na residncia e acesso a bens de consumo), a altura materna e o peso ao nascer permaneceram entre os fatores associados ao dficit estatural das crianas. CONCLUSES: Todos os determinantes analisados melhoraram no perodo analisado, nem sempre de forma igualitria. Apesar da reduo expressiva da desnutrição nas crianas pernambucanas, ainda existem diferenciais em relao ao dficit de estatura, sendo mais favorveis para as crianas em melhores condies socioeconmicas.

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One of the most important problems in the elderly is a nutritional deficiency. Several physiological changes and the use of multiple drugs interfere with appetite, food intake and absorption of nutrients, which can lead to the risk and malnutrition in the elderly, especially among institutionalized. The present study aimed to evaluate the prevalence of malnutrition and risk for malnutrition and its associated factors in institutionalized elderly. The same can be characterized by the type individual, observational and cross-sectional. Obtaining the sample was through the records of individuals of long-stay institutions for the elderly in the city of Natal, RN. The elderly were evaluated through the Mini Nutritional Assessment (MNA) and triceps skinfold (TSF) and each senior or caregiver answered a questionnaire about information like type and dietary restrictions, accessibility to food, use of alcohol and tobacco, practice physical activity and appetite. Variables such as age, gender, education, marital status, time that the elderly living in the institution, the reason for the institutionalization and comorbidities were taken from the records of each senior. The frequency of food consumption of various food groups was assessed from the questionnaire frequency of feeding study Health, Wellbeing and Aging (HWA). Data were presented as means and standard deviations, absolute and relative frequencies. To analyze the frequency of consumption, there was a factor analysis with extraction of factors from the principal components analysis with varimax rotation. A bivariate analysis was performed using the chi-square and the magnitude of the effect observed by prevalence ratio (95% CI). The Poisson regression assessed the net effect of independent variables on the two outcomes, considering a significance level of 5%. We studied twelve Homes for the Aged totaling 381 seniors eligible for the study. The prevalence of risk of malnutrition was 46.1% (45.9 to 46.2) and malnutrition was 31.4% (31.2 to 31.5). The risk of malnutrition was significantly associated with the presence of urinary incontinence (RP = 1.444, 1.113 to 1.874) was associated with malnutrition and lack of appetite (RP = 1.757, 1.246 to 2.476), the fact that the individuals do not have access to food outside the institution (RP = 0.565, 0.337 to 0.946), low water consumption (RP = 1.646, 1.101 to 2.459) and dementia (PR = 1.537, 1.072 to 2.204). The high prevalence of malnutrition and risk of malnutrition in the study suggests that we should pay attention to information related to eating habits and the presence of comorbidities, as these can influence the nutritional status of this population

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As doenas cardiovasculares so as principais causas de morte no mundo e muitos constituem os fatores de risco para essas doenas. Objetiva-se investigar o risco cardiovascular para evento coronariano agudo de acordo com o escore de Framingham em populao adulta do municpio de Anchieta-ES. Estudo transversal com dados da linha de base do estudo Carmen Anchieta, iniciado em 2010. A amostra foi sistemtica e estratificada por micro rea de abrangncia das Unidades de Sade da Famlia, sexo e idade e 539 pessoas foram selecionadas para este estudo por terem os dados completos. Os dados foram coletados mediante entrevista no domiclio, exames laboratoriais de sangue, verificao da presso arterial e antropometria nas Unidades de Sade. As variveis de exposio constituem escolaridade, raa-cor, renda familiar, residncia em espao urbano ou rural, estado civil, consumo de lcool, atividade fsica, ndice de massa corprea e autoavaliao de sade. Para a classificao do risco cardiovascular utilizou-se o escore de Framingham. Foi realizada anlise bivariada e regresso logstica multinomial para testar a hiptese de associao entre as variveis e o risco cardiovascular mediante o clculo da razo de chances (RC) e intervalo de confiana de 95%. O nvel de significncia foi p < 0,05. Os resultados mostraram predominncia de pessoas nas faixas etrias entre 25 a 54 anos, casadas, pardas, ensino fundamental incompleto, baixa renda, insuficientemente ativas, com sobrepeso e obesidade em mais da metade da amostra, 38,6% ingeriam bebida alcolica e 55,7% relaram sade muito boa ou boa. O risco cardiovascular foi baixo em 74%, intermedirio em 11,3% e elevado em 14,7%. Estiveram associados ao risco cardiovascular intermedirio ser analfabeto 8,89 (3,193-24,756), ter ensino fundamental incompleto 3,17 (1,450-6,964) e ser vivo/ separado 2,55 (1,165-5,583) e associados ao risco cardiovascular elevado ser analfabeto 11,34 (4,281-30,049), ensino fundamental incompleto 2,95 (1,362-6,407) e autoavaliao da sade muito ruim/ruim 2,98 (1,072-8,307) e regular 2,25 (1,294-3,925). Ser solteiro constituiu fator de proteo 0,40 (0,183-0,902).

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OBJETIVOS: Identificar e medir a magnitude do risco de desnutrição associada a fatores determinantes da capacidade materna de cuidado infantil: estrutura familiar, escolaridade, trabalho, sade fsica e sade mental maternas. MTODOS: Delineou-se um estudo de casos e controles. Foram selecionados 101 casos (crianas com peso/idade abaixo do percentil 5) e 200 controles (crianas com peso/idade acima do percentil 25) mediante inquritos antropomtricos realizados durante trs "Dias Nacionais de Vacinao", em 1996 e 1997. Os dados foram obtidos em entrevistas realizadas nos domiclios com as mes das crianas. Para detectar o efeito-lquido de cada fator em estudo, realizou-se anlise de regresso logstica multivariada e hierarquizada. Tais fatores e as possveis variveis de controle foram agrupados em blocos, ordenados segundo a precedncia com que influiriam sobre o estado nutricional infantil. Adotaram-se p<0,20 para seleo das variveis de controle (mediante anlise univariada) e p<0,05 para identificao de associao estatisticamente significativa entre fatores de estudo e desnutrição infantil. RESULTADOS: Foram identificados como fatores de risco de desnutrição: (a) estrutura familiar adversa indicada pela ausncia de companheiro ("odds ratio" [OR] = 2,2; IC95%, 1,1-4,5); (b) internao materna durante a gravidez (OR=3,5; IC95%, 1,6-7,7); (c) precria sade mental materna expressa pela presena de trs a quatro sintomas de depresso (OR=3,1; IC95%, 0,9-10,3); (d) fatores de estresse familiar, no caso, indcios de alcoolismo em pelo menos um membro da famlia (OR=2,1; IC95%, 1,2-3,9). A idade da criana no incio/retorno da me ao trabalho tambm se associou de modo independente presena de desnutrição, porm os efeitos variaram: retorno precoce (criana com menos de quatro meses) no significou risco ou proteo; volta da me ao trabalho quando a criana tinha entre quatro meses e 12 meses constituiu fator de proteo. CONCLUSES: Evidenciou-se que fatores potencialmente definidores da capacidade materna de cuidado exercem efeito independente sobre o estado nutricional infantil.

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OBJETIVO: Verificar os fatores associados percepo de risco de infeco pelo HIV por purperas internadas em maternidades filantrpicas. MTODOS: A amostra constou de 384 purperas atendidas em duas maternidades filantrpicas do Municpio de So Paulo. Os dados foram coletados de janeiro a maro de 2000. Todas as purperas foram entrevistadas aps 12 horas de ps-parto, quanto aos aspectos relativos a caractersticas sociodemogrficas, conhecimento sobre infeces sexualmente transmissveis/Aids (DST/Aids) e s questes culturais (variveis independentes) e "se ela se sentia em risco de contrair o HIV" (varivel dependente). A anlise estatstica foi feita pelo teste de associao pelo qui-quadrado e anlise de regresso logstica mltipla. RESULTADOS: Cerca de 29% das purperas se consideraram em risco de contrair o HIV. Verificou-se que a mulher que se percebe com risco aquela que no est em unio conjugal/consensual, que apresentou DST em algum momento de sua vida e que acredita que o homem casado se diverte fora de casa como o homem solteiro. O estudo possibilitou identificar o comportamento dos sujeitos para a preveno e a manuteno de sua sade. CONCLUSES: Identificou-se assimilao das informaes sobre a epidemia, influenciando na percepo de risco da mulher, mas foi considerada necessria a intensificao de atividades que promovam o envolvimento do casal e do adolescente na preveno de infeco pelo vrus da Aids.

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RESUMO - Medidas efetivas de preveno e controlo de infeo, assim como a sua aplicao diria e consistente, devem fazer parte da cultura de segurana dos profissionais de sade para promover a excelncia da prestao de cuidados. Tambm a identificao dos fatores de riscos individuais de infeo crucial e indispensvel para a adoo de medidas para a gesto desses mesmos riscos. A avaliao do risco pretende determinar a probabilidade que um doente tem de adquirir ou disseminar uma infeo hospitalar (IH) (WIRRAL, 2008) nas unidades de sade. A avaliao deve ser efetuada na admisso do doente e, de forma peridica durante o internamento, usando uma grelha de avaliao, integrada no processo global de cuidados do doente. Efetuada a avaliao de risco individual, que pressupe a identificao dos fatores de risco do doente (fatores de risco intrnsecos e extrnsecos) pode ser implementado um plano de cuidados individualizado para os gerir. Pretendeu-se com este estudo identificar os fatores de risco de infeo hospitalar do doente que esto presentes na admisso e/ou que podem surgir durante o seu internamento, para que posteriormente seja possvel determinar as medidas de preveno (gesto do risco) a aplicar individualmente. Foi realizado um estudo de caso-controlo com os doentes internados no Hospital dos Lusadas em 2011 com o objetivo de, por um lado, determinar os fatores de risco individuais que contribuem para a aquisio da IH e, por outro, caraterizar os fatores de risco para uma futura identificao de possveis medidas de preveno e controlo da aquisio e transmisso cruzada da infeo hospitalar. A populao em estudo foi constituda pelos doentes que foram internados, entre 1 de Janeiro e 31 de Dezembro de 2011 sendo os casos os doentes em que foi identificada a presena de infeo hospitalar atravs do programa institucional de vigilncia epidemiolgica das infees, tendo os controlos sido selecionados numa razo de 3:1 caso. Foi utilizado um suporte estruturado para a colheita de dados, com a listagem de fatores de risco identificados na reviso bibliogrfica e de todos os fatores de risco apresentados pelos doentes em estudo. Os fatores de risco identificados que apresentaram um maior significado estatstico foram: a idade acima dos 50 anos, o gnero masculino, a administrao de antimicrobianos nas trs semanas anteriores ao internamento, a colocao de cateter venoso central, a algaliao e, no caso dos doentes cirrgicos, a cirurgia de urgncia e a classificao ASA 3. Aps a identificao dos fatores de risco da populao estudada neste hospital, agora possvel utilizar a informao obtida e delinear investigaes adicionais, objetivando a construo de instrumentos para a identificao de doentes com risco aumentado de infeo.

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RESUMO: A pr-eclmpsia tem elevada morbi-mortalidade materna e perinatal. A sua etiologia multi-fatorial tem sido objeto de investigao, no sendo ainda totalmente conhecida. No se conhece tambm a razo da diferente suscetibilidade individual e das diferentes expresses da doena. A hipertenso crnica e a diabetes so fatores de risco reconhecidos, e o adiamento da maternidade contribui para que estas duas patologias sejam atualmente mais prevalentes entre as mulheres grvidas. Uma vez que o seu quadro fisiopatolgico precede em meses o quadro clnico, tem-se investigado a possibilidade de serem encontrados marcadores precoces e indicadores de risco. Em Portugal, os estudos relativos hipertenso na gravidez so escassos, bem como a investigao sobre fatores de risco e marcadores para a mesma. No sentido de avaliar possveis marcadores de risco para o desenvolvimento de preclmpsia ou complicaes hipertensivas foi colhida, para esta dissertao, uma amostra de 1215 mulheres que frequentaram a consulta de Hipertenso ou de Diabetes na gravidez de um centro tercirio, entre 2004 e 2013. Optou-se pela realizao de trs estudos independentes, abrangendo os dois primeiros um leque temporal de 9 e de 2 anos respetivamente. O primeiro, centrado na hipertenso, pesquisou, em 521 mulheres com hipertenso na presente ou em anterior gravidez, fatores de risco capazes de influenciar a progresso para pr-eclmpsia. O segundo, direcionado para a diabetes gestacional, considerou uma amostra de 334 grvidas, parte das quais tinha tambm hipertenso crnica e procurou identificar fatores que contriburam para o aparecimento de complicaes hipertensivas. O terceiro estudo, realizado em 2012 e 2013, em trs coortes de grvidas com hipertenso crnica, com diabetes gestacional, e sem estas patologias - procurou avaliar no 1 trimestre o comportamento de dois marcadores placentares obtidos no 1 trimestre - protena plasmtica A associada gravidez (PAPP-A) e o fator de crescimento placentar (PlGF) - e o seu papel, quer como bio-marcadores isolados, quer em associao aos fatores de risco encontrados nos anteriores estudos, na construo de um modelo preditivo de preclmpsia. No primeiro estudo, a nuliparidade, a hipertenso gestacional, a fluxometria das artrias uterinas com IP superiores ao P95 entre as 20-22 semanas e a existncia de restrio de crescimento fetal, foram os fatores que contriburam para a construo de um modelo preditivo de pr-eclmpsia. No segundo estudo, a coexistncia de diabetes e hipertenso crnica agravou o prognstico, associando-se as complicaes hipertensivas multiparidade, obesidade, idade materna e etnia negra. No terceiro estudo verificou-se uma reduo da PlGf e da PAPP-A no 1 trimestre nas duas primeiras coortes, comparativamente coorte sem patologia; na anlise separada de cada coorte, quando se verificaram complicaes hipertensivas ou pr-eclmpsia, as concentraes de PlGf e PAPP-A tambm foram inferiores. Contudo, na elaborao de um modelo preditivo de pr-eclmpsia, em conjunto com marcadores encontrados, apenas a PlGf pode ser integrada no modelo preditivo, o que se verificou na coorte com hipertenso crnica. Os marcadores bioqumicos em estudo tiveram valores inferiores nas coortes com patologia hipertensiva, demonstrando uma deficiente produo destas protenas placentares nestas situaes, podendo ser importante a sua pesquisa. Contudo, neste estudo, apenas na coorte de hipertenso crnica a PlGf teve participao como fator de risco, na construo de um modelo preditivo de pr-eclmpsia.--------------------------------------------------------------------------------------------------ABSTRACT: Preeclampsia is associated with a great maternal and perinatal morbimortality. Its multifactorial etiology has been under investigation and is still insufficiently understood. The reason why there are differences in individual susceptibility and differences in expressions of the disease is still unknown. Chronic hypertension and diabetes are known risk factors for preeclampsia and maternity delay contributes to the great prevalence of these pathologies among pregnant women. As the physiopathological signs antedate by months the clinical course of the disease, early risk factors and biological markers are object of clinical research. In Portugal, scarce clinical studies were devoted to hypertension in pregnancy and to risk factors and markers of this pathology. This dissertation inquires 1215 pregnant women who were treated for hypertension or diabetes in a tertiary care center between 2004 and 2013, in order to find risk markers for hypertensive complications or preeclampsia. We conducted three independent studies for this purpose. In the first one we investigated which risk factors could influence the progression to preeclampsia in 521 pregnant women with present or past history of hypertension. The second one was conducted to find what factors were associated to hypertensive complications, with a sample of 334 pregnant women with gestational diabetes, some also with chronic hypertension, addressing the identification of the factors contributing to hypertensive complications. The third study was conducted between 2012 and 2013 with three cohorts of pregnant women, with chronic hypertension, gestational diabetes, and in the third one, pregnant women had a low risk pregnancy. The objective of the study was to evaluate the behavior of two placental markers PAPP-A and PlGf obtained in the first trimester, and the role of these markers as isolated biomarkers or in association with other risk factors, in order to define a predictive model of early preeclampsia. In the first study, nuliparity, gestational hypertension, uterine arteries doppler with PI above P95 between 20-22 weeks of gestation and the presence of fetal growth restriction were the markers involved in a predictive model for preeclampsia. In the second study the cohort with the coexistence of diabetes and hypertension had registered worse result and hypertensive complications were associated to multiparity, obesity, maternal age and black ethnicity. In the third study there was a reduction of the PlGf and a PAPP-A concentration for the first trimester in the two first cohorts comparatively to the low risk cohort; the separate analysis of each cohort showed that plGf and PAPP-A concentrations were reduced when hypertensive complications appeared. However, when trying to find a preeclampsia predictive model, only plGf gave significant results for being considered in the model and this was only possible in the chronic hypertension cohort. The biochemical markers investigated in this study were reduced in the cohorts when high blood pressure complications occurred, showing a defective production of these placenta proteins, and suggesting that they should be investigated as first trimester biomarkers. Nevertheless, for this research, in the cohort of chronic hypertension only PlGf had a significant result, when multivariate analysis of all the risk factors was considered for the construction of a preeclampsia predictive model.

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OBJETIVO: Caracterizar prticas alimentares e fatores de risco associados a transtornos do comportamento alimentar entre estudantes de nutrio do municpio do Rio de Janeiro. MTODOS: Estudo seccional junto a um segmento populacional apontado na literatura como de risco para o surgimento de transtornos alimentares. Utilizaram-se o Teste de Investigao Bulmica de Edimburgo (BITE), o Teste de Atitudes Alimentares (EAT-26) e uma varivel que considera os dois instrumentos associados (Nunes et al., 2001). RESULTADOS: Analisaram-se 193 estudantes do sexo feminino, com mdia de idade de 20,9 anos 2 anos. Detectou-se resultado positivo em 14% (intervalo de confiana [IC] 95%: 9,4%-20%) no EAT-26. No BITE, para sintomas elevados e gravidade intensa, foram encontradas prevalncias de 5,7% (IC 95%: 2,9%-10%) e 3,2% (IC 95%: 1,2%-6,9%), respectivamente. Quando combinados EAT-26 positivo e BITE com gravidade intensa e sintomas elevados, constataram-se correlaes positivas com prevalncias de 64,7% (p < 0,001) e 36,4% (p < 0,001), respectivamente. Das mulheres que apresentaram EAT-26 positivo, 88,5% encontram-se na faixa de normalidade do ndice de massa corporal (IMC) (p < 0,031). CONCLUSES: Deve-se atentar para comportamentos de risco para transtornos alimentares no grupo, uma vez que esses distrbios sero objeto de sua prtica profissional, podendo compromet-la nos casos em que nutricionistas sejam portadores de sndromes instaladas ou comportamentos precursores.

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OBJETIVO: Determinar os fatores de risco para bito e eventos e a influncia do sexo na evoluo intra-hospitalar e aos seis meses, de pacientes internados nas 12 horas iniciais do infarto agudo do miocrdio (IAM) com supradesnivelamento de ST, tratados com interveno coronariana percutnea primria. MTODOS: Foram considerados 199 pacientes consecutivos, entre 07/1998 e 12/2000, com IAM e sem choque cardiognico, sendo avaliada a evoluo intra-hospitalar e em seis meses. RESULTADOS: As caractersticas clnicas eram semelhantes entre os grupos, exceto que as mulheres, que eram mais idosas que os homens (67,04 11,53 x 59,70 10,88, p < 0,0001). A mortalidade intra-hospitalar foi maior no sexo feminino (9,1% x 1,5%, p = 0,0171), assim como a incidncia de eventos maiores (12,1% x 3,0%, p = 0,0026). A diferena de mortalidade persistia em seis meses (12,1% x 1,5%, p = 0,0026). Na anlise multivariada predisseram bito: sexo feminino e octogenrios e eventos e/ou angina estvel: doena multiarterial e disfuno ventricular grave. CONCLUSO: Sexo feminino e octogenrios foram fatores independentes relacionados mortalidade seis meses aps a interveno coronariana percutnea primria.

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Objetivou-se com esta pesquisa identificar os principais diagnsticos, fatores relacionados e de risco da classe resposta cardiovascular/pulmonar, propostos pela NANDA, verso 2009-2011. Trata-se de estudo de srie de caso, descritivo, realizado com vinte pacientes submetidos cirurgia baritrica em hospital pblico de Fortaleza-CE, Brasil. Duas enfermeiras especialistas em unidade de terapia intensiva coletaram os dados por meio de entrevista, exame fsico e leitura do pronturio, que foram analisados a partir de estatstica descritiva e mapeamento cruzado. Os diagnsticos de enfermagem identificados com frequncia maior que 50% foram: dbito cardaco diminudo (75%), padro respiratrio ineficaz (65%), resposta disfuncional ao desmame ventilatrio (55%) e perfuso tissular perifrica ineficaz (75%), dos quais 14 eram fatores relacionados e cinco, de risco. Reconhece-se a necessidade de outros estudos para melhor definir o perfil diagnstico dessa clientela e, assim, direcionar a assistncia de enfermagem para a deteco precoce de complicaes.

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A organizao do trabalho e os fatores psicossociais tm sido apontados como responsveis pelos casos de LER/DORT, estando estes fatores relacionados atividade dos operadores de mquinas florestais. Diante disso, buscou-se estudar e descrever os fatores de risco ligados a estes aspectos. A pesquisa compreendeu uma variao do sistema de colheita florestal de toras curtas (cut-to-length). O sistema empregado foi harvester e forwarder. A populao do estudo foi constituda por operadores de mquinas de colheita de uma empresa de base florestal. Para a descrio dos aspectos da organizao do trabalho foram realizadas observaes in loco, almejando entender e descrever o dia-a-dia de trabalho, ou seja, o comportamento dos trabalhadores no posto de trabalho. Um questionrio foi idealizado e desenvolvido especificamente para o estudo em questo. Ao trmino da pesquisa pode-se concluir que o trabalho pode ter impactos diferentes em trabalhadores expostos s mesmas condies de trabalho, o que pode ser explicado pelos fatores organizacionais e psicossociais.

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OBJETIVO: Este trabalho tem como objetivo avaliar a influncia dos fatores prognsticos em portadores de carcinoma papilfero da tireide, tratados no Hospital do Cncer (INCA-RJ). MTODO: Com base em testes estatsticos (Wilcoxon e Cox) foram analisados 126 pronturios de pacientes atendidos no perodo de 1986 a 1994, portadores de carcinoma papilfero da tireide, pertencentes ao grupo de alto risco, segundo os fatores de risco do carcinoma diferenciado da tireide, considerando uma sobrevida de dez anos livre de doena. RESULTADOS: Observou-se que 104 pacientes eram mulheres (83%); a idade variou de sete a 79 anos, mdia de 40 anos; invaso capsular ocorreu em 15% (18/126); houve metstase regional em 38% (47/126) e metstase a distncia em 11% (13/126). A sobrevida em dez anos livre de doena foi de 81% para os pacientes com menos de 45 anos, e de 76% para os mais idosos: p = 0,0008 (anlise univariada) e p = 0,01 (anlise multivariada). Dos pacientes que tinham invaso capsular, 72% viveram dez anos, assim como 60% dos que tinham metstase regional, e 28% dos que apresentavam metstase a distncia. CONCLUSES: A utilizao dos fatores de risco no carcinoma papilfero da tireide vlida mesmo para doena avanada, sendo tambm de grande importncia na projeo do prognstico e do futuro desenvolvimento da doena.

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Um dos mais expressivos avanos visando controlar a disperso da infeco pelo vrus da imunodeficincia humana tipo 1 (HIV-1) ocorreu no contexto da transmisso vertical (TV), reduzindo-a de cifras que chegavam a 40% para menos de 3%. O progresso tecnolgico, aliado ao melhor conhecimento fisiopatolgico dessa infeco, permitiu elencar as situaes e os fatores que elevam as taxas de transmisso perinatal desse vrus, indicando quais as intervenes mais adequadas para o seu controle. Estas situaes de maior risco para a TV do HIV-1 podem ser agrupadas em fatores maternos, anexiais, obsttricos, fetais, virais e ps-natais. Dos fatores maternos destaca-se a carga viral, o principal indicador do risco desta forma de transmisso. No entanto, a despeito da relevncia da carga viral, ela no a nica varivel desta equao, devendo ser lembrado o uso de drogas ilcitas, parceria sexual mltipla com sexo desprotegido, desnutrição, tabagismo, doena materna avanada e falta de adeso ou de acesso aos anti-retrovirais. Dos fatores anexiais apontam-se a corioamniorrexe prolongada, a perda da integridade placentria e a expresso dos receptores secundrios no tecido placentrio. Entre os fatores obsttricos deve ser lembrado que intervenes invasivas sobre o feto ou cmara amnitica, cardiotocografia interna, tipo de parto e contato do feto/recm-nascido com sangue materno tambm so importantes elementos a serem controlados. Dos fatores fetais so citados a expresso de receptores secundrios para o HIV-1, a suscetibilidade gentica, a funo reduzida dos linfcitos T-citotxicos e a prematuridade. Sobre os fatores virais aventa-se que a presena de mutaes e cepas indutoras de sinccio sejam fatores de risco para a TV. Finalmente, h os fatores ps-natais, representados pela carga viral elevada no leite, baixa concentrao de anticorpos neste fludo, mastite clnica e leses mamilares, que podem ser resumidos no contexto da amamentao natural.

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A desnutrição protica provoca efeitos deletrios sobre o metabolismo, principalmente quando imposta em perodos de crescimento e desenvolvimento corporal, em decorrncia de alteraes bioqumicas e hormonais. Muitos estudos, utilizando modelos de desnutrição materna, sugerem uma srie de adaptaes bioqumicas nos filhotes, cujas repercusses na vida adulta podem tornar-se importantes fatores de risco para doenas como Diabetes mellitus tipo ll, hipertenso e doena coronariana. Neste trabalho investigamos os efeitos da desnutrição protica imposta nos perodos pr-gestacional - gestacional - lactacional, bem como nos perodos gestacional e lactacional sobre alguns parmetros do metabolismo heptico, cerebelar e perfil lipdico plasmtico de ratos Wistar de 21 dias de idade. Os animais desnutridos (dieta: 7% de casena) foram divididos em trs grupos: a) pr-gestacional, gestacional e lactacional (grupo denominado PGGL); b) gestacional e lactacional em cuja dieta foi adicionada metionina (denominado GL(+)M); c) gestacional e lactacional sem adio de metionina dieta (denominado GL(-)M) e d) grupo controle (dieta: 25 % casena). Os pesos corporais dos filhotes foram verificados no 1, 7, 14 e 21 dias aps o nascimento e o peso do fgado, crebro e cerebelo apenas no 21 dia de vida ps-natal. Observamos que os ratos desnutridos apresentaram menor peso corporal aps o primeiro dia do nascimento. Aos 21 dias os ratos do grupo PGGL e do grupo GL(+)M no apresentaram diferena de peso entre si, contudo apresentaram peso inferior ao do grupo controle. O grupo GL(-)M apresentou uma diminuio ponderal em todos os parmetros avaliados. Hipoglicemia e hipoalbuminemia foram observadas em todos os grupos de ratos desnutridos. A concentrao de DNA cerebelar de ratos do grupo GL(-)M foi superior observada em todos os outros grupos; no entanto, nestes animais a concentrao cerebelar de protenas foi inferior aos demais grupos experimentais. No fgado, a concentrao de DNA dos grupos PGGL e GL(+)M no diferiu do controle, enquanto o grupo GL(-)M apresentou os menores valores A concentrao de protenas hepticas no grupo controle e no grupo GL(+)M foi semelhante, porm superior observada nos grupos PGGL e GL(-)M. A concentrao heptica de glicognio foi superior nos ratos do grupo PGGL, sendo que nos dois outros grupos de animais desnutridos foi inferior ao controle, porm no se observou diferena entre eles. Todos os grupos desnutridos apresentaram maior concentrao heptica de colesterol, sendo o maior valor encontrado no grupo GL(+)M. Os grupos PGGL e GL(+)M apresentaram os maiores valores de triglicerdeos hepticos e o grupo GL(-)M, o menor valor. No plasma, a maior concentrao de colesterol, HDL-c e LDL-c foi observada no grupo PGGL, enquanto que a concentrao de triglicerdeos do grupo GL(-)M foi superior aos dois outros grupos de animais desnutridos e no diferiu do controle. Os resultados obtidos sugerem que os animais expostos desnutrição protica nos perodos de desenvolvimento podem, na vida adulta, apresentar fatores de risco para vrias doenas crnico-degenerativas relacionadas com a Sndrome Metablica.