843 resultados para Israeli feminism
Resumo:
Thesis (Master's)--University of Washington, 2016-06
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Thesis (Master's)--University of Washington, 2016-06
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This study is an empirical and theoretical contribution to the burgeoning literature on gender and competitive boxing. By using Connell's concepts of labor, power, cathexis, and representation and a combination of content and semiotic analysis, interviews, and observations, we argue that competitive boxing can be studied productively as a paradoxical gender regime that simultaneously enables and constrains how women do gender. On one hand, the sport encourages individual women to display physical aggression when such behavior traditionally has been deemed the antithesis of femininity. Some feminists argue that this form of physical feminism enables women to transcend essentialist discourses that restrict their corporeal power. On the other hand, women boxers in general also encounter resistance to their aspirations. For example, they are still positioned by essentialist discourses about both their bodies and capacity to develop the requisite form of controlled aggression. Strongly gendered links between bodily labor and bodily capital also mean that women have less access to resources than do men and, consequently, fewer opportunities to develop their pugilistic capital. We also maintain that competitive women boxers are implicated in a body project that tends to replicate sporting practices that some feminists and pro-feminists argue are damaging to both men and women.
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Frequent calls for more male teachers are being made in English-speaking countries. Many of these calls are based upon the fact that the teaching profession has become (even more) 'feminized' and the presumption that this has had negative effects for the education of boys. The employment of more male teachers is sometimes suggested as a way to re-masculinize schools so they become more 'boy-friendly' and thus contribute to improving boys' school performance. The focus of this paper is on an Australian education policy document in the state of Queensland that is concerned with the attraction, recruitment and retention of male teachers in the government education system. It considers the failure of this document, as with many of the calls for more male teachers, to take into account complex matters of gender raised by feminism and the sociology of masculinities. The paper then critiques the primary argument given for the need for more male teachers: that is, that male teachers provide boys with much needed role models.
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The Australian media's interest in education, as in many Anglophone countries, is frequently dominated by concerns about boys in schools. In 2002, in a country region of the Australian State of Queensland, this concern was evident in a debate on the merits of single sex schooling that took place in a small local newspaper. The debate was fuelled by the inclusion in this newspaper of an advertising brochure for an elite private girls' school. The advertisement utilized the current concerns about boys in schools to advocate the benefits of girls' only schools. Drawing on research that suggests that boys are a problem in school, and utilising a peculiar mix of liberal feminism alongside a neo-liberal class politics, it implicitly denigrated the education provided by government co-educational schools. The local government high and primary school principals, incensed at this advertisement, contacted the paper to refute many of its claims and assumptions and to assert the benefits, to both boys and girls, of their particular schools. A letters to the editor debate then followed an article representing these government school principals' views. These letters were from two private school principals. This country newspaper thus became a medium through which various school principals engaged with the current boys' debate, and research associated with it, in order to market their schools. This paper examines this particular newspaper debate and argues that, in the absence of nuanced, research based, and thoughtful policy responses to gender issues, many school policies on gender are being shaped through and by the media in ways that elide the complexities of the issues involved.
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Presents an article on the impact of continuing military occupation on women in Iraq or Afghanistan. Punishment imposed on prostitution; Work opportunities for Iraqi women; Increase in the restrictions on women's movements.
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A presente dissertação de mestrado em Literatura e Religião no Mundo Bíblico tem por objetivo realizar um comentário exegético e hermenêutico de um texto reconhecido como profético e sua relação no plano teológico, antropológico e literário com o universo sapiencial israelita no período pós-exílico. Trata-se do estudo de Miquéias 6,1-8, cujo foco de investigação desenvolveu-se a partir da análise do discurso e da hipótese de confluência de gêneros literários, a saber, o profético e o sapiencial. Considerado sob os aspectos formais, contextuais e de conteúdo antropo teológico, o texto estudado apresenta-se como resultado da composição de diversos gêneros literários e manifesta, internamente, conflitos de teologias que vão desde a interpretação da própria história de Israel até a prática religiosa com suas concepções de Deus. Miquéias 6,1-8, interpretado aqui a partir de metodologias exegéticas modernas e abordagens contextuais e antropológicas, configura-se como uma verdadeira síntese de interpretação deuteronomista não hegemônica dos eventos do êxodo e da mensagem dos profetas bíblicos do século VIII aeC Miquéias, Amós, Oséias e Isaías. Estamos diante de um texto que se apresenta, ao mesmo tempo, coeso e portador de diferentes universos e vozes em sua composição. Seu discurso, cujo teor nasce do conflito entre projetos e grupos no período pós-exílico, resgata memórias antigas de um êxodo que passa por sujeitos marginais e reinterpreta a crítica profética em sua função de discernimento ético e teológico, porém, no formato sapiencial. Pela profundidade sócio teológica e pela proposta não sacrificial de seu discurso, Miquéias 6,1-8 tem sido um texto continuamente revisitado no interior da Teologia da Libertação na América Latina, inspirando boa parte de sua produção.
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A presente dissertação procura apresentar uma análise sobre a relação entre política e religião numa perspectiva de gênero, com o objetivo de evidenciar de que maneira a relação entre Igreja e Estado legitima as desigualdades sexuais presentes na sociedade brasileira. Essa análise procura demonstrar/ressaltar como as práticas políticas do país tem prejudicado a possibilidade de ampliação dos direitos reprodutivos devido à influência histórica da cosmovisão católica no que se refere à moral sexual. Essa influência religiosa, no que diz respeito à ampliação das políticas públicas para a reprodução, afeta negativamente a vida das mulheres, principalmente as mulheres pobres e fere o caráter laico do Estado brasileiro. Neste sentido, a dissertação, além de evidenciar esta situação, procura apresentar no trabalho da organização Católicas pelo Direito de Decidir, uma possibilidade de atuação política e teórica, que se posiciona contra o discurso radical sobre o aborto advindo da hierarquia da Igreja Católica e que é compartilhado por setores fundamentalistas de outras denominações cristãs. Católicas pelo Direito de Decidir têm como objetivo a construção de um discurso ético-teológico feminista de apoio a descriminalização do aborto e pelo direito das mulheres decidirem sobre a sua vida reprodutiva sem sofrerem nenhum tipo de impedimento ou discriminação por suas decisões.