999 resultados para USO DE MEDICAMENTOS


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Este documento tiene como objetivo describir las implicaciones para la salud con el uso de medicamentos biosimilares en comparación con los medicamentos biológicos en Colombia. Así mismo, describir el contexto normativo acerca del uso de medicamentos biosimilares, las recomendaciones y lineamientos sobre seguridad y efectividad del uso de medicamentos Biosimilares y Biológicos, partiendo de sus diferencias biomoleculares. Para esto, se desarrolló una revisión documental electrónica y manual de la literatura en bases de datos, revistas y libros limitada a términos MeSH. La selección de los artículos incluyo documentos completos publicados en revistas indexadas de los últimos 10 años, en español e inglés; la información recolectada se organizó para la construcción del presente documento. Concluyendo, se encontró que las patentes de muchos medicamentos biológicos han vencido o están próximas a caducar y varios biosimilares están desarrollándose y comercializándose incluso en países sin regulaciones estrictas. Los biosimilares nunca podrán ser iguales al original por su complejidad molecular, por ello debemos integrarlos a los sistemas de farmacovigilancia mejorando trazabilidad e identificando su origen mientras se establecen denominaciones comunes distinguibles. La evidencia actual sugiere que la regulación de medicamentos biosimilares debe ser evaluada y armonizada en todo el mundo.

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Ao longo das três unidades deste módulo, teremos um panorama do uso racional de medicamentos, a partir de sua definição, até sua compreensão como objetivo difícil de ser alcançado pelos profissionais da Saúde. Ademais, conheceremos as barreiras para o URM e as maneiras de enfrentá-las, e vimos como a prescrição e a dispensação de medicamentos são relevantes para favorecer seu uso racional. Por fim, compreenderemos como sua atuação profissional pode contribuir para um melhor uso dos medicamentos e, portanto, a uma melhor qualidade de vida dos usuários.

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Este objeto inicia lembrando que apesar da prescrição ser uma importante etapa no processo de utilização de medicamentos, é nas orientações transmitidas ao usuário que se pode garantir que o medicamento selecionado e prescrito seja corretamente utilizado, e para isso é indicado o uso de quatro passos importantes na entrega do medicamento, sendo que na dúvida, nunca entregar o medicamento. Segue orientando na transmissão de informações, principalmente quanto ao uso de linguagem clara, fornecimento somente da informação estritamente necessária, além da verificação da compreensão pelo usuário. Comenta ainda sobre as diversas consequências que a desinformação sobre o uso de fármacos pode desencadear, elencando sete pontos importantes. Termina salientando que ao utilizar um medicamento pela primeira vez, o usuário deve ser devidamente informado sobre para que serve, quais os efeitos e como utilizá-lo, e quando ele já estiver utilizando o medicamento deve saber da efetividade, da segurança e da adesão ao tratamento. Unidade 1 do módulo 12 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família.

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O objeto inicia questionando o porquê falar de prescrição, tanto pelo lado do profissional que há tanto tempo vem fazendo receitas de medicamentos, ou ainda pelo lado do enfermeiro, que não sabe o que ele tem a ver com a receita, já que esta é elaborada pelo médico ou dentista. Mostra então que a prescrição é muito mais do que uma simples receita, e que o uso racional de medicamentos depende muito do desempenho adequado do prescritor, do dispensador e do usuário. Lembra ainda que elas não devem ser somente de medicamentos, podem conter instruções sobre outras terapias e cuidados que não envolvam o uso de medicamentos. Segue citando as seis etapas básicas para uma terapêutica efetiva a partir da elaboração da prescrição, fornece algumas dicas importantes para a garantia de uma boa prescrição. Termina propondo a reflexão sobre a prescrição não como o fim do processo, mas sim efetivamente o início do tratamento, tendo a informação sobre a terapêutica e o monitoramento do uso do medicamento como imprescindíveis para o alcance dos objetivos terapêuticos. Unidade 1 do módulo 12 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família.

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Este objeto começa por mostrar o que significa adesão ao tratamento, em suma, o usuário deve cumprir com: recomendações clínicas, de medicamento, mudanças de estilo de vida e procedimentos diagnósticos e de monitoramento, sendo que a não adesão é definida como qualquer desvio significativo do tratamento, independente dele ter ocorrido por problemas relacionados ao profissional ou serviços de saúde ou até mesmo por fatores culturais e sociais. Ressalta ainda que a relevância da adesão ao tratamento é indiscutível e fornece algumas estratégias para avaliar e, consequentemente, intervir na não adesão. Finaliza propondo a leitura de um texto adicional que oferece conceitos que podem ser aplicados diretamente no dia-a-dia do serviço em saúde. Unidade 2 do módulo 12 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família.

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Este vídeo mostra as barreiras para a utilização racional de medicamentos, e maneiras de enfrentá-las e como a prescrição e a dispensação de medicamentos são importantes para uma administração racional. Aborda como a atuação profissional pode contribuir para um melhor uso dos medicamentos, auxiliando, assim, para a melhoria da qualidade de vida dos usuários. Vídeo 1 do módulo 12 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família.

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Como sabemos ao envelhecer se aumentam os problemas de saúde, com isso acarreta o uso de vários medicamentos, nos mais diversos horários, entre estes problemas estão o de ordem mental, o que dificulta ainda mais a assimilação correta dos medicamentos por parte dos idosos.Com uma demanda grande de clientes, os profissionais de saúde não conseguem prestar uma assistência, tão eficaz a ponto de sanar todas as dúvidas dos idosos em relação ao seu receituário, muito menos podem se dirigir até a casa deles a fim de certificarem se estão fazendo o uso correto de todos os medicamentos.Com tantas informações surgindo, tantos medicamentos, se vê a importância de uma intervenção, neste momento surgi um material lúdico, a caixa lúdica de medicamentos a qual trará a estes idosos maior autonomia e melhor compreensão em relação aos horários de teus medicamentos.

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O processo de envelhecer é dinâmico e variável, por isso, impede estabelecer parâmetros. A estrutura etária da população mudou significativamente nas últimas décadas e trouxe modificações epidemiológicas, como por exemplo, a substituição do perfil das causas de mortes: no passado eram por doenças infecto-parasitárias (doenças agudas) para doenças do aparelho circulatório (doenças crônico-degenerativas). Este fenômeno implicou em maior utilização dos serviços de saúde e apresentou um padrão que proporcionou um aumento importante no consumo de medicamentos entre os idosos. Nos países desenvolvidos, idosos do sexo feminino, mais velhos, viúvos e com pior situação socioeconômica consomem mais medicamentos e de maneira equivocada em grande parte das vezes. Este trabalho objetivou elaborar um Plano de Intervenção (PI) para reduzir o alto número de usuários idosos que fazem uso inadequado de medicamentos, ampliar o vínculo e melhorar o cuidado com a comunidade e tentar transformar a realidade da população adscrita à Unidade Básica de Saúde denominada Equipe 1 no tocante ao uso de medicamentos. Na construção deste PI, fez-se revisão de literatura tipo narrativa com a utilização de trabalhos científicos disponíveis em base de dados para subsidiar a elaboração do plano de ação como parte do PI proposto. O PI compreendeu os seguintes passos: definição do problema; priorização do problema; descrição do problema priorizado; explicação do problema; seleção dos nós críticos; desenho das operações; identificação dos recursos necessários; análise de viabilidade do plano de intervenção; elaboração do plano operativo e gestão do plano.

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O Projeto de Intervenção teve por finalidade atender a comunidade do território da UBSF do Jardim Antártica, com a orientação de forma correta e racional no uso de fármacos e a inutilização de forma adequada conforme as normas vigentes em relação a produtos com data de validade expirada ou que foram suspensos pelo médico, sendo essa uma parte importantíssima no projeto pelo fato de haver muitos medicamentos com data de validade já vencida ou que não estão mais sendo utilizados e ficam estocados nos domicílios. Outro fator relevante na orientação aos medicamentos está relacionado com a questão do usuário não ter o conhecimento básico do medicamento que faz uso, evitar que a diferenciação de embalagens ou produtos seja causa do uso inadequado como a superdosagem, situação que ocorre com muita frequência em determinados casos pelo fato de alguns medicamentos mudarem modelo de caixa ou coloração do produto por motivos diversos. O manuseio e armazenamento correto também faz parte na orientação de forma que o paciente faça uso do produto com sua qualidade e eficácia inalterada. Outrossim, é importante ressaltar que as questões ligadas á posologia no uso de medicamentos deverá atentar-se nas condições criteriosas para se obter um resultado melhor e com mais precisão correspondente ao produto no organismo, principalmente no que se refere ao tempo de tratamento em casos específicos, esta atenção é determinante na orientação direta e indireta com ações em educação em saúde na comunidade. O Projeto de Intervenção foi efetivado dentro dos métodos legais de orientação profissional, ou seja, com a participação da equipe de saúde da UBSF do Jardim Antártica, com efetiva ação do Médico da Família e equipe de enfermagem nas reuniões mensais na comunidade, abordando o assunto e fazendo as orientações, porem é importante enfatizar que esse trabalho constituiu-se principalmente nas visitas domiciliares para uma melhor atuação junto à população e com busca ativa para identificar e intervir nas situações de risco que possa comprometer a saúde do indivíduo ou grupo familiar, com uma maior prioridade nas situações onde fosse identificado algum grau de risco determinado por algum fator condicionante.

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Por meio de políticas públicas é preciso recolocar o uso de medicamentos, de maneira adequada, com mais informação e segurança à população, a partir da prescrição médica e do trabalho do profissional farmacêutico. O principal objetivo do uso racional de medicamentos é que todos os cidadãos continuem a ter acesso ao medicamento que precisam, quando e onde for necessário, em termos de eficácia e segurança. Este trabalho objetivou elaborar um plano de intervenção para capacitar enquanto as orientações corretas para o uso dos medicamentos, os membros da equipe de saúde. O procedimento metodológico consta de três etapas: diagnóstico situacional de saúde, revisão da literatura nos bancos de dados Scientific Electronic Library Online (SciElO), Literatura Latino Americana e do Caribe em Ciências de Saúde (LILACS), através dos descritores educação em saúde, uso de medicamentos e adesão a medicação e elaboração do plano de intervenção que seguiu os passos de Planejamento Estratégico Situacional. Espera- se que com uma reorientação na pratica da educação permanente a equipe consiga que os pacientes façam um melhor uso dos medicamentos prescritos

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É assustador o crescimento ascendente do número de pessoas no mundo que se tornaram de-pendentes do uso de medicamentos que atingem o sistema nervoso central, os psicofarmacos.O Trabalho de conclusão de curso propõe uma análise crítica do fenômeno do abuso de medicamentos psicotrópicos na atualidade, em especial na comunidade de Guarda-Mór em São João del Rei, uma vez que segundo dados da Organização Mundial de Saúde o uso abusivo de medicamentos controlados está crescendo em todo o mundo. Os maiores consumidores são: Estados Unidos, Argentina e Brasil. O presente estudo tem por objetivo analisar a prática de prescrição, dispensação e uso prolongado de medicamentos psicoativos, uma vez que este é um dos nós criticos encontrados na população que reside no local e que merece atenção primordial da equipe de profissionais responsáveis, de modo que haja uma capacidade de enfretamento que incida nos reais fatores determinantes deste uso desregrado e excessivo. O estudo se deu a partir da visão de profissionais de saúde e de usuários crônicos dessas substâncias, de modo a propor um plano de intervenção a ser implementado pela Equipe de Saúde da Família presente no local que tenha o condão de diminuir o uso abusivo destas substâncias, através da adoção de posturas diferenciadas, capaz de efetivamente transformar o panorama local

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Um terço da população atendida para renovação de prescrição na ESF Altinópolis III consome vários medicamentos simultaneamente. Tal prática denomina-se polifarmácia e é influenciada fortemente pelo fenômeno da medicalização. O uso irracional de medicamentos se traduz em consumo excessivo de produtos supérfluos, contraindicados e subutilização de outros que seriam essenciais para o controle de doenças agudas e crônicas. O uso de múltiplos produtos e a prescrição de medicamentos contraindicados, principalmente para os idosos, favorecem o aparecimento dos efeitos adversos e das interações medicamentosas. Muitos estudos epidemiológicos demonstram aumento significativo do uso de medicamentos com o avanço da idade, com maior prevalência de polifarmácia na faixa etária de 75 a 79 anos. Assim, este trabalho propõe uma intervenção na prescrição daqueles pacientes identificados com polifarmácia, a fim de educá-los para o uso correto de medicamentos. A partir da coleta de dados na população adscrita na ESF Altinópolis III, no Município de Governador Valadares, foi feito um diagnóstico situacional da área de abrangência e realizado planejamento para buscar soluções para o problema. Os benefícios de uma prescrição criteriosa para o paciente são inquestionáveis. É papel fundamental da equipe de saúde monitorar, alertar, educar e orientar os pacientes que possuem prescrições que podem comprometer a segurança deles.

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Os bisfosfonatos são um grupo de medicamentos utilizados no tratamento de doenças malignas metastáticas e em outras doenças ósseas como osteoporose e doença de Paget. A despeito dos seus benefícios, uma importante complicação denominada de osteonecrose dos maxilares vem sendo observada nos pacientes usuários crônicos dos bisfosfonatos que se caracteriza clinicamente por exposições ósseas na região maxilofacial persistente, acompanhadas de osteomielite, geralmente sintomáticas e cujo tratamento é complexo. Este estudo tem por objetivo revisar a literatura sobre a osteonecrose associada ao uso dos bisfosfonatos, em especial, em oncologia, no período de 2003 a 2008. Serão apresentados e discutidos os fatores de risco, aspectos etiopatogênicos, clínicos, imagenológicos, terapêuticos e preventivos desta doença. Devido à dificuldade de tratamento da osteonecrose associada aos bisfosfonatos, o foco deve ser a prevenção, sendo o ideal a eliminação de quadros infecciosos orais antes da terapia com os bisfosfonatos ter sido iniciada e minimizar traumas em boca após o uso destes medicamentos.

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Estudo transversal desenvolvido com a clientela da clínica médica das Unidades Básicas de Saúde de Lorena (SP) com o objetivo de descrever o perfil de utilização de medicamentos em adultos e idosos. Foram coletados dados sobre características sociodemográficas, razões de procura do serviço, prescrição medicamentosa, identificação do(s) medicamento(s) utilizado(s) no último mês, local de aquisição do(s) mesmo(s), automedicação e uso de medicamento(s) homeopático(s). Foram entrevistados 766 indivíduos, sendo 66% do sexo feminino. Mais de 46% dos entrevistados referiram existência de doença crônica e a maioria se considerava em bom estado de saúde. A prescrição de medicamentos alcançou cerca de 70% da população, com média de 1,5 medicamento por pessoa, a maioria anti-hipertensivos. Este número aumentou com o aumento da idade, foi maior nas situações de manutenção do estado de saúde e casos de doença, na existência de doença crônica, nos casos auto-referidos como estado de saúde ruim para os homens e regular para as mulheres. Para as mulheres, também foi maior para as não inscritas em alguma UBS e para aquelas em consulta de retorno. A automedicação e o uso de medicamentos homeopáticos foram baixos.

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No Brasil, apesar dos avanços da assistência farmacêutica, permanecem falhas na garantia do acesso dos cidadãos aos medicamentos pelo Estado. Nos últimos anos, vem crescendo a reivindicação de medicamentos por parte do cidadão via sistema judiciário. Os objetos dessas solicitações são tanto os medicamentos em falta na rede pública como aqueles ainda não incorporados pelo Sistema Único de Saúde. Este fenômeno pode ser analisado sob diferentes perspectivas, inclusive a sanitária, entendida aqui como os desfechos sobre a saúde dos indivíduos que demandam estes medicamentos. O presente texto busca discutir as principais características das demandas judiciais frente aos seguintes aspectos: o uso racional de medicamentos, o uso de evidências científicas para a indicação terapêutica proposta e o quanto as demandas se justificam diante do conceito de acesso adotado pelo campo da assistência farmacêutica. Ponderações podem ser feitas no sentido de minimizar os riscos à saúde dos demandantes de medicamentos por via judicial, sobretudo quando o objeto da ação são medicamentos não pertencentes às listas de fornecimento público, ou com uso off label, ou desprovidos de registro no país. Considera-se que o Judiciário, a partir do fornecimento de medicamentos, busca garantir a saúde dos demandantes, e assim a dignidade da pessoa humana. Cabe ressaltar que este objetivo só será atingido quando a garantia da saúde estiver associada aos aspectos que certificam a segurança do paciente, inclusive no uso de medicamentos.